Semcaspi renova parceria com Centro da Juventude Santa Cabrini e amplia atendimento

Semcaspi renova parceria com Centro da Juventude Santa Cabrini . Foto ( Ascom/Semcaspi)

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) realizou na manhã desta terça-feira (18), a solenidade de assinatura do Termo de Renovação da parceria com o Centro da Juventude Santa Cabrini, que ocorreu na sede da instituição, localizada na Vila Irmã Dulce, zona Sul. O Termo de Renovação é da parceria do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

O Centro da Juventude Santa Cabrini vai receber o recurso de R$199,000, o que irá ampliar o número de atendimentos realizados, passando de 120 crianças e adolescentes, para 200 assistidos.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a renovação com as parceiras, que atuam no serviço de convivência, tem como meta fortalecer o trabalho de prevenção à violação de direitos das crianças e adolescentes.

“Um momento muito importante na gestão do prefeito Dr. Pessoa, tendo em vista, que estamos dobrando o número de atendimentos. Então, nós estamos alcançando ainda mais famílias, mais crianças sendo atendidas por meio da assinatura deste termo que hoje tivemos a alegria e o prazer de assinar. O objetivo do serviço de convivência é fortalecer os vínculos familiares entre as crianças, os adolescentes e adultos. É necessário que a gente trabalhe com a prevenção, principalmente, da violação de direitos e abuso sexual contra nossas crianças e adolescentes”, ressaltou.

Para Irmã Denise, representante do Centro da Juventude Santa Cabrini, a assinatura do termo fortalece ainda mais o serviço de convivência, atendendo ainda mais crianças e adolescentes da região.

“Nós atendíamos 120 crianças e adolescentes, fomos para 200 e isso significa um atendimento maior e o fortalecimento do território. O que faz com que nesse momento as famílias fiquem mais tranquilas com os serviços que oportunizamos e faz também com que haja maior concretude nessa parceria. É óbvio que não chegamos ainda onde queríamos, mas já estamos dando passos firmes no ideal de atendimento para a capacidade que nós temos”, garantiu.

DESENVOLVIMENTO

Maria da Conceição Vieira, moradora da Vila Irmã Dulce e mãe de duas meninas: Ana Vieira, 8 anos, e Iara Sofia, 1 ano de idade, conta que foi primordial para o desenvolvimento da filha a participação nas atividades do serviço de convivência.

“Minha filha participa do Ciclo Alegria do Projeto Esperançar e eu acho muito importante que a Prefeitura participe também desse projeto com as irmãs, pois ele é muito bom e desenvolve as crianças. Minha filha, Ana, gosta muito de participar. Melhorou muito o desenvolvimento dela. Ela aprendeu a partilhar, a conversar melhor e evoluiu muito na escola também”, destaca.

MAIS RENOVAÇÃO

A Semcaspi tem renovado com as instituições parceiras, que atuam com o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Nesta quarta-feira, (19), às 9h, acontecerá a solenidade de assinatura do Termo de Renovação com a Associação de Amigos dos Autistas do Piauí (AMA/PI), localizada no bairro Primavera, zona Norte.

Centro da Juventude Santa Cabrini comemora os 31 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

Com apenas 6 anos de idade, Yasmin Crystine, assistida pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do Centro da Juventude Santa Cabrini, localizado na Vila Irmã Dulce, já compreende seus direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Eu aprendi que as crianças e os adolescentes têm que estudar, brincar e ter educação”.

Fotos: Ascom Semec

Para comemorar os 31 anos do ECA, a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio do Centro da Juventude Santa Cabrini, desenvolveu ações com as crianças assistidas pelo SCFV. O evento contou com momentos de interação, conhecimento e brincadeiras com crianças.

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, reforça a importância das crianças e adolescentes serem protegidos não apenas sob leis, mas também por toda a sociedade.

“Antes da criação do ECA, não existia esta proteção oficializada por lei. É importante entender que as crianças são protegidas por Deus, mas também pelas leis, e precisam ser protegidas não só pelo papai, pela mamãe, mas também pelos vizinhos, pela Prefeitura. Não só pelo professor, mas por toda a sociedade. Quando falo sociedade, é do Presidente da República ao carroceiro, todos”, pontuou.

Para o secretário da Semcaspi, Allan Cavalcante, a iniciativa tem como objetivo compartilhar informações com as crianças e também colocá-las em um papel de destaque no meio social.

“Estamos em um momento muito especial, comemorando os 31 anos do ECA, no Centro da Juventude Santa Cabrini, que presta um relevante serviço para as crianças da comunidade da Vila Irmã Dulce. A ideia é trazer estas crianças para o papel de protagonistas, abastecendo elas de conhecimento e de entusiasmo, a partir do momento em que elas passam a entender os seus direitos e deveres”, destacou.

Olavo Almeida, chefe de Divisão do SCFV, explica que esta ação é para reforçar as crianças o conhecimento sobre os direitos e deveres contidos no ECA.

“O Serviço de Convivência é uma forma de efetivar os direitos contidos no ECA. O direito a se desenvolver, a brincar, o direito de ser criança e adolescente, de estudar, de ter garantias de todos estes direitos, que são materializados nas políticas públicas, da educação, saúde e também da assistência social. A gente quer que estas crianças saibam o que elas estão fazendo aqui, saibam quais são estes direitos que elas têm”, esclareceu.

CONHECIMENTO SOBRE O ECA

De acordo com Valdelívia Pereira, assistente social do Centro da Juventude Santa Cabrini, as crianças passaram por uma preparação, por meio de oficinas, para ter o conhecimento sobre o ECA.

“Nos últimos três meses, foi feita toda uma preparação com as crianças. Elas já sabiam e tinham conhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, mas foi pelas oficinas, tanto oficinas lúdicas, leituras e informática, que trabalhamos de maneira mais delicada os direitos e os deveres das crianças. Tudo para realizarmos este seminário, sendo protagonizado totalmente por elas”, ressaltou.

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