Prefeitura continua com operação contra Dengue no Povoado Dois Irmãos, zona Rural Norte

Dando continuidade a Operação de Combate à Dengue/Chikungunya, está sendo realizado hoje (22) o “Dia D de combate à Dengue no Povoado Dois Irmãos, zona Rural Norte de Teresina.

A ação faz parte da operação integrada de vários órgãos municipais que desde o início de março deste ano estão em campo atuando em toda a capital com objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Agentes do Centro de Controle de Zoonoses, efetivos do Exército e reeducandos do regime semiaberto do sistema prisional da Secretaria Estadual de Justiça (SEJUS) já visitaram, até o momento, mais de 698 mil imóveis onde foram eliminados e tratados mais de 300 mil unidades.

Um total de 24 reeducandos da SEJUS continuam atuando na limpeza das escolas públicas. Nesse momento eles estão visitados as unidades da zona Leste de Teresina.

“A operação vem intensificando suas ações na capital e zona Rural para reduzirmos o número de casos e continuamos contando com a colaboração da população”, ressaltou Edmilson Ferreira Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh) que coordena a Operação de Combate à Dengue.

Somente neste mês de julho, até o momento, foram visitados por agentes de endemias da Zoonoses e militares do 25°BC mais de 23 mil imóveis distribuídos em 11 bairros da capital.

Na zona Rural o trabalho também vem se intensificando, já foram visitadas várias localidades como por exemplo, a região da Usina Santana.

“A população tem entendido nossa mensagem sobre as formas de prevenções contra a dengue, principalmente, contra o mosquito transmissor. A melhor forma de combater o mosquito é por meio de medidas simples e eficazes, a exemplo, não deixar água parada, onde elimina a possibilidade de proliferação do mosquito”, reforça coronel Edvaldo Marques, secretário da SAAD Rural.

Parcerias e Contatos em combate à Dengue

A prefeitura de Teresina, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, realizou uma série de treinamentos para os soldados do Exército Brasileiro com objetivo de identificar focos do mosquito Aedes Aegypti.

Denúncias relativas a terrenos baldios que podem ter foco de dengue devem ser feitas às Superintendências de Ações Administrativas Descentralizadas (SAADs), pessoalmente em cada SAAD ou através dos contatos: 86 3215-7462 (Norte), 3215-7661 (Sul), 3215-7856 (Sudeste), 3215-7877 (Leste) e 3215-7462 (Centro).

 

Teresina está em médio risco para infestação do Aedes aegypti

Teresina está em médio risco de infestação pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. É o que indica o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2020, divulgado hoje (26) pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Segundo a pesquisa, o Índice de Infestação Predial (IIP) – a relação entre o número de imóveis positivos para o mosquito pelo total pesquisado – da capital foi de 3,0. A pesquisa, feita entre os dias 16 a 20 de março, foi realizada em todos os bairros da capital, que foram divididos em 32 estratos.

“Nós da Gerência de Zoonoses estamos com nossas atividades normais, intensificando sempre todas as ações relacionadas ao controle do Aedes. Mesmo com a pandemia do coronavírus, as pessoas precisam continuar mantendo os cuidados para não acumular água em casa e também prevenir a proliferação do mosquito causador da dengue, zika e chikungunya”, alerta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da capital.

Ela reforça que as pessoas precisam abrir a porta para os agentes de endemia, que estão em campo. “Solicitamos que as pessoas recebam os agentes de endemia para vistoria dos imóveis. Mantendo a distância de 2 metros entre o agente e os moradores, e a higiene básica das mãos, o trabalho dos agentes continua. Eliminando os possíveis criadouros e tratando”, diz ela.

Durante o LIRAa, que é feito quatro vezes ao ano, os agentes de endemias da FMS percorrem os imóveis em busca de focos em potenciais criadouros. São enviados os índices de focos por meio da identificação tanto de larvas, como da forma adulta do inseto. Os dados obtidos servirão como base para o desenvolvimento de estratégias de combate ao Aedes aegypti e trabalhos educativos voltados à prevenção da dengue, zika e chikungunya.