Em 15 anos, mais de 110 mil atendimentos foram realizados pelo CAPS II Sudeste

CAPS II Sudeste comemora 110 mil atendimentos (Foto: Ascom FMS)

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II) Sudeste completou, esta semana, 15 anos de funcionamento com mais de 110 mil atendimentos realizados à população de Teresina. Segundo dados do setor de marcações de consultas, a unidade tem atualmente 1.950 prontuários abertos. O serviço é porta aberta, onde as pessoas passam por um processo de triagem, e é feito acolhimento com uma equipe multiprofissional com capacitação técnica para dar suporte à população.

“O CAPS é um Centro de Atenção. E atenção é o que? É você olhar o outro e enxergar suas dificuldades, diferenças e abraçar!”, falou Charles Silveira, presidente da FMS, durante ação alusiva ao aniversário do CAPS II Sudeste. Nestes 15 anos, a unidade tem sido uma grande aliada das pessoas, no qual o serviço vem contribuindo para esses usuários, tanto para um processo de ressocialização como para reinserção no mercado de trabalho.

O CAPS II Sudeste fica localizado na Rua Poncion Caldas, bairro Colorado – Loteamento Parque do Sol – Renascença. O funcionamento é de segunda a sexta, nos horários das 8h às 12h e das 14h às 18h. A equipe do CAPS II Sudeste é composta por profissionais como psiquiatras, psicólogos, assistente social, educador físico, terapeuta ocupacional, nutricionista, enfermeiro e técnico de enfermagem. São realizadas atividades como atendimento individualizado, grupos terapêuticos, grupos com familiares, atendimento individualizado à família, oficinas de produção e geradoras de renda, práticas de Expressão e Comunicação em CAPS, visitas domiciliares, tratamento medicamentoso, busca ativa, matriciamento e atenção em situações de crise.

Projeto Tecendo a Vida objetiva gerar renda às usuárias do CAPS II Sudeste

Ascom FMS

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) II Sudeste iniciou esta semana o projeto Tecendo a Vida, que objetiva promover a inclusão social das participantes no mercado de trabalho, além de também visar geração de renda entre elas. A atividade acontece todas as terças-feiras, a partir das 8h.

“O primeiro grupo tem sete mulheres, que iniciaram o processo de produção artesanal. A ideia é produzir vários produtos. Elas iniciarão produzindo tapetes infantis de crochê de barbante. Algumas das participantes já tem habilidade com o crochê, outras estão iniciando. A ideia é que elas possam desenvolver habilidades que elas já têm e que de certa forma estavam adormecidas”, explica Anna Klícia Sá Urtiga, assistente social do CAPS II Sudeste.

Ela fala ainda que com esse tipo de iniciativa pretende-se acabar com o estigma social de que pessoas com transtorno mental não são produtivas. “Elas são produtivas e muito criativas”, finaliza Anna Klícia.