Prefeitura de Teresina vai lançar Balcão da Mulher Trabalhadora em agosto

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), vai lançar uma consultoria especializada que fomente a inclusão feminina no mercado de trabalho: o Balcão da Mulher Trabalhadora. O lançamento da plataforma está previsto para a primeira quinzena do mês de agosto.

Segundo a secretária da SMPM, Karla Berger, a plataforma surgiu da necessidade de busca pelo trabalho formal vivida pelas mulheres, tendo em vista as dificuldades estruturais da sua permanência no mundo do trabalho:

“A inserção das mulheres hoje no mercado de trabalho ainda não é suficiente para garantir uma equidade de gênero entre homens e mulheres no mercado, tampouco é suficiente para eliminar as barreiras da entrada dessas mulheres no mercado de trabalho”, destaca. “O acesso ao trabalho entre mulheres em situação econômica frágil se dá de forma especialmente diferente das camadas mais privilegiadas”, finaliza a gestora.

Além de fomentar a empregabilidade de mulheres no mercado de trabalho, o Balcão da Mulher Trabalhadora também possui como objetivo incentivar o diálogo com segmentos da iniciativa privada de Teresina, mitigando as desigualdades de gênero no âmbito do trabalho a partir da oferta de oficinas de formação profissional multitemáticas, estabelecer conexão com segmentos do empresariado teresinense e estimular a formação e instrução profissional e educacional de mulheres que se encontram em situação de violência de gênero e/ou conjugal.

O enfoque da consultoria, de acordo com Karla Berger, é privilegiar as mulheres que estão em atendimento e/ou acompanhamento pelo Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia (CREG), o serviço da Prefeitura de Teresina que atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idades entre 18 e 59 anos.

Para isso, Karla explica que a consultoria vai atuar em duas frentes: planejando e ofertando oficinas de formação e dialogando com empresas partícipes do Prêmio Teresa Cristina para estabelecer possíveis canais de contratação. O Prêmio Teresa Cristina é uma iniciativa da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEMDEC), que visa incentivar e valorizar as práticas que contribuem para a inserção, permanência e dignidade das mulheres no âmbito profissional.

SMPM explica sobre a diferença entre relacionamentos abusivos e saudáveis e como procurar ajuda

Grupo reflexivo com as mulheres em situação de violência, atendidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia( CREG). Foto (Ascom/SMPM).

De acordo o Anuário do Fórum de Segurança Pública, em 2022, mais de 50% dos assassinatos foram cometidos por companheiros e 19,4% por ex-companheiros. Um outro dado alarmante é que 69,3% dos crimes aconteceram dentro de casa. Esses dados demonstram como muitas mulheres ainda estão à mercê de seus parceiros amorosos, comprovando a importância de observar o ciclo da violência e se manter em constante alerta para identificar os sinais de mudança.

Maria Gabriela Andrade, assistente social do Centro de Referência Esperança Garcia (Creg), um serviço da Prefeitura de Teresina especializado em atendimento às mulheres em situação de violência, explicou que os sinais mais recorrentes para que a vítima possa identificar se está em um relacionamento saudável ou abusivo: “Em um relacionamento abusivo o parceiro tende a monitorar e diminuir constantemente o outro, mudar hábitos que fazem parte de quem a pessoa, nesse caso vítima é”, complementa a profissional. “Geralmente esse agressor não entende os sentimentos da parceira e faz joguinhos emocionais, tendo sempre uma justificativa para o comportamento abusivo, isola a companheira de amigos e familiares e vive criticando a vítima”.

Andrade também explica que um relacionamento saudável é baseado no respeito, carinho, atenção, cumplicidade, confiança e autonomia, enquanto o relacionamento abusivo é definido como uma relação que apresenta abusos de ordem física e/ou emocional. “A relação se torna abusiva quando uma das pessoas utiliza o poder para manipular e controlar o outro”, detalha.

Ainda sobre os sinais, a assistente social do Creg conta sobre as características de um relacionamento saudável para que a vítima saiba identificar em qual relacionamento ela está: “Já no relacionamento saudável a pessoa tem liberdade para o que deseja, não precisa está modificando seu comportamento, recebe apoio constante, tem privacidade, confiança e o casal sabe lidar muito bem com as diferenças”, frisa a assistente social

Por isso, é fundamental que as mulheres estejam atentas aos sinais de um relacionamento abusivo, como ciúme excessivo, controle, invasão de privacidade, afastamento de outras pessoas, destruição da autoestima, destaca a Secretária Karla Berger. Além disso, é importante que as mulheres busquem ajuda profissional e apoio de familiares e amigos para sair dessa situação e se proteger do agressor. “Não se trata de amor, mas de abuso. E ninguém merece viver assim”, complementa a gestora.

Grupo Reflexivo no Creg

Para solucionar e prevenir o aumento desses casos, o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), serviço da Prefeitura de Teresina, vinculado à Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), realizou nesta quinta-feira (27), um grupo reflexivo com as mulheres em situação de violência atendidas pela unidade.

Durante o encontro, foram abordadas as temáticas sobre como identificar sinais de um relacionamento abusivo e como romper com o ciclo da violência, promovendo a conscientização das mulheres acerca das características de um relacionamento abusivo e do saudável, sobre as possíveis sutilezas de um relacionamento tóxico, bem como suas consequências e auxiliar na busca pela prevenção à violência contra a mulher.

Leia mais:https://antigo-smpm.pmt.pi.gov.br/creg-realiza-encontro-com-mulheres-em-situacao-de-violencia-sobre-relacionamentos-saudaveis-e-abusivos/

Procure o CREG

O Centro de Referência Esperança Garcia, CREG atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idades entre 18 a 59 anos. O lugar oferece atendimentos de assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) e cursos de capacitações profissionais gratuitos.

Ainda de acordo com a secretária Karla Berger, o lugar não é para realizar denúncia, mas encorajar e dar apoio para que as mulheres rompam com o ciclo da violência.

Acompanhamento da Guarda Maria da Penha

As mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem medida protetiva são acompanhadas pela Guarda Maria da Penha, na qual presta a proteção das mesmas. Em alguns casos, há também o monitoramento do agressor para evitar que a violência volte a acontecer.

Onde encontrar o CREG?

Rua Benjamin Constant, 2170, Centro Norte.

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 17h.

Telefone: (86) 3233-3798 / 994116-9451

CREG realiza encontro com mulheres em situação de violência sobre relacionamentos saudáveis e abusivos

O Centro de Referência Esperança Garcia (Creg), serviço da Prefeitura de Teresina, vinculado à Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), realizou nesta quinta-feira (27), um grupo reflexivo com as mulheres em situação de violência atendidas pela unidade. Durante o encontro, foram abordadas as temáticas sobre como identificar sinais de um relacionamento abusivo e como romper com o ciclo da violência.

A secretária da SMPM, Karla Berger explica que a atividade é um meio essencial de apoio e fortalecimento para as mulheres em situação de violência: “O grupo reflexivo disponibilizado pelo CREG como um espaço de troca serve para que as mulheres possam entender que elas de fato não estão sozinhas, e que podem sim superar e romper com o ciclo da violência. É uma forma de fortalecer essas mulheres, aumentando sua autoestima e confiança, além de promover conhecimento sobre relacionamentos, sinais e tipos de violências”, destaca a gestora.

O Grupo Reflexivo é disponibilizado pelo Centro de Referência Esperança Garcia, mensalmente, de forma presencial e online. Essa atividade busca promover estratégias de empoderamento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, além de discussões que embasam as mulheres acerca de seus direitos, possibilitando um espaço de troca de experiências vividas e fomentando o rompimento do ciclo da violência através do fortalecimento e elevação da autoestima.

De acordo com a assistente social do Creg, Maria Gabriela Andrade, esse encontro serve como forma de conscientizar e auxiliar as mulheres no combate ao ciclo da violência. “O objetivo de falar sobre esse tema é promover a conscientização dessas mulheres acerca das características de um relacionamento abusivo e do saudável, sobre as possíveis sutilezas de um relacionamento tóxico, bem como suas consequências e auxiliar na busca pela prevenção à violência contra a mulher”, destaca a assistente social.

Procure o CREG

O Centro de Referência Esperança Garcia, CREG atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idades entre 18 a 59 anos. O lugar oferece atendimentos de assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) e cursos de capacitações profissionais gratuitos.

Ainda de acordo com a secretária Karla Berger, o lugar não é para realizar denúncia, mas encorajar e dar apoio para que as mulheres rompam com o ciclo da violência.

Acompanhamento da Guarda Maria da Penha

As mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem medida protetiva são acompanhadas pela Guarda Maria da Penha, na qual presta a proteção das mesmas. Em alguns casos, há também o monitoramento do agressor para evitar que a violência volte a acontecer.

Onde encontrar o CREG?

Rua Benjamin Constant, 2170, Centro Norte.

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 17h.

Telefone: (86) 3233-3798 / 994116-9451

SMPM informa sobre como identificar a violência psicológica e como agir em casos de agressão

Grupos de mulheres que são assistidas pela SMPM (Foto: Ascom/SMPM)

No primeiro semestre de 2023, ingressaram 158 novas mulheres no Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), serviço da Prefeitura de Teresina, vinculado à Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM). Ao todo, neste período, foram realizados 1176 atendimentos às mulheres em situação de violência, inclusive vítimas de violência psicológica.

De acordo com a secretária da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) Karla Berger, a violência psicológica é uma forma de agressão que tem como objetivo causar dano emocional na mulher, afetando sua autoestima, identidade e saúde mental. O agressor recorre a ameaças, constrangimento, humilhação, manipulação e chantagem para intimidar, controlar ou isolar a mulher.

“A violência psicológica muitas vezes se inicia de forma sutil, quando nem mesmo a vítima nem consegue perceber o que de fato está acontecendo”, frisa Karla. “Esse tipo de violência possui características peculiares o que torna mais difícil a identificação tanto pela mulher como pelas pessoas que convivem com ela, por isso a importância de saber sobre o assunto e identificar os sinais”, destaca a gestora.

1-Perda da essência

Deve-se observar se houve alguma mudança de padrão entre o que a pessoa era e o que ela é agora. Isso inclui mudanças em como ela é percebida fisicamente, emocionalmente e socialmente. A vítima para de exercer alguns hobbies, muda a sua forma de vestir ou detalhes que antes eram importantes. Em sua vida íntima, essa pessoa pode estar em constante tensão pelo o que pode ou não dizer, e pelo o que pode ou não fazer.

2- Distanciamento e controle

Novamente, trata-se de observar se há uma mudança de padrão. A face oculta dessa violência é o distanciamento onde o agressor costuma ter o controle, buscando saber o que a vítima faz, com quem e onde. Isso acaba isolando a vítima de familiares e amigos.

3- O que contam e como contam

Nesse caso as vítimas costumam contar pouco ou nada sobre o relacionamento, o parceiro e o que ele faz. E se contar algo pode ser que busque justificar as ações do agressor. Essas atitudes revelam uma faceta do abuso: a culpa sentida pela pessoa violentada.

4- Dependências emocionais e dúvidas

Com a pessoa que sofre abuso psicológico, existe um apego ao agressor que se estende em intensidade e duração além do que é habitual, e é diferente da dependência saudável que existe nas interações humanas.

A vítima perde autonomia não tendo controle sobre seus próprios horários dependendo do agressor para tomar decisões. A pessoa violentada duvida de tudo e demonstra insegurança. Isso, junto com a dependência emocional, é fruto da constante manipulação a que ela está sendo submetida.

5-Como se comporta quando está com o parceiro (Agressor)

É importante saber que nesse caso as pessoas que exercem a violência psicológica tendem a ter perfis nascistas. As vítimas, sobretudo quando estão com o agressor não tomam iniciativas, não opinam, calam-se e concordam.

 

Procure o CREG

O Centro de Referência Esperança Garcia, CREG atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idades de 18 a 59 anos. O lugar oferece atendimentos de assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) e cursos de capacitações profissionais gratuitos.

Ainda de acordo com a secretária Karla Berger, o lugar não é para realizar denúncia, mas encorajar e dar apoio para que as mulheres rompam com o ciclo da violência.

Acompanhamento da Guarda
Maria da Penha

As mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem medida protetiva são acompanhadas pela Guarda Maria da Penha, na qual presta a proteção das mesmas. Em alguns casos, há também o monitoramento do agressor para evitar que a violência volte a acontecer.

Onde encontrar o CREG?

Rua Benjamin Constant, 2170, Centro Norte.

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 17h.

Telefone: (86) 3233-3798 / 994116-9451

Projeto oferece tratamento odontológico gratuito para mulheres em situação de violência atendidas pelo Creg

Mulheres que sofreram violência têm a dentição recuperada em serviço Fotos(Reprodução Apolônias do Bem)

As mulheres atendidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (Creg), o serviço de acolhimento às mulheres em situação de violência da Prefeitura de Teresina, fazem parte de uma importante parceria para fortalecimento da sua autoestima: o Apolônias do Bem. Em todo o país, o projeto oferece tratamento odontológico integral e gratuito às mulheres que vivenciaram situações de violência e que tiveram a dentição afetada durante as agressões. Atualmente, cinco mulheres vinculadas ao Creg são atendidas pelo projeto em Teresina.

De acordo com Karla Berger, secretária da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), essa parceria é essencial para garantir que as mulheres atendidas pelo Creg possam recuperar não só a saúde bucal, mas também a confiança e a autoestima que foram abaladas pela violência. “O Apolônias do Bem é um projeto que valoriza a beleza e a força das mulheres que enfrentaram situações de violência e que merecem ser felizes e respeitadas”, declarou.

O projeto Apolônias do Bem existe desde 2012 e já atendeu mais de 1.500 mulheres em todo o Brasil. O nome é uma homenagem à Apolônia de Alexandria, uma mulher que teve os dentes arrancados por se recusar a renunciar à sua fé cristã no século III. Ela é considerada a padroeira dos dentistas e das pessoas que sofrem de problemas dentários.

No Piauí, o dentista Adelino Junior e sua equipe são os responsáveis pelos atendimentos do projeto Apolônias do Bem em Teresina. Eles têm como objetivo não só devolver sorrisos, mas também empoderar as mulheres que sofreram violência e perderam a autoestima. “Uma mulher relatou que não conseguia mais nem pentear o cabelo olhando para o espelho, usava a sombra para fazer isso, porque não queria olhar para o seu rosto”. “Através da recuperação da saúde bucal, do sorriso e da autoconfiança, nós queremos ajudar essas mulheres a se reerguer e a superarem o trauma da violência”, explica Adelino Junior.

Para participar do projeto há um perfil específico, explica Roberta Mara, a coordenadora do Centro de Referência Esperança Garcia. Somente mulheres que tiveram comprometimento nos dentes provenientes da violência podem ser beneficiadas. Para isso, elas precisam ser encaminhadas pelo Creg, que faz uma triagem e um acompanhamento psicossocial das vítimas. O tratamento odontológico é totalmente gratuito e pode durar até dois anos, dependendo da complexidade de cada caso.

Onde encontrar o CREG?

Rua Benjamin Constant, 2170, Centro Norte.
Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 17h.
Telefone: (86) 3233-3798 / 994116-9451

Colônia de Férias do Serviço Florescer encerra com visita a parques ambientais de Teresina

Colônia de Férias do Serviço Florescer encerra com visita a parques ambientais de Teresina. Foto (Ascom/SMPM).

As mulheres e as crianças atendidas pelo Serviço Florescer, o serviço de atendimento às mulheres em situação de vulnerabilidade da Prefeitura de Teresina, vinculado à Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), tiveram um dia especial nesta quinta-feira (13). Elas encerraram a colônia de férias com uma visita aos parques ambientais da cidade, onde puderam desfrutar de momentos de diversão, aprendizado e contato com a natureza.

O Serviço Florescer tem como objetivo oferecer apoio e oportunidades para as mulheres que sofrem vulnerabilidade social em regiões descentralizadas da cidade. Além de acolhimento, orientação e encaminhamento para a rede de proteção, o serviço também promove atividades educativas, culturais e recreativas para as mulheres e seus filhos.

Nesta semana, a colônia de férias foi uma das atividades que acontecem no mês de julho em todas as unidades do Serviço Florescer. Foram realizadas oficinas de criatividade, banhos de piscina e momentos de interação entre as famílias. A ideia era estimular a criatividade, a autonomia e a autoestima das mulheres, além de fortalecer os vínculos afetivos entre as atendidas e seus filhos.

Para encerrar a colônia, as mulheres e as crianças foram levadas para conhecer os parques ambientais da cidade, como o Parque da Cidade, o Parque das Crianças, Praça do Promorar, Parque da Cidadania. Nos espaços, as mulheres puderam brincar, aprender e se conectar com a natureza, propiciando um momento de lazer, integração e conscientização ecológica.

Uma das participantes da colônia foi Pamela Oliveira, que é atendida pelo Serviço Florescer há mais de um ano. Ela conta que as atividades oferecidas pelo serviço foram fundamentais para ela pudesse empreender no seu negócio de bolos enquanto o seu filho fica em um local seguro. Ela também destaca a importância de compartilhar os momentos oferecidos pelo Florescer com seu filho de um ano e dez meses.

“Apesar das dificuldades em que algumas mães têm de comparecer por causa do trabalho, é muito importante a participação desses momentos com seu filho”, comenta Pamela. “Hoje, nessa atividade, nos divertimos bastante e vivemos momentos únicos”, finaliza.

A secretária de Políticas Públicas para Mulheres, Karla Berger, ressalta que a colônia possibilita a integração entre as mães e mulheres que participam do serviço, proporcionando bem estar e melhora da autoestima de uma forma lúdica e divertida. Ela também elogia o trabalho das equipes do Serviço Florescer, que se dedicaram para realizar as atividades com criatividade e carinho.

“A decoração criativa, com diversas brincadeiras, danças e músicas torna a oficina mais atraente”, destaca Karla. “Parabenizo todas as mulheres que participaram dessa experiência incrível e todas as profissionais que se empenharam para tornar isso possível”, conclui.

Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta

das 7hh:30 às 17h

Unidades: Florescer Norte

Rua Antônio Pedro, 629 – Matadouro

Florescer Sudeste
Rua Santa Luzia, S/N – Alto da Ressurreição

Florescer Zona Rural
Povoado Salobro

Florescer Sul
Rua Mucuripe, S/N, Vila Santa Rita – Promorar

Prefeitura de Teresina realizou 1176 atendimentos a mulheres em situação de violência no primeiro semestre deste ano

Sede do Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) (Foto: Ascom/SMPM)

Entre janeiro a junho de 2023, foram realizados 1176 atendimentos às mulheres em situação de violência em Teresina, os dados foram contabilizados pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), um serviço disponibilizado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM).

O Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência Esperança Garcia (CREG) atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idades de 18 a 59 anos. O lugar oferece atendimentos de assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) e cursos de capacitações profissionais gratuitos.

“O GREG é um espaço que as mulheres teresinenses podem recorrer para se sentirem acolhidas e seguras”, aponta a secretária da SMPM, Karla Berger. “O lugar não é para realizar denúncia, mas encorajar e dar apoio para que as mulheres rompam com o ciclo da violência”, finaliza.

Neste semestre, 158 mulheres foram inseridas no serviço, de acordo com a coordenadora do Centro de Referência, Roberta Mara. Ao longo deste ano, o número de busca e inserção na unidade tende a aumentar devido às ações na sociedade civil para incentivar a denúncia e o apoio especializado. No mês de agosto, por exemplo, é comemorado o Agosto Lilás, em alusão ao aniversário da Lei Maria da Penha. Com isso, iniciativas públicas e privadas reforçam as chamadas e ações para dar visibilidade ao combate contra as violências.

Roberta explica que o espaço conta com estratégias de alcance nas redes sociais e divulgação nos eventos e ações da Secretaria da Mulher para maior alcance do espaço. Mensalmente são realizados ciclos de divulgações nas comunidades urbanas e rurais para fazer com que mais mulheres sejam alcançadas e encontrem a rede de atendimento. Em junho, a SMPM desenvolveu o projeto “Entre Margaridas”, uma iniciativa de combate às violências nas comunidades rurais do município.

“É um espaço sigiloso, gratuito, com acesso às profissionais multidisciplinares para romper o ciclo da violência. Existem vários tipos de violência, muitos ainda não percebidos pela vítima”, destaca Roberta. “Aqui, com o atendimento, ela vai se fortalecer e superar os traumas deixados pelas agressões”, explica a coordenadora.

As mulheres podem ser encaminhadas pela rede de enfrentamento a violência contra a mulher ou acessar diretamente o serviço. Além disso, as mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem medida protetiva são monitoradas pela Guarda Maria Penha, visando protegê-las e contribuir para o empoderamento delas.

Onde encontrar o CREG?

Rua Benjamin Constant, 2170, Centro Norte.

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 17h.

Telefone: (86) 3233-3798 / 994116-9451

DIA DO ORGULHO LGBTQIAPN+: Serviços de acolhimento atendem mulheres trans, bissexuais, lésbicas e travestis em situação de vulnerabilidade

Centro de Referência Esperança Garcia (Foto: Ascom/SMPM)

Os serviços CREG (Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia) e Florescer, oferecidos pela Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), por meio da Prefeitura de Teresina, funcionam de portas abertas para as mulheres trans, bissexuais, lésbicas e travestis. O objetivo é garantir o acesso dessas mulheres aos serviços de saúde, educação, assistência social, cultura e lazer, bem como prevenir e combater a violência e a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

A secretária municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Karla Berger, destaca a importância da ampliação do atendimento para essa população dentro dos serviços municipais. “Essas mulheres sofrem diariamente com o preconceito, a violência e a exclusão. Elas têm direito a uma vida digna, com saúde, educação, trabalho e lazer. Queremos que elas se sintam acolhidas e respeitadas pela Secretaria da Mulher e pelos demais órgãos públicos”, afirmou.

Em Teresina, entre 2015 e 2017, foram registradas 1.038 notificações de violências contra pessoas LGBT no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), sendo 57% contra homossexuais e bissexuais e 43% contra travestis e transexuais. A maioria das violências foi física (72%), seguida da psicológica (23%) e da sexual (3%)2. Esses dados, segundo Karla Berger, mostram a urgência da ampliação de políticas públicas de proteção e promoção dos direitos humanos da população LGBTQIAPN+.

As mulheres trans, bissexuais, lésbicas e travestis que quiserem participar dos serviços Florescer e CREG podem procurar os serviços nos seguintes endereços:

Sobre o Florescer

O serviço Florescer é um projeto que acolhe e empodera mulheres e suas crianças em situação de vulnerabilidade em Teresina. O serviço possui quatro unidades, localizadas na zona Sudeste, Norte, Sul e Zona Rural de Teresina. O serviço oferece oficinas, palestras e eventos sobre saúde, higiene, cidadania e empoderamento feminino. Além disso, o serviço oferece cursos de capacitação profissional em parceria com a Fundação Wall Ferraz.

Horário de Funcionamento:

Segunda a Sexta
das 7:30 às 17:00 horas

Unidades:

Florescer Norte
Rua Antonio Pedro, 629 – Matadouro

Florescer Sudeste
Rua Santa Luzia, S/N – Alto da Ressurreição

Florescer Zona Rural
Povoado Salobro

Florescer Sul
Rua Mucuripe, S/N, Vila Santa Rita – Promorar

Sobre o CREG

O Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia é um projeto que atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idade de 18 a 59 anos. O serviço oferece assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e cursos de capacitação profissional. O serviço também conta com a parceria da Guarda Maria da Penha, que monitora as mulheres que possuem medida protetiva.

Onde encontrar o CREG?

O Creg está localizado na Rua Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte e funciona de Segunda a Sexta, das 08:00 às 17:00h ou através dos telefones: (86) 3233-3798 / 99416-9451, que também é WhatsApp.

SEMEL realiza jogos da copa Batom de futebol feminino

A prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer(SEMEL), realiza nesta semana(29/05 – 02/06) os últimos jogos da primeira fase da XXXIV Copa Batom, no estádio Lindolfo Monteiro.

Os jogos devem começar na noite desta segunda-feira(29), a partir das 19h, no estádio Lindolfo Monteiro. O primeiro confronto da semana será entre as equipes Juventude Timonense e Biro Esportes.

Ao longo da semana, também teremos as partidas entre as equipes:  Zaza X londrina, no dia 30 de maio e TFC Ajax X Biro Esportes, no dia 02 de junho, todos no estádio Lindolfo Monteiro.

A Copa Batom visa trazer mais visibilidade ao futebol feminino de Teresina e valorizar as atletas femininas da comunidade teresinense.

O torneio conta com 16 times com 25 atletas por equipe. O prêmio será de 10 mil para o campeão e 5 mil para vice-campeão, além das premiações de artilheira e melhor goleira que vão levar para casa 300 reais.

Prefeitura de Teresina oferece serviços de acolhimento às mulheres em situação de violência

Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), localizado na rua Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte . Foto (Ascom/SMPM).

Nesta semana, veio à tona por meio das redes sociais o caso de violência de gênero cometido contra a estudante Victoria Soares. A jovem, de 23 anos, foi brutalmente agredida pelo namorado em Teresina. Diante do alerta de violência, a secretária de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Karla Berger, ressaltou a importância dos serviços de acolhimento às mulheres em situação de violência oferecidos pela Prefeitura Municipal de Teresina (PMT).

Na capital, o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idade de 18 a 59 anos, oferecendo assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e cursos de capacitação profissional.

Karla explica que a maior parte das mulheres agredidas sofrem algum tipo de violência por parte de algum conhecido, principalmente por ex-companheiros ou atuais. Nestes casos, a secretária alerta para a dificuldade em identificar o relacionamento abusivo. A secretária ainda caracteriza que o machismo não atravessa só a violência física e deixa a mulher mais vulnerável ao ciclo de violência.

“O ciclo da violência acontece em três fases: quando as tensões aumentam, o agressor age com humilhações, fazendo com que a mulher tenha medo e angústia. Depois, vem os atos de violência: física, psicológica, sexual, moral e até patrimonial. E por fim, os atos de arrependimento. Quando o agressor pede desculpas e promete mudar. No entanto, esse ciclo se repete, ficando cada vez mais intenso e frequente”, alerta.

De acordo com a secretária Karla, é necessário que a própria mulher em situação de violência, ou pessoas no seu entorno ( como amigos, familiares, colegas de trabalho e vizinhos) se engaje em sensibilizar a vítima para procurar acolhimento, e consequentemente, a denúncia.

O que o CREG oferece?

O CREG é um dos serviços da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria da Mulher, que busca acolher e resgatar a autoestima de mulheres em situação de violência domiciliar, psicológica, sexual ou de gênero. Além disso, o Centro presta atendimento jurídico, social e psicológico e oferta Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). O serviço é gratuito e sigiloso.

Outro diferencial é que o serviço agrega autonomia financeira e produtiva para as mulheres oferecendo cursos de capacitação profissional, que podem ser acessados pelas mulheres durante o seu acompanhamento.

Como funciona o acesso ao serviço?

O Centro atende mulheres de 18 a 59 anos em situação de violência doméstica, familiar e de gênero com uma equipe multiprofissional. As mulheres podem ser encaminhadas pela rede de enfrentamento a violência contra a mulher ou acessar diretamente o serviço.

O equipamento é seguro, sigiloso e gratuito. “O Creg não é um abrigo, mas sim uma instituição de dar apoio, conselho, do cuidado de recepcionar. Esse acolhimento está numa perspectiva de uma proteção”, pontua a coordenadora do espaço, Roberta Mara, acrescentando que o centro não é um local de denúncia, mas sim de atendimento. “Se fizermos um estudo com as mulheres que estão em atendimento no CREG, não é a violência física que primeiro elas sofrem, mas a violência psicológica”, observa.

Acompanhamento da Guarda Maria da Penha

As mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem medida protetiva são acompanhadas pela Guarda Maria da Penha, na qual presta a proteção das mesmas. Em alguns casos, há também o monitoramento do agressor para evitar que a violência volte a acontecer.

Ela reforçou a importância das pessoas poderem ajudar as mulheres em situação de violência e não julgá-las. “As pessoas têm que sensibilizar as mulheres a buscarem os serviços de apoio. Ela tem que ser encorajada e sensibilizada para denunciar”, destaca Roberta.

Onde encontrar o Creg?

O Creg está localizado na rua Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte e funciona de Segunda a Sexta, das 08:00 às 17:00h ou através dos telefones: (86) 3233-3798 / 99416-9451, que também é WhatsApp.