FMS lança ferramenta para monitoramento de dengue e chikungunya

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está lançando uma nova plataforma para registro dos dados de dengue e Chikungunya (as chamadas arboviroses) no município de Teresina. O boletim será atualizado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS TERESINA) e vai viabilizar o monitoramento das doenças por todos que tiverem interesse.

A ferramenta está disponível para o acesso público por meio do site da FMS: site.fms.pmt.pi.gov.br e tem por objetivo reunir dados abrangentes e atualizados sobre a dengue e Chikungunya, fornecendo uma visão detalhada do panorama epidemiológico no município. “Queremos assim garantir a transparência no fornecimento de informações e fomentar as iniciativas de combate à doença”, diz Walfrido Salmito, diretor de Vigilância em Saúde da FMS.

A iniciativa faz parte das ações contra a dengue que estão sendo executadas a partir das ações do Plano Municipal de Contingência das Arboviroses Urbanas estabelecido pela FMS.

Aedes aegypti é o nome da principal espécie que transmite os vírus da dengue, o vírus causador da febre Chikungunya e o Zika vírus. Essa espécie tem como característica a presença de marcações brancas nas pernas e no dorso (em formato de uma lira).

É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. A fêmea tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano para fazer a maturação dos seus ovos.

Dia D contra a dengue foi realizado na região da Usina Santana

A região da Usina Santana recebeu uma etapa da campanha de combate a proliferação do mosquito Aedes Aegypti com o Dia D contra a dengue na última quinta-feira (30). A atividade é resultado da união de vários órgãos da Prefeitura de Teresina e tem como objetivo conscientizar a população da cidade quanto a importância da prevenção.

Na ação, agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses, da Fundação Municipal de Saúde, efetivos do Exército e reeducandos do regime semiaberto do sistema prisional da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus) visitaram dezenas de residências da região, vistoriando-as na procura de possíveis focos de dengue e conversando com os moradores sobre as medidas necessárias para evitá-los.

Ações foram realizadas para orientar população no combate ao mosquito transmissor de várias doenças. Fotos: Ascom SAAD Sudeste

A ação faz parte de uma grande operação integrada da PMT que teve início em março e já passou por vários bairros, em todas as regiões da cidade. Participaram do evento as Superintendências de Ações Administrativas Descentralizadas (SAADs) Sudeste e Rural, Ouvidoria do Município, Fundação Municipal de Saúde (FMS), Gerência de Zoonoses, SEMDUH, Secretaria Municipal de Comunicação (SEMCOM) e Exército.

“Os casos de dengue e de outras doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti têm batido muitos recordes dolorosos em Teresina. A PMT organizou uma verdadeira força tarefa para combater esse mal e o evento veio para se somar a essa luta”, destaca o superintendente da SAAD Sudeste, Zé Nito.

Zoonoses alerta para cuidados com o Aedes aegypti durante o isolamento social

Mesmo durante a quarentena, a Gerência de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS) segue em vigilância para evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como zika, dengue e chikungunya. O serviço foi considerado essencial para evitar o aumento destas doenças e uma sobrecarga no sistema de saúde, que no momento está focado no combate à COVID-19.

Os agentes de endemias que não estão nos grupos de risco para a COVID-19 continuam com rotina normal de visita às residências e verificação de potenciais criadouros do mosquito.  “Recomendamos que os agentes de endemia continuem verificando os imóveis, mas sempre seguindo as regras de segurança de se manter distante dos moradores durante as visitas nas casas e reforçar a lavagem das mãos”, explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

A gestora também chama a atenção dos teresinenses para que mantenham as medidas preventivas para a não proliferação de mosquito na cidade, em especial nesta época de isolamento social onde todos estão em casa e devem estar mais atentos a recipientes que possam acumular água, bem como calhas, lages e objetos expostos à chuva. “O Aedes não está em quarentena e nem de férias, por isso fazemos o alerta para que as pessoas que estão em isolamento social façam seu dever de casa, que é a verificação de seus quintais, retirando todo potencial criadouro existente no imóvel e fazendo a faxina”, alerta Oriana.

Até o dia 13 de abril a FMS registrou 279 casos confirmados de dengue e 29 de chikungunya em Teresina em 2020. O número está bem abaixo dos registrados em 2019, que foram de 1.167 casos confirmados de dengue e 206 casos de chikungunya no mesmo período. Em ambos os anos, nenhum caso de zika foi confirmado na capital.

Ação de prevenção ao Aedes é realizada no Mário Covas e Todos os Santos neste sábado (30)

A reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, não escolhe bairro ou casa: ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. Em uma ação de colaboração com a população a Prefeitura de Teresina promove a Faxina nos Bairros, atividade semanal que neste sábado (30), a partir das 8h, visita os bairros  Mário Covas e Todos os Santos, zonas Sul e Sudeste da capital.

A Faxina nos Bairros é uma atividade de limpeza e educação organizada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) em parceria com as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) de cada área. “A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do Aedes”, comenta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

Durante a semana os moradores são avisados pelos agentes de saúde e endemias a fazerem uma limpeza em suas casas e depositarem nas calçadas todo o material inservível para que seja coletado pela equipe de limpeza, especialmente aqueles de grande porte que não são recolhidos pela limpeza regular.

As equipes se encontram em um local e de lá saem percorrendo um quadrante determinado para a limpeza. Neste sábado, na zona Sul, será o quadrante formado pelas quadras T e S da Rua João Soares. Já na zona Sudeste o quadrante percorrido será aquele formado pela estrada da Usina Santana, estrada de Ferro, Rua Linha de Ferro e Rua João Felinto.

A Faxina nos Bairros tem o objetivo de incrementar as ações de controle vetorial da FMS e desde então contribuiu para redução em torno de 50% da incidência de casos de dengue, chikungunya e zika em Teresina. A principal ação para a prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.

 

Mais de mil pessoas receberam atendimento em saúde na 1ª edição do “Meu Bairro é Limpeza”

Ascom FMS

A Prefeitura de Teresina, em parceria com a TV Cidade Verde, iniciou no último sábado (29) o projeto “Meu Bairro é Limpeza”, com ações de saúde e limpeza para os bairros da capital. A primeira edição foi na Praça Dom Celso José Pinto da Silva, no bairro Tancredo Neves. Foram realizadas 240 imunizações contra Influenza, 38 atendimentos odontológicos, 43 testes rápidos para Hepatites B, C e Síflis, 50 auriculoterapias, 170 aferições de pressão arterial e testes de glicemia, além de atividades de educação em saúde de 582 crianças. Mais de 1.000 atendimentos em saúde, entre atividades preventivas e efetivas, foram realizados.

“Meu Bairro é Limpeza” é uma atividade que une limpeza, saúde e educação em uma manhã lúdica com a comunidade. O objetivo principal é combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da zika, dengue e chikungunya, com ações como capina, varrição, roço, recolhimento de entulho e materiais inservíveis. As equipes de saúde também estiveram visitando as residências para identificar possíveis focos do mosquito.

“Na praça, realizamos atividades de lazer, esporte e música, além de serviços de saúde”, informou Francisco Pádua, diretor de Atenção Básica da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Dois médicos e dois enfermeiros fizeram plantão no local, fazendo a avaliação de 12 pessoas com manchas suspeitas de Hanseníase.

O evento contou ainda com um stand educativo, onde foram dadas orientações, folderes e material educativo sobre as doenças transmitidas pelo Aedes, além de exposição de bijuterias feitas de material reciclado para a conscientização sobre o reaproveitamento de resíduos sólidos, orientações sobre doenças como hanseníase, tuberculose e ISTs, com distribuição de preservativos e folders.

A qualidade da água também teve destaque, com orientações sobre cuidados como lavagem de caixa d’água, desinfecção de frutas e verduras e prevenção de doenças veiculadas pela água.

As crianças tiveram um espaço exclusivo, com atividades de desenhos e distribuição de jogos sobre zika, dengue e chikungunya, atividades recreativas e apresentação de teatro infantil.

 

FMS divulga segundo Índice de Infestação por Aedes Aegypti

Ascom FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina divulgou o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2019, realizado entre 29 de abril e 03 de maio. O LIRAa deu 2,2 de Índice de Infestação Predial (IIP). Comparando com o primeiro LIRAa, que aconteceu entre 25 de fevereiro e 01 de março, aumentou um estrato para baixo risco e dois estratos para médio risco.

“Chama atenção que a média encontrada é de 2,2. O Ministério da Saúde determina que maior que 1 é sinal de alerta e maior que 2 é sinal de gravidade. Portanto, precisamos não criar mosquito, porque eles estão aí. O número de casos de dengue aumentou de março até agora e hoje nós temos quase 1.200 casos notificados. Chamo atenção para que as pessoas tomem cuidado para não criar mosquito em casa, trabalho, escolas e igrejas. E se a pessoa vier a ter a dengue é importante manter a hidratação, ou seja, urinar transparente 24 horas por dia. Se você sentir dor abdominal, cansaço, tontura, deve procurar imediatamente o serviço de urgência da saúde, pois são sinais de gravidade”, afirma Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS. De janeiro a 7 de maio de 2019 a FMS notificou 1.188 casos de dengue, 191 casos de chikungunya e 20 casos de zika.

O LIRAa acontece quatro vezes ao ano e abrange todas as regiões da cidade. Durante o LIRAa, os agentes de endemias da FMS percorrem uma média de 15 mil imóveis em busca de focos em ralos, piscinas, vasos de planta e outros potenciais criadouros. São enviados os índices de focos por meio da identificação tanto de larvas, como da forma adulta do inseto. Os dados obtidos servirão como base para o desenvolvimento de estratégias de combate ao Aedes aegypti e trabalhos educativos voltados à prevenção da dengue, zika e chikungunya.

 

Armadilha recolhe 458.000 ovos de mosquito da dengue em Teresina

Ascom FMS

Em uma iniciativa para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) instala armadilhas que evitam a proliferação de novos mosquitos em pontos estratégicos de Teresina. As chamadas ovitrampas utilizam água parada e palheta de eucatex (madeira), simulando o ambiente perfeito para que as fêmeas depositem seus ovos. Com a estratégia, somente entre janeiro e abril deste ano foram recolhidos 458.435 mil ovos do mosquito em Teresina.

“A ovitrampa, que evita que os ovos se transformem em mosquitos adultos, é colocada em locais de possibilidade de maior multiplicação dos mosquitos, como em pequenas borracharias, hortas, canteiro de obras e sucatas. Após a retirada, o nosso laboratório faz a análise, identificação e contagem dos ovos. Ao final, estes são destruídos”, explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

De acordo com o presidente da FMS, Charles Silveira, a FMS realiza inúmeras ações de combate ao mosquito no decorrer do ano. “Nessa luta, que é a favor da saúde e da vida, contamos com o apoio da população, que com atitudes bastante simples, como a inspeção semanal de sua própria casa para evitar o acúmulo de água parada, pode impedir a proliferação do Aedes aegypti”.

Amariles Borba alerta ainda que os meses mais críticos, considerados como período de risco na cidade, são de fevereiro a junho. “O período chuvoso, associado à falta de cuidados domésticos, contribui para o aumento de criadouros. Em Teresina, por conta das condições climáticas, o mosquito evolui de ovo para mosquito adulto em cinco dias, situação que difere de vários locais do Brasil em que o ciclo de criação do mosquito é de dez dias”.

Confira abaixo dicas para evitar a proliferação do Aedes Aegypti:

-Vire todas as garrafas com a boca para baixo e evite que acumule água dentro delas

-Não deixe água acumulada sobre a laje

-Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada

-Mantenha bem tampados tonéis e barris d’água

-Mantenha a caixa d’água bem fechada. Coloque também uma tela no ladrão da caixa d’água

-Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas

-Lave por dentro, com escova e sabão, os utensílios usados para guardar água em casa

-Troque a água de vasos e de plantas aquáticas e lave-os com água e sabão uma vez por semana

-Coloque no lixo todo objeto utilizado que possa acumular água

-Encha de areia os pratos das plantas ou lave-os semanalmente

-Lave semanalmente por dentro os tanques utilizados para guardar água

-Feche bem os sacos de lixo e deixe-os fora do alcance de animais

-Lave semanalmente o recipiente de água dos climatizadores

Campestre e Santo Antônio recebem mutirão de combate ao Aedes aegypti

O mutirão de limpeza e educação da Prefeitura de Teresina, a Faxina nos Bairros, segue percorrendo a cidade em busca dos focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da zika, dengue e chikungunya. Neste sábado (06) as equipes visitam os bairros Campestre e Santo Antônio, nas zonas Leste e Sul da capital.

A ação é uma parceria entre a Fundação Municipal de Saúde (FMS) e as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) de cada área. As equipes de educação em saúde e limpeza estarão nos locais orientando as pessoas de como manter os ambientes longe de focos do Aedes aegypti, enquanto caminhões de limpeza recolherão os entulhos que podem acumular água.

A partir das 8h as equipes se reúnem em um ponto de encontro e de lá seguem realizando o trabalho. Na zona Leste o ponto de encontro será em frente à CMEI Bom Samaritano e o quadrante percorrido será o formado pelas avenidas Horácio Ribeiro, Zequinha Freire, Dr. Aquiles Wall Ferraz e Rua José Torquato Viana. Já na zona Sul as equipes percorrem as ruas Odilon Nunes, Dois Antônios, Delma Basílio e Avenida Telégrafo, com ponto de encontro no CAIC Professor Melo Magalhães.

“Os moradores destes bairros precisam ficar atentos e colocar todo material inservível que está armazenado no quintal e pode vir a ser foco para proliferação do mosquito”, diz a gerente de zoonoses Oriana Bezerra. “Aquelas pessoas que não tem condição de pagar carros para levar esses tipos de materiais que não são recolhidos durante a coleta de lixo rotineira terão a oportunidade de colocar na calçada”, enfatiza ela.

A Faxina nos Bairros tem os objetivos de sensibilizar a população para criar o hábito semanal de vistoria do seu imóvel e proporcionar à população a retirada pela Prefeitura de utensílios inservíveis, principalmente eletrodomésticos em que a coleta de lixo diária não retira.

Teresina apresenta médio risco de infestação pelo Aedes aegypti

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está em alerta em relação à infestação do Aedes aegypti em Teresina, classificada como de médio risco por ter atingido média de índice de 2,4. De acordo com o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) de 2019, realizado entre os dias 25 de fevereiro e 01 março, houve aumento do número de criadouros do mosquito em 103 bairros da capital.

Cerca de 14 mil imóveis foram vistoriados por agentes de combate a endemias da Gerência de Zoonoses da FMS, para realizar o LIRAa. Os bairros que apresentaram maior índice de infestação do mosquito foram Santa Maria da Codipi, Chapadinha, Parque Brasil, Alegre, Santa Rosa, Areias, Distrito Industrial, Santa Cruz, Saci, Triunfo, Parque Piauí, São Lourenço, Parque Sul e Santo Antônio.

De acordo com o presidente da FMS, Charles Silveira, “a Fundação realiza inúmeras atividades de combate ao mosquito no decorrer do ano e nessa luta, que é a favor da saúde e da vida, nós contamos com o apoio da população, que com atitudes bastante simples, como a inspeção semanal de sua própria casa para evitar o acúmulo de água parada, pode impedir a proliferação do Aedes aegypti”.

“No primeiro LIRAa feito em janeiro de 2019, os bairros de Teresina tinham baixo risco de infestação do Aedes aegypti, com índice menor do que 1. Agora, 63% dos bairros estão com índice entre 1 e 3,9 e cerca de 18% com índice maior do que 4. Diante disso, a FMS chama a atenção da população, para que não fique criando mosquito”, afirma Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Amariles Borba alerta ainda que os meses mais críticos, considerados como período de risco na cidade, são de fevereiro a junho. “O período chuvoso associado à falta de cuidados domésticos contribuem para o aumento de criadouros apontado no Levantamento. Em Teresina, por conta das condições climáticas, o mosquito evolui de ovo para mosquito adulto em cinco dias, situação que difere de vários locais do Brasil em que o ciclo de criação do mosquito é de dez dias”.

O levantamento apontou também que a maioria dos focos do mosquito foram encontrados em armazenamentos de água para consumo humano, em depósitos a nível do solo (barril, tina, tonel, depósito de barro, tanque, poço e cisterna), bem como em lixo passível de remoção, que são recipientes de plástico, garrafas, pneus e latas.

Elna do Amaral, infectologista da maternidade Wall Ferraz da FMS, destaca os perigos das doenças causadas pelo Aedes aegypti: “Existem quatro tipos de vírus da dengue, mas qualquer um pode levar a dengue hemorrágica, que é perigosa e pode levar a morte. Já a Chikungunya provoca dor articular intensa e a pessoa pode ficar sem caminhar; enquanto os sintomas da Zika são mais simples,mas caso ocorra em gestante tem a possibilidade de causar microcefalia no bebê”.

Segundo Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS, “todos os anos a FMS adota estratégias recomendadas pelo Ministério da Saúde para evitar proliferação do mosquito”. Somente em 2018, a Fundação recolheu cerca de 80 mil pneus de pequenas borracharias e entregou o material a empresas de reciclagem; realizou 80 Faxinas nos Bairros aos sábados em diversos bairros e colocou 63 pontos de recolhimento de resíduos para recolher lixos não domésticos.

Outras ações desenvolvidas pela FMS em 2018 envolvem coleta de mais de 400 mil ovos de mosquitos, através da instalação de ovitrampas (esgotamento de ovos das fêmeas) em pontos estratégicos, como sucatas; entrega mais de 38 mil folders e 53 mil cartilhas sobre o tema e realização de orientação a mais de 25 mil pessoas no evento Teresina em Ação.

 

Dicas para evitar proliferação do mosquito Aedes aegypti

-Vire todas as garrafas com a boca para baixo e evite que acumule água dentro delas

-Não deixe água acumulada sobre a laje

-Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada

-Mantenha bem tampados tonéis e barris d’água

-Mantenha a caixa d’água bem fechada. Coloque também uma tela no ladrão da caixa d’água

-Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas

-Lave por dentro, com escova e sabão, os utensílios usados para guardar água em casa

-Troque a água de vasos e de plantas aquáticas e lave-os com água e sabão uma vez por semana

-Coloque no lixo todo objeto utilizado que possa acumular água

-Encha de areia os pratos das plantas ou lave-os semanalmente

-Lave semanalmente por dentro os tanques utilizados para guardar água

-Feche bem o saco de lixo e deixe-os fora do alcance de animais

-Lave semanalmente o recipiente de água dos climatizadores