Guarda Municipal intensifica ação na retomada das atividades econômicas em Teresina

Com os avanços das etapas da reabertura econômica em Teresina, a Guarda Civil Municipal (GCM) tem intensificado ainda mais as fiscalizações para uma retomada segura. Já são mais de 8.300 atendimentos realizados durante a pandemia e o trabalho ganhou reforço com mais 125 novos agentes e 18 viaturas

Além da reabertura do setor de varejo, que provoca o aumento da circulação de pessoas pela cidade, a Guarda também está atuando no Parque da Cidadania e no Ginásio “Parentão”, no Lourival Parente, que já estão funcionando. “Com a reabertura dos parques ambientais e atividades individuais ao ar livre, equipes permanentes estão atuando nestes locais”, ressalta o comandante da Guarda Municipal, Coronel John Feitosa.

Ele ressalta o trabalho dos guardas para garantir o cumprimentos dos protocolos, reforçando ainda mais ainda os cuidados para que não seja registrado aumento no número de casos de coronavírus.  “O trabalho da Guarda tem se mostrado importante para que a cidade possa avançar nas etapas de reabertura das atividades econômicas de forma segura, cumprindo todos os protocolos, como o distanciamento e uso correto de máscaras”.

Guarda Municipal atende 111 ocorrências no fim semana com restrições intensificadas

A Guarda Municipal de Teresina, responsável por um trabalho de fiscalização e orientação junto à população desde o início da pandemia ocasionada pelo novo Coronavírus, registrou neste final de semana na cidade 111 ocorrências entre aglomerações, descumprimentos de decretos e um furto.

“Foi um trabalho muito intenso. Conseguimos alcançar o melhor índice de isolamento entre as capitais no sábado e no domingo, uma demonstração que essa fiscalização surtiu efeito e que uma parte da população efetivamente já tem consciência da necessidade de fazer o isolamento social”, explicou o comandante da Guarda Municipal, coronel John Feitosa.

A capital atingiu o índice de isolamento de 49.18%. Entre as zonas, a Centro-Norte conquistou o topo, obtendo 49.76%.  Apesar dos resultados positivos em consequência dessas medidas mais severas, os números ainda mostram-se abaixo dos 70% recomendados pela Organização Mundial de Saúde.

“A população pode contribuir ficando em casa sempre que possível, respeitando as recomendações sanitárias e entrando em contato com a GCM para reportar descumprimentos”, lembrou o coronel. Os telefones 153, (86) 3215-9317 ou (86) 99438-0254 também estão disponíveis para recebimento de denúncias.

Hoje, inicia mais uma etapa de reabertura das atividades econômicas na capital, e estabelecimentos como centros comerciais e shoppings centers estão autorizado a funcionar. “Esperamos manter esse trabalho relacionado ao isolamento para que possamos ter condições de avançar em outras etapas, conforme assim for determinado pela Prefeitura de Teresina, pelo prefeito Firmino Filho e pelo comitê gestor desse período da pandemia”, destacou Feitosa.

Cerca de 15 mil ações de sanitização foram realizadas em 4 meses de pandemia

Ascom/Semduh

Com o retorno gradual das atividades econômicas em Teresina, as ações de sanitização na área externa de espaços públicos e ônibus do transporte coletivo se tornam ainda mais essenciais no combate da disseminação do novo coronavírus. Durante os quatro meses de pandemia, foram efetuadas 14.796 ações de desinfecção com a pulverização de solução de água com hipoclorito utilizando bombas costais, caminhões pipas e carros fumaceiros.

Dentre as 14.796 sanitizações, 3.219 foram realizadas em Unidades de Saúde, 791 em grandes supermercados, 171 em terminais de ônibus, 730 em avenidas e praças e 296 visitas em mercados municipais, além das higienizações realizadas em calçadões do centro, Polo de Saúde, shoppings, delegacias, rodoviária, aeroporto e outros espaços públicos com circulação de teresinenses.

Segundo o secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marco Antonio Ayres, os ônibus de transporte coletivo também seguem sendo sanitizados. “As ações acontecem às terças e quintas-feiras, nas Praças da Bandeira, Fripisa e Saraiva. Durante a parada, os usuários e motorista descem e rapidamente nossas equipes entram no veículo para a higienização. É mais uma forma de atuarmos diretamente onde há grande fluxo de pessoas. Nos ônibus, as sanitizações vêm acontecendo desde maio”, explica.

O gestor ainda destaca que a desinfecção de ambientes é realizada pela própria prefeitura em uma parceria da Semduh com a Fundação Municipal de Saúde (FMS) e Águas de Teresina. “É um esforço conjunto pela segurança e promoção da saúde da população, mas reforçamos que a melhor orientação é seguir com o isolamento social”, conclui.

Teresina registra 37 novos casos confirmados de COVID-19 neste domingo (02)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou 37 novos casos confirmados de COVID-19 em Teresina, neste domingo (02). Houve ainda nove mortes causadas pela doença, sendo que cinco delas ocorreram dia 1° de agosto, três dia 2 de agosto e uma dia 30 de julho.

A capital contabiliza agora 734 óbitos e 17.630 casos confirmados para o novo Coronavírus. O número de pessoas recuperadas da doença também cresceu, chegando a 3.380.

Das nove mortes computadas ontem no sistema de notificação, seis eram homens e três mulheres. As pessoas tinham entre 61 e 91 anos e todas tinhas comorbidades, como doença cardíaca, doença renal, hipertensão arterial ou diabetes.

Para reduzir a transmissibilidade da doença, durante os finais de semana na capital as regras de isolamento social se tornaram mais rígidas. Teresina registrou ontem um índice de isolamento social de 53%, segundo dados da startup InLoco. Com isso, a cidade ocupou, pelo segundo dia seguido, o primeiro lugar no ranking nacional, entre as capitais do país. No sábado (01), o percentual foi de 49,2%.

No sábado e domingo, até mesmo as atividades essenciais estão com seu funcionamento limitado. “O monitoramento tem mostrado que a capital tem conseguido manter os índices dentro do esperado, mesmo com a reabertura das atividades econômicas. Os últimos números de casos mostram uma melhoria nos indicadores, mas é importante não descuidar e continuar evitando aglomerações, de acordo com as orientações das autoridades sanitárias”, reforça Eduardo Aguiar, analista de sistemas da Prefeitura.

Teresina tem o melhor isolamento social entre as capitais pelo segundo dia seguido

Teresina registrou no domingo (02) um índice de isolamento social de 53%, segundo dados da startup InLoco, com isso a cidade ocupou, pelo segundo dia seguido, o primeiro lugar no ranking nacional, entre as capitais do país. No sábado (01), o percentual foi de 49,2%.

Os bons resultados se devem às medidas mais rígidas de isolamento social implantadas nos finais de semana, pela Prefeitura de Teresina. No sábado e domingo, até mesmo as atividades essenciais estão com seu funcionamento limitado. “O monitoramento tem mostrado que Teresina tem conseguido manter os índices dentro do esperado, mesmo com a reabertura das atividades econômicas. Os últimos números de casos mostram uma melhoria nos indicadores de Teresina, mas é importante não descuidar e continuar evitando aglomerações e se protegendo de acordo com as orientações das autoridades sanitárias” , disse Eduardo Aguiar, analista de sistemas da Prefeitura.

O levantamento também mostra os dados do isolamento social por regiões da cidade e, neste domingo, quem mais respeitou as determinações para ficar em casa foi a população da zona centro-norte, onde os índices ficaram em 54,62%. Em seguida, vem a zona sul, com 53,85%; a zona leste, com 53,42%, e a zona sudeste, com 51,08%.

Quando analisados por bairros, os dados mostram que quem mais respeitou as determinações para ficar em casa foram Por Enquanto (62,80%), Monte Verde (61,00%), Ininga (60,50%), Socopo (60,00%) e Mafuá (59,70%). Na outra ponta da tabela, com os menores percentuais de isolamento social, estão os bairros Cabral (39,50%), Parque Jacinta (41,70%), Angélica (42,90%), Alegre (45,50%) e Vila São Francisco (46,80%).

Boletim epidemiológico notifica 439 novos casos de Covid-19 em Teresina

O Boletim epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou ontem (29) 439 novos casos de Covid-19 em Teresina, com 11 óbitos. Com isso, a cidade contabiliza agora 16.776 casos e 697 mortes pela doença, além de 3.240 pessoas recuperadas.

Os óbitos incluem cinco mortes ocorridas ontem (29), quatro de quarta-feira (28) e dois de dias anteriores. Desta vez, foram seis homens e cinco mulheres, com idades entre 62 e 92 anos. Sete pacientes apresentavam comorbidades, como doenças cardiovasculares e diabetes. Três eram moradores da zona Norte, três residiam na zona Sul, três na zona Sudeste e dois na zona Leste.

A Prefeitura de Teresina segue traçando estratégias para garantir o rastreio de pessoas com Covid-19 e o controle da infecção para garantir uma reabertura segura do comércio. Para isso, estão sendo ampliados os Centros de Rastreamento e Testagem (CRT) para a realização de testagem, mediante agendamento, dos contatos de pessoas que receberam o diagnóstico positivo de Covid-19.
Agora, Teresina conta com sete centros espalhados em todas as zonas da cidade.

Além disso, a rede de atenção básica conta com 26 Unidades Básicas de Saúde (UBS) para atendimento exclusivo de síndromes gripais. Nesses locais, o paciente com sintomas gripais recebe todos os atendimentos necessários. A equipe de saúde avalia o caso e toma a conduta adequada, que pode envolver orientação médica, prescrição de medicamentos, indicação de isolamento domiciliar ou mesmo encaminhamento para hospitais ou UPAS, em casos mais graves.

Teresina tem isolamento social de 41,8% na quarta-feira (29)

Teresina registrou, na quarta-feira (29), um isolamento social de 41,8%, segundo dados da sturtup InLoco. No ranking nacional, a cidade ocupou a quarta posição entre as capitais do país com os maiores índices de isolamento social.

Apesar do início da retomada gradual de algumas atividades, os dados seguem parecidos com os que foram registrados nas semanas anteriores à volta destas atividades. Na quarta-feira (22) passada, por exemplo, o isolamento social foi de 42,7%.

O levantamento também mostra os índices de isolamento social por regiões da cidade, no qual a população da zona centro-norte foi a que mais respeitou as determinações para ficar em casa, com um percentual de 42,85%. Em seguida vem a zona sul, com 42,10%; a zona leste, com 40,75%, e a zona sudeste, com 39,87%.

Quando se observa estes dados por bairros, os que mais respeitaram as determinações de isolamento social foram Cabral (58,20%), Matinha (50,90%), São João (50,60%), Angélica (50%) e Santo Antônio (48,95%). Na outra ponta da tabela, os bairros onde a população menos respeitou as determinações para ficar em casa foram Parque Juliana (23,80%), São Sebastião (33,75%), Novo Horizonte (34,03%), Vale do Gavião (35,07%) e Aroeiras (36,62%).

Neste mês de julho, algumas atividades econômicas e sociais voltaram a funcionar de forma reduzida e seguindo protocolos de segurança, durante a semana. Já no final de semana, como forma de melhorar os índices de isolamento social, as medidas restritivas ficam mais duras, com a interrupção até mesmo do funcionamento de atividades essenciais. Isso deve seguir, pelo menos, pelos próximos dois finais de semana.

Família que atua no combate ao coronavírus em Teresina é destaque nacional 

Em Teresina, uma família inteira está unida contra a Covid-19: Tânia Furtado, enfermeira do SAMU e de hospital da Prefeitura de Teresina, o marido, a mãe, o pai e a irmã também são profissionais da saúde e estão na linha de frente contra a doença na capital piauiense. Essa história ficou conhecida nacionalmente após exibição do seu depoimento na edição do Jornal Nacional da última terça-feira (28).

No vídeo exibido, ela relatou que a sua rotina de trabalho mudou completamente durante a pandemia. “Desde criança, eu já sabia que ia trabalhar na área da saúde. Os meus pais foram os grandes exemplos. Hoje, eles, eu, meu esposo e minha irmã estamos todos atuando no combate à Covid-19.  Antes, vivíamos de abraços, encontros e almoços em família. Atualmente, a gente não pode nem se tocar, para evitar contaminação pelo coronavírus”, disse Tânia.

“Por aqui as coisas funcionam bem. O que vejo é uma articulação imensa de pessoas e de serviços de saúde, procurando resolver os problemas e ofertar uma assistência de qualidade aos doentes. Nós que começamos essa rotina com certo medo, hoje sentimos mais confiança, coragem, esperança e ficamos honrados e felizes por participar desse enfrentamento, porque, afinal, estamos fazendo a grande diferença entre a vida e a morte dessas pessoas”, conta Tânia.

Ainda criança, Tânia e sua irmã, que também é enfermeira, acompanhavam a rotina dos pais Raimundo e Rosa Furtado, que são técnicos de enfermagem. “Nós morávamos em outra cidade, mas eles vinham trabalhar em Teresina e eu acompanhava. Quando eu era bem pequena, minha mãe me viu enquanto me arrumava e perguntou para onde iria e disse ‘para o meu plantão’, como se ela já tivesse que saber que esse era meu ofício. Hoje, estou fazendo tudo que eles fizeram a vida toda, ajudando as pessoas e aliviando sofrimentos”.

A enfermeira ressalta ainda que é uma honra atuar na saúde. “Tenho participado de vários momentos em que a atuação da minha equipe foi fundamental para a sobrevivência de alguém, na verdade de muitas pessoas. É como se a gente travasse uma luta com a morte e na maioria das vezes a gente vence, graças a Deus. Por outro lado, temos medo do coronavírus, mas, fazendo um balanço, é uma honra poder ser um instrumento valioso nessa luta contra esse inimigo invisível”, finalizou a enfermeira.

Tânia casou com Nelson Neto, que é condutor de ambulância do SAMU. Ele conta que era um sonho atuar nas viaturas e que, durante a pandemia, teve que se afastar dos dois filhos. “É uma honra trabalhar nesse período, pois temos ajudado muitas pessoas doentes, temos feito a diferença e, no futuro, quando estivermos unidos novamente, poderemos dizer aos nossos filhos que estivemos na linha de frente no combate a esse vírus e eles terão muito orgulho de nós”.

 

 

Teresina tem o melhor índice de isolamento social entre as capitais do Brasil

 


Com 52% da população teresinense aderindo às medidas de isolamento social neste sábado (25), Teresina alcançou mais uma vez o primeiro lugar entre as capitais do Brasil. Em uma panorama geral com os Estados brasileiros, o Piauí também ficou em primeiro lugar no cumprimento das medidas. Os dados são da Startup Inloco, que faz o monitoramento diário baseado com base no gerenciamento dos celulares.

O levantamento apontou ainda que a região leste da cidade foi a que mais aderiu às medidas, registrando o percentual de 52,70%, seguida da zona sul que marcou 52,69%. Na análise geral entre os bairros, o Ininga teve o melhor desempenho da cidade, com 61,78% dos moradores ficando em casa.

Os índices registrados nessa semana são positivos. O percentual de isolamento social registrado neste sábado é 3% superior ao da semana passada e quase 10% maior do que o contabilizado na última sexta-feira. A elevação dos índices é resultado das estratégias adotadas pela Prefeitura de ampliar o distanciamento aos finais de semana com medidas mais restritivas no funcionamento das atividades econômicas da cidade e, assim, diminuir a disseminação do novo coronavírus.

Neste sábado e domingo, por exemplo, ficaram autorizados a funcionar apenas farmácias e drogarias, serviços de saúde, segurança, vigilância, delivery exclusivamente para alimentação e órgãos e profissionais de comunicação.

Teresina registra mais 06 óbitos por Covid-19 e 330 novos casos confirmados da doença neste sábado

O Centro de Operações em Emergências (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou seis óbitos decorrentes de complicações da Covid-19 em Teresina, neste sábado (25). Houve ainda 330 novos casos confirmados da doença. No total, a capital registra 655 mortes e 15.250 pessoas infectadas pelo novo Coronavírus.

Acerca dos 06 óbitos por Covid-19 que foram computados no sistema, 03 eram do sexo feminino e 05 tinham doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e doença renal. Essas vítimas residiam nos bairros Dirceu (61 ano), Itararé (61 anos), Centro (80 anos), Mafrense (60 anos), Piçarra (69 anos) e Santa Maria (88 anos).

“Lamentamos essas perdas. Essas vítimas tinham família, amigos, eram o amor de alguém. Desde o começo da pandemia, a FMS tem adotado várias medidas para conter a proliferação do vírus, porque todas as vidas são importantes, mas é preciso contribuição da população para seguir as recomendações de higiene e de isolamento”, ressalta o médico infectologista Walfrido Salmito.

A FMS contabilizou ainda que, desde o início da pandemia até este sábado (25), 3.097 pessoas ficaram recuperadas da doença. Integram o grupo dos recuperados aquelas pessoas com Covid-19 que tiveram alta após atendimento na rede hospitalar e também as que estavam com quadro leve da doença e fizeram o tratamento em casa.