Programas de habitação em Teresina beneficiaram mais 50 mil famílias

O cabelereiro José Luis Sabino participou da ocupação de terras da Vila Padre Cícero, zona Leste de Teresina, há 23 anos. Hoje, comemora por ter casa própria, regularizada e valorizada numa comunidade que passou por inúmeras melhorias em infraestrutura. Como ele, mais de 50 mil famílias já foram atendidas com algum projeto realizado pela Prefeitura de Teresina na área de habitação nos últimos 30 anos.

Nesse período, o município executou vários projetos e intervenções relacionadas à construção de moradias, melhoria habitacional, implantação de infraestrutura, equipamentos públicos e mediação de conflitos. Entre 1997 e 2010, por exemplo, mais de 12 mil famílias foram atendidas mediante intervenções físicas e sociais, com ações de infraestrutura e equipamentos públicos, além de regularização fundiária.

Ascom/Semduh

“O começo da ocupação foi muito difícil. Recebemos uma ordem de despejo, mas graças a Deus acabou sendo suspensa e nossa região foi declarada área de interesse social. Em 2002 o Prefeito Firmino Filho realizou a regularização da área e assinou o título de posse dos nossos lotes”, lembra o cabelereiro, que hoje possui no mesmo espaço, a sua casa e um salão de beleza.

“Em 1997, realizamos o segundo Censo de Vilas e Favelas, nossa base para o Projeto Vila Bairro, que promoveu ações integradas de habitação, infraestrutura, implantação de equipamentos públicos, geração de emprego e renda e ações sociais, inicialmente, em 50 áreas da capital. Também fizemos a entrega de títulos de posse, através do Projeto Morar Legal, emitindo documentos preferencialmente em nome das mulheres”, recorda a assistente social, Rogéria Sousa, coordenadora de habitação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh).

Ainda de acordo com Rogéria Sousa, os avanços nos últimos anos passa também por uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Teresina e a Caixa Econômica Federal, que garantiu moradia para 18.269 famílias no Programa Minha Casa Minha Vida, além de ações da Política de Habitação e Regularização Fundiária. “Temos trabalhado em várias frentes: realizamos desapropriações para garantia da posse segura, eliminando conflitos fundiários urbanos. Também implantamos loteamentos para assentar famílias provenientes de áreas impróprias, de risco ou sem moradia”, explica.

PMT tem novos projeto de regularização fundiária

Ao todo, 20 áreas de ocupação irregular estão programadas para regularização, o que vai garantir às famílias a documentação definitiva dos imóveis. A Prefeitura também está concluindo o Plano de Regularização Fundiária de Interesse Social do Município, que já identificou 278 áreas de ocupação irregular.

De acordo com o secretário Marco Antônio, o processo de regularização não é de competência exclusiva do poder público municipal. Tanto o Estado, a União e os próprios moradores podem organizar projetos específicos, mas cabe ao município a competência exclusiva de aprovar esses projetos, de acordo com a legislação em vigor.

Ascom/Semduh

“O objetivo é incorporar estes núcleos urbanos ao contexto legal da cidade, através da documentação definitiva dos terrenos, ampliando o acesso da população a bens e serviços que garantam melhoria da qualidade de vida”, ressalta o secretário.

Para José Luis Sabino, que já vive há 23 anos na Vila Padre Cícero, os benefícios da regularização vão além de um documento. “Muita coisa mudou. Agora está tudo urbanizado, temos calçamento, rede de água e energia, sinalização, escolas e creches públicas, postos de saúde, além de outras obras, como a construção do terminal de ônibus, que trazem melhorias para nosso bairro”, ressalta.

Prefeitura orienta sobre fiscalização e penalidades para empresas transportadoras de resíduos

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH) realizou esta semana uma reunião com representantes de empresas transportadoras e de áreas de disposição final de resíduos situados em Teresina com o intuito de esclarecer dúvidas sobre como irão funcionar as fiscalizações e penalidades de empresas que estejam operando sem estarem legalizadas junto à Prefeitura.

O presidente da Associação das Empresas de Transporte e Reciclagem de Resíduos Sólidos de Teresina (AEMTRETHE), Juscelino Almeida, e alguns associados estiveram presentes no encontro.

A reunião aconteceu para esclarecer algumas dúvidas sobre as fiscalizações da Prefeitura a partir do dia 15 e as adequações que as empresas têm feito para operar de acordo com a regulamentação.

“Alinhamos informações, visto que 11 empresas associadas estão legalizadas, mas ainda existem muitas outras atuando de forma irregular. Um momento para reforçar que operar de forma ilegal, cabe penalidades de multa e por crime ambiental, tanto para a empresa atuante, quanto para o gerador dos resíduos que contratar os serviços de uma empresa ilegal”, explicou Vicente Moreira, secretário executivo da SEMDUH.

Ainda de acordo com Vicente Moreira, o cadastro é apenas uma etapa inicial. “É preciso que as empresas se adequem à regulamentação, que determina desde a pintura de caçambas, GPS nos caminhões, destinação dos resíduos para um local ambientalmente adequado, regularizado, dentre outras exigências”, explicou.

A principal mudança é a necessidade de se adequarem às regras instituídas por meio dos Decretos n° 18.060, n° 18.061 e n° 18.062, todos de 18 de outubro de 2018, e ainda das Resoluções COMDEMA n° 001 e n° 002, de 25 de fevereiro de 2019. As empresas tiveram três meses para se adequarem às disposições e durante esse período a SEMDUH atuou de forma educativa prestando orientações e auxílio no processo de cadastro e adequação.

Transportadoras de resíduos não legalizadas junto à Prefeitura responderão por crime ambiental

Desde maio deste ano a Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), consolidou o projeto “Tira Entulho”, que vem realizando o cadastro legal das empresas transportadoras e de áreas de disposição final de resíduos situados em Teresina. A etapa de cadastro, feita no site da Secretaria, encerra nesta quinta-feira (15) e empresas que continuem em atividade sem estarem legalizadas junto ao município poderão ser penalizadas.

De acordo com o secretário executivo da SEMDUH, Vicente Moreira, inicialmente foi feita uma regulamentação de como os transportadores de resíduos em Teresina e quem tem área de disposição, quer seja central de tratamento de resíduos ou aterros, devem atuar. Em seguida, as empresas foram orientadas a realizar um cadastro no site da SEMDUH, legalizando esta atuação. Agora, a Prefeitura parte para a etapa de fiscalização dessas empresas e dos geradores de resíduos, que também podem ser penalizados caso contratem empresas não legalizadas.

“A responsabilidade dos resíduos produzidos é tanto dos geradores, quanto das empresas que realizam a coleta e destinação. Por exemplo, os empresários do ramo de construção civil devem ficar atentos e exigir a documentação que comprove a legalidade das empresas de coleta. Eles podem ser penalizados pela contratação de empresas que não estejam regularizadas e também responderão por crime ambiental, junto com a empresa que esteja atuando ilegalmente”, explica o secretário executivo.

Dessa forma, Vicente Moreira alerta que só podem transportar resíduos de tira entulho e resíduos extradomiciliares em geral as empresas que forem cadastradas na Prefeitura e que tiverem declarado a área ambientalmente adequada em que os resíduos serão dispostos.

“A Prefeitura, a partir do dia 15 de agosto, passa a atuar de forma mais intensa na fiscalização dessas empresas. Assim, para garantir mais clareza sobre aquelas que já estão legalizadas, disponibilizamos no site da SEMDUH – https://semduh.teresina.pi.gov.br/celimp/  a lista das empresas regularizadas junto à Prefeitura, de acordo com cada tipo de resíduo. Assim, os contratantes podem ter mais segurança e garantia da legalidade dos serviços que estão contratando”, conclui o secretário executivo da SEMDUH.

Sobre a nova regulamentação

A principal mudança é a necessidade de se adequarem às regras instituídas por meio dos Decretos n° 18.060, n° 18.061 e n° 18.062, todos de 18 de outubro de 2018, e ainda das Resoluções COMDEMA n° 001 e n° 002, de 25 de fevereiro de 2019.

Com o intuito de garantir uma Teresina mais limpa e com menor disposição irregular de resíduos, as empresas tiveram três meses para se adequarem às disposições e durante esse período a SEMDUH esteve atuando educativamente a fim orientá-los  e auxiliá-los no processo de adequação e cadastro.

 

Dia D de Educação Ambiental realiza exposição de peças produzidas com material reaproveitável

Ascom/ semduh

As celebrações em alusão ao aniversário de 167 anos de Teresina acontecem durante o mês de agosto e animam a população. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh) realizou na manhã desta sexta-feira (09), a quarta edição do Dia D de Conscientização Ambiental, no Shopping da Cidade, Centro da capital.

As atividades desenvolvidas pelas equipes de educação ambiental da Semduh foram focadas no reaproveitamento de materiais recicláveis, com uma exposição de peças inspiradas na cidade, itens de decoração e acessórios de uso pessoal feitos com materiais reaproveitados, como também uma ação de Blitz Ambiental e entrega de Kit Lixocar para os motoristas que passavam pela Av. Maranhão.

“A ação de conscientização é voltada para adultos e crianças sobre a importância de reduzir a quantidade de resíduos que cada um produz, incentivar a adesão à coleta seletiva e o reaproveitamento de recicláveis com o intuito de preservar o meio ambiente e a nossa cidade. Além disso, foram entregues brindes especiais para os visitantes da exposição”, ressaltou a supervisora de limpeza pública da Semduh, Michelly Noleto.

Conceição Lopes, que passava pelo Shopping da Cidade, ficou encantada com a exposição. “Muito interessante ver esses símbolos que representam tanto nossa Teresina, feitos com jornal. O que iria para o lixo virou arte”, comentou a visitante.

 

Prefeitura asfalta ruas na Tabuleta, zona Sul da cidade

A Prefeitura de Teresina segue investindo na ampliação de massa asfáltica da capital, executando o asfaltamento de quadrantes de bairros. Nesta semana, o poder municipal inicia a obra de pavimentação que contempla cinco ruas no bairro Tabuleta, zona Sul da cidade, com investimentos de R$ 472 mil.

O coordenador de asfaltamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh), Daniel Pereira, explica que o município tem executado obras que contemplam bairros inteiros.

“Esta obra contempla cinco ruas, em um total de 1,3 km, com investimentos de R$ 472 mil e previsão de conclusão ainda neste mês de agosto. Essa obra segue o planejamento do prefeito Firmino Filho em beneficiar não apenas uma rua isolada, mas os bairros por completo. Só neste ano já asfaltamos o Parque Poti, Dirceu I e Renascença, além do Planalto Ininga e Parque Ideal, que estão em obras. Também asfaltamos laços em avenidas que receberam mudanças de trânsito”, disse Daniel.

Dentre as ruas que receberão pavimentação asfáltica na Tabuleta estão a David Caldas, Rua Professora Maria Raimunda, Rua Barroso, Rua Mauá e Rua Dionísio.

 

Empresas de Teresina podem aderir à coleta seletiva gratuitamente

Para reduzir o impacto dos resíduos sólidos gerados diariamente e os custos com o correto descarte e destinação deles, grandes geradores, como empresas e repartições públicas, podem aderir à coleta seletiva, oferecida gratuitamente pela Prefeitura de Teresina. Atualmente, 77 estabelecimentos já aderiram ao sistema de coleta de recicláveis.

O secretário executivo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), Vicente Moreira, explica que o município é responsável exclusivamente pela coleta e destinação de resíduos domiciliares, de conservação urbana e os equiparados a domiciliares. Aqueles produzidos por estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços e órgãos públicos são de responsabilidade deles, que contratam uma empresa particular para realizar a coleta.

“Dessa forma, todo o resíduo produzido por um grande gerador é pesado e tem um custo elevado para a empresa garantir uma destinação correta. Por meio da coleta seletiva, todo o material reciclável, como o papel, plástico, metal e vidro, que iria para o lixo junto com materiais orgânicos, passa a ser coletado pela Prefeitura de forma gratuita. Assim, a empresa garante uma diminuição de custo com a redução da pesagem do seu lixo”, esclarece o secretário executivo.

Vicente Moreira ainda pontua que o processo de adesão é bem simples. “A empresa solicita a coleta seletiva pelo 3218-1126 e uma equipe vai ao local para verificar a viabilidade da coleta, passar orientações sobre a segregação correta de resíduos, entender quantos quilos de recicláveis são produzidos diariamente e estabelecer um planejamento com a frequência de coleta”, comenta o secretário executivo.

O reaproveitamento de resíduos recicláveis, além de ser uma atitude que colabora para a preservação do meio ambiente, ainda colabora para a geração de renda das cooperativas de catadores de lixo que recebem os resíduos coletados pela prefeitura. “A coleta seletiva só traz ganhos, ganha o meio ambiente, ganha o empresário que economiza com a destinação de resíduos e ganham as famílias que recebem esses materiais e vendem para empresas que realizam reciclagem”, completa Vicente Moreira.

Prefeitura de Teresina implanta 17 novos PRRs na zona urbana

Para erradicar focos de disposição irregular de resíduos sólidos, também conhecidos como lixões a céu aberto, a Prefeitura de Teresina está em fase de implantação de 17 novos Pontos de Recebimento de Resíduos (PRRs), em todas as zonas da cidade. Ao todo, a capital contará com 42 pontos disponíveis para a utilização da população.

De acordo com o secretário executivo Vicente Moreira, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), atualmente, das 32 mil toneladas de resíduos recolhidos no município, 25% é proveniente de descarte irregular por parte da população e apenas 7,8% coletado nos PRRs.

“Falta conscientização por parte dos munícipes. A Prefeitura tem trabalhado intensamente para educar o teresinense a fazer o descarte correto dos seus resíduos, por meio de fiscalizações e ações das equipes de educação ambiental, e em oferecer mecanismos que facilitem essa disposição. Recentemente, reavaliamos as demandas da cidade e verificamos a necessidade de implantar mais 17 PRRs, em que quatro já foram instalados na zona Norte. A implantação acontece de forma gradual, mas já podemos garantir que todas as zonas de Teresina serão contempladas”, explica o secretário executivo.

Os PRRs são contêineres, com capacidade para 40m³, voltados para o recebimento do chamado lixo seco, que são resíduos resultantes de poda, capina, varrição, móveis velhos e restos de material de construção produzidos por pequenos geradores de lixo, em um total de 1m³ por dia (total de uma carroça).

“Não é permitido o descarte de resíduos orgânicos, seja domiciliar ou comercial, animais mortos, penas e vísceras, resíduo industrial, entulhos(acima de 1m³ diário), resíduo hospitalar, pilhas, baterias e aparelhos eletrônicos. Contamos com a colaboração da população e ainda reforçamos que o descarte de resíduos em local inapropriado é passível de multa, com valor a partir de R$ 340,70, podendo chegar a R$ 3.470,05”, completa Vicente Moreira.

PMT inicia cadastro de famílias da Vila Padre Cícero para regularização fundiária dia 29

A Prefeitura de Teresina realizou na manhã desta quinta-feira (25) uma reunião com mais de 100 moradores da Vila Padre Cícero para prestar orientações sobre o início do cadastro de 278 famílias para regularização fundiária, que acontece de 29 à 31 de julho.

De acordo com a Coordenadora de Habitação Rogéria Sousa, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), já foi feito um levantamento topográfico que identificou, que 764 famílias ocupam o núcleo e 278 delas ocupam a área pertencente à União, que será regularizada.

“Faremos a regularização dessa área que pertence à União para que os moradores recebam o documento definitivo dos terrenos em que moram. Hoje foi apenas um encontro inicial para explicarmos como funciona o processo do cadastro, quais as documentações os moradores devem ter em mãos, apresentar a equipe que fará a visita na casa dessas pessoas e sanar quaisquer dúvidas sobre a regularização fundiária”, pontua Rogéria Sousa.

A coordenadora explica que para o cadastro, é imprescindível que tenha um maior de idade na residência para apresentar os documentos pessoais da família (RG, CPF, comprovante de residência) e responder a um questionário.

“Precisamos de informações e dados sobre todos os que residem no imóvel. Se não houver ninguém na residência, faremos o cadastro da casa e depois viabilizaremos um outro momento para realizar os cadastros dos que ficarem faltando”, comenta.

 

Reunião anuncia cadastro de famílias da Vila Padre Cícero para regularização fundiária

Nesta quinta-feira (25) a Prefeitura de Teresina realiza uma reunião com moradores da Vila Padre Cícero com o intuito informar e orientar as famílias da localidade sobre o início do cadastro para regularização fundiária, que acontecem de 29 a 31 de julho. O evento será realizado na Escola Municipal Padre Ângelo Imperialli, bairro Santa Lia, zona Leste, às 10h.

O núcleo urbano Vila Padre Cícero existe há 23 anos, pela ocupação de famílias oriundas de municípios e povoados vizinhos em busca de oportunidade de estudo e trabalho. De acordo com o levantamento topográfico realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), 764 famílias ocupam o núcleo e 278 delas ocupam a área pertencente à União, que será regularizada.

“A Prefeitura já investe em infraestrutura, qualidade de vida, mobilidade e educação para esta região e agora nosso foco é partir para a regularização fundiária. Faremos a orientação inicial, de como funciona a metodologia para o cadastro dessas 278 famílias, e esclarecer as dúvidas que eles possam ter. É o mesmo processo que já fizemos no Parque Universitário e Vila Madre Teresa, e tem dado bastante certo”, comenta a Coordenadora de Habitação da SEMDUH, Rogéria Sousa.

A coordenadora ainda conta que os cadastros vão além do passo inicial para acesso à moradia regularizada. “A partir desse primeiro contato, iremos traçar o perfil socioeconômico das famílias para direcionar e implantar estratégias, com vista ao desenvolvimento urbano implementando infraestrutura essenciais. Além da prestação de serviços públicos para melhor qualidade de vida das famílias da localidade”, completa Rogéria Sousa.