Nenhuma morte por Covid-19 é registrada no Sistema de notificação da FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) não registrou morte por Covid-19 no sistema nesta terça (08). Desde o início da pandemia, no mês de março, até agora, a capital piauiense contabiliza o total de 1.179 óbitos. Os dados apontam ainda 45.223 infectados pelo novo Coronavírus e 16.918 recuperados da Covid-19.

No período de 26 de março a 08 de dezembro ocorreram 1.179 óbitos de residentes. A média móvel de 7 dias calculada é de 1,57 óbitos, e verifica-se uma redução de 21,43% se comparada com a média móvel calculada há 14 dias (1,57).

“Mesmo com os números estáveis, precisamos manter as medidas de prevenção ao coronavírus. A pandemia da Covid-19 ainda não acabou. Portanto alertamos que no Natal e Ano Novo evitemos aglomerações. Evitem sair se estiverem com sintomas gripais. Não sair dando abraço, aperto de mão. Não podemos esquecer que ainda temos casos e óbitos por conta da Covid-19”, alerta Walfrido Salmito, médico infectologista da FMS.

No período de 28 de abril a 08 de dezembro foram atendidos 10.980 pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG), ou seja, pessoas precisando de internação devido a quadro gripal em Teresina. A média móvel de 7 dias calculada atual é de 20,14 pacientes. Verifica-se uma redução forte de 19,89% entre a média móvel atual (20,14) e a média móvel calculada há 14 dias (25,14).

Duas mortes por Covid-19 são registradas no sistema de notificação da FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou no sistema a morte de duas pessoas vítimas da Covid-19 em Teresina, neste domingo (06). Desde o início da pandemia, no mês de março, até agora, a capital piauiense contabiliza o total de 1.174 óbitos. Os dados apontam ainda 44.819 infectados pelo novo Coronavírus e 16.775 recuperados da Covid-19.

 

Os óbitos registrados ontem aconteceram dia 5 de dezembro. Foram de um homem e uma mulher, de 60 e 74 anos respectivamente. Os dois tinham doenças pré-existentes como diabetes e doença cardiovascular.

 

A médica infectologista do Centro de Operações em Emergências (COE) da FMS, Amparo Salmito, ressalta que a vigilância não pode parar. “A recomendação é vigilância total e incessante. O mundo assiste, em alguns países bem mais desenvolvidos que o Brasil, o retorno de confirmação de casos e, mais recentemente, as suspeitas de possíveis reinfecções”, diz.

355 novos casos de Covid-19 são registrados em Teresina na quinta-feira (03)

O painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou 355 novos casos de Covid-19 em Teresina nesta quinta-feira (03). Agora, a cidade soma 44.111 pessoas que já foram infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, das quais 1.168 vieram a óbito.

O sistema contabilizou ainda uma morte ontem (03), datada de quarta-feira (02). Foi um paciente do sexo masculino, de 71 anos, hipertenso e cardiopata. Ele era morador do bairro São Cristóvão, na zona Leste.

Já o número de pessoas recuperadas chega a 16.751. Tratam-se de pessoas que tiveram alta hospitalar ou aquelas com casos leves que concluíram o tratamento em isolamento domiciliar.

A equipe do Centro de Operações em Emergência (COE) da FMS pede à população que mantenha os cuidados no mês de dezembro, quando acontecem festas de fim de ano com reuniões de amigos e familiares. Algumas das medidas são evitar reuniões com muitas pessoas, uso de máscara e álcool em gel e lavagem frequente das mãos.

“Não podemos descuidar. O vírus ainda está circulando e é necessário nos mantermos vigilantes para evitar uma segunda onda de casos”, alerta o médico infectologista e membro do COE Walfrido Salmito.

Uma morte e 250 novos casos de Covid-19 são registrados pela FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou no sistema a morte de uma pessoa vítima da Covid-19 em Teresina, nesta quarta-feira (02). Houve ainda 250 novos casos confirmados da doença. Desde o início da pandemia, no mês de março, até agora, a capital piauiense contabiliza o total de 1.167 óbitos. Os dados apontam ainda 43.756 infectados pelo novo Coronavírus e 16.744 recuperados da Covid-19.

O óbito registrado ontem aconteceu dia 30 de novembro e foi de uma mulher de 76 anos, moradora do bairro Cristo Rei, zona Sul de Teresina. Ela tinha doenças preexistentes como hipertensão arterial, diabetes e cardiopatia.

Os especialistas em saúde chamam atenção para que as pessoas permaneçam com as medidas de prevenção, mesmo com as festividades de fim de ano. “A pandemia da Covid-19 ainda não acabou, ainda temos casos e óbitos por conta da Covid-19. Portanto alertamos que no Natal e Ano Novo evitemos aglomerações, usemos máscara, façamos a lavagem correta das mãos. Evitem sair se estiverem com sintomas gripais. Não sair dando abraço, aperto de mão”, alerta Walfrido Salmito, médico infectologista da FMS.

FMS notifica 299 novos casos de covid-19 nesta terça-feira (01)

Teresina iniciou o mês de dezembro com 299 novos casos de Covid-19. Este foi o número registrado ontem (01) pelo Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que notificou ainda uma morte em decorrência da doença. Segundo o sistema de dados, Teresina teve até o momento 43.506 casos e 1.166 óbitos por infecção pelo novo coronavírus.

A morte notificada ontem (01) aconteceu no dia 27 de agosto. O paciente foi um homem de 61 anos, residente no bairro Monte Castelo. Ele era portador de câncer e à época estava internado no Hospital Universitário.

Há ainda o registro de 16.744 pacientes recuperados da doença. Na conta, entram tanto os casos de pessoas que estavam internadas e tiveram alta hospitalar, como também aqueles que se trataram em casa e concluíram o tratamento em isolamento domiciliar.

“Lembramos que a pandemia ainda não acabou. As pessoas devem evitar locais aglomerados. Demorem o menor tempo possível em locais que tenham muitas pessoas. Usem máscara, pratiquem o distanciamento social”, enfatiza Amparo Salmito, médica infectologista e membro do Centro de Operações em Emergências (COE) de Teresina.

Teresina registra 5 mortes por Covid-19

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou no sistema a morte de cinco pessoas vítimas da Covid-19 em Teresina, nesta segunda-feira (30). Houve ainda 333 novos casos confirmados da doença. Desde o início da pandemia, no mês de março, até agora, a capital piauiense contabiliza o total de 1.165 óbitos. Os dados apontam ainda 43.207 infectados pelo novo Coronavírus e 16.740 recuperados da Covid-19.

Os óbitos registrados ontem aconteceram dias 30/09, 26/10, 21/11, 29/11 e 30/11. Foram de dois homens e três mulheres, eles tinham entre 59 e 85 anos. Apenas um não tinha comorbidade, os demais sofriam de doença renal, diabetes, fibrose pulmonar, neoplasia de fígado e artrite reumatoide.

Os órgãos de saúde recomendam várias medidas para evitar a propagação da Covid-19: lavar as mãos com frequência, usando sabão e água ou álcool em gel; manter uma distância segura das pessoas; usar máscara em locais públicos; não tocar nos olhos, nariz ou boca; cobrir o nariz e boca com o braço dobrado ou um lenço ao tossir ou espirrar; ficar em casa se estiver indisposto e procurar atendimento médico ao apresentar qualquer sintoma de síndrome gripal.

A médica infectologista do Centro de Operações em Emergências (COE) da FMS, Amparo Salmito, ressalta que a vigilância não pode parar. “O mundo assiste, em alguns países bem mais desenvolvidos que o Brasil, o retorno de confirmação de casos e, mais recentemente, as suspeitas de possíveis reinfecções”, diz.

Campanha é prorrogada e FMS faz alerta para a vacinação contra a pólio

Ascom/FMS

A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação foi prorrogada até o dia 30 de novembro. Em Teresina, até o momento, apenas 39,26% das crianças pertencentes ao público alvo – com idades entre um ano e quatro anos, 11 meses e 29 dias – foram vacinadas. Diante disso, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) faz um apelo para que pais e responsáveis levem seus filhos para receber a gotinha.

A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, destaca a importância de se manter a cobertura vacinal contra a paralisia infantil, doença erradicada no Brasil mas que ainda registra casos em outros países do mundo. “Contamos com a colaboração de todos para mudar o cenário. Sem vacinar as crianças contra poliomielite o perigo do vírus da chegar e adoecer as pessoas é grande. É uma doença grave, a pessoa pode ficar com lesão nos membros para o resto da vida ou morrer”, explica.

Ela cita a morte recente de Paulo Henrique Machado, paciente que morava há 51 anos no Hospital das Clínicas de São Paulo em decorrência de sequelas da poliomielite, que o tornaram dependente de aparelhos para sobreviver. “Podemos, portanto, verificar que se trata de uma doença grave, perigosa e que pode trazer consequências gravíssimas para a saúde. E isso pode ser evitado com duas gotinhas de vacina”, disse a diretora.

A rede municipal de saúde dispõe de 68 Unidades Básicas de Saúde (UBS) com vacina disponível à população. O esquema vacinal de poliomielite é composto, atualmente, por duas vacinas: a injetável aplicada em três doses aos dois, quatro e seis meses de vida da criança, e a vacina oral aplicada aos 15 meses e aos quatro anos. A medida está de acordo com a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e faz parte do processo de erradicação mundial da pólio.

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos. Em casos graves, pode levar a paralisias musculares, em geral nos membros inferiores, ou até mesmo à morte. A vacinação é a única forma de prevenção. Não existe tratamento específico para a poliomielite. Todas as pessoas contaminadas devem ser hospitalizadas para receber tratamento de acordo com o quadro clínico.

Firmino descarta medidas restritivas em Teresina com queda dos números da Covid-19

Rômulo Piauilino

Em visita ao Hospital do Monte Castelo na manhã desta terça-feira (17), o prefeito Firmino Filho voltou a negar a possibilidade de adoção de medidas mais restritivas em Teresina. O gestor ressaltou que os números de atendimentos relacionados à Covid-19 na capital têm caído, apresentando traços de estabilidade, e o processo de flexibilização das atividades deve ser mantido.

“Neste momento, no Hospital do Monte Castelo, por exemplo, de um total de 50 leitos disponíveis, temos 22 pacientes internados. Isso mostra que a capacidade do Hospital ainda é bastante significativa para atender qualquer eventualidade. Já no Hospital de Campanha Padre Pedro Balzi, que tem capacidade de 80 leitos, apenas seis estão ocupados. São dois indicadores que mostram a tendência de queda da doença em nossa cidade”, comentou o prefeito Firmino Filho.

Os dados da Fundação Municipal de Saúde (FMS) confirmam a tendência de queda de atendimentos em função da Covid-19. “É fundamental que a gente possa passar a verdade de forma transparente para a população. Infelizmente temos muita fake news afirmando que a segunda onda já começou em Teresina, mas essa não é a nossa realidade. Verificamos a redução nos números e o processo de flexibilização das atividades vai seguir seu curso natural”, ressaltou o prefeito.

Firmino visitou algumas alas do hospital do Monte Castelo e conversou com pacientes e profissionais. Em quase oito meses de funcionamento, o local já registrou alta de 939 pessoas recuperadas da Covid-19. Foram 1.073 internações desde sua abertura no final do mês de março, além de 87 transferências de pacientes. “Com uma infraestrutura adequada e uma equipe qualificada, nosso Hospital tornou-se referência em tratamento de pacientes com Covid-19. Adotamos todos os protocolos de assistência e estamos mudando de acordo com a evolução dos novos protocolos”, destaca a diretora geral do Hospital, Fátima Sousa.

FMS alerta para a manutenção dos cuidados de prevenção contra a Covid-19

As medidas de segurança e prevenção contra a Covid-19, já incorporadas à rotina da população, foram muito importantes para evitar a disseminação da doença e se mostram ainda muito necessárias. Os especialistas da Fundação Municipal de Saúde (FMS) alertam para que as pessoas continuem usando máscaras sempre que saírem de casa e mantenham o hábito de higienizar as mãos frequentemente, além de outros cuidados, como o distanciamento social sempre que possível.

O infectologista da FMS e membro do Centro de Operações em Emergência (COE) Walfrido Salmito, explica porque o uso de máscaras, principalmente, se mostrou extremamente eficaz no controle da doença. “A OMS e todas as outras autoridades demonstraram que o uso de máscaras especificamente e isoladamente é capaz de diminuir o número de infectados pela Covid-19. O instrumento retém as gotículas de saliva, principal via de propagação do novo coronavírus, impedindo a transmissão da doença”, disse Salmito, pedindo à população que mantenha o acessório em todas as situações, inclusive se já estiver doente.

O uso da máscara deve ainda seguir alguns cuidados, especialmente no momento de vestir e retirar o objeto, que deve ser feito após higienização das mãos. “Ela deve ficar ajustada ao rosto cobrindo totalmente a boca e o nariz, não devendo ser retirada para tossir, espirrar ou falar, além de ser trocada a cada duas horas ou quando estiver úmida”, orienta a gerente de Vigilância Sanitária da FMS, Jeanyne Seba.

O distanciamento entre pessoas em mais de um metro e meio, distância estimada de propagação de gotículas de saliva, também tem sido adotado e deve se manter em situações de potenciais aglomerações de pessoas, como filas e cadeiras em locais públicos. A população deve ainda priorizar locais bem ventilados ou abertos, caso precise sair de casa.

Outra medida eficaz é o uso de álcool ou água e sabão para a higienização constante das mãos, especialmente antes de levá-las ao nariz, boca ou olhos. O sabão se mostra eficaz no combate à doença porque sua molécula dissolve os envelopes de gordura que envolve os vírus, rompendo-os. Assim, eles perdem sua proteção e são eliminados. Já o álcool na concentração 70% desidrata os vírus quase que imediatamente.

Walfrido Salmito ressalta que a manutenção destes hábitos permitirá que Teresina evite o aumento do número de casos. “Temos visto que em alguns países do mundo está acontecendo uma segunda onda de Covid, com muitos óbitos. Por isso pedimos a colaboração de todos para que isso não aconteça na nossa cidade. Tudo depende do nosso comportamento”, ressalta o infectologista.

Teresina atinge mais de 97% de cobertura vacinal contra a raiva

Ascom / FMS

Teresina mais uma vez superou a meta de vacinação contra raiva em cães e gatos estabelecida pelos órgãos de saúde. Como mostra o boletim divulgado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), durante a campanha, que se encerrou no último sábado (31), foram imunizados 151.984 cães e gatos nas zonas urbana e rural do município, o que corresponde a 97,22% do total estimado de animais existentes na capital.

Somente na zona urbana, quase 130 mil animais foram vacinados em dois dias, o que corresponde a 97,78% da meta. Já na zona rural a cobertura foi de 94,09%, equivalente a 22.057 cães e gatos protegidos da doença. “O Ministério da Saúde e a OMS preconizam que a partir do momento que temos uma cobertura vacinal acima de 80% a circulação do vírus na cidade e no município reduz significativamente, protegendo a saúde de humanos e animais”, comenta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde.

A campanha foi realizada em etapas, durante quatro sábados, que contemplaram as zonas urbana e rural – cada uma com diferentes metodologias de trabalho, adaptadas a cada realidade. “Na nossa avaliação o resultado foi satisfatório. Mesmo durante a pandemia, a população compareceu, e assim Teresina pôde acompanhar a série histórica de coberturas vacinais sempre acima dos 90%”, avalia a gerente de Zoonoses.

Tutores que não puderam vacinar seus animais podem garantir sua dose mesmo após o fim da campanha: basta se dirigir à Gerência de Zoonoses da FMS, onde a vacina continua disponível durante todo o ano. O órgão funciona todos os dias das 8h às 17h na Rua Minas Gerais, Nº 909 – Bairro Matadouro.

Raiva

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado.