FMS realiza mutirão de manchas com busca ativa de casos de hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) realiza neste sábado (21) um mutirão de manchas, que é uma busca ativa de casos de hanseníase. A atividade acontecerá em todas as zonas da cidade, das 8h às 13h. Na região Centro/Norte será no ambulatório do Hospital Mariano Castelo Branco (HMCB); na região Sudeste na Unidade Básica de Saúde Reginaldo Castro/Renascença; na região Sul o mutirão acontecerá no ambulatório do Hospital Geral do Promorar e na região Leste na Unidade Básica de Saúde Piçarreira (durante o Teresina em Ação), onde acontecerá a abertura do evento.

Considerada a enfermidade mais antiga da humanidade, a hanseníase ainda hoje representa um problema de saúde pública no Brasil. Trata-se de uma doença infectocontagiosa que se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés. É causada por uma bactéria, o bacilo de Hansen, e a transmissão acontece por pequenas gotas de secreção que saem na respiração, por meio da fala, tosse e espirro da pessoa doente, que ainda não iniciou o tratamento.

“Os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas. Uma vez iniciado o tratamento, o paciente para de transmitir a hanseníase, então não é preciso ter receio de dar um abraço, um aperto de mão ou se sentar no mesmo local que uma pessoa em tratamento”, explica Svetlana Coelho, da Diretoria de Vigilância em Saúde da FMS.

Teresina, apesar da tendência de redução dos casos, ainda apresenta altos coeficientes de detecção de hanseníase, continuando a ser um grave problema de saúde pública, portanto todos os esforços devem ser somados para o enfrentamento da doença nas três instâncias do Sistema Único de Saúde, seja federal, estadual ou municipal.

Teresina tem mantido uma série histórica de hiperendemicidade. No ano de 2018 foram diagnosticados 350 casos novos de hanseníase na população geral, o que corresponde a uma taxa de detecção de 40,6 casos/100.000 habitantes. Em comparação com a média nacional de 12,23 casos/100.000 habitantes é cerca de quatro vezes maior.

Outro indicador que se destaca é a taxa de detecção em casos menores de 15 anos, ou seja, os casos de hanseníase infantil. Em 2018 foram detectados 26 casos novos de hanseníase nesta faixa etária, o que corresponde a uma taxa de 12,7 casos/100.000 habitantes. A prevalência de hanseníase infantil significa transmissão recente da doença por possível contato com pessoas doentes não tratadas, manutenção da endemia, bem como severidade da doença se não for detectada de forma precoce e tratada oportunamente.

FMS aguarda Ministério da Saúde fazer resposição da vacina de sarampo

Em razão da grande procura, os postos de vacinação de Teresina tiveram redução no estoque da vacina Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Nesse momento, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) aguarda a reposição pelo Ministério da Saúde, responsável por adquirir e distribuir vacinas aos municípios brasileiros. A previsão é que os postos sejam abastecidos nos próximos dias.

A recomendação de especialistas da FMS é de que as pessoas continuem buscando os postos de vacinação para atualização do seu cartão de vacina. “Estamos aguardando reposição dessa importante vacina, mas é necessário lembrar que temos outras vacinas em estoque, disponíveis para todas as faixas etárias e que são altamente seguras, pois passam por rigorosos critérios de qualidade”, explica Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde.

Amariles Borba alerta a população sobre os sintomas do sarampo, doença viral aguda e contagiosa. “A pessoa pode apresentar febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal estar. Em torno de 3 a 5 dias, outros sintomas podem aparecer, como manchas vermelhas no corpo. A sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo a outras pessoas”.

É importante esclarecer quem deve tomar a vacina tríplice viral: as crianças devem tomar a “dose zero” entre os 6 meses e 1 ano de idade e, depois, devem fazer o seguimento com o calendário vacinal (uma dose aos 12 meses de idade e  a segunda dose aos 15 meses).

As pessoas que não se vacinaram nessa faixa etária (12 e 15 meses de idade), podem se vacinar até os 49 anos de idade, sendo que entre 1 ano e 29 anos, pode tomar duas doses da vacina, de 30 a 49 anos tomar uma dose e maiores de 50 anos não devem se vacinar. Os profissionais de Saúde, independente da idade, tomar duas doses.

Locais que tem vacina do sarampo, entre 20 a 50 doses e ficarão disponíveis enquanto durarem os estoques:

Zona leste-

1. Unidade Básica de Saúde Dr. José Adaik Fonseca de Castro / Taquari

2.UBS Cidade Jardim

Zona sudeste –

1. UBS Nossa Senhora da Guia

2. UBS Carlos Alberto Cordeiro

3.UBS Raimundo Soares Oliveira/Firmino Filho

4. UBS Ivan Sobral /Novo Horizonte

5.UBS Helvido Ferraz/Todos os Santos

6. Dr. Gil Martins /Usina Santana

7.UBS Taboca do Pau Ferrado

8. UBS Dr.Chagas Martins/ Estaca Zero

9. UBS Atalaia

Zona norte –

1.UBS Real Copagre

2.UBS Santa Maria da Codipi

3. UBS Dr. Evaldo Carvalho /Nova Brasília

4. UBS Adelino Matos

5.UBS Dr. Antônio Benicio Ferreira Silva /Poty Velho

6.UBS Dr. Marcos Guedes /Nova Teresina

7. UBS Valdinar Pereira /Mocambinho

8. UBS do Buenos Aires

9. UBS do Jacinta II

Zona sul –

1.UBS Dr. José Cândido /Carolina Silva

2.UBS Dra.Virginia Castelo Branco /Santa Clara

3. UBS Dr Fernando Gomes Lima /Portal da Alegria

4.UBS Nossa Senhora da Paz /Vila da Paz

5. UBS Dr. Sérgio Luís Chantal Nunes/Três Andares

6. UBS Parque Piauí

FMS fará mutirão para atender pessoas na área de cardiologia em Teresina

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) fará mutirão de consultas cardiológicas, neste sábado (21), a partir das 7h, no Centro de Saúde Lineu Araújo. Haverá também oferta de exames para diagnosticar pessoas com doenças cardíacas. A ação faz parte do programa Teresina The Atende, que pretende agilizar atendimento onde há demanda grande e crescente.

De acordo com o presidente da FMS, Charles Silveira, as pessoas que participarão deste próximo mutirão estavam em fila eletrônica do SUS aguardando por consulta com cardiologista. “Elas já foram devidamente comunicadas por telefone e solicitamos que não deixem de comparecer ao local para receber atendimento qualificado”, afirma.

Segundo Jesus Mousinho, diretora de assistência especializada da FMS, nessa edição, o mutirão terá parceria com o Hospital Getúlio Vargas e o Hospital da Polícia Militar, que irão viabilizar a realização de ecocardiograma e eletrocardiograma (ECG), respectivamente. “Outro exame ofertado no Lineu Araújo será o teste ergométrico. Se necessário, iremos proceder a marcação de outros exames”.

Ela explica, ainda, que a demanda nessa área é grande e traça o perfil de pessoas com doenças cardíacas. “Geralmente, são obesas, hipertensas, diabéticas e tabagistas. É preciso que todos saibam que a melhor forma de prevenção é manter vida saudável, com dieta equilibrada, atividade física e evitando uso nocivo de álcool e de cigarro”.

Saiba mais sobre o programa “Teresina The Atende”

O programa foi lançado pela FMS e engloba mutirões de consultas e exames nas áreas de cardiologia, ortopedia, neurologia e oftalmologia, que ocorrerão na capital até o final do ano. O objetivo é ampliar a capacidade de atenção especializada e diminuir a fila de espera eletrônica para quatro especialidades cuja demanda é crescente.

FMS leva serviços de saúde para o Teresina em ação neste sábado (21)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) participa neste sábado (21) da 25ª edição do Teresina em Ação, que acontece das 8h às 13h, na Praça João Dantas Neto, no bairro Piçarreira. A entidade vai levar ações para o bem-estar físico e mental da população.

Durante o evento, profissionais de enfermagem estarão realizando aferição de pressão arterial e glicemia, além de orientações sobre doenças, como hipertensão e diabetes. A equipe de odontologia também dará instruções sobre escovação e saúde bucal, distribuindo escovas de dente aos participantes. Já a equipe de saúde mental fará uma panfletagem de divulgação dos serviços disponíveis para apoio nesta área.

Além disso, a população terá à sua disposição as vacinas meningocócica C e contra HPV. A meningocócica deve ser administrada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12. Para crianças que não receberam o reforço, ainda poderão tomar até os 4 anos de idade. Já a dose contra HPV deve ser aplicada em meninas com idade entre 9 e 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, mantida com duas doses com intervalo de seis meses entre elas.

A prevenção a doenças como a dengue, zika e chikungunya também será foco no evento, com um estande educativo e um espaço criança, em que os pequenos poderão colorir desenhos sobre o tema. “Serão distribuídos panfletos, visualizações de amostras do mosquito e outras curiosidades. Também daremos dicas para reutilização de materiais que poderiam se tornar criadouros do mosquito”, comenta Júlia Santos, do Núcleo de Educação em Saúde da FMS.

Cerca de 140 escolas participam de campanha de combate à hanseníase e verminoses

Ascom/FMS

Manchas suspeitas, sem sensibilidade, são sinais de hanseníase, doença silenciosa que pode trazer consequências graves. Em uma ação para combater a doença, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) lançou hoje (18) a Campanha Municipal de Combate à Hanseníase e Verminoses, na Escola Municipal Cristina Evangelista, zona Sul da capital.

A campanha contempla crianças e adolescentes entre os seis anos e menores de 15 anos de cerca de 140 escolas do município. Como informa Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS, a detecção de casos nesta faixa etária leva à busca também entre familiares e adultos próximos, uma vez que a transmissão se faz por meio de gotículas de saliva e são proeminentes entre pessoas de convívio íntimo e familiar.

“Ninguém nasce com hanseníase, então se a criança tem é provável que exista um portador que contaminou. Por isso, é importante que tanto a governança das escolas como os pais e responsáveis façam adesão a essa campanha, para que possamos diminuir em breve o número de casos em Teresina”, disse a diretora.

Para isso, é adotado o chamado “método do espelho”, em que as crianças levam para casa uma ficha com um mapa do seu corpo. “É preciso que os pais examinem a criança sem roupa de frente e de costas, para ver se tem alguma mancha. Se tiver, assinalar no papel para que ela possa ser examinada pela equipe Estratégia Saúde da Família”, explica Amariles Borba. “Se existe uma consistência de que é uma suposição de hanseníase, ela será encaminhada para um especialista para fechar ou não o diagnóstico”, completa a diretora.

Já o combate às verminoses é feito com a distribuição do medicamento Albendazol 400 mg, via oral, dose única, que é tomado pela criança na escola sob a supervisão de um profissional da Estratégia de Saúde da Família. A realização dessa ação de profilaxia e de diagnóstico de hanseníase em escolares está em conformidade com as recomendações de Órgãos Internacionais como a OPAS/OMS.

A parceria entre saúde e educação é fundamental para a realização de ações pelo bem-estar dos estudantes. “A hanseníase é doença ainda com alguns preconceitos, mas nessa parceria a gente pretende avaliar as crianças de mais de 100 escolas, vendo com a participação da família se existem algum indicativo da doença para o tratamento”, disse Madalena Leal, gerente de Assistência ao Educando da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC). “Então é muito importante essa parceria, porque nem a saúde faz só nem a educação faz só, então é uma ação intersetorial de grande importância para a erradicação desta doença”, completou a gerente.

Teresina ocupa a 8ª posição nacional em casos de Hanseníase em menores de 15 anos. Em 2018, o número de casos novos diagnosticados nesta faixa etária em nossa capital foi 26 casos, o que corresponde a um coeficiente de detecção de 12,7 casos por 100.000 habitantes. Nas últimas cinco campanhas realizadas nas escolas, 39 casos da doença foram diagnosticados.

FMS esclarece quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) Teresina comunica à população que a vacina contra o sarampo, que também protege contra a rubéola e a caxumba, é feita da seguinte maneira: as crianças de 6 meses a menor de 1 ano devem fazer uma dose da vacina, a chamada “dose zero”. A primeira dose é feita com um ano e com 15 meses precisa ser feita a segunda dose. As pessoas com até 29 anos, que não tomaram duas doses de vacina contra o sarampo precisam completar essas duas doses. O intervalo entre uma dose e outra é de 30 dias.

Dos 30 aos 49 anos há a necessidade de apenas uma dose. Os maiores de 50 anos não precisam tomar a vacina, pois já tiveram sarampo ou já tiveram contato com alguém com sarampo.

“Eu gostaria de explicar que você que tem contato com o vírus ou com a bactéria você tem a infecção. Aí existem dois caminhos: ter apenas a infecção ou desenvolver a doença provocada por aquele vírus ou por aquela bactéria. Por exemplo, a grande maioria das pessoas no Brasil já estão infectadas com o bacilo da tuberculose, porém não têm a doença. Quem tem a doença é um número muito menor de pessoas, que devido a seu estado imunológico esse bacilo se desenvolveu, aumentou sua população e então causou a doença”, explica Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Para as pessoas que não têm certeza se já receberam a segunda dose da vacina contra o sarampo recomenda-se tomar mais uma dose no posto de saúde. Não existe problema em tomar mais de duas doses. A vacina só é contraindicada para gestantes e pessoas com baixa imunidade, como pacientes em tratamento contra o câncer ou portadores de doenças que derrubam o sistema imunológico, como a gripe, porque a vacina é feita com vírus vivo e atenuado, o que pode causar alguns efeitos colaterais.

 

Ponte Estaiada muda de cor para alertar sobre a importância da segurança do paciente

A Ponte Estaiada, um dos importantes cartões postais de Teresina, ficará laranja na noite desta terça-feira (17). A mudança de cor é em alusão ao Dia Mundial da Segurança do Paciente. O objetivo é alertar os teresinenses para a importância de garantir a segurança do paciente nos estabelecimentos de saúde e, assim, estimular a adoção de medidas que evitem ou minimizem incidentes aos usuários durante a assistência em saúde.

“A segurança do paciente é um aspecto importante no âmbito do cuidado em saúde. Por isso, os hospitais do município têm adotado várias medidas para prever, identificar e minimizar eventos indesejados durante a assistência. Com a participação de todos, – pacientes, acompanhantes, profissionais e estudantes – iremos ter serviços de saúde ainda mais seguros e com maior qualidade”, ressalta o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Charles Silveira, informando que no final de semana aconteceu o I Simpósio Municipal de Segurança do Paciente.

Os hospitais e UPAS da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina possuem Núcleos de Segurança do Paciente, instâncias responsáveis por implantar planos e protocolos nessa área, além de acompanhar a execução dessas ações nos serviços de saúde. “Com esta iniciativa, houve mudanças nos processos de trabalho, o que fortaleceu a cultura de segurança nestas unidades.”, ressalta Roseane Nadler, enfermeira da Diretoria de Assistência Especializada da FMS.

O SAMU de Teresina que atua em diversos locais, sob condições adversas, também tem se destacado na implementação de ações nessa área, tendo sido a primeira capital do Brasil ao implantar Núcleo de Segurança do Paciente. “Embora não haja exigência legal para implantação desse Núcleo no SAMU, a gestão entendeu que o Núcleo facilitaria os processos de trabalho e traria excelência ao serviço pré-hospitalar”, ressalta a diretora geral do órgão, Francina Amorim.

A estratégia de segurança do paciente envolve o conhecimento e o cumprimento de normas e protocolos que regem os estabelecimentos de saúde. “É necessário, por exemplo, identificar corretamente o paciente para garantir que a assistência seja prestada à pessoa certa, estabelecer comunicação efetiva entre os profissionais, utilizar medicamentos e realizar cirurgias de forma segura, higienizar as mãos para evitar infecções e prevenir quedas”,  finaliza Roseane Nadler.

FMS lança amanhã (18) campanha de hanseníase e verminoses nas escolas

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) lança amanhã (18), às 9h da manhã, a sexta edição da Campanha Municipal de Hanseníase e Verminose. A abertura será na Escola Municipal Cristina Evangelista, que fica na rua Piracuruca, 1345, bairro Três Andares.

O objetivo desta iniciativa é reduzir a carga parasitária de verminoses em escolares do ensino público fundamental e identificar casos suspeitos de hanseníase, possibilitando um diagnóstico oportuno da doença, o tratamento adequado e  acompanhamento dos casos confirmados. “O público alvo da Campanha são estudantes na faixa etária de 5 a 14 anos das escolas públicas municipais do Ensino Fundamental regular  de Teresina”, informa Svetlana Coelho, enfermeira da Diretoria de Vigilância em Saúde da FMS.

Para identificação dos casos de hanseníase é adotado o “método do espelho”, que consiste no preenchimento da ficha de autoimagem para identificação de escolares que apresentem sinais e sintomas sugestivos de hanseníase. A ficha é distribuída aos escolares, preenchida pelos pais e/ou responsáveis e devolvida para a escola em, no máximo, dois dias. Já o combate às verminoses é feito com o uso do medicamento para profilaxia das verminoses Albendazol 400 mg, via oral, dose única, sob a supervisão de um profissional da Estratégia de Saúde da Família. A realização dessa ação de profilaxia e de diagnóstico de hanseníase em escolares está em conformidade com as recomendações de Órgãos Internacionais como a OPAS/OMS.

Apesar dos esforços promovidos pelo governo brasileiro para o controle da doença nos últimos anos, casos em menores de 15 anos ainda são diagnosticados no país, sinalizando focos de infecção ativos e transmissão recente da doença. Teresina ocupa a 8ª posição nacional em casos de Hanseníase em menores de 15 anos. Em 2018, o número de casos novos diagnosticados nesta faixa etária em nossa capital foi 26 casos, o que corresponde a um coeficiente de detecção de 12,7 casos por 100.000 habitantes. “Vale ressaltar que casos de Hanseníase infantil sinalizam focos de infecção ativos e transmissão recente da doença”, diz Svetlana Coelho.