Ascom FMS

Teve início nesta segunda-feira (01) a Semana de Fortalecimento “Nossa UBS Humaniza SUS”, com atividades de conscientização sobre a humanização do atendimento em saúde. A ação, que acontece na Unidade Básica de Saúde (UBS) Dr. Antônio Carlos Costa, do bairro Cristo Rei, é promovida pela Residência em Saúde da Família e Comunidade da UESPI, em parceria com as equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) do local.

“A proposta é sensibilizar os atores incluídos no processo de humanização da saúde – trabalhadores, usuários e gestão – a respeito da Política Nacional de Humanização: o que é, quais os princípios e como podemos operacionalizar a política”, explica Rubens Dias, assistente social da Residência. “Resolvemos seccionar essa política para trabalhar de diversas formas, como rodas de conversa, caminhadas e sensibilização aos profissionais”, conta Rubens.

A primeira atividade realizada na manhã de hoje (01) foi uma sala de espera, que são rodas de conversas voltadas aos usuários que estão aguardando atendimento na UBS, com o tema “Humanização como dispositivo de cuidado na saúde”. Nesta terça-feira (02), nos turnos manhã e tarde, acontece uma ação de sensibilização aos profissionais da UBS Cristo Rei sobre a prática de Libras no campo da saúde. A semana se encerra na quinta-feira (04) com uma caminhada em defesa da Política de Humanização na Saúde.

A Política Nacional de Humanização (PNH) – Humaniza SUS existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. A PNH deve estar presente e inserida em todas as políticas e programas do SUS.

A humanização do atendimento é parte de um plano maior para alcançar mais eficiência, resultados e possibilidades de promoção da saúde e prevenção de doenças nas unidades de saúde.

“Quando há integração e uma comunicação mais direta entre os pacientes e usuários dos serviços, os profissionais da saúde e gestores dos hospitais, clínicas e instituições médicas, cria-se um vínculo mais humanizado entre todas as instâncias. Dessa forma, se estabelece mais respeito e reconhecimento entre as partes envolvidas, que só tendem a refletir em um atendimento mais eficaz a quem precisa”, finalizou Rubens Dias.