Ano letivo das oficinas de dança começa com novidades no Teatro João Paulo II e nos CEUs

Ano letivo das oficinas de dança (Foto: Ascom FMC)

O período letivo de 2026 das oficinas de dança realizadas no Teatro João Paulo II e nos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs) das regiões norte, sul e sudeste de Teresina iniciaram, nesta segunda-feira (23). As atividades marcam a retomada das aulas com foco na organização, no aprimoramento técnico e no fortalecimento da formação artística dos alunos na capital.

As turmas contemplam diversas faixas etárias. Na categoria baby, participam crianças de 5 a 6 anos; na iniciação, alunos de 7 a 9 anos; no nível intermediário, estudantes de 9 a 12 anos; e no terceiro ano, adolescentes de até 16 anos. As oficinas também incluem a turma da melhor idade, com a modalidade “Dançando Experiência”. Entre as linguagens ofertadas estão ballet clássico, danças populares voltadas para a melhor idade e dança contemporânea para adolescentes.

A proposta é fortalecer, aprimorar e estimular a prática da dança em Teresina, ampliando o acesso à formação artística e incentivando o desenvolvimento técnico dos participantes. A estudante Lívia, de 11 anos, demonstra entusiasmo ao avançar para um novo nível no ballet. “A minha expectativa para este ano é aprender novos passos. Aqui eu sempre aprendo muitas coisas diferentes e estou animada para as apresentações”, afirmou.

Ano letivo das oficinas de dança (Foto: Ascom FMC)

De acordo com a coordenadora de dança, Vanessa Nunes, 2026 será um ano de avanços técnicos em todas as modalidades oferecidas. Segundo ela, o planejamento pedagógico foi reformulado a partir de um diagnóstico realizado em 2025, que apontou a necessidade de adotar novas formas de avaliação e promover ajustes estruturais, como a reorganização de turmas e a reavaliação do corpo docente.

Outro destaque para este ano é o início do uso de sapatilhas de ponta por cerca de 60 alunas, item essencial no ballet clássico e que representa um novo estágio na formação técnica das bailarinas.

Revisitando a Revista destaca a edição nº 24 do Cadernos de Teresina e debate a importância das áreas verdes da capital

Edição nº 24 dos Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

O projeto semanal Revisitando a Revista, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresentou nesta semana, a edição nº 24 da revista Cadernos de Teresina, publicada em dezembro de 1996. O episódio foi gravado diretamente da Praça Saraiva, um dos espaços simbólicos do centro da capital, reforçando o diálogo entre memória urbana e patrimônio cultural.

Nesta edição histórica, a revista reúne um vasto conjunto de conteúdos que atravessam artes plásticas, literatura, crítica, cultura popular, educação, economia, música, teatro, memória e história. Com mais de 100 páginas, a publicação se destaca pela diversidade de textos, gravuras, poemas, entrevistas e documentos, consolidando-se como um importante registro da produção intelectual e artística piauiense da década de 1990.

Entre os destaques comentados no programa está o artigo “Revalorizando o verde em Teresina: o papel das unidades ambientais”, da professora Iracilde M. de Moura Fé Lima. O resumo da matéria foi apresentado pelo servidor da FMC, Jairo Sherlock, que ressaltou a importância dos parques ambientais e das praças na configuração urbana de Teresina. O texto aborda a necessidade de preservação e valorização dos espaços verdes da cidade, discutindo seu papel ambiental, social e paisagístico, além de sua contribuição para a qualidade de vida da população.

A edição nº 24 também contempla reflexões sobre cultura e identidade, como em “Imaginário e cultura do sertão piauiense”, além de estudos sobre religiosidade popular, educação brasileira, formação judiciária da Parnaíba, música no estado do Piauí e memória da área central de Teresina. A revista traz ainda entrevista, ensaios literários, críticas, resenhas e a tradicional seção “Só Poesia”, reafirmando sua vocação plural. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Terça-feira de Carnaval foi marcada ao som do Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina

Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina (Foto: Ascom FMC)

Nesta terça-feira de Carnaval a programação espalhou música e animação por diferentes pontos da cidade, reunindo foliões no Centro e em comunidades como o Matadouro e a Vila Operária, fortalecendo o espírito de celebração coletiva.

No Centro da capital, a Avenida Antonino Freire foi palco do Bloco das Curicas, que atraiu um grande público a partir das 16h. A festa contava com apresentações da banda Alquimia, do grupo Samba no Coreto, do artista Math Gabe e do projeto de educação musical voltado para mulheres, a Bateria das Curicas, que levantou os foliões com muita energia e ritmo.

A presença do bloco contribuiu com a revitalização do Centro de Teresina, que voltou a ser ocupado pela alegria, pelas cores e pela animação dos brincantes.

Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina (Foto: Ascom FMC)

Além do Centro, a programação carnavalesca também movimentou a comunidade do Matadouro e a Vila Operária, com o tradicional Bloco Os Patrão da Beka, onde moradores e visitantes puderam curtir a festa em clima de proximidade e celebração popular. Realizado desde 2017, o bloco já se consolidou como uma tradição na região, levando música, cultura e lazer para as ruas do bairro, promovendo a integração da comunidade e a valorização das manifestações culturais locais.

O Carnaval tradicional segue sendo um dos principais símbolos da cultura popular, preservando manifestações artísticas que atravessam gerações e mantêm vivas as raízes da identidade local. É um espaço de encontro, pertencimento e expressão coletiva.

Tradicionais blocos de rua animam mais um dia de carnaval em Teresina

Carnaval de Rua 2026 (Foto: Lucas Dias/Semcom)

O Carnaval de Rua de Teresina está sendo marcado pela alegria e animação dos foliões com uma programação vibrante e diversa. Em mais um dia de festa, os foliões puderam se divertir com os blocos tradicionais que tomaram as ruas com muita música, dança e cultura popular.

A programação de carnaval desta segunda-feira (16) teve a apresentação do tradicional Bloco Vaca Atolada, no bairro Matinha, agitando os foliões da zona Norte da capital; e o Bloco Piauí Samba, no bairro Monte Castelo, zona Sul, que  levou muita alegria para os pequenos foliões que animaram a festa e celebraram em uma explosão de cores, música e animação.

Carnaval de Rua 2026 (Foto: Lucas Dias/Semcom)

Os blocos de rua contaram com a parceria da Prefeitura de Teresina que destinou recursos para a festa reunindo, até o momento, milhares de pessoas, reforçando a importância da cultura popular e da ocupação dos espaços públicos para a diversão e o lazer da população.

A segurança dos blocos foi reforçada com as equipes da Guarda Municipal de Teresina garantindo que a folia ocorresse de maneira tranquila e organizada para os brincantes.

Cadernos de Teresina 23: cultura, memória institucional e identidade teresinense em destaque

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco na edição nº 23, publicada em agosto de 1996. A revista reúne um amplo conjunto de conteúdos que percorrem artes plásticas, literatura, cultura popular, memória urbana, educação, teatro e história institucional, reforçando o papel da publicação como registro da produção cultural e intelectual do Piauí.

Cadernos de Teresina 23 (Foto: Ascom FMC)

Entre os destaques está a matéria de artes plásticas “Fundação Cultural Monsenhor Chaves: 10 anos fazendo e fomentando cultura”, de Adrião Neto, além de textos literários, contos, crônicas e críticas que abordam desde reflexões sobre a modernidade até análises sobre autores piauienses. A cultura popular aparece em diferentes perspectivas, com textos sobre o imaginário religioso local, as carrancas do Rio Parnaíba e aspectos históricos ligados à religiosidade popular nordestina.

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente na Praça João Luís Ferreira, espaço simbólico da vida cultural e social da cidade. O resumo da edição foi apresentado pela servidora da FMC, Aline Maria, que destacou a matéria sobre os 10 anos da Fundação Monsenhor Chaves, resgatando a trajetória institucional, sua importância para o desenvolvimento cultural de Teresina e os grupos ligados à política cultural do município. O conteúdo ganha ainda mais relevância diante da proximidade dos 40 anos da Fundação, celebrados na próxima semana. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.

Cadernos de Teresina 22: artes visuais, literatura, história, cultura popular e memória urbana mostra a diversidade da publicação

Cadernos de Teresina 22 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 22 da publicação, lançado em abril de 1996. A edição reúne uma ampla diversidade de conteúdos que percorrem artes visuais, literatura, história, cultura popular, memória urbana, universidade, teatro e documentação histórica, consolidando o perfil multidisciplinar da revista.

Na seção de artes plásticas, destaca-se o texto “Gabriel Arcanjo: a sensualidade da cor e o lirismo do traço”, de Pollyanna Jericó. A literatura aparece em diferentes frentes, incluindo críticas como “Trinta anos de tensa comunhão com a palavra”, sobre a obra de Francisco Miguel de Moura, e reflexões sobre novos caminhos da produção literária. A edição também traz contos, crônicas históricas, relatos de viagem e debates sobre universidade e sociedade.

A cultura popular ganha espaço com a matéria “Ex-voto: símbolo da religião e da magia em Teresina”, de Maria Cecília Silva de Almeida Nunes, enquanto a seção de documentos apresenta estudos sobre cotidiano, cinema, futebol em Teresina no início do século XX e narrativas históricas regionais. A edição conta ainda com entrevista com Cinéas Santos, textos literários sobre Torquato Neto, memórias urbanas, seção dedicada exclusivamente à poesia, além de teatro e agenda cultural.

Cadernos de Teresina 22 (Foto: Ascom FMC)

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente na Praça Pedro II, em referência à matéria “O espetáculo da Praça Pedro II”, do professor Odoaldo da Rocha Marinho. O texto resgata aspectos históricos, curiosidades e transformações do espaço ao longo do tempo, conectando memória urbana e vivência cultural da cidade. O resumo da edição foi apresentado pela chefe de gabinete da FMC, Clarissa Parente, que destacou a importância do registro histórico da praça como símbolo da vida social e cultural de Teresina.

Com uma publicação robusta, a edição nº 22 reúne gravuras, textos, poemas, música, literatura, reportagens, entrevistas e agenda cultural, valorizando a memória cultural e histórica da capital e do estado. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI!

Bloco das Fuleiras fortalece tradição carnavalesca e recebe apoio estrutural da FMC

Bloco das Fuleiras (Foto: Ascom FMC)

O Bloco das Fuleiras é um dos exemplos de como o Carnaval de Teresina nasce da cultura popular e da união entre amigos. Criado há cerca de 19 anos, o bloco surgiu a partir de encontros de jogadores da região da Tabuleta que, aos domingos de Carnaval, se reuniam para partidas de futebol marcadas pela descontração e pelo bom humor. Após os jogos, o grupo seguia para bares da região, onde a convivência e as brincadeiras ajudaram a construir a identidade do bloco.

Com o passar dos anos, o encontro entre amigos cresceu, ganhou novos participantes e deixou de ser apenas uma confraternização para se tornar uma festa de rua. O aumento do público e a adesão da comunidade consolidaram o Bloco das Fuleiras como parte da programação carnavalesca da cidade.

Bloco das Fuleiras (Foto: Ascom FMC)

Atualmente, o evento acontece na Avenida Barão de Gurgueia, nas proximidades do Bar do Bacurau, em frente à academia Selfit. Para a edição deste ano, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) vai oferecer apoio estrutural para a realização do bloco, reforçando o incentivo às manifestações culturais populares e contribuindo para a organização e segurança do evento.

A programação está prevista para o domingo de Carnaval, dia 15 de fevereiro, a partir das 16h, com atrações musicais, espaço kids e animação com bonecos gigantes. A organização também avalia a retomada do percurso tradicional pelas ruas do entorno, prática que marcou a história do bloco.

Bloco das Fuleiras (Foto: Ascom FMC)

Cadernos de Teresina 19: a devoção popular ao motorista Gregório em destaque na edição revisitada

Cadernos de Teresina 19 (Foto: Reprodução da internet)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 19 da publicação, lançado em abril de 1995. A edição reúne uma ampla diversidade de temas que transitam entre artes, literatura, história, urbanismo e cultura popular, reafirmando o papel da revista como registro sensível da memória social e cultural do Piauí.

Entre os conteúdos presentes estão matérias sobre artes plásticas, Canto do Conto, crítica literária, poesias, crônicas e urbanismo, além de textos como “Mostra visual de poesia brasileira”, “Uma pequena apreciação do tempo: da Idade Média à Idade Moderna”, reflexões sobre o movimento estudantil no Piauí, discussões acerca da questão da nacionalidade na literatura brasileira no século XIX e a reportagem “Jornalismo em Teresina nos anos 30: ato de amor e heroísmo”.

O principal destaque da edição é a matéria de cultura popular “Motorista Gregório: um santo do povo”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto, narra a história de Gregório, personagem que mobilizou forte comoção popular após ser assassinado às margens do rio Poty por um delegado da cidade de Barras. Com o passar do tempo, sua memória foi ressignificada pela população, que passou a vê-lo como uma figura de devoção e fé.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente no monumento em homenagem ao motorista Gregório, localizado na Avenida Marechal Castelo Branco. O local tornou-se ponto de visitação e devoção popular, marcado por um monumento em formato de gota com uma cruz ao centro, simbolizando um dos aspectos mais tocantes de sua história: o fato de Gregório ter passado longas horas com sede antes de morrer. Até hoje, fiéis costumam levar garrafas de água ao monumento como gesto simbólico para “matar a sede” daquele que consideram um santo do povo.

O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC, Jairo Sherlock, que destacou a relevância da matéria sobre o Motorista Gregório como um importante registro da religiosidade popular, da memória coletiva e das narrativas construídas pelo povo a partir de episódios de dor e injustiça.

Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina 18: religiosidade popular em foco na edição revisitada

Cadernos de Teresina (Foto: ASCOM/FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 18 da publicação, lançada em dezembro de 1994. A edição reúne um amplo conjunto de temas que atravessam cultura popular, artes, literatura, música, sociedade e história, reafirmando o caráter plural da revista.

O principal destaque desta edição é a matéria “Religiosidade popular em Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva, que aborda manifestações de fé como expressão cultural e identidade coletiva da cidade. No campo das artes plásticas, a revista apresenta o trabalho “Janela da Alma”, enquanto a crítica literária analisa a poesia de William Melo Soares. A publicação também discute a literatura piauiense sob a perspectiva da história social, ampliando o debate sobre produção cultural e contexto histórico.

Outros temas relevantes presentes na edição incluem a desertificação no Piauí, o movimento estudantil piauiense nos anos 1970, a música no estado na mesma década, além de textos sobre poesia, sociedade e a extensão integradora da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O conjunto de matérias oferece um panorama crítico e diversificado do pensamento cultural e social do período.

Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente na Fundação Monsenhor Chaves, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Josias Filho, que destacou a matéria sobre religiosidade popular em Teresina, enfatizando sua importância como registro da cultura e das tradições da capital.

Para ter acesso a revista completa, CLIQUE AQUI.

Semplan cria grupo de trabalho para fortalecer artesanato em cerâmica, símbolo da cultura teresinense

Técnicos da Semplan já começaram o levantamento técnico da área e os processos de escuta ativa junto à comunidade e aos artesãos (Foto: Ascom Semplan)

A Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan) criou um grupo de trabalho para desenvolver projetos e ações voltadas ao fortalecimento do artesanato em cerâmica tradicional dos bairros Poti Velho e Olarias, na zona norte de Teresina. Reconhecida como uma das expressões culturais mais autênticas da capital, a produção cerâmica da região carrega saberes transmitidos entre gerações e integra a identidade histórica e cultural do município.

O grupo reúne representantes da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Norte (SDU Norte), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), além da própria Semplan. A primeira reunião conjunta ocorreu nesta quinta-feira (08) e marcou o início das articulações intersetoriais para valorização da atividade artesanal.

Durante o encontro, foram iniciados os procedimentos para a elaboração de projetos de capacitação dos artesãos, ações de modernização da produção sem perda das características tradicionais, além da regularização jurídica da área, debates sobre a situação urbanística e a estruturação do Polo Cerâmico Olarias. A proposta é aliar preservação cultural, organização do espaço e geração de renda para as famílias que vivem da cerâmica.

Técnicos da Semplan já começaram o levantamento técnico da área e os processos de escuta ativa junto à comunidade e aos artesãos, mapeando a situação dos barracões, dos imóveis, da produção e da comercialização das peças. “Estamos em contato direto com os artesãos para compreender a realidade atual, as necessidades e os desafios enfrentados. O artesanato em cerâmica dessa região é uma das manifestações culturais mais genuínas de Teresina e precisa ser fortalecido e reconhecido”, destaca a arquiteta e urbanista Virgínia Moura, coordenadora do grupo de trabalho.

Os dados coletados servirão de base para a elaboração dos projetos que visam não apenas melhorar as condições de trabalho, mas também preservar a memória cultural da cidade, valorizar o fazer artesanal e ampliar as oportunidades de inserção do artesanato cerâmico no circuito econômico e turístico de Teresina. A comunidade tem participado ativamente de reuniões periódicas com a equipe da Semplan, contribuindo para a construção coletiva das propostas.

Segundo o superintendente da SDU Norte, Alan Brandão, a iniciativa busca transformar o polo em uma referência urbana, cultural e econômica. “Queremos garantir mais organização, infraestrutura adequada e valorização dos artesãos, respeitando as origens e a identidade cultural de Teresina”, afirma.