FMS irá lançar aplicativo para emitir alertas e informações sobre consultas

Até o final do ano de 2019, a população poderá baixar no celular aplicativo inovador do SUS e ter na palma das mãos informações sobre consultas especializadas na rede municipal. A iniciativa é da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que pretende diminuir deslocamentos desnecessários às unidades de saúde para saber sobre agendamentos. O “app” também emitirá alerta para lembrar o usuário de comparecer à consulta.

O aplicativo foi intitulado de “Gestor Saúde Cidadão” e está sendo desenvolvido pela empresa que criou o “Gestor Saúde”, sistema da FMS que permite que os teresinenses e os habitantes dos 223 municípios do Piauí tenham acesso ao atendimento especializado em Teresina. Uma grande novidade é que este “app” será um canal de comunicação entre a Fundação e a comunidade, permitindo que ela emita comunicados e a comunidade interaja com a gestão.

“É fascinante como a tecnologia evoluiu e com ela podemos “importar” certos recursos para beneficiar o cidadão. Os estabelecimentos de saúde da FMS já são informatizados e têm prontuário eletrônico. O monitoramento das consultas e o resultado de exames também podem ser visualizados em nosso site. Mas com o novo aplicativo, pretendemos oferecer maior comodidade a todos e trazer mais agilidade aos processos”, ressalta o presidente da FMS, Charles Silveira.

O gestor explica, ainda, outro benefício da criação desse aplicativo para monitoramento de consultas e exames especializados. “Estima-se que cerca de 30% das pessoas agendadas não comparecem no dia das consultas especializadas. Isso pode acontecer por vários motivos, mas traz prejuízos à fluidez do atendimento no Sistema. Com o aplicativo, a gente também busca diminuir a falta dos usuários registrada no SUS de Teresina”.

FMS promove evento alusivo ao Dia Mundial de Segurança do Paciente

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove amanhã (24), no hall de entrada do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) uma manhã de diálogo sobre a redução do dano desnecessário associado ao cuidado em saúde, garantindo assim a segurança do paciente. A ação é alusiva ao Dia Mundial de Segurança do Paciente, comemorado no último dia 17 de setembro.

Com o tema “Fale pela segurança do paciente”, o evento tem como objetivo dar visibilidade para as boas práticas e experiências exitosas neste campo. A partir das 8h da manhã, haverá uma exposição de banners contando a história da segurança do paciente, tanto em nível mundial como no Brasil e no Piauí. Ás 10h acontece uma palestra com um representante da FMS que vai abordar os principais pontos sobre a temática.

Em seguida, será realizada uma mesa redonda sobre as experiências exitosas em segurança do Paciente na FMS. “Mostraremos casos como o do SAMU, que foi o primeiro local a implantar a segurança do paciente a nível pré-hospitalar; o Hospital do Monte Castelo, que tem uma farmácia do paciente; e o HUT, que foi o primeiro a implantar o núcleo de segurança do paciente na rede municipal de Teresina”, conta Roseanne Nadler, coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente da FMS. Após a mesa redonda, acontece um momento de reconhecimento profissional, com a premiação e homenagem aos profissionais da rede que se destacaram em boas práticas.

O Programa Nacional de Segurança do Paciente é um marco importante na atenção à saúde, cujo objetivo é contribuir com a qualificação do cuidado em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Ele foi criado pelo Ministério da Saúde em 2013, através da portaria MS 529/2013. O HUT foi o primeiro hospital administrado pela FMS que implantou o núcleo de segurança do paciente, em 2014.

Segundo o anuário da segurança assistencial hospitalar do Brasil do Instituto de saúde suplementar produzido pela faculdade de Medicina da universalidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 2016 morreram nos hospitais públicos e privados do país 302.610 brasileiros em razão de eventos adversos, ou seja que poderia ter sido evitado com medidas segurança.

FMS recebe quase duas mil novas doses de vacina contra o sarampo

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) recebeu novas doses da vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo e outras doenças. Foram 1980 doses, distribuídas entre 19 salas de vacina de todas as zonas da cidade e disponíveis a partir desta segunda (23).

Em razão da grande procura, os postos de Teresina tiveram redução no estoque. Assim, o Ministério da Saúde, responsável por adquirir e distribuir o material aos municípios, providenciou o reabastecimento para suprir a demanda.

Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS, lista os grupos que devem receber as doses. “As crianças devem tomar a ‘dose zero’ entre os seis e 12 meses de vida e depois fazer o seguimento com o calendário vacinal (uma aos 12 meses e outra aos 15 meses)”.

As pessoas que não se vacinaram nessa faixa etária poderão fazê-lo até os 49 anos, sendo que entre um e 29 anos pode tomar duas doses, de 30 a 49 anos tomar uma dose e maiores de 50 anos não devem se vacinar. Os profissionais de saúde, independentemente da idade, devem tomar duas doses. A vacina só é contraindicada para gestantes e pessoas com baixa imunidade, como pacientes em tratamento contra o câncer ou portadores de doenças que enfraquecem o sistema imunológico (como a gripe), já a vacina é feita com vírus vivo e atenuado, o que pode causar alguns efeitos colaterais.

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa e que pode levar a complicações graves e óbito. “A pessoa pode apresentar febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal-estar. Em torno de 3 a 5 dias, outros sintomas podem aparecer, como manchas vermelhas no corpo”, informa Amariles Borba. “A sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo a outras pessoas”, esclarece a diretora.

PONTOS DE DISTRIBUIÇÃO DE VACINAS SARAMPO – 23/09/2019

ZONA NORTE

. Hospital da Primavera

. UBS Santa Maria Codipi

. Hospital Buenos Aires

. Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo

. UBS Ceci Fortes

 

ZONA SUDESTE

. Hospital do Dirceu

. UBS Renascença

. UBS Alto da Ressurreição

. UBS Carlos Alberto

. UBS Todos os santos

 

ZONA LESTE

. Hospital do Satélite

. UBS Santa Isabel

. UBS Ininga

. UBS Piçarreira

 

ZONA SUL

. UBS Parque Piauí

. Hospital do Promorar

. UBS Vermelha

. UBS Lourival Parente

. UBS Vila Irma Dulce

FMS promove mutirão de busca ativa da hanseníase em quatro pontos da capital

Ascom/FMS

Encerrando as atividades da Semana Estadual de Combate a Hanseníase, a Fundação Municipal de Saúde promoveu, na manhã hoje (21), o Mutirão de Manchas, que é uma busca ativa de casos da doença. A ação aconteceu em quatro pontos de diferentes zonas da cidade: no Ambulatório do Hospital Mariano Castelo Branco (HMCB); na Unidade Básica de Saúde Reginaldo Castro/Renascença; no Ambulatório do Hospital Geral do Promorar e na Unidade Básica de Saúde Piçarreira, durante o evento Teresina em Ação.

Durante o mutirão, profissionais da FMS realizam a avaliação de casos de pessoas com manchas na pele, em uma triagem de possíveis de casos de hanseníase. “A hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria onde as manifestações são principalmente qualquer tipo de lesão de pele com perda de sensibilidade. Seria aquela mancha onde o paciente não sente dor, não sente qualquer tipo de agente no local”, esclarece o infectologista Carlos Gilvan Nunes, chefe do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS. “Além da mancha, a hanseníase pode acometer nervos, o que leva a casos de incapacidade, de deformidade nos estados avançados da doença. É uma doença de transmissão respiratória, e por isso a gente também avalia casos de contatos da doença”, complementa o médico.

Foi este o caso de Doraci Leite, de 52 anos. “A minha cunhada teve hanseníase e se tratou há dois anos, e como eu estava sentindo uma dormência nas mãos resolvi vir aqui”, relata. O exame é feito por meio de um teste de sensibilidade na pele, pelo contato com tubos quentes e frios dentro e fora da mancha para detectar alguma diferença na sensibilidade. Doraci teve resultado negativo, mas em caso positivo, o paciente é encaminhado para tratamento, que é feito por uma combinação de medicamentos e fornecido gratuitamente pela Atenção Básica Municipal.

O tratamento pode durar de seis a 12 meses e, após um mês tomando a medicação, a pessoa já não transmite a doença. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, menores as chances de sequelas decorrentes da doença, que podem ser neurológicas e até mesmo deformações.

Teresina, apesar da tendência de redução dos casos, ainda apresenta altos coeficientes de detecção de Hanseníase, continuando a ser um grave problema de saúde pública, portanto todos os esforços devem ser somados para o enfrentamento da doença nas três instâncias do Sistema Único de Saúde seja federal, estadual ou municipal.

Teresina tem mantido uma série histórica de hiperendemicidade. No ano de 2018 foram diagnosticados 350 casos novos de hanseníase na população geral  o que corresponde a uma taxa de detecção de 40,6 casos/100.000 habitantes, em comparação com a média nacional de 12,23 casos/100.000 habitantes é cerca de quatro vezes maior.

Outro  indicador que se destaca é a taxa de detecção em casos menores de 15 anos, ou seja os casos de Hanseníase Infantil. Em  2018 foram  detectados 26 casos novos de hanseníase nesta faixa etária o que corresponde a uma taxa de 12,7 casos/100.000 habitantes. A prevalência de Hanseníase Infantil  significa transmissão recente da doença por possível contato com pessoas doentes não tratadas, manutenção da endemia, bem como severidade da doença se não for detectada de forma precoce e tratada oportunamente.

Ação de prevenção ao Aedes é realizada no Promorar e Bom Princípio neste sábado (21) 

A reprodução do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, não escolhe o bairro ou casa. Ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. O projeto Faxina nos Bairros, atividade semanal da Prefeitura de Teresina, promove, neste sábado (21), visita aos bairros Promorar e Bom Princípio, zonas Sul e Sudeste da capital, a partir das 8h da manhã.

O projeto é uma ação de limpeza e educação organizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) em parceria com as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) de cada área. “A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar os possíveis focos do mosquito, fazendo uma vistoria geral em suas residências e impedindo a reprodução do mosquito”, comenta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

Durante a semana, os moradores são avisados pelos agentes de saúde e endemias a fazer uma faxina em suas casas e depositar nas calçadas todo o material inservível para que seja coletado pela equipe, especialmente aqueles de grande porte que não são recolhidos pela limpeza regular.

Os grupos se encontram em um local e de lá saem percorrendo um quadrante determinado para a ação. Na zona sul, será o quadrante formado pela avenida deputado Ulisses Guimarães, Rua Odilon Nunes, BR 316 e avenida Palmeiras. Ponto de partida: CAIC. Já na zona sudeste,  será aquele formado pela Avenida Camilo Filho, Rua 03, Rua da Congregação Assembleia de Deus e Rua Projetada. Ponto de partida: CMEI do Recanto dos Pássaros.

“Solicitamos aos moradores destas áreas que, a partir de hoje, já coloque todo esse material que serve para acumular água e não tenha utilização pelos moradores nas calçadas, para que no sábado a prefeitura retire e possa favorecer ambientes livres de criadouros”, diz Oriana Bezerra.

A atividade veio com o intuito de incrementar as ações de controle vetorial da FMS e, desde então, contribuiu para redução em torno de 50% da incidência de casos de dengue, chikungunya e zika em Teresina. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.

FMS aguarda Ministério da Saúde fazer resposição da vacina de sarampo

Em razão da grande procura, os postos de vacinação de Teresina tiveram redução no estoque da vacina Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Nesse momento, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) aguarda a reposição pelo Ministério da Saúde, responsável por adquirir e distribuir vacinas aos municípios brasileiros. A previsão é que os postos sejam abastecidos nos próximos dias.

A recomendação de especialistas da FMS é de que as pessoas continuem buscando os postos de vacinação para atualização do seu cartão de vacina. “Estamos aguardando reposição dessa importante vacina, mas é necessário lembrar que temos outras vacinas em estoque, disponíveis para todas as faixas etárias e que são altamente seguras, pois passam por rigorosos critérios de qualidade”, explica Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde.

Amariles Borba alerta a população sobre os sintomas do sarampo, doença viral aguda e contagiosa. “A pessoa pode apresentar febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal estar. Em torno de 3 a 5 dias, outros sintomas podem aparecer, como manchas vermelhas no corpo. A sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo a outras pessoas”.

É importante esclarecer quem deve tomar a vacina tríplice viral: as crianças devem tomar a “dose zero” entre os 6 meses e 1 ano de idade e, depois, devem fazer o seguimento com o calendário vacinal (uma dose aos 12 meses de idade e  a segunda dose aos 15 meses).

As pessoas que não se vacinaram nessa faixa etária (12 e 15 meses de idade), podem se vacinar até os 49 anos de idade, sendo que entre 1 ano e 29 anos, pode tomar duas doses da vacina, de 30 a 49 anos tomar uma dose e maiores de 50 anos não devem se vacinar. Os profissionais de Saúde, independente da idade, tomar duas doses.

Locais que tem vacina do sarampo, entre 20 a 50 doses e ficarão disponíveis enquanto durarem os estoques:

Zona leste-

1. Unidade Básica de Saúde Dr. José Adaik Fonseca de Castro / Taquari

2.UBS Cidade Jardim

Zona sudeste –

1. UBS Nossa Senhora da Guia

2. UBS Carlos Alberto Cordeiro

3.UBS Raimundo Soares Oliveira/Firmino Filho

4. UBS Ivan Sobral /Novo Horizonte

5.UBS Helvido Ferraz/Todos os Santos

6. Dr. Gil Martins /Usina Santana

7.UBS Taboca do Pau Ferrado

8. UBS Dr.Chagas Martins/ Estaca Zero

9. UBS Atalaia

Zona norte –

1.UBS Real Copagre

2.UBS Santa Maria da Codipi

3. UBS Dr. Evaldo Carvalho /Nova Brasília

4. UBS Adelino Matos

5.UBS Dr. Antônio Benicio Ferreira Silva /Poty Velho

6.UBS Dr. Marcos Guedes /Nova Teresina

7. UBS Valdinar Pereira /Mocambinho

8. UBS do Buenos Aires

9. UBS do Jacinta II

Zona sul –

1.UBS Dr. José Cândido /Carolina Silva

2.UBS Dra.Virginia Castelo Branco /Santa Clara

3. UBS Dr Fernando Gomes Lima /Portal da Alegria

4.UBS Nossa Senhora da Paz /Vila da Paz

5. UBS Dr. Sérgio Luís Chantal Nunes/Três Andares

6. UBS Parque Piauí

FMS fará mutirão para atender pessoas na área de cardiologia em Teresina

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) fará mutirão de consultas cardiológicas, neste sábado (21), a partir das 7h, no Centro de Saúde Lineu Araújo. Haverá também oferta de exames para diagnosticar pessoas com doenças cardíacas. A ação faz parte do programa Teresina The Atende, que pretende agilizar atendimento onde há demanda grande e crescente.

De acordo com o presidente da FMS, Charles Silveira, as pessoas que participarão deste próximo mutirão estavam em fila eletrônica do SUS aguardando por consulta com cardiologista. “Elas já foram devidamente comunicadas por telefone e solicitamos que não deixem de comparecer ao local para receber atendimento qualificado”, afirma.

Segundo Jesus Mousinho, diretora de assistência especializada da FMS, nessa edição, o mutirão terá parceria com o Hospital Getúlio Vargas e o Hospital da Polícia Militar, que irão viabilizar a realização de ecocardiograma e eletrocardiograma (ECG), respectivamente. “Outro exame ofertado no Lineu Araújo será o teste ergométrico. Se necessário, iremos proceder a marcação de outros exames”.

Ela explica, ainda, que a demanda nessa área é grande e traça o perfil de pessoas com doenças cardíacas. “Geralmente, são obesas, hipertensas, diabéticas e tabagistas. É preciso que todos saibam que a melhor forma de prevenção é manter vida saudável, com dieta equilibrada, atividade física e evitando uso nocivo de álcool e de cigarro”.

Saiba mais sobre o programa “Teresina The Atende”

O programa foi lançado pela FMS e engloba mutirões de consultas e exames nas áreas de cardiologia, ortopedia, neurologia e oftalmologia, que ocorrerão na capital até o final do ano. O objetivo é ampliar a capacidade de atenção especializada e diminuir a fila de espera eletrônica para quatro especialidades cuja demanda é crescente.

FMS leva serviços de saúde para o Teresina em ação neste sábado (21)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) participa neste sábado (21) da 25ª edição do Teresina em Ação, que acontece das 8h às 13h, na Praça João Dantas Neto, no bairro Piçarreira. A entidade vai levar ações para o bem-estar físico e mental da população.

Durante o evento, profissionais de enfermagem estarão realizando aferição de pressão arterial e glicemia, além de orientações sobre doenças, como hipertensão e diabetes. A equipe de odontologia também dará instruções sobre escovação e saúde bucal, distribuindo escovas de dente aos participantes. Já a equipe de saúde mental fará uma panfletagem de divulgação dos serviços disponíveis para apoio nesta área.

Além disso, a população terá à sua disposição as vacinas meningocócica C e contra HPV. A meningocócica deve ser administrada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12. Para crianças que não receberam o reforço, ainda poderão tomar até os 4 anos de idade. Já a dose contra HPV deve ser aplicada em meninas com idade entre 9 e 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, mantida com duas doses com intervalo de seis meses entre elas.

A prevenção a doenças como a dengue, zika e chikungunya também será foco no evento, com um estande educativo e um espaço criança, em que os pequenos poderão colorir desenhos sobre o tema. “Serão distribuídos panfletos, visualizações de amostras do mosquito e outras curiosidades. Também daremos dicas para reutilização de materiais que poderiam se tornar criadouros do mosquito”, comenta Júlia Santos, do Núcleo de Educação em Saúde da FMS.