FMS viabiliza Centro de parto normal para Santa Maria da Codipi

Teresina vai ganhar mais um Centro de Parto Natural (CPN), para atendimento às gestantes da região da Santa Maria da Codipi. A nova estrutura já tem os recursos assegurados pelo Governo Federal na ordem de 3,2 milhões de reais viabilizados através de proposta cadastrada pela Fundação Municipal de Saúde e com o empenho do Deputado Federal, Francisco Costa, junto a Ministra da Saúde, Nilsa Trindade.

“A construção de um CPN é uma necessidade, não apenas para o município, mas para toda a região circunvizinha”, comenta o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Ítalo Costa, reafirmando o compromisso da gestão em aderir ao projeto padrão do Ministério da Saude. “Alinhado com as políticas públicas de saúde recentes e com as Diretrizes da Rede Alyne, o CPN garantirá um atendimento mais seguro, eficiente e humanizado, contribuindo significativamente para a redução da mortalidade materno-infantil.

A criação deste centro está em conformidade com as diretrizes da Portaria GM/MS no 5.350, de 12/09/24, que estabelece a Rede Alyne, uma rede de saúde voltada para a promoção de práticas obstétricas mais seguras e humanizadas. Essa rede propõe um modelo de assistência que prioriza o parto normal, alinhado com as melhores práticas de saúde, e a construção do CPN reforça essa abordagem, permitindo que mais gestantes da região Norte de Teresina tenham acesso mais próximo.

De acordo com o presidente da FMS, o CPN contribuirá diretamente para a redução de cesáreas desnecessárias, ao mesmo tempo em que promoverá um ambiente mais acolhedor e humanizado para as parturientes, respeitando as especificidades culturais das gestantes. “A criação do CPN trará benefícios econômicos ao município, com a geração de novos postos de trabalho e a melhoria da infraestrutura local de saúde, o que ajudará a tornar o serviço mais eficiente e adequado às crescentes necessidades da população”, disse Ítalo Costa.

“A adesão a esse financiamento permitirá que Teresina tenha os recursos necessários para oferecer um atendimento obstétrico de qualidade. A implementação do CPN, portanto, não apenas atende às necessidades locais, mas também fortalece a rede regional de saúde, proporcionando um atendimento mais eficiente e seguro para um vasto número de gestantes”, concluiu o presidente.