Teresina registrou o pior índice de isolamento social nesta sexta-feira (12)


A capital registrou nesta sexta-feira (12) apenas 39,3% de índice de isolamento social. A marca é a pior desde o início do levantamento feito pela Prefeitura de Teresina, a partir de março, para avaliar o cumprimento das medidas que pretendem diminuir a disseminação do casos de Covid-19 na cidade.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde, Teresina já conta com 4227 casos da doença, com 186 mortes. O isolamento social continua sendo uma forma de evitar a contaminação da doença.

O levantamento feito pela Startup InLoco, com base no monitoramento de celulares na capital, aponta que entre as regiões da cidade, o maior descumprimento das medidas de isolamento social foi registrado nos bairros da zona sudeste, ficando em 38,8%. O bairro Itararé, localizado na região, já contabiliza o maior número de casos da doença, sendo 143 pessoas infectadas. Já em uma comparação geral entre os bairros, o Parque Juliana e Santa Rosa, marcaram os piores índices, com apenas 20,70 % e 29,90 % de teresinenses em casa, respectivamente. Os dados levantados pelas operadoras de telefonia ABRTelecom apontaram um  índice de  51,44%.

O prefeito de Teresina Firmino Filho relembra que o isolamento social é uma das principais formas de salvar mais vidas na luta contra o coronavírus. “ Sabemos que todos querem voltar para as suas atividades, visitar um amigo ou familiar, passear e sentir-se mais livre. Este também é o nosso desejo! Mas, ainda não é a hora. Ficar em casa, manter o distanciamento e isolamento social é um ato de responsabilidade coletiva para preservarmos vidas em nossa cidade”, reforça.

Somente 42% dos teresinenses cumpriram o isolamento social nesta quinta-feira (11)

Segundo levantamento feito pela Prefeitura de Teresina, o isolamento social na capital permanece abaixo do recomendado pelos órgãos de saúde e registrou índices de 54,26 % e 42,2%. Os bairros da zona sul estiveram entre os que mais descumpriram as medidas, que pretendem diminuir a contaminação do novo coronavírus.

O monitoramento dos dados é feito pela Startup InLoco e também através de informações repassadas pelas operadoras de telefonia. Os resultados apresentam uma variação de 42% e 54% no percentual de pessoas que aderiram às medidas.

Em levantamento feito por todo o país, entre os estados do Nordeste, o Piauí ocupa o segundo pior índice de isolamento social, registrando uma média de 42%, ficando atrás apenas do Maranhão.

Segundo dados da Fundação Municipal de Saúde, a capital tem 4049 casos da doença, com 173 mortes. Somente ontem foram notificados do Piauí notificou 276 novos casos de COVID-19 e 11 novos óbitos.

Em março a Prefeitura adotou medidas para evitar a disseminação do vírus na cidade e reforça que o cuidado com a vida dos teresinenses continua sendo prioridade. “Os índices registrados ainda estão abaixo do recomendado pelos órgãos de saúde, que é de 73%. Chegamos a mais de 4mil casos e perdemos muitos teresinenses nesta luta. É hora de termos uma responsabilidade coletiva para que possamos voltar gradativamente para as nossas atividades no momento certo, preservando vidas”, pontua Firmino Filho.

Teresina registra mais de 270 casos de COVID-19 em 24 horas

Teresina notificou ontem (11) um total de 276 novos casos de COVID-19. Os dados são do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que registrou também 11 novos óbitos nas últimas 24 horas. Agora, a capital tem 4049 casos da doença, com 173 mortes.

Um dos óbitos foi o de uma jovem mãe de 20 anos, que faleceu na quarta-feira (10), dias após o parto. Também foram registrados, neste mesmo dia, outros seis óbitos, além de uma morte de quinta-feira (11), uma de terça-feira (09), uma do dia 02 de junho e outra do dia 28 de maio. Quatro pacientes não apresentavam comorbidades, e os demais apresentavam problemas como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças neurológicas e renais, além de um paciente que sofria de dependência química. Três deles residiam na zona Leste, quatro na zona Sudeste e quatro na zona Sul.

“Precisamos ter consciência que o isolamento social é uma das poucas armas que nós temos. Nós precisamos ficar o máximo possível em casa, saindo apenas quando for estritamente necessário, lavar muito bem as mãos com água e sabão e tomar todas as medidas de precaução”, orienta a enfermeira Wesllany Santana, do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), da Fundação Municipal de Saúde de Teresina.

Os índices de isolamento social em Teresina continuam abaixo do mínimo recomendado pela Organizaçção Mundial de Saúde para diminuir a disseminação do novo coronavírus, que é de 73%. Na última quarta-feira (10), a capital registrou percentuais de 42,6% e 52,10% nos índices aferidos pela Startup Inloco e as operadoras de telefonia celular, responsáveis por fazer esse monitoramento para a Prefeitura de Teresina.

Os dados mostram que a zona Sudeste lidera o ranking do menor isolamento na cidade, 40,91%. Em seguida, com 42,72%, aparece a zona Sul. O terceiro menor desempenho foi observado na zona Leste, onde o índice de isolamento social foi de 41,42%. Já a zona Norte figura com o maior percentual e 43,15% estão cumprindo com o isolamento e permaneceram nas suas residências.

Teresina registra mais 10 óbitos por Covid-19 e chega a 150 mortes

O Painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou, na terça-feira (09), 10 novas mortes pela Covid-19, em Teresina. A cidade agora contabiliza 150 óbitos e 3.630 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, dos quais 173 ocorreram nas últimas 24 horas.

Dentre os óbitos registrados, quatro aconteceram na terça-feira, mas também foram inseridas informações sobre dois casos do dia 08 de junho, um do dia 06 e três mortes ocorridas no mês de maio. Dentre eles, oito foram mulheres; nove eram idosos acima dos 60 anos e seis eram portadores de hipertensão. Sete óbitos foram entre pessoas oriundas da zona Norte, duas da zona Sudeste e um da zona Leste.

Diante dos acontecimentos, o Centro de Operações em Emergências (COE) em Saúde Pública COVID-19 da FMS avaliou que Teresina ainda não está em condições de promover uma reabertura de suas atividades econômicas. De acordo com o Comitê, o número de óbitos confirmados por Covid-19 tem tendência de crescimento e a taxa de ocupação de leitos de UTI manteve-se acima do limite de segurança máxima recomendado, que é de 70%, para garantir assistência para quem precisa.

Além disso, o COE levou em consideração o resultado das pesquisas realizadas pela Prefeitura de Teresina, que revelam que a taxa de reprodução do vírus manteve-se persistentemente acima de 1,0 nos últimos 14 dias, o que indica que a epidemia ainda se encontra na fase de ascensão e expansão. “Os inquéritos sorológicos sequenciais (semanais) realizados pela FMS mostram um número crescente de infectados a cada etapa realizada, sem desenhar, ainda, horizonte de platô (estabilização)”, informa a nota lançada pelo comitê ontem (09).

Número de positivados para a Covid-19 cresce na capital e já são 94.182 casos

O número de pessoas positivadas para a Covid-19 na capital continua crescendo e já chega a 94.182 casos. É que o revela a oitava etapa da pesquisa de investigação sorológica realizada entre os dias 05 e 07 de junho em Teresina. Desse total, 41.388 estão com o vírus ativo e podem transmitir a doença. Estes dados foram informados nesta terça-feira (09) pelo prefeito Firmino Filho, em videoconferência com a imprensa.

A sondagem aponta também que 40.388 pessoas estão na fase intermediária do vírus, ou seja, estão imunizadas ou desenvolvendo a imunidade, e outras 12.454 estão imunes à doença. A pesquisa revela ainda que a quantidade de positivados é 41 vezes maior que os 2.304 casos confirmados oficialmente pelo Centro de Operações de Emergência da Fundação Municipal de Saúde (FMS) no domingo anterior à pesquisa.

“O grau de subnotificação é 41 vezes o número de casos oficiais confirmados. Desde a primeira etapa da sondagem, até agora, houve um crescimento gigantesco e ainda estamos no processo de crescimento da doença em Teresina, prova disso é que temos 41.388 pessoas com o vírus ativo e em fase de transmissão da doença. Tem uma pequena tendência de achatamento, mas nada confirmado, e é temerário fazer qualquer tipo de flexibilização”, explicou o prefeito.

Quanto a taxa de reprodução, denominada de R0 (R-zero), Firmino informou que foi feita uma releitura baseada nos dados do IgM positivo. “A sondagem mostra que passamos de 2,5, para 1,66 e agora estamos com 1,09. Esse grau de transmissibilidade tem diminuído, mas não chegamos na taxa ideal, que é menor do que 1. Portanto, a doença continua se propagando na cidade e não chegamos a uma taxa segura de estabilidade”, ressaltou.

Sobre a amostra da distribuição do vírus por toda a cidade, a pesquisa, que é realizada em parceria com o Instituto Opinar, demonstrou que a zona Norte continua liderando com o número de casos e representa 35% dos positivados. A zona Sul aparece em seguida, com 30%. A zona Sudeste tem apresentado uma tendência de queda no número de casos e, nesta etapa da pesquisa, representa 17% das pessoas positivas para a Covid-19. A zona Leste permanece com o mesmo percentual da sétima etapa, 17%.

No que diz respeito à faixa etária, as pessoas com idade entre 25 a 34 anos continuam liderando entre os positivados e representam 22%. Os jovens entre 15 e 24 anos estão logo em seguida, com 18%. Nas pessoas com idade entre 35 a 44 anos o índice de positivados está em 17%.  Logo abaixo, com 14%, estão as crianças e adolescentes nas faixas de 0 a 14 anos e os adultos com 45 a 54 anos. Já nas idades entre 55 a 69 a taxa está em 12%, a mesma apresentada na sétima etapa da sondagem, assim como entre maiores de 70 anos, que permanecem figurando entre os 3% dos casos atestados positivos.

“Nosso sentimento é de que a percepção da ameaça da doença ficou mais concreta por parte da população, no entanto, ainda não chegamos no momento de reversão da doença. Daí o nosso apelo para que as pessoas continuem com os cuidados necessários para se protegerem e evitarem a contaminação. Os números mostram que a quantidade de infectados continua crescendo. É em cima destes dados que estamos nos baseando para a tomada das nossas decisões, pois não trabalhamos com achismos e sim com dados técnicos”, enfatizou o prefeito.

Confira AQUI os dados da pesquisa.

Prefeito apresenta indicadores do coronavírus para membros do Tribunal de Contas

O prefeito Firmino Filho participou de uma videoconferência com representantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para apresentar os indicadores do município em relação ao comportamento do novo coronavírus na capital. O chefe do executivo municipal tem participado, constantemente, de reuniões com representantes de diversas categorias para tratar das ações que a Prefeitura tem adotado no enfrentamento da pandemia.

Entre os indicadores apresentados estão os das pesquisas sorológicas que a Prefeitura já realizou. O levantamento já está em sua sétima etapa e, segundo as estimativas, 8,33% da população da capital já estaria infectada, totalizando 72.042 pessoas. Na data do levantamento, oficialmente, Teresina contabilizava 1.771 pessoas infectadas. O número também apresentava uma evolução de 44% em relação aos dados da sexta etapa. Enquanto isso, o município vem apresentando índices de isolamento social bem abaixo dos recomendados pelas organizações mundiais de saúde para conter o avanço da doença.

Firmino Filho apresentou ainda as sete métricas que a Prefeitura está adotando antes de definir pela reabertura da economia: monitoramento da taxa de reprodução da doença (para a métrica ser atendida, a taxa de contaminação deve ser menor ou igual a 1); diminuir o número de internações e óbitos; a capacidade de leitos de observação e enfermaria, bem como a de leitos de UTI que devem estar 30% disponíveis antes da reabertura; fortalecer a capacidade de testagem e a capacidade de rastreamento de contatos. “A gente sofre com o sacrifício que a cidade está fazendo, um sacrifício do setor público e do privado, mas é um sacrifício necessário para salvar vidas, como já vem acontecendo”, pontuou o prefeito.

O presidente do TCE, conselheiro Abelardo Pio Vilanova, elogiou a iniciativa da Prefeitura em estar prestando contas das ações que vêm sendo executadas e lembrou que o Tribunal destinou uma comissão especificamente para acompanhar as medidas e recursos empregados. O conselheiro Olavo Rebelo também destacou a participação de técnicos e profissionais do próprio Estado que têm contribuído com o trabalho de enfrentamento da pandemia.

A conselheira Lilian Martins questionou o prefeito sobre a testagem e a estrutura de saúde que foi montada para o atendimento à população. O prefeito destacou que a Prefeitura tem ampliado a quantidade de leitos clínicos e também de Terapia Intensiva (UTI), com a construção de hospitais de campanha e também na estrutura que já existia na rede municipal de saúde. “A Prefeitura teve que se desdobrar, assim como aconteceu em outros Estados e municípios, fazendo compras internacionais de respiradores para estruturar os leitos, já que não houve uma atitude mais presente de auxílio do Governo Federal nesse sentido”, explicou.

Os conselheiros Kléber Eulálio e Kennedy Barros elogiaram a postura administrativa diante do enfrentamento a pandemia do novo coronavírus. “Está agindo de acordo com a ciência, em favor da população, enfrentando as incompreensões, mas fazendo o que tem que ser feito”, disse Eulálio. Kennedy Barros reiterou a preocupação de uma sobrecarga no sistema de saúde da capital devido o atendimento a pacientes do interior e também de outros Estados. “É preciso uma regionalização do sistema de saúde para que não haja uma concentração em Teresina. É preciso que a gente possa fazer essa ampliação dessa discussão”, destacou.

Os conselheiros também questionaram pontos como a perspectiva para a reabertura das atividades econômicas e o reforço na fiscalização dos estabelecimentos para que os mesmos possam cumprir os decretos municipais e adotem medidas que venham a evitar a proliferação do novo coronavírus.

Isolamento social em Teresina fica entre 51,3% e 57,89% no domingo

Dados levantados pela startup InLoco

O índice de isolamento social em Teresina, no último domingo (07), ficou entre 51,3% e 57,89%, segundo as duas bases de dados utilizadas pela Prefeitura de Teresina, a startup InLoco e as operadoras de telefonia celular. O índice apresentou alta em relação aos dias anteriores, mas ainda está abaixo dos 73%, considerado o mínimo necessário para conter a disseminação do novo coronavírus, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O levantamento da InLoco também mostra os índices de isoalmento social por regiões da cidade. Pelos dados, no último domingo, a população da zona Leste foi a que mais ficou em casa, com um percentual de 51,88%; seguido da região centro-norte, com 50,86%, e da zona sul, com 50,64%. Em último lugar ficou a região sudeste da cidade, com um percentual de 48,48%.

Quando analisado por bairros, os que mais respeitaram as determinações de isolamento social foram Matinha (59,80%), Nova Brasília (58,40%), Ininga (58,36%), Pedra Miúda (57,60%) e Campestre (57,23%). Na outra ponta da tabela, a população que menos ficou em casa foi a dos bairros Parque Juliana (30,80%), Comprida (38,70%), Flor do Campo (40,60%), Santos Antônio (41,95%) e Santa Rosa (44%).

Segundo dados do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Teresina contabiliza um total de 3.309 casos de Covid-19, dos quais 69 foram registrados em apenas 24 horas, entre sábado e domingo. Além disso, nove pessoas perderam a vida neste período, pela doença, totalizando 137 óbitos na capital, desde o início da pandemia.

Teresina registra nove óbitos e 69 novos casos de COVID-19

Teresina mais uma vez registra nove óbitos por COVID-19 em um dia; agora, a cidade tem 135 casos de pessoas que morreram em decorrência da doença. Os dados são do Painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que agora contabiliza um total de 3.309 casos da doença na capital, dos quais 69 foram registrados somente ontem (07).

O boletim confirmou duas mortes ocorridas ainda ontem (07): um homem de 54 anos, sem comorbidades, morador do Bela Vista e um homem de 79 anos, diabético de hipertenso, residente no Poty Velho. Foram registrados também sete óbitos do sábado (06), entre eles um homem de 71 anos, diabético, do bairro Primavera; um homem de 76 anos do Parque Alvorada; um homem de 72 anos residente no Parque Poty; Um homem hipertenso de 77 anos do Dirceu; um homem de 72 anos, portador de hipertensão e diabetes, morador do Buenos Aires; uma mulher de 70 anos, diabética, do São Joaquim e uma mulher de 65 anos residente no Jardim Europa.

A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, alertou que, enquanto o percentual de isolamento se mantém baixo na cidade de Teresina, os números de casos confirmados e de óbitos estão aumentando. “É preciso atingir o patamar de 73% de isolamento social, percentual recomendado pelas autoridades de saúde para diminuir a disseminação do vírus”, finaliza.

Dados colhidos pela startup Inloco mostram que no último sábado (06), a cidade apresentou índice de isolamento social de 42,2%. Em comparação aos dois sábados anteriores, 23 e 30 de maio, que registraram 47,2% e 44,8%, respectivamente, o índice deste sábado indica que o isolamento social está caindo nos finais de semana na capital.

“Esse é um momento muito difícil que o mundo enfrenta. Além de lamentar os óbitos e estender nossa solidariedade às famílias, informamos que a Prefeitura está seguindo o plano de contingência, mas reiteramos à população que devem ser mantidos os cuidados com a higiene. Pedimos também que só saiam de casa se for estritamente necessário”, afirma o presidente da FMS, Manoel de Moura.

HCor capacita profissionais de Teresina para uso de respiradores em pacientes com Covid-19

Os profissionais de saúde das três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Teresina e do Hospital de Campanha Pedro Balzi estão recebendo uma capacitação que tem como principal objetivo a utilização de ventilador mecânico em pacientes diagnosticados com Covid-19. A atividade iniciou esta semana e segue até o final da pandemia do novo coronavírus, sendo realizada por consultores do Hospital do Coração, mais conhecido como HCor, um hospital de referência na cidade de São Paulo.

O HCor, enviou equipes assistenciais para capacitar os profissionais de saúde. A ação é uma parceria entre o hospital, Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretarias da Saúde (Conass), por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Três profissionais do HCor ficarão em Teresina durante esse momento de pandemia. “Esta semana realizamos visita a todas as três UPAs e ao hospital de campanha. O objetivo é promover o alinhamento de conceitos e capacitar as equipes assistenciais quanto à assistência de pacientes Covid-19. Avaliamos o fluxo de atendimento, os recursos físicos e profissionais utilizados pelas unidades”, afirmou Américo Bez, da equipe HCor. Ele acrescenta que já houve um momento referente a capacitação do manejo de ventilador mecânico em pacientes e que o trabalho é contínuo.

Os profissionais de Teresina contam também com o apoio da Tele-UTI, onde podem discutir, através de um número 0800, os casos dos pacientes com médicos intensivistas do Proadi-SUS, melhorando o atendimento daqueles com síndrome respiratória aguda grave. “A UPA Renascença recebeu a visita do Dr. Americo Bez, que coordena o programa Proadi-SUS HCor . Na ocasião, Américo conheceu o fluxograma de atendimentos da UPA Renascença e um pouco da experiência que temos implementado para reduzir o tempo de permanência dos nossos pacientes na unidade, dando resolutividade e encaminhamento as demandas do serviço. Américo destacou a organização do serviço e dos nossos protocolos, utilizando-os de referência para outras unidades que irá visitar e que visitou”, informou Thamara Carvalho, diretora da UPA Renascença.

Os principais benefícios do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) para a população são a redução de filas de espera, qualificação de profissionais para a melhoria de desfechos clínicos, pesquisas de interesse público, validação de diretrizes, estudos de identificação de barreiras nas políticas públicas de saúde, avaliação de tecnologias para o SUS, melhoria da gestão de hospitais públicos e atendimento especializado de casos mais complexos.