Zap Odonto realiza 1.500 atendimentos em quase dois meses

Em quase dois meses de funcionamento, o Zap Odonto, serviço telefônico para auxiliar nas assistências odontológicas de urgência, já realizou 1.500 atendimentos em Teresina. Dos casos atendidos, cerca de 27% foram encaminhados para o plantão odontológico.

A maioria dos motivos por procura de atendimentos foram dor intensa, restauração fraturada, inchaço bucal e dor leve. O objetivo do serviço, que é feito através do aplicativo de mensagens, é fazer uma pré-triagem dos pacientes, para que procurem o serviço odontológico somente aqueles que realmente precisam.

“O Zap Odonto é inovador, pois foi um dos primeiros canais de atendimentos direto entre a população e o dentista, mediante uso de tecnologia no país. Orientamos a população a procurar atendimento odontológico de urgência apenas em casos de uma real necessidade, evitando deslocamentos desnecessários de pacientes aos serviços públicos de urgência, assim como a exposição a uma possível contaminação no ambiente do consultório odontológico”, explica Manoela Gonçalves, cirurgiã-dentista da Gerência de Saúde Bucal da FMS.

Durante o período de combate à COVID-19, a Atenção Básica Municipal está atendendo apenas casos de urgência na área de saúde bucal, como dor de dente intensa, inchaço bucal, edemas e traumas dentários. Seis Unidades Básicas de Saúde realizam atendimento de urgência odontológica em Teresina: a UBS Alto da Ressurreição (zona Sudeste), UBS Saci (zona Sul) e UBS Buenos Aires (Zona Norte) nos horários de 7h às 21h. E as UBS Vale do Gavião (zona Leste), UBS Porto Alegre (zona Sul), UBS Cristo Rei (zona Sul) nos horários de 7h às 18h.

“Os pacientes que são de urgência nós encaminhamos para as unidades básicas, que contam com os plantões odontológicos. Para os casos mais específicos como, por exemplo, cirurgias e aqueles que necessitem do uso da caneta de alta rotação, o paciente procura uma dessas unidades e é feito o agendamento”, ressalta a dentista.

O Zap Odonto funciona todos os dias, nos horários de 7h às 14h e das 14 às 21h, através de atendimento via WhatsApp pelo número (86) 98179-2576.

Hospital da Primavera disponibiliza vacina antirrábica para pessoas agredidas por animais

 

Ascom/FMS

A Fundação Municipal de Saúde informa que, a partir de agora, em caso de mordida de cachorro, gato ou animal silvestre, as pessoas devem se dirigir ao Hospital da Primavera para tomar a vacina antirrábica. Antes da pandemia do Coronavírus, o serviço era disponibilizado no Hospital Natan Portela de Teresina.

“Após a agressão pelo animal, o paciente deve lavar o local do ferimento com água e sabão e procurar atendimento no Hospital da Primavera. O médico avalia o caso e define a melhor conduta. Esse protocolo deve ser iniciado o mais rápido. Quanto ao animal agressor, este deve ser mantido preso no imóvel, que passa ser monitorado pela nossa equipe”, explica a gerente da Gerência de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra.

Já a vacina contra raiva para cães e gatos está disponível na Gerência de Zoonoses, durante todo o ano, como também durante a campanha de vacinação antirrábica, realizada anualmente pela FMS.

A raiva é uma doença grave e letal.  É causada por um vírus que atinge todos os mamíferos, incluindo cães e gatos. O animal infectado tem comportamento estranho e, por meio de mordida, arranhadura ou lambida, pode transmitir a doença para o ser humano.

Teresina registra mais 11 óbitos por Covid-19 nas últimas 24horas

“Todos os dias estamos vendo o número de mortes aumentar em Teresina. É um dado triste, porque sabemos que não são apenas números, são pessoas, são histórias apagadas, famílias em luto”, afirma o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Manoel de Moura Neto, após o registro de mais 11 óbitos por Covid-19 nas últimas 24horas, em Teresina. Com isso, o total sobe para 207 mortes e 4.420 diagnosticados com a doença na capital, neste domingo (14).

Do total de 11 óbitos registrados, 8 tinham doenças crônicas e estavam nos grupos considerados de risco para Covid-19. Essas pessoas residiam nos bairros Redenção, Monte Castelo, Itararé, Gurupi, Parque Piauí, Promorar, Satélite, Buenos Aires, Gurupi, Memorare e Pedra Mole. Além disso, o Comitê de Operações Emergenciais (COE) da FMS computou que 5 eram adultos, com idade entre 38 e 53 anos e 6 eram idosos, com idades que variavam entre 63 e 85 anos.

O médico infectologista da FMS, Walfrido Salmito, afirma que a Prefeitura tem seguido o seu plano de contingência, mas é preciso o esforço da população para seguir as medidas de prevenção e aumentar o índice de isolamento social, necessário para conter a proliferação do vírus. “Por isso, pedimos que todos usem máscara, lavem as mãos com frequência, mantenham o distanciamento de 2 metros das pessoas e só saiam de casa se for necessário”, finaliza.

Teresina registra 109 novos casos e 10 óbitos por COVID-19 em 24 horas

Teresina notificou, neste sábado (13), um total de 109 novos casos de COVID-19. De acordo com os dados do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), foram registrados também 10 novos óbitos nas últimas 24 horas. Agora, a capital registra 4.336 casos e 196 óbitos pela doença, sendo que 1.050 pessoas estão recuperadas.

Dentre os 10 óbitos registrados, sete ocorreram neste sábado, um na sexta-feira (12), outro na quinta-feira (11) e um no mês de maio. Todos os pacientes tinham acima dos 50 anos e apresentavam comorbidades como hipertensão, diabetes, obesidade, asma, além de doenças cardiovasculares, pulmonares e renais. As zonas com maior ocorrência foram Sul (quatro casos), Norte (três casos), seguido das zonas Leste, Sudeste e Centro (um caso em cada).

Os índices de isolamento social em Teresina continuam abaixo do mínimo recomendado pela Organização Mundial de Saúde para diminuir a disseminação do novo coronavírus, que é de 73%. Na última sexta-feira (12), a capital registrou o pior índice de isolamento social, apenas 39,3%. A marca é a pior desde o início do levantamento feito pela Prefeitura de Teresina, a partir de março, para avaliar o cumprimento das medidas que pretendem diminuir a disseminação dos casos de Covid-19 na cidade.

“O mundo está enfrentando um momento muito difícil. Além de lamentar os óbitos e estender nossa solidariedade às famílias, informamos que a Prefeitura está seguindo o plano de contingência, mas reiteramos à população que devem ser mantidos os cuidados com a higiene. Pedimos também que só saiam de casa se for estritamente necessário”, afirma o presidente da FMS, Manoel de Moura.

Teresina registra 13 mortes por COVID-19 em um dia

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina confirmou ontem (12) mais 13 mortes por Covid-19. Já são 186 mortes pela doença na capital. Ao todo, são 4227 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus, sendo que 1.043 pessoas estão recuperadas.

De 1º de junho ao dia 12 houve um aumento de 691 casos de COVID-19 diagnosticados em Teresina. A Prefeitura de Teresina não está medindo esforços para diminuir os números da doença na capital, mas os casos continuam crescendo.

Durante a pandemia, a Prefeitura de Teresina já instalou 28 leitos de UTI específicos para Covid-19 no HUT e cinco no Hospital do Monte Castelo. Está sendo construído ainda um hospital de campanha que terá 60 leitos de UTI. “Embora a criação e a manutenção de leitos de UTI sejam de responsabilidade do Governo do Estado do Piauí, a Prefeitura está criando leitos desse tipo para ampliar garantir assistência à população”, afirma o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Manoel de Moura Neto.

Teresina conta ainda com 21 Unidades Básicas de Saúde que são referência para atender casos de pessoas com síndrome gripal leve, que funcionam todos os dias da semana de 7h às 19h. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) e hospitais estão seguindo protocolo de atendimento dos casos graves de síndrome respiratória. A prefeitura disponibiliza ainda aos teresinenses o número 0800 291 0084 do Alô Saúde, com médicos clínicos gerais realizando consultas e tirando dúvidas da população.

120 empresas realizaram teste para Covid- 19 em Teresina e 274 empregados testaram positivo

Um total de 120 empresas já realizaram testagem para a Covid-19 em Teresina, conforme decreto municipal Nº19.735 que determina a realização de testes em trabalhadores de estabelecimentos que estão em funcionamento. Dos 8.053 empregados que fizeram o exame, 274 deram positivos.

Nesta semana, a Prefeitura iniciou a fiscalização das empresas que ainda não submeteram seus empregados ao teste. “Já realizamos cinco autos de infração”, informou Jeanyne Seba, gerente de Vigilância Sanitária da capital.

Ela explica que as testagens são importantes para diminuir disseminação do vírus dentro dos estabelecimentos entre os funcionários e os clientes que irão até o local. “Hoje estamos em uma guerra para combater a Covid-19 e precisamos do engajamento de todos. Juntos somos mais fortes”, ressalta.

A capital do Piauí notificou ontem (11) um total de 276 novos casos de COVID-19. Os dados são do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que registrou também 11 novos óbitos nas últimas 24 horas. Agora, Teresina tem 4049 casos da doença, com 173 mortes.

O decreto Nº19.735 torna obrigatória a realização de testes de diagnósticos homologados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a Covid-19 nos trabalhadores da iniciativa privada e nos servidores do serviço público que estejam no exercício de suas funções e atividades nos seus respectivos locais de trabalho.

São obrigados a realizar os testes os estabelecimentos em funcionamento, que são serviços essenciais, que tenham a partir de 31 trabalhadores, incluindo aqueles prestadores de serviços na área de saúde. De acordo com o decreto, aqueles locais que estão com funcionamento suspenso só poderão reabrir após a retomada das atividades econômicas quando realizarem testes de diagnóstico nos seus colaboradores. Em caso de descumprimento da determinação, ficarão sujeitos à interdição total das atividades e cassação de alvará de localização e funcionamento.

Alô Saúde Teresina realiza mais de 33 mil atendimentos em quase dois meses de funcionamento

O programa Alô Saúde Teresina realizou mais de 33 mil atendimentos para pessoas com síndromes gripais leves ou com outros problemas básicos de saúde. Criado pela Prefeitura de Teresina, o serviço está disponível por meio do número 0800 291 9984, com atendimento todos os dias, inclusive aos finais de semana, das 08h às 20h.

O objetivo dessa nova forma de atendimento é ampliar o acesso à saúde, diminuindo a circulação de pessoas na cidade e evitando a exposição dessas pessoas ao coronavírus. De acordo com Karoline Alencar, gerente de informação em saúde da Atenção Básica, a avaliação do programa é positiva.

“A gente consegue atendimento para a população que está em casa, dar uma resposta e muitas vezes evitar que ela fique se locomovendo até uma Unidade Básica de Saúde ou de pronto atendimento. É uma medida que ajuda nas taxas de isolamento social, evitando com que a população precise sair de sua casa”, comenta a gerente.

Ao ligar para o 0800, a população é atendida por uma Unidade de Resposta Automática, que redireciona a ligação ao Call Center Covid-19 ou Saúde da Família. Em seguida, um operador repassa todas as orientações sobre a doença e coleta dados do paciente para atender as suas necessidades de saúde. Durante a ligação, é preenchido um prontuário de atendimento. Se houver necessidade, a ligação é imediatamente transferida para um médico, que dá procedimento ao atendimento.

A equipe médica do Alô Teresina foi ampliada e conta com 57 profissionais da Atenção Básica, formada por 50 médicos e sete psicólogos, distribuídos em escalas de serviço.

 

Saúde realiza mais de 2 milhões de procedimentos de média e alta complexidade em quatro meses

Nos primeiros quatro meses de 2020, a rede de saúde de Teresina realizou 2 milhões e 256 mil procedimentos de média e alta complexidade e 1 milhão e 76 procedimentos na área da Atenção Básica. O dado consta no Relatório de Prestação de Contas da Saúde, referente ao 1º quadrimestre desse ano e que foi apresentado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) aos vereadores, nesta quinta-feira (11).

O documento mostra que a Prefeitura de Teresina investiu, nesse período, 36,36% da sua receita própria para cobrir gastos com ações e serviços de saúde, percentual que corresponde a mais do que o dobro do exigido na legislação, que é de 15%. “O alto investimento representa o esforço em qualificar a rede de saúde da capital, que é referência na região nordeste do país”, explica o presidente da FMS, Manoel de Moura Neto.

A reunião foi conduzida pela diretora de planejamento da FMS, Cláudia Glauciene, e contou com a participação do presidente da FMS, Manoel de Moura Neto e da sua equipe técnica, além dos vereadores Venâncio, Luiz Lobão, Dudu e Graça Amorim. “A apresentação do relatório possibilita que os vereadores e a população tenham acesso às informações atualizadas sobre investimentos e serviços da saúde da capital piauiense”, finaliza Glauciene.

No que diz respeito ao conteúdo do Relatório, a Lei Complementar n°141/12 prevê que o documento deve conter informações como o montante e a fonte dos recursos aplicados no período; as auditorias realizadas ou em fase de execução; a oferta e produção de serviços públicos na rede assistencial própria, contratada e conveniada e, ainda, alguns indicadores de monitoramento relativos ao processo de pactuação interfederativa.

Teresina registra mais de 1.500 atendimentos de síndromes gripais em um dia

Com baixos índices de isolamento social, Teresina apresentou na última terça-feira  (09) o maior número de atendimentos por síndromes gripais desde o início da pandemia. Foram 1.514 registros na rede pública e privada, dado que tem apresentado um aumento desde o último domingo (07), quando foram registrados 1.040 atendimentos.

O diretor de Atenção Básica da FMS, Kledson Batista, explica que a consequência mais grave dessa situação é evolução da doença para casos que requerem internação. “Em um universo em que, por exemplo, de cada 100 pessoas, uma complica para o caso de internação, se este número sobe para 10 mil, teremos 100 internações e esta proporção tende a aumentar. Com isso, Teresina pode ter uma sobrecarga no sistema de saúde e até entrar em colapso”, alerta.

Segundo os dados do Painel de monitoramento da COVID-19, elaborado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), no início da pandemia eram registrados em torno de 103 atendimentos para casos de síndromes gripais. O número foi crescendo e chegou a 1.384 no dia 3 de junho, um aumento de mais de 1000%.

De março até agora, já foram prestados mais de 34 mil atendimentos a pessoas com sintomas gripais, dos quais 57% (mais de 19 mil) foram na rede pública de saúde.

Para Kledson Batista, o aumento é uma evidência de que os casos de COVID-19 ainda estão crescendo e é um reflexo da diminuição nas taxas de isolamento social na capital. Dados da startup Inloco revelam que, na última segunda-feira, este índice estava em 41,20%, uma queda em relação ao mesmo dia da semana anterior, que estava em 43,3%. Segundo os protocolos dos órgãos de saúde, o ideal seria uma porcentagem em torno dos 73%.

Ele explica que o aumento dos números ocorre porque uma das características do vírus é a alta transmissibilidade entre as pessoas, o que leva à evolução da doença pelo não cumprimento do isolamento social. “No início da pandemia, em meados de março, Teresina ainda estava com um número bem reduzido, pois a quarentena estava sendo respeitada mais fortemente e as pessoas não frequentavam lugares que geram aglomerações. Mas, mesmo com as imposições, decretos e as ações da prefeitura, é notório que muitas pessoas desrespeitam o isolamento e se aglomeram em filas de banco, em feiras livres, pequenas lojas, ou até mesmo em serviços essenciais. Nesse sentido, os casos tendem realmente a aumentar”, comenta Kledson Batista.

Por isso, o Centro de Operações em Emergências (COE) em Saúde Pública COVID-19 da FMS avaliou que ainda não há viabilidade para uma flexibilização do isolamento social na capital. “Todos querem voltar às suas atividades normais, mas é preciso seguir as medidas de isolamento, criadas por técnicos e estudiosos do tema. Estamos lidando com o risco de perder vidas humanas e é preciso ter cautela”, alerta Amparo Salmito, infectologista da FMS e membro do COE.