Execução do projeto de urbanização de canteiros centrais na região sudeste entra em fase final

As obras realizadas pela Superintendência de Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD) Sudeste, de urbanização dos canteiros centrais das avenidas José Francisco de Almeida Neto (principal do Dirceu) e Joaquim Nelson, duas das maiores vias da região, e de um trecho da avenida Industrial Gil Martins, avançaram mais uma etapa e entraram em sua fase final de execução.

O maior objetivo do projeto era a revitalização completa do revestimento, com instalação de piso intertravado, readequação do meio fio e construção de canteiros individuais para cada árvore. O material instalado se destaca pela durabilidade, fácil manutenção e características antiderrapante e drenante, além de possuir uma estética mais agradável, já que os padrões de cores e de montagem criam um design moderno.

Com a fase de construção finalizada, iniciou-se, ainda na semana passada, a fase de acabamento, que consiste na reparação de falhas, seguida da limpeza e da caiação, a aplicação da pintura final do meio fio. Todos os pontos dos canteiros que foram, de alguma forma, danificados pelo trânsito, pela passagem de pedestres e pelas chuvas, também estão sendo reparados.

O investimento feito pela Prefeitura Municipal de Teresina é de R$ 494.551,71, em 7.795,69 m² de extensão e o prazo final de conclusão dos serviços é o dia 31 de julho. A inauguração oficial dessa obra será feita na segunda quinzena de agosto, dentro da programação do aniversário de Teresina elaborada pela PMT. “A obra já está praticamente concluída. Os reparos finais estão sendo finalizados e, em breve, a população contará com esses pontos completamente urbanizados”, completa o superintendente Zé Nito.

Foto: Divulgação

Prefeitura de Teresina reforma canteiro central da avenida Joaquim Nelson

A Prefeitura de Teresina, por meio da Superintendência de Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD( Sudeste, realiza obra no canteiro central da avenida Joaquim Nelson, no bairro Dirceu. O canteiro está passando por uma reforma de readequação do piso. O projeto consiste na troca completa do revestimento, com a instalação de bloquetes intertravados em toda a sua extensão. Dos 1650 metros previstos, 670 já foram trabalhados.

Esse tipo de material, além de possuir uma estética mais agradável, é mais adequado para garantir a segurança e a durabilidade de calçadas e vias externas. Ele é mais resistente, tem menor propensão a rachaduras e ainda possui uma característica antiderrapante.

O mesmo tipo de serviço já foi executado e concluído anteriormente em vários trechos de avenidas da região. O trecho 1, foi na avenida José Francisco de Almeida Neto José, o trecho 2, na principal do Dirceu e o trecho 3, na avenida Gil Martins nas imediações da ponte.

 “Obras como essa são muito importantes, pois ajudam a melhorar a mobilidade na região, além de tornar os entornos das vias mais bonitos e padronizados.”, declara o superintendente Zé Nito.

Lixão de galeria no Bairro Promorar é transformado em canteiro de árvores

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH) continua com iniciativas de conscientização da população para barrar o descarte irregular de lixo. Na semana passada, em parceria com a Superintendência de Ações Administrativas Descentralizadas da zona Sul (SAAD Sul), as equipes de Educação Ambiental estiveram, novamente, no bairro Promorar e transformaram outro “lixão a céu aberto” em jardim.

As equipes realizaram a limpeza de uma galeria na Rua Onze de Junho, na qual a população já tinha o hábito de jogar lixo com frequência. Em época de chuva, os resíduos acabam entupindo a galeria e provocando alagamentos na região, o que causa transtornos graves aos moradores locais.

“Esse tipo de atitude da população gera inúmeros prejuízos, tanto para administração pública quanto para a saúde dos moradores, pois atrai animais e insetos e, com isso, aumenta a proliferação de doenças, sem falar do mau cheiro que incomoda bastante e da poluição ao meio ambiente. Precisamos coibir essa prática, pois esta é uma situação de saúde pública”, alerta o secretário da SEMDUH, Edmilson Ferreira.

Local onde a população descartava lixo irregularmente é urbanizado em ação de conscientização (Foto: Ascom/Semduh)

Agora, no local onde antes a população acumulava lixo, a Prefeitura de Teresina plantou mudas de árvores e flores, em vasos feitos de pneus reciclados. “A ideia de colocar plantas em antigos lixões partiu da SAAD Sul e estamos estimulando as demais SAADs a implantarem em todas as zonas da cidade porque o resultado tem sido bastante positivo. O impacto visual é imediato, além disso, a própria população tem ajudado na manutenção dos pontos onde já fizemos as mudanças e tem nos ajudado a vigiar para que o local seja mantido limpo e organizado”, frisa o coordenador de Limpeza Pública da SEMDUH, Fabrício Amaral.

As equipes de limpeza trabalharam três dias no local, para realizar a limpeza e conscientizar os moradores (Foto: Ascom/Semduh)

A multa para quem insiste em jogar lixo em local proibido varia de R$ 369 a R$ 3.690, dependendo da quantidade, frequência, tipo de material descartado e do impacto ambiental causado. “Pessoas que descartam lixo onde é proibido estão fazendo mal a si mesmas e ao próximo. A manutenção e limpeza de espaços assim são feitas diariamente pela Prefeitura, mas a população também pode e deve colaborar”, enfatiza o secretário.

A população deve denunciar, caso flagre alguém colocando lixo em locais proibidos. O número do Programa Lixo Zero é 86 9.9402-3074. A denúncia é anônima. Devem ser enviadas informações, fotos ou vídeos do flagrante.

Antes, a Prefeitura limpava o local com bastante frequência, mas a população voltava a jogar lixo em seguida (Foto: Ascom/Semduh)

As equipes foram de porta em porta conversar com a população e explicar sobre o correto descarte de lixo. (Foto: Ascom/Semduh)

SDU Centro/Norte revitaliza canteiro da Avenida Frei Serafim

A SDU Centro/Norte iniciou o trabalho de revitalização do canteiro central da Avenida Frei Serafim. O objetivo é melhorar o paisagismo e o mobiliário urbano no local. A ação foi iniciada com o reconhecimento da situação atual do canteiro, análise da infraestrutura existente e da arborização ao longo da via.

“Estamos analisando a situação da infraestrutura de água, mobiliário urbano e iluminação no local. Somente após essa avaliação iniciaremos a recuperação do que for necessário”, explicou a gerente de Obras da SDU, Patrícia Santos.

A gerente afirma também que foram identificadas as espécies de plantas e a situação ambiental das áreas verdes existentes ao longo do canteiro. “Nossa ideia é fazer um trabalho de paisagismo no canteiro preservando as espécies já existentes e introduzir outras plantas que sejam adequadas ao nosso clima”, disse.

Além da preservação das áreas verdes, está sendo feita a recuperação de todo o mobiliário urbano, que estava precisando de manutenção. “Esse é um passeio no qual as pessoas costumam sentar para contemplar a cidade, por isso é importante que o mobiliário urbano seja conservado, mas precisamos contar com a parceria de todos no sentido de preservar esses espaços”, enfatizou a gerente.

 

Pesquisa revela que 78% dos usuários de ônibus aprovam estações no canteiro da Frei Serafim

Pesquisa feita com usuários de transporte público na Avenida Frei Serafim revelou a opinião da população sobre as estações de ônibus no canteiro central. De acordo com os resultados, 78% dos usuários acreditam que as atuais paradas devem ser substituídas pelas novas estações.  O levantamento foi feito pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEMDEC) em parceria com a Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN).

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 a 31 de janeiro de 2020, quando foram entrevistadas 302 pessoas em pontos de ônibus distribuídos pela Avenida Frei Serafim. O objetivo era identificar a avaliação dos usuários que utilizam o transporte na avenida, principal corredor de transporte público da cidade, e sua opinião sobre as alterações propostas pelo poder público.

De acordo com a pesquisa, 85,1% das pessoas acham que as calçadas e os pontos de ônibus atuais da avenida Frei Serafim não comportam todos os passageiros que passam por ali diariamente, e 94,4% dos entrevistados reforçam que as paradas e calçadas não protegem a população do sol e chuva. É neste cenário que a maioria dos entrevistados acredita que implantar as estações no canteiro central é uma solução para melhorar o conforto das pessoas que utilizam o transporte público.

Para 63,2% dos entrevistados, as estações instaladas em meio à arborização do canteiro favorece o conforto dos usuários e 66,6% consideram que é mais seguro fazer o trajeto de chegar e sair das estações pelo canteiro central ao invés das calçadas.

Questionados sobre quais seriam os pontos positivos das estações no canteiro central, os entrevistados apontaram principalmente o conforto e a proteção de fenômenos naturais, como sol e chuva. Perguntados sobre pontos negativos, 11,6% afirmaram que as estações afetariam a paisagem natural. No entanto, 71,9% disseram acreditar que as estações irão melhorar a paisagem da via.

De acordo com a secretária executiva de planejamento urbano, Jhamille Almeida, foi percebida através dessa pesquisa a importância das estações de ônibus na Avenida Frei Serafim. “Após a pesquisa podemos confirmar que mais de 60% dos entrevistados entenderam que a construção das estações de ônibus irá trazer conforto, segurança e acessibilidade para os usuários de ônibus e, urbanisticamente falando, as estações são um excelente projeto, onde não irá ser retirada nenhuma árvore e não irá diminuir o tamanho do canteiro central”, informou a secretária.

O projeto

As estações de ônibus da Avenida Frei Serafim foram projetadas visando manter a preservação do patrimônio histórico e ambiental da mais importante via da cidade. O modelo foi pensado especialmente para o espaço e é diferente das demais estações do Inthegra, sistema de integração de transporte público.

Na Frei Serafim, os abrigos ficarão recuados e suspensos alguns metros acima do canteiro, em uma plataforma metálica fincada em apenas um ponto, causando pouco impacto. De acordo com o projeto, além de recuados, os abrigos das estações serão construídos com material mais leve, sem alvenaria. A estrutura será de vidro e metal, mantendo a visão do entorno.

Além disso, nos pontos em que os abrigos se localizarem próximos às árvores, o teto será vazado, de forma que a copa possa crescer por cima da instalação. Assim, se mantém a arborização e a sombra para os usuários do transporte público e pedestres passando pelo canteiro central.