Prefeitura investe em ampliação de campos agrícolas e revitalização de hortas comunitárias

A Prefeitura de Teresina tem investido cada vez mais nas hortas comunitárias e campos agrícolas da cidade. Ao todo, são 46 hortas comunitárias espalhadas em todas as zonas da capital, beneficiando diretamente 1.500 famílias, e 11 campos agrícolas em funcionamento e 14 em implantação.

De acordo com Judivan Oliveira, gerente de produção agropecuária da Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR), órgão da Prefeitura responsável pela administração desses locais, somente em 2019 foram investidos cerca de R$ 1.300.000,00 na ampliação e implantação de 17 campos agrícolas. “Através de projetos como o Cinturão Verde e o Agricultura Familiar estamos modernizando os campos agrícolas com a aquisição e implantação de sistemas de bombeamento e de irrigação por aspersão fixa, além da implantação de rede elétrica, perfuração de poços e aquisição de fertilizantes”, disse.

Já as hortas comunitárias têm recebido melhorias no sistema de irrigação e implantação de caixas d’águas. “Por meios de convênios com o Banco do Brasil a Prefeitura consegue implantar esses sistemas de irrigação. O objetivo é promover de forma sustentável o desenvolvimento dessas hortas, pois sabemos que muitas famílias tiram de lá o seu sustento”, afirma Judivan.

Um exemplo bem sucedido de aplicação desses recursos é a Comunidade Alegria, zona rural sul da capital, onde existem uma horta e um campo agrícola. Lá trabalha Maria das Dores Sousa, de 55 anos. “Daqui eu tiro o meu sustento e o de minha família há 20 anos, quando a horta foi fundada. Planto cebolinha, coentro, alface, couve, rúcula, hortelã e tomate cereja, tudo através de produção orgânica, sem uso de agrotóxicos”, explica.

Maria é uma das 15 produtoras da região, que comercializam suas produções em feiras na Praça Rio Branco e Universidade Federal (UFPI). “A Prefeitura ajuda a gente com o transporte até as feiras e lá já temos nossos clientes. Estamos recebendo também aqui na horta uma Unidade de Sanitização, onde vamos limpar, classificar e embalar nossos produtos,deixando eles ainda melhores para serem comercializados”, explica.

Investimentos

De acordo com Carlota Joaquina, engenheira agrônoma da SDR, está em execução entre a Prefeitura de Teresina e Fundação Banco do Brasil um convênio no valor de R$ 2.300.000,00 que serão utilizados na ampliação de unidades de compostagem, implantação de 4 unidades de sanitização e capacitação de agricultores em cursos de manejo agroecológico e de higienização e sanitização das hortaliças, além da aquisição de veículos e 4 triciclos para transporte dos produtos para atender o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foram apresentados, na manhã desta segunda-feira (09), no Palácio da Cidade, os índices positivos para a sensação de segurança dos jovens, de 15 a 24 anos, residentes dos 13 bairros que compõem o Programa Lagoas do Norte. Os resultados fazem parte de pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, organização sem fins lucrativos que tem por missão atuar como um espaço de debate, articulação e cooperação técnica para a segurança pública no Brasil.

Em 2016 houve a primeira visita de representantes do Fórum Brasileiro aos bairros do Programa Lagoas do Norte, e nesse mesmo ano, a organização iniciou também, através de entrevistas com os jovens, a primeira etapa da pesquisa com o objetivo elaborar um diagnóstico preciso sobre a segurança pública dos espaços.

O prefeito de Teresina, Firmino Filho, explicou que o Vila Bairro Segurança surgiu como proposta do poder público municipal no desenvolvimento da metodologia para se trabalhar a segurança pública desde o aumento da violência na capital e para colaborar com a melhoria na qualidade de vida das pessoas.

“São várias experiências que estão acontecendo Brasil afora e aqui em Teresina não é diferente. Nós estamos aprendendo a como entrar nessa dimensão da esfera da segurança pública para colaborar na melhoria do direito de ir e vir da população e da sensação de segurança”, disse o prefeito de Teresina.

Para Samuel Silveira, secretário de cidadania, assistência social e políticas integradas (Semcaspi), os resultados apresentados reforçam o que melhorou, desde 2016, e também pontos que precisam ser trabalhados ao longo deste ano.

“Nesta nova pesquisa, o Fórum Brasileiro repetiu a proposta no mesmo território, ou seja, replicou a fórmula anterior e encontrou excelentes resultados. A partir do que foi apresentado percebemos alguns pontos que merecem relevante destaque como, por exemplo, o aumento da confiança dos jovens na Polícia, além da redução na percepção de roubos, compra de armas e uso de drogas. Destaco que muito dessa melhoria está diretamente ligada às ações desenvolvidas pela Guarda Municipal de Teresina, implantada em 2016”, disse o Samuel Silveira.

A representante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Juliana Martins, explicou que os resultados que foram apresentados refletem ações que a Prefeitura já vem realizando desde o conhecimento da pesquisa, quando foi realizado o primeiro survey e informou que o trabalho estratégico de redução a violência na área assistida pelo programa Vila Bairro Segurança vai até janeiro de 2021.

“Quando a prefeitura a partir deste diagnóstico se propõe a fazer um plano municipal de prevenção a violência, a estruturar um projeto como o Vila Bairro Segurança, a criar uma Guarda Municipal, ela dá passos importantes para fortalecer o papel do município na segurança pública. Há uma previsão que a gente faça uma nova onda de survey e pesquisas de percepção em que a gente possa comparar e ampliar, ou confirmar daqui a alguns meses”, disse a representante.

A pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Roberta Astolfi, disse que os jovens que participaram da pesquisa foram abordados dentro de uma quantidade significativa e que os indicadores apontaram uma melhora significativa na região estudada. “A sensação de segurança não é indicador objetivo, que não pode ser lido sozinho. Você não pode pegar o indicador da sensação de segurança e dizer que ele absolutamente representa a verdade em relação a experiência dos jovens do território, mas ele é um indicador importante. Mesmo porque a gente sabe que nem todas as ocorrências de crime são registradas. Então você avalia indicadores criminais de ocorrência, os oficiais, junto comparando com as pesquisas de vitimização e percepção de segurança para ter uma visão mais clara da situação do território e foi o que fizemos. Observamos que os jovens percebem que as situações como terrenos abandonados, falta de iluminação pública e venda de drogas, diminuíram nos bairros onde a pesquisa foi realizada”, explicou.

O Programa Vila Bairro Segurança foi lançado em fevereiro de 2018 e tem como objetivo reforçar a segurança nas 13 áreas da zona norte de Teresina, cobrindo uma população de milhares de pessoas. Durante esses pouco mais de 20 meses foram desenvolvidos projetos que abarcam os eixos de proteção e prevenção, como o “Teresina Protege” e “Blitz Sufoco” e também “Educando para Prevenir”, “Paz na Escola”, “Meu Bairro é Vivo” e “Sou Capaz”. Em 2020, o programa deve passar por uma nova reformulação para atender as necessidades apontadas na pesquisa.

Para restringir a circulação e aglomeração de pessoas, por conta da pandemia do novo coronavírus, a Secretaria Municipal de Economia Solidária (Semest) vai suspender o atendimento para novos clientes do Banco Popular, mantendo agenda somente os clientes que já solicitaram empréstimos.

A Semest também vai adiar os próximos dois eventos organizados pela secretaria, que aconteceriam nos próximos dias 23 e 29 de março.

A Secretaria, assim como as demais pastas da Prefeitura de Teresina, está seguindo as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para prevenir o avanço do novo coronavírus em Teresina. “Estamos tomando medidas preventivas com o objetivo de impedir o avanço do vírus na capital. Suspender atividades que tenham aglomerações de pessoas é uma atitude acertada da prefeitura”, ressaltou Ricardo Bandeira, o secretário Municipal de Economia Solidária.

FMS registra queda no número de óbitos por Covid-19 pela 11ª semana consecutiva

FOTO: ASCOM FMS

Teresina apresentou uma diminuição de 78% no número de óbitos por Covid-19 por 11 semanas consecutivas até 19 de setembro. Houve também uma redução, por 14 semanas, de 54% no número de atendimentos por Síndromes Gripais e de 75% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Mesmo com a queda nos números, as autoridades médicas alertam sobre a necessidade de que a população siga as medidas de higiene, o uso da máscara e que cumpra o distanciamento social.

Somente no período de 21 a 27 de junho, foram atendidas 20.016 pessoas com Síndromes Gripais e 766 com Síndrome Respiratória Aguda Grave. Já entre os dias 13 a 19 de setembro, os números caíram para 9.106 e 189, respectivamente. Em relação aos óbitos por Covid-19, entre 12 e 18 de julho, foram registradas 87 mortes e entre 13 a 19 de setembro, o número caiu para 19. 

“É importante ressaltar que a queda do número de atendimentos por Síndromes Gripais foi observada desde a semana 26º até a 38º, com exceção da semana 37º em que houve um discreto aumento de pessoas com sintomas gripais. Passada essa semana, os casos voltaram a diminuir. Fenômeno semelhante ocorreu nos casos de SRAG e de óbitos”, afirma o médico infectologista da FMS, Walfrido Salmito.

Os dados são monitorados pelo Centro de Operações em Emergência (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que contabiliza informações da rede pública e privada da capital piauiense. Já em relação aos leitos para Covid-19, o painel da FMS aponta que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 tem se mantido inferior a 70% e a taxa de ocupação de leitos clínicos Covid-19 abaixo de 60%.

Walfrido Salmito explica que a alteração na curva pode sinalizar que o número elevado de casos aconteceu no mês de junho em Teresina. “Queremos evitar a proliferação do novo Coronavírus e garantir que as pessoas tenham atendimento em saúde. Nessa luta pela vida, precisamos da colaboração de todos, principalmente nesse momento de abertura das atividades econômicas e sociais. Assim, evitaremos uma segunda onda de aumento de casos da doença”.

 

FMS registra 110 novos casos e seis mortes por Covid-19 neste sábado (19)

O Boletim do Centro de Operações em Emergência (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina registrou neste sábado (19) mais 110 casos de Covid-19, além de seis mortes em decorrência da doença. Agora, a capital contabiliza 29.855 casos, 984 óbitos e 13.060 pessoas recuperadas desde o início da pandemia, em março deste ano.

Dos seis óbitos, cinco ocorreram dia 18/09 e outro no dia 19/09. Foram quatro mulheres e dois homens. Os óbitos foram de pessoas entre 64 e 79 anos. Apenas uma das pessoas não apresentavam comorbidades, mas tinha idade avançada. Os demais apresentavam doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes, imunodepressão e neoplasia.

Segundo dados da FMS Teresina, a taxa de letalidade da Covid-19 indica em percentual a severidade da doença. No período de março/agosto de 2020 essa taxa foi de 3,4%, mais elevada que a do estado do Piauí que está em 2,3% e do Brasil que é de 3,1%, no mesmo período. Os dados indicam acumulado de óbitos de residentes em Teresina, com aumento entre os dias 24 e 26 de junho e em seguida decréscimo lento após a segunda semana de julho.

A distribuição dos óbitos em residentes por faixa etária mostra que mais de 70% ocorrem acima de 60 anos. Permanece o registro de apenas um óbito por Covid-19 em menores de 20 anos. 80% desses óbitos estava relacionados à presença de comorbidades. “Observamos que as principais comorbidades relacionadas aos óbitos por Covid-19 foram cardiopatias, incluído hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e outras”, afirma a médica Amparo Salmito.

Teresina tem isolamento social de 36,5% e ocupa segunda posição entre as capitais

Teresina registrou, na sexta-feira (19), isolamento social de 36,5%, segundo dados da startup InLoco, que faz um levantamento diário na capital, por meio de georeferenciamento. Com isso, a cidade ocupou a 2ª posição entre as capitais do país.

Os dados da InLoco também mostram como anda o isolamento social por regiões de Teresina. Na sexta-feira, quem mais respeitou as determinações para ficar em casa foi a população da zona Centro-Norte, com 38,19%; seguida da zona Sul, com 36,06%; da zona Sudeste, com 35,58%, e da zona Leste, com 35,16%.

Quando analisados por bairros, os dados mostram que quem mais respeitou o isolamento social foram São João (47,70%), Pedra Mole (44,20%), Olarias (43,70%), Distrito Industrial (43,55%) e Santo Antônio (42,95%). Na outra ponta da tabela, com os menores índices, estão os bairros Cristo Rei (23,90%), Nova Brasília (24,60%), Saão Sebastião (27,85%), Fátima (28,58%) e Saci (30,30%).

Apesar do segundo lugar entre as capitais, os dados mostram que os índices de isolamento social estão mais baixos nas últimas semanas. Isso tem acontecido devido à retomada das atividades comerciais e sociais em toda a cidade. Com isso, as pessoas estão saindo de casa com mais frequência. No entanto, é importante lembrar que o vírus ainda circula pela capital e todos os cuidados devem ser mantidos, como o distanciamento social, o uso de máscaras, higienização das mãos, evitar aglomerações e só sair de casa em caso de necessidade.

Boletim da FMS registra 308 casos e 2 mortes por Covid-19 nesta terça (15)

O Boletim do Centro de Operações em Emergência (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina registrou nesta terça-feira (15) mais 308 casos de Covid-19, além de duas mortes em decorrência da doença. Agora, a capital contabiliza 28.635 casos e 969 óbitos desde o início da pandemia, em março deste ano.

Os dois óbitos ocorreram dias 14 e 15 de setembro. Foram dois homens, um com 78 anos e outro com 88 anos. Os dois eram cardiopatas e um deles ainda apresentava doença renal. A maioria dos óbitos até o momento, 54,98%, foi de pacientes do sexo masculino e 45% do sexo feminino. A distribuição dos óbitos em residentes de Teresina por faixa etária mostra que mais de 70% ocorreram em pacientes acima de 60 anos. Permanece o registro de apenas um óbito por Covid-19 em menores de 20 anos.

Cerca de 80% desses óbitos estavam relacionados à presença de doenças pré-existentes. “Observamos que as principais comorbidades relacionadas aos óbitos por Covid-19 foram cardiopatias, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e outras”, afirma a médica infectologista do Centro de Operações em Emergências (COE) da FMS, Amparo Salmito, destacando que os cuidados com a saúde devem ser reforçados.

Teresina fica 24 horas sem registro de óbitos por Covid-19 pela primeira vez

Pela primeira vez em quase seis meses, Teresina ficou sem nenhum registro de óbitos por Covid-19. O dado é do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS) deste domingo (13). O levantamento aponta 50 novos casos da doença, fazendo com que a capital piauiense chegasse a 28.332 casos e 962 mortes por infecção pelo novo coronavírus.

O prefeito Firmino Filho analisou os números e destacou que, apesar da queda no número de casos e também de óbitos pela doença, o momento ainda requer cautela. “Demos passos importantes na luta contra a Covid-19, que já fez 962 vítimas na nossa cidade, mas é importante destacarmos que o vírus ainda está circulando. Ainda não temos vacina e o único meio de prevenção continua sendo as medidas de segurança, como manter o distanciamento social, o uso da máscara e a higienização frequente das mãos”, ressalta.

Dados do Painel Epidemiológico mostraram também uma queda no número de óbitos nas últimas semanas, principalmente entre as semanas 35 e 36, quando a redução chegou a 38%. Considerando a média móvel dos últimos sete dias, o número de mortes de residentes caiu 41,38%. “Essa redução pode estar relacionada à estratégia que estamos adotando desde o início da pandemia, quando reforçamos as medidas de isolamento social e demos início a reestruturação de toda a rede de saúde para atender os casos. Fizemos uma reabertura das atividades econômicas de forma planejada, gradual, para que pudéssemos ter uma segurança maior com o retorno e continuamos monitorando para que o número de casos não aumente”, elencou o prefeito.

A médica infectologista do Centro de Operações em Emergências (COE) da FMS, Amparo Salmito, ressalta que a vigilância não pode parar. “Estamos com decréscimo quanto ao número de casos e óbitos ocasionados pela Covid-19. Mas a recomendação é vigilância total e incessante. O mundo assiste, em alguns países bem mais desenvolvidos que o Brasil, o retorno de confirmação de casos, que pode ocasionar em nova onda, como é o caso da China, Itália e Espanha e, mais recentemente, as suspeitas de possíveis reinfecções”, diz.

A maioria dos óbitos, 54,98%, foi de pacientes do sexo masculino e 45% do sexo feminino. A distribuição dos óbitos em residentes por faixa etária mostra que mais de 70% ocorreram em pacientes acima de 60 anos. Permanece o registro de apenas um óbito por Covid-19 em menores de 20 anos. 80% desses óbitos estavam relacionados à presença de comorbidades. “Observamos que as principais comorbidades relacionadas aos óbitos por Covid-19 foram cardiopatias, incluído hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e outras”, afirma a

Ainda segundo o Painel Epidemiológico da FMS, desde o início da pandemia, 12.565 pessoas ficaram recuperadas da doença. Integram o grupo dos recuperados aquelas pessoas com Covid-19 que tiveram alta após atendimento na rede hospitalar e também as que estavam com quadro leve da doença e fizeram o tratamento em casa.

Teresina registra mais quatro óbitos por Covid-19 e 95 casos confirmados da doença

O Comitê de Operações em Emergências (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou no sistema a morte de quatro pessoas vítimas da Covid-19 em Teresina, neste sábado (12). Houve ainda mais 95 novos casos confirmados da doença. Desde março até agora, a capital contabiliza um total de 962 óbitos, 28.282 infectados pelo novo Coronavírus  e 12.565 recuperados da Covid-19.

Os quatro óbitos ocorreram entre os dias 11 e 12 de setembro e só foram computados no sistema de notificação neste sábado (12). Desse total, dois eram do sexo masculino e todos tinham doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e hipotireoidismo. Essas pessoas residiam nos bairros Dirceu (76 anos), Aeroporto (84 anos), Lourival Parente (69 anos) e Novo Horizonte (66 anos).

A coordenadora do COE da FMS, Wesllany Santana, alertou que estatística mostra que, em Teresina, mais de 80% das pessoas que morrem com Covid-19 têm doenças crônicas e são idosos. “Mas há registro também de cidadãos sem comorbidades e jovens que são fatalmente afetados pelo vírus. É preciso que todos sigam as recomendações de higiene e de distanciamento social”.

Ela lamentou os óbitos e afirmou ainda que a população pode acompanhar o mapeamento dos casos de Covid-19 na capital, por meio do site www.painelcovid19teresina.pmt.pi.gov.br. “A plataforma permite que a pessoa obtenha dados como a quantidade atualizada de óbitos, de casos confirmados, trazendo a informação detalhadamente. Além disso, é possível ver a lista de bairros onde há registro de pessoas que adoeceram após contato com o vírus”, finaliza.

FMS registra 262 novos casos de Covid-19 em Teresina nesta sexta-feira (11)

O Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou 262 novos casos de Covid-19 em Teresina ontem (11), além de três novos óbitos em decorrência da doença. Até o momento, a capital do Piauí contabiliza um total de 28.187 casos e 958 mortes por infecção pelo novo coronavírus.

As três mortes registradas ocorreram na quinta-feira (10), com três pacientes do sexo masculino moradores da zona Sul. Um deles tinha 30 anos, era cardiopata e residia no bairro Redenção; o outro tinha 61 anos, era diabético e morava no bairro Nossa Senhora das Graças; o terceiro também tinha 61 anos, residia no bairro Triunfo e era portador de doença hepática.

Walfrido Salmito, médico infectologista da FMS, alerta para a necessidade de se manter os cuidados para evitar a disseminação da Covid-19, como uso de máscara ao sair de casa, distanciamento de dois metros entre as pessoas e evitar aglomerações. Essas condutas são recomendadas pelo Ministério da Saúde, considerando que a transmissão da Covid-19 acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de toque ou aperto de mão, gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro ou por meio de objetos ou superfícies contaminadas. “Vivemos a flexibilização das atividades econômicas, uma fase muito importante para todos nós, mas devemos manter os cuidados. É fundamental nesse momento da pandemia que não tenhamos nenhum retrocesso”, diz o médico.