FMS promove ações de combate ao Aedes aegypti nos hospitais

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove no mês de março uma programação para o fortalecimento de estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti, além de ações de conscientização, prevenção e manejo da dengue, zika e chikungunya. A atividade se inicia na próxima segunda-feira (27), no Hospital de Primavera, e percorre todos os hospitais, UPAS e maternidades do município.

Entre as ações previstas estão palestras para profissionais e população que se encontram nas filas de espera desses estabelecimentos, inspeção ao prédio a fim de detectar e eliminar possíveis focos do mosquito, entrega e divulgação de material de combate ao Aedes aegypti e também serão montados stands com exposição de material sobre o ciclo biológico do mosquito e materiais provenientes da reciclagem do lixo.

“A intenção é que seja realizada no município uma grande força-tarefa para conscientizar e mobilizar a população da importância de tomar os devidos cuidados para evitar o aumento de casos, já que nesse período a proliferação do inseto é maior devido ao aumento das chuvas”, comenta Vanessa Matos, chefe do Núcleo de Epidemiologia Hospitalar da FMS.

A maioria dos cuidados que devem ser tomados nos ambientes públicos e privados para evitar a proliferação do Aedes aegypti envolve atenção aos objetos que podem acumular água. Esses locais costumam ser escolhidos pelos mosquitos para depositar ovos e reproduzir. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da FMS realiza o trabalho em Teresina com os agentes de endemias que percorrem toda a cidade para identificar locais que possam acumular água e para orientar a população, que deve ser parceira no trabalho.

A infectologista Amparo Salmito, gerente de Epidemiologia da FMS, pede aos teresinenses para que contribuam na luta contra o Aedes aegypti. “A gente não combate o mosquito se a comunidade não nos ajudar. Aquele lixo que não foi fechado direito, ou que foi jogado no quintal, tudo pode virar foco do mosquito. Então eu faço um apelo a todos que não deixem acumular água parada, pois nós nunca sabemos quem vai desenvolver uma forma grave”, pede a médica.

PROGRAMAÇÃO: MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE

27/02 (Segunda): Hospital da Primavera;

02/03 (Quinta): Maternidade Wall Ferraz;

03/03 (Sexta): Hospital e UPA do Satélite;

06/03 (Segunda): Hospital e UPA do Promorar;

09/03 (Quinta): UPA Renascença;

14/03 (Terça): Hospital do Monte Castelo;

15/03 (Quarta): Hospital São Carlos Borromeo;

16/03 (Quinta): Hospital e Maternidade do Buenos Aires;

21/03 (Terça): Hospital do Dirceu;

23/03 (Quinta): Hospital Mariano Castelo Branco;

29/03 (Quarta): Hospital do Parque Piauí.

FMS lembra ações importantes para combater o Aedes aegypti

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina divulga semanalmente Boletim Epidemiológico de Arboviroses. No último boletim, 2 de setembro, foram confirmados 10.255 casos de dengue este ano, com nove óbitos confirmados e três em investigação. Já os casos confirmados de chikungunya são 1.339, com três óbitos confirmados e dois em investigação.

“Essas confirmações de mortes por chikungunya  são casos de maio que estavam em investigação. Mês em que a doença estava no pico. Mas queremos reforçar os cuidados que a população deve ter em manter os ambientes longe do mosquito Aedes aegypti”, diz a infectologista Amparo Salmito.

A maioria dos cuidados que devem ser tomados dentro de casa para evitar a proliferação do Aedes aegypti envolve atenção aos objetos que podem acumular água. Esses locais costumam ser escolhidos pelos mosquitos para depositar ovos e reproduzir.

Assim, é preciso: fechar muito bem as lixeiras e qualquer possível depósito de água, como potes, tambores, filtros, tanques e caixas d’água, pois o mosquito é bem pequeno e uma mínima fresta já é suficiente para que ele consiga colocar ovos; preencher os pratos de vasos de plantas com areia ou lavá-los semanalmente com o auxílio de bucha e sabão para eliminar os ovos do mosquito por completo; lavar os bebedouros de animais domésticos com esponja e trocar a água pelo menos uma vez por semana.

FMS alerta para cuidados com o Aedes aegypti no período chuvoso

Ascom/FMS

O período chuvoso que está se iniciando requer atenção especial em relação ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, por ser uma época propícia para a sua reprodução. Por isso, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) faz um alerta para a manutenção dos cuidados no dia-a-dia da população. Somente este ano, mais de 1,2 milhão de imóveis foram visitados pelas equipes da gerência de Zoonoses.

A gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, recomenda que os cuidados para evitar o mosquito sejam integrados à rotina da população, em especial aqueles relacionados ao descarte de lixo, que deve ser feito em parceria com o serviço público. “Embora tenhamos uma boa cobertura de retirada de lixo na cidade, ainda vemos pessoas fazendo o descarte inadequado em terrenos baldios e praças. No momento que se inicia o período chuvoso, esse material acaba se tornando um criadouro”, alerta a gerente. “A responsabilidade de mantermos esses ambientes, sejam públicos ou privados, livre de criadouros, é de todos nós enquanto cidadãos”, acrescenta Oriana.

Já em relação ao interior das residências, bem como imóveis comerciais, a gerente de Zoonoses alerta para pontos como calhas e marquises, que estão sujeitos ao acúmulo de água das chuvas. “As pessoas tendem a só observar esses locais quando notam a presença do mosquito ou alguém adoece, então é importante que o morador em ambiente residencial ou os trabalhadores em ambientes de trabalho estejam atentos com o objetivo de manter esses locais livres de criadouros”, orienta.

Dados da FMS mostram que Teresina confirmou, até o momento, 953 casos de dengue. O número é muito inferior ao registrado em 2019, que confirmou 4.495 pessoas com doença no mesmo espaço de tempo. De acordo com Oriana Bezerra, os bons números são resultados das ações de rotina realizadas pelo órgão, que não pararam mesmo durante a pandemia de Covid-19. Ela informa que somente este ano, além da visita aos imóveis, foram recolhidos 47.706 pneus em vias públicas e pequenas borracharias e foram esgotados 404.900 ovos do mosquito em pontos estratégicos como cemitérios, hortas comunitárias, terrenos e sucatas. “Esse trabalho é contínuo e fundamental para evitar a proliferação do Aedes aegypti”, comenta a gestora.

Ela informa que a população pode denunciar pontos suspeitos de formação de criadouros ou solicitar uma vistoria dos agentes de endemias para investigar a presença do mosquito ou seus ovos. Basta entrar em contato com a gerência de Zoonoses pelos telefones 3215-9143 e 3215-9144, ou por meio do aplicativo Colab, disponível tanto para dispositivos Android como iOS.

Teresina tem baixo risco de infestação pelo Aedes aegypti, aponta levantamento

Teresina registra baixo risco de infestação pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. É o que indica o quarto Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2020, divulgado nesta terça-feira (20) pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Segundo a pesquisa, o Índice de Infestação Predial (IIP) – a relação entre o número de imóveis positivos para o mosquito pelo total pesquisado – da capital foi de 0,2%.

A pesquisa, feita entre os dias 5 e 9 de outubro, foi realizada em todos os bairros da capital, que foram divididos em 32 estratos. Durante o LIRAa, que é feito quatro vezes ao ano, os agentes de endemias da FMS percorrem os imóveis em busca de focos do mosquito em potenciais criadouros. São enviados os índices de focos por meio da identificação tanto de larvas, como da forma adulta do inseto. Os dados obtidos servirão como base para o desenvolvimento de estratégias de combate ao Aedes aegypti e trabalhos educativos voltados à prevenção da dengue, zika e chikungunya.

“Estamos com baixo índice, mas não podemos relaxar os cuidados. Alertamos que devemos permanecer em vigilância para evitar potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. Estamos no período quente, mas logo teremos o início do período chuvoso. Então é importante que mantenhamos os cuidados em todos os ambientes em que convivemos, como nossas casas, trabalho e locais de lazer. Devemos retirar todo e qualquer depósito que possa acumular água e se transformar num criadouro. A responsabilidade é de todos”, enfatiza Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses de Teresina.20

Teresina registra queda de 83% no número de casos de dengue

Ascom/ FMS

Como resultado de um intenso trabalho realizado pelo município, Teresina está apresentando um baixo risco para infestação por Aedes aegypti. O número de casos de dengue teve queda de 83% em comparação ao mesmo período do ano passado. Dados da Fundação Municipal de Saúde (FMS) apontam que, neste mês de junho, o índice de infestação predial foi de 0,9%. O número está muito abaixo do que foi registrado no segundo levantamento do ano realizado em março, que era de 3%.

Teresina registrou, de 1°janeiro a 22 junho deste ano, 558 casos confirmados de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e não foi notificado nenhum óbito desde o começo de 2020. “Temos trabalhado para reduzir o índice de infestação do mosquito, realizando visitas domiciliares, recolhimento de pneus e o esgotamento dos ovos do mosquito em pontos estratégicos. Mas acreditamos também que a sanitização da área externa de espaços públicos, que possuem grande fluxo de pessoas, pode ter sido um dos fatores que possibilitaram a interrupção no ciclo biológico do Aedes aegypti”, informa a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra.

Ela explica que o Aedes é um vetor muito sensível a odores. “O produto usado na sanitização, um composto de hipoclorito de cálcio, que contem cloro, pode ter ajudado na interrupção do desenvolvimento biológico do mosquito, matando as larvas do transmissor. É importante enfatizar que a sanitização por si só não impede a proliferação do mosquito. É preciso que a população tenha consciência de manter suas casas livres de criadouros, evitando a existência de focos do Aedes”, alerta Oriana.

Segundo dados da Gerência de Zoonoses, este ano já foram retirados 270 mil ovos do mosquito, que também causa a zica e a chikungunya. “Pelas condições climáticas de Teresina, um ovo do mosquito pode passar para a fase adulta em apenas cinco dias”, explica a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, ressaltando que, este ano, Teresina não registrou nenhum caso de zica, entretanto foram confirmados 59 casos de chikungunya.

A zona Norte da capital lidera em casos de dengue. Os dez bairros com maior números de casos são: São Joaquim (25), Mocambinho (20), Primavera (17), Mafrense (17), Parque Brasil (16), Buenos Aires (16), Matadouro (13), Parque Alvorada (12), Água Mineral (11) e Real Copagre (10).

Teresina está em médio risco para infestação do Aedes aegypti

Teresina está em médio risco de infestação pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. É o que indica o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2020, divulgado hoje (26) pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Segundo a pesquisa, o Índice de Infestação Predial (IIP) – a relação entre o número de imóveis positivos para o mosquito pelo total pesquisado – da capital foi de 3,0. A pesquisa, feita entre os dias 16 a 20 de março, foi realizada em todos os bairros da capital, que foram divididos em 32 estratos.

“Nós da Gerência de Zoonoses estamos com nossas atividades normais, intensificando sempre todas as ações relacionadas ao controle do Aedes. Mesmo com a pandemia do coronavírus, as pessoas precisam continuar mantendo os cuidados para não acumular água em casa e também prevenir a proliferação do mosquito causador da dengue, zika e chikungunya”, alerta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da capital.

Ela reforça que as pessoas precisam abrir a porta para os agentes de endemia, que estão em campo. “Solicitamos que as pessoas recebam os agentes de endemia para vistoria dos imóveis. Mantendo a distância de 2 metros entre o agente e os moradores, e a higiene básica das mãos, o trabalho dos agentes continua. Eliminando os possíveis criadouros e tratando”, diz ela.

Durante o LIRAa, que é feito quatro vezes ao ano, os agentes de endemias da FMS percorrem os imóveis em busca de focos em potenciais criadouros. São enviados os índices de focos por meio da identificação tanto de larvas, como da forma adulta do inseto. Os dados obtidos servirão como base para o desenvolvimento de estratégias de combate ao Aedes aegypti e trabalhos educativos voltados à prevenção da dengue, zika e chikungunya.

Teresina tem baixo risco de infestação pelo Aedes aegypti, aponta levantamento

Ascom/FMS

Teresina registra baixo risco de infestação pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. É o que indica o primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2020, divulgado nesta sexta-feira (17), pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Segundo a pesquisa, o Índice de Infestação Predial (IIP) – a relação entre o número de imóveis positivos para o mosquito pelo total pesquisado – da capital foi de 0,7%.

A pesquisa, feita entre os dias 08 e 14 de janeiro, foi realizada em todos os bairros da capital, que foram divididos em 32 estratos. Durante o LIRAa, que é feito quatro vezes ao ano, os agentes de endemias da FMS percorrem os imóveis em busca de focos do mosquito em potenciais criadouros. São enviados os índices de focos por meio da identificação tanto de larvas, como da forma adulta do inseto. Os dados obtidos servirão como base para o desenvolvimento de estratégias de combate ao Aedes aegypti e trabalhos educativos voltados à prevenção da dengue, zika e chikungunya.

“Este resultado de 0,4% é fruto do trabalho de rotina dos agentes de endemias e das ações de intensificação que são realizadas durante todo o ano, como a Faxina nos Bairros”, comenta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS. A Faxina acontece todos os sábados em dois bairros de diferentes zonas da cidade. Neste sábado (18) será a vez dos bairros Samapi e Alto Alegre, zonas Leste e Norte respectivamente.

Na Faxina nos Bairros, os moradores dos locais são orientados pelos agentes de saúde a fazer uma limpeza dentro de suas casas e depositar o lixo na calçada no sábado, quando ele será recolhido pelas equipes da SDU. “Pedimos especial atenção para o lixo que não é recolhido pela limpeza regular, como eletrodomésticos e móveis de grande porte”, diz a gerente. Ainda no sábado, a equipe da FMS faz uma caminhada educativa, orientando a população sobre medidas preventivas de combate à dengue, zika e chikungunya e os males trazidos por estas doenças. As equipes se reúnem em um ponto de encontro a partir das 8h da manhã e de lá iniciam o percurso.

No Samapi, o ponto de encontro será na Capela Nossa Senhora das Graças, e será percorrido o quadrante formado pelas ruas José Torquato Viana, rua Apolo XI e Avenida Maria Antonieta Burlamaqui. Já no Alto Alegre, o ponto de encontro será no CMEI Anita Ferraz, com percurso no quadrante formado pelas ruas Castelo do Piauí, Amarante, Pescador Raimundo Salvino, Sapucaia e João Isidoro França.

“É bom ressaltar que o período chuvoso está iniciando e que a oferta de potenciais criadouros deve ser reduzida, ou seja, as pessoas devem ser vigilantes nos seus ambientes residenciais, de trabalho, de lazer e religiosos, e com isso retirar todo e qualquer depósito que possa acumular água e se transformar num criadouro. A responsabilidade é de todos”, alerta Oriana Bezerra.

Bairros Cidade Jardim e Aroeiras recebem mutirão de combate ao Aedes aegypti

Com a proximidade do período chuvoso é importante evitar o acúmulo de lixo que pode gerar criadouros do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para evitar isso, a Prefeitura de Teresina e a população se unem na Faxina nos Bairros, ação semanal de limpeza e educação em saúde, que neste sábado (07) estará nos bairros Aroeiras (zona Norte) e Cidade Jardim (zona Leste).

A ação é uma iniciativa da Fundação Municipal de Saúde (FMS), com a colaboração das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) de cada área. “A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do Aedes”, comenta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS. Nos dias que antecedem a Faxina, os moradores são avisados pelos agentes de saúde e endemias a fazer uma limpeza em suas casas e orientados a depositar nas calçadas todo o material inservível para que seja coletado pela equipe de limpeza, especialmente aqueles de grande porte que não são recolhidos pela limpeza regular.

As equipes se encontram em um local e percorrem um quadrante determinado para a limpeza. Simultaneamente, ocorre uma caminhada educativa, em que os profissionais da FMS dão orientações aos moradores sobre as principais formas de combate ao mosquito.

No Aroeiras, zona norte, as equipes se encontrarão no Portal do Nova Teresina, de lá percorrem o quadrante formado pelas avenidas Caçapava, Josué de Moura Santos, Rua Projetada e Rua Xexeu. Já no bairro Cidade Jardim, o quadrante percorrido será formado pelas ruas Joel Loureiro, Alterosa, Avenida Presidente Kennedy e Avenida Josué de Moura Santos, tendo como ponto de encontro no Cemitério Santa Mônica.

“Solicitamos aos moradores destas áreas que a partir de hoje já coloque todo esse material que serve para acumular água e não tenha utilização pelos moradores nas calçadas. Para que no sábado a prefeitura retire todos esses materiais e possa permanecer com os ambientes livres de criadouros”, diz Oriana Bezerra.

A atividade foi iniciada com o intuito de incrementar as ações de controle vetorial da FMS e desde então contribuiu para redução em torno de 50% da incidência de casos de dengue, chikungunya e zika em Teresina. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.