Edição 36 da Revista Cadernos de Teresina foca na dança como ferramenta de expressão e inclusão

Edição 36 da Revista Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) dá continuidade ao projeto de valorização da memória da revista Cadernos de Teresina, trazendo nesta semana um olhar apaixonado sobre a edição nº 36, publicada em agosto de 2003. Este volume é um verdadeiro tributo aos homens e mulheres que, através da arte, ajudaram a transformar Teresina em um polo de referência para a dança no Nordeste e no Brasil.

O grande enfoque deste episódio é a força da dança como ferramenta de expressão e inclusão. O resumo da matéria foi apresentado por Samuel Alvís, coordenador do Balé da Cidade, que destaca a importância de registrar a memória de quem dedicou a vida aos palcos piauienses. Como cenário para essa conversa, percorremos não apenas o palco, mas também as salas das oficinas de dança do Teatro João Paulo II, no Grande Dirceu, um espaço que pulsa cultura e acolhe talentos da nossa cidade.

Sob o título principal “A Cidade da Dança”, o exemplar nº 36 mergulha na história de grupos e personalidades fundamentais, como o primeiro bailarino do estado, Roberto Freitas, e a trajetória da bailarina e coreógrafa, Eleonora Paiva. A edição também celebra momentos marcantes, como a passagem do Instituto Escola do Teatro Bolshoi pelo Piauí e o brilho do Balé Folclórico de Teresina.

Além da dança clássica e folclórica, a revista abre espaço para o movimento das ruas com o Hip Hop, mostrando como a dança ganha vida nos bairros e promove a cidadania entre jovens carentes. Como enfatizado pela revista, esta edição é um convite para reconhecer o “heroico trabalho” de artistas, professores e coreógrafos que, mesmo diante de desafios, fizeram a dança florescer em diversas vertentes na nossa capital.

O episódio gravado no Teatro João Paulo II, entre os palcos e as salas de aula, simboliza essa vitalidade, unindo o registro histórico das páginas da revista com a realidade dos palcos que continuam a formar novas gerações de bailarinos. É uma homenagem ao passado que inspira o futuro da nossa arte. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

A dança que transforma: Teatro João Paulo II celebra o Dia Internacional da Dança com emoção e talento

Celebração do Dia Internacional da Dança no Teatro João Paulo I (Foto: Ascom FMC)

O palco do Teatro João Paulo II, localizado no coração do Grande Dirceu, transformou-se em um mosaico de ritmos, cores e gerações na última quarta-feira (29). Em celebração ao Dia Internacional da Dança, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, promoveu uma programação especial que reafirmou o compromisso da Prefeitura de Teresina com a democratização da arte e o apoio aos talentos locais.

O evento contou com a participação vibrante dos alunos das oficinas de dança da FMC, que tiveram a oportunidade ímpar de dividir o palco com os profissionais do RECO Cia de dança e do Balé da Cidade de Teresina. Das pequenas bailarinas em seus primeiros passos aos movimentos precisos do corpo de baile profissional, o que se viu foi uma celebração da vida e da continuidade artística através do movimento.

Celebração do Dia Internacional da Dança no Teatro João Paulo I (Foto: Ascom FMC)

Para o presidente da FMC, o maestro Aurélio Melo, manter viva a chama da dança em bairros descentralizados é uma missão que vai além do entretenimento. Em sua fala durante o evento, destacou que a Fundação se sente muito feliz em manter essa atividade no bairro Dirceu pela importância que essa arte representa na cultura da cidade, reforçando que nada é melhor do que comemorar a data ao lado de jovens e crianças que representam o futuro e o fortalecimento dessa identidade cultural em nossa capital.

A celebração também foi um momento de reflexão sobre a trajetória formativa dos artistas da terra. Vanessa Nunes, coordenadora das oficinas de dança, enfatizou que o evento simboliza o sucesso de uma rede de apoio institucional que acompanha o artista desde a base. Segundo ela, a data é significativa para todos que vivem da expressão do corpo, e o evento mostra como a Prefeitura, através da Fundação Monsenhor Chaves, mantém uma rede viva que vai desde a formação inicial até o alcance do palco profissional.

Celebração do Dia Internacional da Dança no Teatro João Paulo I (Foto: Ascom FMC)

Com duas sessões gratuitas que atraíram famílias e entusiastas da cultura, o encontro entre a iniciação artística e o profissionalismo do Balé da Cidade consolidou o Teatro João Paulo II como um dos principais polos de efervescência cultural de Teresina. Ao unir formação e espetáculo, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves reafirma que o acesso à arte de qualidade é um direito fundamental, transformando o palco em um espaço de cidadania e orgulho para toda a comunidade.

Dia Internacional da Dança celebra a arte do movimento e sua importância cultural

Dia Internacional da Dança (Foto: Ascom FMC)

O Dia Internacional da Dança, também conhecido como Dia Mundial da Dança, é comemorado em 29 de abril desde 1982. A data foi instituída pelo Conselho Internacional da Dança (CID), com o objetivo de homenagear e dar maior visibilidade a essa importante manifestação artística. Desde os tempos antigos, o ser humano utiliza o corpo como forma de comunicação, e a dança sempre esteve presente nesse processo.

Por meio dos movimentos, ela transmite emoções, histórias e características particulares de cada indivíduo, além de preservar a memória e a expressão de diferentes culturas ao redor do mundo. O dia 29 de abril foi escolhido de forma simbólica por ser o nascimento de Jean-Georges Noverre, mestre do balé francês. Ele também se destacou por escrever uma das obras mais importantes sobre o tema “As Cartas sobre a Dança”. A dança abrange inúmeros estilos, como balé, samba, hip-hop, dança contemporânea, forró, tango, entre muitos outros. Cada modalidade carrega tradições, costumes e identidades próprias, refletindo a diversidade cultural dos povos.

Nessa data, escolas, teatros, academias e centros culturais costumam promover workshops, oficinas e espetáculos para celebrar a arte da dança. Mais do que uma comemoração, o Dia Internacional da Dança reforça a importância dessa expressão artística como instrumento de inclusão e união entre pessoas de diferentes lugares e culturas. Celebrar a dança é reconhecer a força do movimento como linguagem universal capaz de emocionar e transformar vidas.

Cadernos de Teresina 31: cultura, arte e meio ambiente em destaque na edição de 1999

Cadernos de Teresina 31 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais um mergulho na revista Cadernos de Teresina, com destaque para a edição nº 31, publicada em dezembro de 1999. A publicação reúne conteúdos diversos, passeando por contos, crônicas, artes visuais, música, teatro e agendas culturais, consolidando-se como um importante registro das produções culturais da capital.

Um dos destaques dessa edição é o artigo sobre o meio ambiente e a cultura do desperdício, escrito por Pier Luigi Sapio. O conteúdo foi o foco do episódio desta semana, com resumo apresentado pela servidora, Edilene Santos. O autor reflete sobre o Brasil como um dos campeões em desperdício, prática que se manifesta desde hábitos cotidianos como o desperdício de alimentos, até áreas como a construção civil. Segundo ele, trata-se de uma cultura enraizada no subconsciente coletivo.

O artigo resgata esses comportamentos muitas vezes inconscientes e propõe reflexões e caminhos, como a valorização do Piauí enquanto potencial destino de ecoturismo. A ideia é incentivar o conhecimento das riquezas naturais do estado, promovendo sua preservação e uso consciente.

A edição nº 31 também evidencia a diversidade artística local, permitindo ao leitor conhecer melhor artistas piauienses e suas obras. Nas artes plásticas, destaca-se o trabalho de Carlos Martins, escultor cujas obras iluminam a noite de Teresina.

Por se tratar de uma edição natalina, a capa ganha um significado especial: a iluminação da Igreja de São Benedito, doada pela Philips do Brasil, simbolizando o desejo de que “a nossa memória não se apague”. A imagem reforça o papel da revista como guardiã da memória cultural e afetiva da cidade.

O episódio desta semana foi gravado na Central de Artesanato Mestre Dezinho e na Igreja de São Benedito, localizados no centro de Teresina. O centro de artesanato é um local com lojas de produtos artesanais, funcionando também como polo cultural e turístico, sendo assim principal espaço de comercialização e valorização da arte piauiense. Desta forma, entre fotografias, artigos, e expressões culturais, a edição de n° 31 dos Cadernos de Teresina nos convida a refletir sobre a riqueza de nossas reservas naturais, obras e cultura da cidade, reunindo diferentes olhares sobre o estado. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Balé da Cidade de Teresina estreia Vestígios do Amanhã na programação do Artes de Março

A obra que tem como tema “Do traço na pedra ao futuro da arte” (Foto: Ascom FMC)

O Balé da Cidade de Teresina estreia, no dia 26 de março, o espetáculo Vestígios do Amanhã, nova criação desenvolvida especialmente para a programação do Artes de Março, no Teresina Shopping. Com criação e direção de Samuel Alvís, a obra integra a edição deste ano do evento, que tem como tema “Do traço na pedra ao futuro da arte”.

Inspirado nas pinturas rupestres da Serra da Capivara, o espetáculo mergulha nas origens do movimento humano e propõe uma reflexão sobre o corpo como território de memória. A partir dos registros ancestrais que revelam gestos de rituais, cenas cotidianas e possíveis danças, a criação investiga permanências, atravessamentos e reinvenções do gesto ao longo do tempo. Em cena, vestígios de uma dança primitiva emergem como ecos que resistem, se transformam e continuam habitando os corpos no presente.

Ao estabelecer um diálogo entre passado e futuro, Vestígios do Amanhã reafirma a potência da arte como ferramenta de conexão com a história, a identidade e os patrimônios culturais do Piauí. Para o Balé da Cidade de Teresina, a obra também reforça a importância de reconhecer e valorizar a Serra da Capivara como um dos maiores símbolos da memória ancestral do estado, aproximando esse legado do fazer artístico contemporâneo.

De acordo com Samuel Alvís, a criação nasce do desejo de escutar o que esses vestígios ainda dizem ao presente. “Vestígios do Amanhã é um trabalho que parte da memória inscrita na pedra, mas que se realiza no corpo de agora. A gente quis investigar o que desses gestos antigos ainda permanece em nós e como eles podem apontar para o futuro da arte. A expectativa para a estreia é muito bonita, porque esse é um espetáculo que nasce em diálogo com a nossa história e com a força simbólica desse tema proposto pelo Artes de Março”, destaca.

Com a estreia, o Balé da Cidade de Teresina soma mais uma criação ao seu repertório, mantendo viva a pesquisa de linguagem e o compromisso com obras que dialogam com o território, a memória e as múltiplas camadas da experiência humana. Vestígios do Amanhã convida o público a perceber, no presente, marcas de um tempo que nunca deixou de existir.

Foto: Ascom FMC

Revisitando a Revista destaca edição nº 26 dos Cadernos de Teresina com reflexão sobre a mulher no sertão nordestino

O projeto Revisitando a Revista, desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), segue resgatando a memória cultural de Teresina por meio das edições históricas da revista Cadernos de Teresina. Nesta semana, o destaque é a edição nº 26, publicada entre maio e agosto de 1997, que reúne uma ampla diversidade de conteúdos ligados à arte, literatura, cultura popular, educação e história.

A publicação traz um panorama rico da produção cultural e intelectual do período. Entre os destaques estão a matéria “Heloisa Cristina: Entre Linhas e Cores”, de Pollyanna Jericó, na seção de artes plásticas; o conto “A Visagem”, de Magalhães da Costa; e a conferência “O Real Mais que Real”, da escritora Marina Colasanti. A edição também apresenta crônicas, ensaios, críticas literárias e estudos históricos, além de seções dedicadas à música, teatro, literatura e poesia.

Um dos textos comentados nesta semana no projeto é “A Mulher no Sertão do Nordeste”, da pesquisadora Miridan Britto Knox Falci, que aborda o papel e a força feminina no contexto social e histórico do sertão nordestino. A escolha da temática dialoga com a semana do Dia Internacional da Mulher, reforçando a importância da reflexão sobre a presença e a contribuição das mulheres na sociedade.

Edição nº 26 dos Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A gravação do episódio foi realizada na Casa de Cultura da Dona Carlotinha, espaço simbólico da cultura local. O resumo da edição foi apresentado pela assessora de comunicação da FMC, Emily Araújo, que destacou a relevância do texto e a atualidade da discussão sobre o protagonismo feminino.

Com mais de 90 páginas, a edição nº 26 dos Cadernos de Teresina reúne gravuras, textos literários, poemas, entrevistas, reportagens e agenda cultural, reafirmando o papel da revista como um importante registro da produção artística e intelectual do Piauí. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Revisitando a Revista destaca a edição nº 24 do Cadernos de Teresina e debate a importância das áreas verdes da capital

Edição nº 24 dos Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

O projeto semanal Revisitando a Revista, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresentou nesta semana, a edição nº 24 da revista Cadernos de Teresina, publicada em dezembro de 1996. O episódio foi gravado diretamente da Praça Saraiva, um dos espaços simbólicos do centro da capital, reforçando o diálogo entre memória urbana e patrimônio cultural.

Nesta edição histórica, a revista reúne um vasto conjunto de conteúdos que atravessam artes plásticas, literatura, crítica, cultura popular, educação, economia, música, teatro, memória e história. Com mais de 100 páginas, a publicação se destaca pela diversidade de textos, gravuras, poemas, entrevistas e documentos, consolidando-se como um importante registro da produção intelectual e artística piauiense da década de 1990.

Entre os destaques comentados no programa está o artigo “Revalorizando o verde em Teresina: o papel das unidades ambientais”, da professora Iracilde M. de Moura Fé Lima. O resumo da matéria foi apresentado pelo servidor da FMC, Jairo Sherlock, que ressaltou a importância dos parques ambientais e das praças na configuração urbana de Teresina. O texto aborda a necessidade de preservação e valorização dos espaços verdes da cidade, discutindo seu papel ambiental, social e paisagístico, além de sua contribuição para a qualidade de vida da população.

A edição nº 24 também contempla reflexões sobre cultura e identidade, como em “Imaginário e cultura do sertão piauiense”, além de estudos sobre religiosidade popular, educação brasileira, formação judiciária da Parnaíba, música no estado do Piauí e memória da área central de Teresina. A revista traz ainda entrevista, ensaios literários, críticas, resenhas e a tradicional seção “Só Poesia”, reafirmando sua vocação plural. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina 21: arte, memória e cidade em uma edição plural

Cadernos de Teresina 21 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 21 da publicação, lançada em dezembro de 1995. Considerada uma das edições mais amplas e diversas da revista, o volume reúne um extenso conjunto de textos, ensaios e reflexões que atravessam artes visuais, literatura, história, cultura popular, urbanismo, música, teatro e sociedade.

O destaque da edição é a matéria “Artes Plásticas: Manoel Oliveira – Teresina em Linha & Cor”, que aborda a obra do artista e sua relação sensível com a paisagem urbana da capital. A edição também traz contribuições relevantes nas seções Canto do Conto, com textos de Pollyanna Jericó e José Pereira Bezerra, além de reflexões sobre a cidade, como “Assentamentos Humanos: um desafio para Teresina”, de Kleber Moura, e “O fantasma das epidemias”, de Maria Mafalda Balduíno de Araújo.

A cultura popular ocupa espaço significativo, com matérias como “O Homem do Carcará”, de Ailton Simões, e “Teresina e o espaço sagrado”, de Maria Cecília Silva de Almeida Nunes. O campo documental é contemplado com estudos históricos, entre eles “Alforrias de Escravos: um estudo de relações sociais” e “Os corsários no litoral piauiense”, ampliando o olhar sobre o passado do estado.

A edição nº 21 também reúne entrevistas, ensaios teóricos, perfis, memórias e uma forte presença literária, com textos que discutem ideologias, cânone piauiense, utopias, poesia e trabalho, além de uma sessão dedicada exclusivamente à poesia. Música, teatro, urbanismo e agenda cultural completam o conjunto, reforçando o caráter multidisciplinar da revista.

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente no Centro de Teresina, junto às obras de Manoel Oliveira, fazendo alusão direta à matéria de artes plásticas que dá destaque à edição. O resumo ficou a cargo da estagiária da FMC, Vitória Eduarda, que apresentou ao público os principais pontos do texto e a importância da obra do artista para a memória visual da cidade. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina 18: religiosidade popular em foco na edição revisitada

Cadernos de Teresina (Foto: ASCOM/FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 18 da publicação, lançada em dezembro de 1994. A edição reúne um amplo conjunto de temas que atravessam cultura popular, artes, literatura, música, sociedade e história, reafirmando o caráter plural da revista.

O principal destaque desta edição é a matéria “Religiosidade popular em Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva, que aborda manifestações de fé como expressão cultural e identidade coletiva da cidade. No campo das artes plásticas, a revista apresenta o trabalho “Janela da Alma”, enquanto a crítica literária analisa a poesia de William Melo Soares. A publicação também discute a literatura piauiense sob a perspectiva da história social, ampliando o debate sobre produção cultural e contexto histórico.

Outros temas relevantes presentes na edição incluem a desertificação no Piauí, o movimento estudantil piauiense nos anos 1970, a música no estado na mesma década, além de textos sobre poesia, sociedade e a extensão integradora da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O conjunto de matérias oferece um panorama crítico e diversificado do pensamento cultural e social do período.

Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente na Fundação Monsenhor Chaves, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Josias Filho, que destacou a matéria sobre religiosidade popular em Teresina, enfatizando sua importância como registro da cultura e das tradições da capital.

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Cadernos de Teresina nº 14: a cidade iluminada por arte, memória e tradição

Cadernos de Teresina nº 14 (Foto: ASCOM/FMC)

O projeto Revisitando a Revista Cadernos de Teresina, promovido semanalmente pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta nesta edição um mergulho na revista nº 14, publicada em agosto de 1993 e intitulada “Sob o Sol de Teresina”. O episódio foi gravado no auditório do MIS (Museu da Imagem e do Som) e contou com a participação da diretora do Museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório, Maria Amélia Araujo, que apresentou o resumo desta edição repleta de registros visuais, textos literários e reflexões sobre a cultura piauiense.

A revista abre com o ensaio fotográfico “Sob o Sol de Teresina”, assinado por Maurício Sipaúba, que captura a luminosidade característica da capital e os detalhes que compõem sua paisagem humana e urbana. Em seguida, a edição aborda temas variados e de grande relevância cultural: a análise arquitetônica da Igreja São Benedito; o texto “Café Americano com Anita Malfatti” na seção de Artes Plásticas; reflexões sobre arte sacra popular e resistência cultural; além de uma matéria sobre o Reisado, tradição que se mantém viva nas comunidades.

A edição nº 14 também traz entrevista com Manuel Paulo Nunes, além da cobertura do Congresso Internacional sobre a chegada do homem ao continente americano, ampliando o diálogo da revista com o campo científico e histórico.

Um dos pontos altos é o suplemento especial “No Reino de Maria da Inglaterra”, que acrescenta camadas de memória e identidade à publicação. E entre tantas linguagens, a revista dá espaço ainda para os quadrinhos, com destaque para “Mafalda ou a lucidez irada”, um olhar crítico e contemporâneo sobre a célebre personagem criada por Quino.

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