Crianças menores de 9 meses não devem ser vacinadas contra o sarampo neste sábado (26)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) comunica que as crianças menores de 9 meses não poderão ser vacinadas neste sábado (26), Dia D da vacinação contra o sarampo. As doses enviadas pelo Ministério da Saúde são produzidas pelo laboratório Serum Institute of India Ltda e não são indicadas para esta faixa etária.

O Ministério da Saúde informou que na próxima semana distribuirá a vacina produzida pela Fiocruz e, então, poderão ser vacinadas as crianças de 6 a 9 meses de idade contra o sarampo. A FMS divulgará amplamente quando as doses chegarem e forem distribuídas nas salas de vacina da cidade.

A responsabilidade da compra da vacina é do Ministério da Saúde e a distribuição fica a cargo das Secretarias Estaduais de Saúde, que fazem a distribuição para as Secretarias Municipais.

 

Mutirão de consultas oftalmológicas e ortopédicas acontece neste sábado (26)

Neste sábado (26), a partir das 7 horas, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai realizar mutirão para atender pessoas que aguardam em fila de espera eletrônica por consulta com médicos oftalmologistas e ortopedistas. Os atendimentos fazem parte do programa “Teresina The Atende” e acontecerão no Centro de Saúde Lineu Araújo e em mais dez clínicas privadas conveniadas ao SUS, espalhadas em todas as zonas da capital.

As pessoas que participarão do mutirão neste sábado (26) já foram devidamente comunicadas por telefone. “Solicitamos que não deixem de comparecer ao local para receberem atendimento qualificado. No mesmo dia, além das consultas, elas também farão diversos exames e poderão marcar cirurgias, desde que constatada a necessidade”, afirma o presidente da FMS, Charles Silveira.

“Sabemos que a demanda de pacientes em algumas especialidades é crescente, a exemplo de ortopedia e oftalmologia. Em virtude disso, um das nossas estratégias é a realização periódica desses mutirões. Assim, iremos assegurar agilidade à fila de espera do SUS e a fluidez em toda a rede de saúde municipal. Nosso objetivo principal é atender cada vez mais e melhor a população que nos procura”, finalizou o presidente.

Os mutirões de consultas e exames especializados do programa “Teresina The Atende” estão acontecendo todos os sábados na cidade de Teresina, até o final do ano. O objetivo é ampliar a capacidade de atendimento especializado e diminuir a fila de espera eletrônica para especialidades que têm demanda grande e crescente, a exemplo da neurologia, oftalmologia, cardiologia e ortopedia.

 

Quantidade de mamografias feitas em Teresina supera meta pactuada

Seguindo a recomendação do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) alerta mulheres de 50 a 69 anos sobre a importância de realizarem mamografia a cada dois anos. O exame radiográfico é feito através da compressão da mama sobre uma plataforma e objetiva diagnosticar o câncer de mama em sua fase inicial. Somente em 2018 foram realizadas 12.917 mamografias nesse público prioritário na capital piauiense, superando em 18,58% a meta pactuada com o Ministério da Saúde.

No cálculo, considerou-se como numerador a quantidade de mamografias feitas apenas em mulheres residentes em Teresina e na faixa etária de 50 a 69 anos e como denominador o total da população feminina da capital, com a mesma faixa etária, dividido por dois. As fontes dos dados são do Sistema de Informação Ambulatorial do Ministério da Saúde e do censo do IBGE.

De acordo com Sheylla Maranhão, gerente de regulação da FMS, a rede pública de saúde de Teresina possui uma boa oferta do exame de mamografia. “Temos vários estabelecimentos, entre hospitais públicos e privados conveniados ao SUS, que possuem o aparelho mamógrafo. O Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo é um desses locais. Precisamos sensibilizar o público-alvo sobre a importância de realizar a mamografia, mesmo que essas mulheres não estejam apresentando sintomas”, afirma.

“Queremos incentivar a adoção de práticas saudáveis para prevenir o câncer de mama, como a realização de atividade física e de alimentação balanceada. Mas também estamos empenhados em aperfeiçoar o rastreamento para diagnóstico precoce dessa doença, através da disponibilização da mamografia na rede do SUS. Sabemos que o diagnóstico e o tratamento em tempo hábil reduz o número de cirurgias mutiladoras e resulta em melhoria de qualidade de vida”, ressalta o presidente da FMS, Charles Silveira.

Para ter acesso à mamografia, prioritariamente, as mulheres de 50 a 69 anos de idade devem se dirigir à Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência. Elas são atendidas pelas equipes da Unidade e o exame pode ser solicitado. Se aparecer alguma alteração suspeita na mamografia da paciente, outros exames são solicitados para fechamento do diagnóstico de câncer de mama. Se for confirmada essa doença, a mulher é direcionada para realizar o tratamento no Hospital Universitário ou Hospital São Marcos.

A oncologista do Hospital São Marcos, Pollyana Cardoso, faz um alerta sobre os fatores de risco para surgimento do câncer de mama. “Há vários fatores que podem contribuir para o aumento do risco de desenvolver a doença, a exemplo da idade avançada, histórico familiar, sedentarismo, mulheres que nunca engravidaram ou nunca amamentaram, mulheres que menstruaram muito cedo ou pararam de menstruar muito tarde e que façam uso de bebida alcóolica”.

A FMS reforça também que, embora não substitua os demais exames médicos, como a mamografia, o autoexame das mamas também pode ser um aliado na detecção do câncer de mama. Os especialistas indicam que a mulher deve conhecer o seu corpo, pegar nas suas mamas, apalpá-las. A melhor época para isso é depois da menstruação. É importante destacar que o ato de apalpar os seios não detecta o câncer de mama em sua fase inicial, mas, se a mulher notar qualquer diferença, deve procurar o médico para avaliação.

 

Segunda etapa de vacinação contra a raiva na zona rural acontece no próximo sábado

Ascom/FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) encerra a campanha de vacinação contra a raiva no próximo sábado (26) com a segunda etapa da zona rural. Neste dia, as equipes da gerência de Zoonoses visitarão 87 povoados das zonas Sul e Sudeste da capital.

A gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, explica que devido à distância entre as localidades, a logística da vacinação antirrábica na zona rural é diferente da zona urbana. “Enquanto a etapa urbana trabalha com o estabelecimento de postos fixos, a rural é realizada por meio do deslocamento das equipes, que visitam as residências de cada localidade para a imunização dos animais”, explica a gerente.

Oriana Bezerra pede que todos os responsáveis por cães e gatos prendam seus animais para que possam ser imunizados pelas equipes. “Caso o proprietário não esteja, pedimos que ele deixe uma pessoa responsável para conter esses animais”, orienta ela.

A vacinação é a única forma de prevenção contra a raiva, que pode ser transmitida para o homem e é fatal. A vacina animal, que é segura e gratuita, é constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes à base de fenol e timerosol. “A vacinação serve para a proteção dos animais e das pessoas que convivem com eles. Principalmente tratando-se de zona rural, onde também temos animais silvestres, que habitam naturalmente essas localidades”, afirma Oriana Bezerra.

O último caso de raiva em ser humano em Teresina foi em 1986. Já o último caso de raiva canina foi em 2011 em um cão proveniente do interior do Estado, cujo proprietário é residente de Teresina.

Veja a lista de localidades.

FMS recebe uma ambulância para transferir pacientes entre hospitais

Nesta quarta-feira (23), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina recebeu uma ambulância, doada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O veículo será incorporado à frota da Central de Transporte do município e irá contribuir para a prestação de uma assistência mais ágil e de melhor qualidade aos pacientes que necessitam ser transferidos de um hospital a outro.

De acordo com o superintendente da PRF, inspetor Stênio Pires, a doação da ambulância foi iniciativa da PRF. “Tínhamos ambulâncias que nós não estávamos usando, devido às mudanças características das ações da PRF e, preocupados em atender melhor a sociedade, estamos enviando essa viatura para que a Prefeitura use no transporte e socorro de vítimas do município”, informou.

A Central de Transportes de Teresina, administrada pela FMS, passa agora a contar com oito ambulâncias exclusivas para transferência de pacientes entre hospitais, que ocorre quando o médico identifica essa necessidade. Ele verifica a vaga para o hospital adequado ao caso. Em seguida, solicita a liberação da ambulância à Central, processos realizados via sistema online.

“Nós agradecemos ao Governo Federal, através da superintendência da PRF, pela doação dessa ambulância que irá melhorar as nossas atividades na área da saúde pública do município. Essa ação tem uma relevância social, porque vai melhorar o suporte de atendimento aos usuários do SUS”, afirmou o presidente da FMS, Charles Silveira.

Charles acrescenta que a criação da Central de Transporte pela FMS foi um avanço na área da saúde. “O serviço de transferir pacientes estáveis entre hospitais era, antes, desempenhado pelo SAMU, que, agora, realiza apenas ocorrências em via pública, domicílios e transferência de pacientes graves, conforme determina a legislação vigente”, lembrou o presidente.

UBS da zona rural promove caminhada em alusão ao Outubro Rosa

A Unidade Básica de Saúde João Cirilo, localizada no povoado Boa Hora, zona rural de Teresina, promove nesta sexta-feira (25), às 8h30, a 1ª Caminhada de Outubro Rosa pela Saúde da Mulher.

A caminhada é uma forma de chamar atenção para o tema e discussão de importantes formas de prevenção e detecção precoce da doença. “Durante a caminhada serão distribuídos folders educativos, um lanche saudável e brindes”, informa Lívia Viana, enfermeira da Equipe de Estratégia Saúde da Família 235, que atua na unidade.

O câncer de mama é segundo tipo que mais acomete brasileiras, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. O INCA e o Ministério da Saúde lançaram a campanha Outubro Rosa 2019, que reforça três pilares estratégicos no controle da doença: prevenção primária, detecção precoce e mamografia.

Menina de 14 anos é secretária de saúde por um dia em Teresina

Ascom/FMS

Daniele, de 14 anos de idade, mora na zona rural leste de Teresina e, nesta terça-feira (22), foi secretária de saúde simbólica da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Ela, que faz parte da campanha “Meninas Ocupam”, participou de reunião sobre saúde mental e percorreu estabelecimentos municipais de saúde, tendo dialogado com gestores e sugerido ações para melhorias nesta área.

Como secretária de saúde da FMS por um dia, Daniele sugeriu que, na próxima campanha “Setembro Amarelo”, aconteça palestras sobre saúde mental nas escolas da cidade e reivindicou melhorias para Unidade Básica de Saúde (UBS) da sua região. As sugestões foram acolhidas pelo presidente da FMS, Charles Silveira.

“Ser gestora por um dia foi uma experiência muito legal. As pessoas pensam que isso é fácil, mas não é. Como percebi, é um trabalho muito difícil, mas importante para os profissionais e para nós que fazemos parte da comunidade. O professor Charles está lutando para que tudo dê certo e funcione bem”, ressalta Daniele.

Ela também visitou a Maternidade do Buenos Aires, que tem se destacado pela estrutura física e realização de partos humanizados na capital. Depois, seguiu para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Promorar, local que atende pessoas em situação de urgência. Outro local vistoriado foi a obra da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Buenos Aires, cuja entrega está prevista para 2019.

Charles Silveira, presidente da FMS, afirmou que foi uma satisfação receber a Danielle na FMS. “Nós, sob a sua presidência, trabalhamos para aperfeiçoar a saúde. Essa campanha é importante na medida em que contribui para mudar a cultura patriarcal e machista que existe no país. As meninas, se quiserem, podem ocupar cargos de liderança e devem ter a capacidade de transpor preconceitos e estabelecer novos conceitos para transformação da sociedade”.

A ideia de ocupação de cargos em repartições diversas parte da Campanha “Meninas Ocupam”, criada em 2016, pela ONG Plan International e que tem parceria com a Prefeitura de Teresina. O objetivo é despertar a atenção para os direitos das meninas, proporcionando que elas conheçam o seu potencial, saibam de seus direitos e que contribuam para a diminuição da discriminação de gênero. Atualmente, o movimento se espalha por 72 países.

FMS recebe mais uma ambulância para a Central de Transferência de Teresina

Nesta quarta-feira (23), a partir das 9h, durante solenidade na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) irá receber uma ambulância em bom estado de conservação, doada pela PRF. O veículo será incorporado à frota da Central de Transporte do município e irá contribuir para a prestação de uma assistência mais ágil e de melhor qualidade aos pacientes, em casos de transferências entre hospitais de Teresina.

Com a chegada de mais uma ambulância, a Central de Transportes de Teresina, administrada pela FMS, passa agora a contar com oito ambulâncias exclusivas para transferência de pacientes entre hospitais, que ocorre quando o médico identifica essa necessidade. Ele verifica a vaga para o hospital adequado ao caso. Em seguida, solicita a liberação da ambulância à Central, processos realizados via sistema online.

A expectativa é que ainda este ano a PRF faça a doação de motos para serem incorporadas à frota de motolâncias do SAMU da FMS. “A nossa equipe técnica tinha manifestado interesse à PRF em receber a ambulância e fomos prontamente atendidos. Agora, teremos mais veículos à disposição da população. Isso denota o nosso compromisso de tratar a saúde como prioridade”, ressalta o presidente da FMS, Charles Silveira.

Charles Silveira informa ainda que, atualmente, a Central de Transportes da FMS é responsável por transferir pacientes estáveis, sem risco de vida. “A sua criação pelo Município representa um avanço na área da saúde. Este serviço era, antes, desempenhado pelo SAMU, que, agora, realiza apenas ocorrências em via pública, domicílios e transferência de pacientes graves, conforme determina a legislação vigente”, finaliza.

CDC visita FMS para conhecer programa de excelência em síndromes neuroinvasivas

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Nesta quarta (23) e quinta (24), uma equipe de neuroepidemiologistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) será acompanhada por técnicos da Coordenação Geral de Vigilância das Arboviroses do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo (ProEpi).

O Centro, que tem o nome original de “Centers for Disease Control and Prevention” (Atlanta, Estados Unidos), é o maior do mundo em pesquisa de doenças infectocontagiosas e está na capital para conhecer nosso programa de vigilância das encefalites virais e outras síndromes neuroinvasivas. O projeto foi implantado em Teresina em 2013, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí e com o Instituto Evandro Chagas.

A recepção será feita pelo presidente da FMS, Charles Silveira, pela diretora de vigilância em saúde da FMS, Amariles Borba, pela Gerente de Zoonoses, Oriana Bezerra, pelo neurologista responsável pelo programa, Marcelo Adriano, e por toda a equipe técnica do setor de epidemiologia.

O programa de vigilância das síndromes neuroinvasivas ganhou destaque nacional e internacional ao detectar os primeiros casos de encefalite pelo vírus do Nilo Ocidental do país e ao demonstrar que os vírus dengue, zika e chikungunya tem papel importante na causa de doenças neurológicas ao infectarem o sistema nervoso.  Durante a programação, serão visitadas as instalações da Diretoria de Vigilância em Saúde da FMS, o Hospital de Urgências de Teresina (HUT), o Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela, o Hospital Universitário da UFPI e o Laboratório Central de Saúde Pública, Dr. Costa Alvarenga.

FMS atende moradoras de rua em ação da campanha outubro rosa

Ascom/FMS

Em programação alusiva à Campanha Outubro Rosa, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) realizou exames das mamas em dezenas de mulheres em situação de rua, nesta última quinta-feira (17), na Unidade Básica de Saúde (UBS) Cidade Verde.

Érica Resende, de 47 anos de idade, e que há 30 anos mora nas ruas, foi uma delas. “Essa ação é ótima e ajuda muitas mulheres que não têm condições e têm dificuldades de saber o que é câncer de colo de útero e de mama, doença que mata muito no Brasil”, conta ela.

Érica Resende fala ainda sobre os cuidados que recebe durante todo o ano do Consultório na Rua (CR), iniciativa da FMS. “O pessoal do Consultório na Rua está sempre procurando a gente, para nos tratar. Se a gente estiver precisando de receita, de remédio, de consulta, de roupa, qualquer coisa, eles nos ajudam. Hoje foi um dia muito especial para nós, foi maravilhoso ter mais informações e fazer exames. Tem mulher em situação de rua que tem doenças e não sabe que tem”, finaliza.

Outra usuária atendida foi a Mabel da Costa, que vive em situação de rua desde 2007 e tem 50 anos de idade. Ela se mostra satisfeita com a ação do Consultório na Rua (CR). “Essa ação foi bem interessante, por vezes, nós acabamos deixando de nos cuidar. É importante porque também somos sociedade. Temos que começar a caminhar, a pedir os nossos direitos e lutar pela saúde. Quem sabe poderemos sair do espaço de rua, deixar a dependência química e retornar à família”, afirma.

Ascom/FMS

As ações para prevenir e detectar câncer de mama em mulheres em situação de rua estão sendo intensificadas no mês de outubro pela FMS, por meio do CR. “Elas fizeram exames de mama e citopatológico e participaram de palestra, na qual estimulamos o autoexame. Nós também as encaminhamos para realizar ultrassonografia mamária e mamografia. Com essa iniciativa, pretendemos melhorar a qualidade de vida dessas mulheres tão sofridas e estigmatizadas”, ressalta a enfermeira do CR Marina Leite.

Todas as atividades do evento foram coordenadas pela equipe do Consultório na Rua (CR), composta por médico, enfermeiro, redutor de dano, assistente social e psicólogo. “É importante destacar que, diariamente, esses profissionais circulam em uma van atendendo as necessidades de saúde de pessoas em situação de rua. O nosso atendimento acontece de segunda a sexta-feira, nas ruas, praças e em locais em que há aglomeração dessa população”, finaliza Marina Leite.

Atualmente, cerca de 626 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CR, entre ativos e inativos. “Essa população está crescendo a cada dia e, inclusive, pessoas que tinham vida organizada agora vivem nas ruas. A população pode enxergá-las como usuários de droga e não ver as suas histórias de vida. É preciso que tenhamos um olhar diferenciado para eles e acabemos com o preconceito”, argumenta a assistente social do CR, Melissa Lima.