Hospital do Parque Piauí promove evento no dia do combate ao tabagismo

Dia do combate ao tabagismo (Foto: Ascom FMS)

Nesta sexta-feira (29), é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Em alusão à data, o Hospital do Parque Piauí promoveu uma programação especial voltada para usuários e profissionais da saúde, com o objetivo de conscientizar sobre os riscos do tabagismo e os cuidados necessários para superá-lo. A unidade conta com um programa específico destinado a pessoas que desejam parar de fumar.

A programação abordou temas fundamentais como os aspectos clínicos do tratamento para cessação do tabagismo, os malefícios causados pelo cigarro, estratégias para prevenir recaídas, práticas de autocuidado e reflexões sobre espiritualidade. Também foram realizados atendimentos individuais, nos quais os participantes puderam conhecer os benefícios de abandonar o vício, receber orientações práticas para se manter longe do fumo e participar de atividades voltadas ao bem-estar físico e emocional.

Entre os temas discutidos, destacou-se a relação direta entre o cigarro convencional e o desenvolvimento de doenças graves, como câncer de pulmão, enfisema pulmonar, bronquite crônica, enfermidades cardiovasculares e diabetes. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que o tabagismo é responsável por mais de um milhão de casos de doenças evitáveis por ano no Brasil, além de milhares de mortes que poderiam ser prevenidas. A exposição passiva à fumaça também representa um perigo real.

Gardene Lacerda, coordenadora do Programa de Combate ao Tabagismo do hospital, destacou o diferencial da abordagem adotada. “A ideia é trabalhar de forma integral. Estamos mostrando aos pacientes como atuamos em todas as dimensões: física, política, espiritual, sexual, cognitiva e emocional. Tudo que forma esse ser. Precisamos entender como tudo isso interage, para que possamos ter o controle integral dessa sensação do fim”, explicou.

Conheça mais sobre o programa de combate ao tabagismo

A diretora geral do hospital, Nicole Alves, detalhou o funcionamento do programa antitabagismo do Hospital do Parque Piauí. “Oferecemos um tratamento completo para quem deseja parar de fumar, com suporte multidisciplinar, acompanhamento contínuo e estratégias eficazes para auxiliar nesse processo. Sabemos que é totalmente possível abandonar o vício e melhorar a qualidade de vida.”

Podem se inscrever no programa pessoas a partir de 18 anos. Os interessados devem procurar o setor de serviço social do Hospital do Parque Piauí para garantir sua vaga. O tratamento inclui consultas individuais, sessões em grupo e, quando necessário, o uso de adesivos de nicotina.

FMS abre novas vagas para o programa de combate ao tabagismo em Teresina

Foto: FMS

Neste sábado (31), Dia Mundial de Combate ao Tabagismo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina anuncia a abertura de novas vagas para o programa Vivendo a Vida sem Fumo, realizado no Hospital do Parque Piauí. A iniciativa busca ajudar aqueles que desejam abandonar o hábito de fumar, seja cigarro eletrônico ou convencional.

A diretora geral do hospital, Nicole Alves, destaca a importância da ação: “Nosso objetivo é oferecer um tratamento completo para quem deseja parar de fumar. Contamos com um suporte multidisciplinar, acompanhamento contínuo e estratégias eficazes para auxiliar nesse processo. Sabemos que é totalmente possível abandonar o vício e melhorar a qualidade de vida.”

Podem se inscrever no programa pessoas a partir de 18 anos. Os interessados devem procurar o setor de serviço social do Hospital do Parque Piauí para garantir sua vaga. O tratamento inclui consultas individuais, sessões em grupo e, quando necessário, o uso de adesivos de nicotina.

Os riscos do cigarro convencional e eletrônico

O cigarro tradicional é responsável por uma série de doenças graves, incluindo câncer de pulmão, doenças respiratórias como enfisema e bronquite crônica, além de problemas cardiovasculares como infarto e hipertensão. A fumaça do cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas altamente cancerígenas.

Já os cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, também representam um grande perigo. Apesar da aparência menos agressiva, eles contêm nicotina e outras substâncias que podem causar doenças pulmonares graves e aumentar o risco de dependência. Embora proibidos no Brasil desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso desses dispositivos tem crescido entre os jovens, especialmente em festas e eventos.