Atenção e cuidados no trânsito devem ser redobrados no período chuvoso

Ascom/Strans

A partir do mês de janeiro começa o período chuvoso em Teresina, por isso os condutores devem redobrar a atenção no trânsito e providenciar a manutenção dos veículos. Alguns cuidados são necessários como conferir os pneus, freios, suspensão, limpador de para brisa e fazer regularmente a calibragem, além do alinhamento e balanceamento.

O gerente de operação e fiscalização da Strans, Denis Lima, explica que durante as chuvas os condutores devem ser cautelosos no trânsito, uma vez que a visibilidade da via fica comprometida.

“Dependendo da intensidade da chuva, a visibilidade da pista fica um pouco comprometida. Por isso, é importante redobrar a atenção, diminuir a velocidade para que se tenha tempo suficiente caso seja necessário frear o veículo. Não podemos esquecer também de ligar os faróis. Essas medidas são essenciais para evitar acidentes”, afirma o gestor.

Um dos cuidados que motoristas e motociclistas devem ter também é com os pedestres. Denis Lima lembra que arremessar água e detritos nas pessoas e em outros veículos é infração de trânsito, que custa R$ 130,16.

“Infelizmente, algumas pessoas têm essa má conduta de jogar água nos pedestres e em outros veículos de propósito. Lembramos que é uma infração média e o condutor está sujeito a 4 pontos na CNH. Então, vamos respeitar quem estiver transitando pelas ruas”, declara.

Teresina tem quase 150 mil cães e gatos, aponta Censo Animal da FMS

Ascom/FMS

Quase 150 mil cães e gatos em Teresina. Este é o número estimado pelo primeiro Censo Animal, divulgado hoje (18) pelo Centro de Zoonoses de Teresina. A pesquisa teve como objetivo dimensionar a população canina e felina do município e utilizar os dados obtidos para fomentar campanhas educativas e de saúde.

A pesquisa aponta um total de 148.943 animais na cidade, dos quais 111.987 são cães e 36.956 são gatos, entre domiciliados, semidomiciliados e animais de rua. O resultado leva a uma média de um cão para cada 7,7 habitantes da capital e um gato para cada 23,23 teresinenses. Ainda segundo o censo animal, 47,1% das residências em Teresina possuem um pet, sendo 37,6% com cachorros e 14,7% com felinos.

Conforme explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a metodologia utilizada seguiu os mesmos parâmetros que o Levantamento Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRA), no qual é usada uma amostragem para mensurar e calcular os resultados obtidos.

“Aplicamos um questionário, por meio dos formulários do Google, em 12.289 residências. Após a aplicação deste questionário, os dados foram tabulados, analisados e também validados por um profissional da área de estatística”, explica. De acordo com este método, a população de rua é estimada em 3% do número de animais domiciliados, o que leva a cerca de 3.360 cães sem um tutor responsável por eles.

A gerente chama atenção para o número de animais com acesso à rua, que pode levar a perigos como doenças, atropelamentos, envenenamento e agressão. “Em relação aos felinos, nós constatamos que 68,84% deles têm acesso livre à rua. É um percentual muito alto, e para reduzir o indicador você pode castrar o animal e reproduzir em casa um ambiente parecido com o que seu instinto vai procurar na rua”, diz Oriana Bezerra.

“Já em relação aos cães, constatamos que 22,74% têm acesso à rua acompanhado por um responsável, e 26,46% são soltos na rua pelos próprios tutores, um dado que nos surpreendeu. Lembramos que esta é uma conduta inadequada, pelos riscos e também porque o código sanitário proíbe que eles andem nas vias desacompanhados e sem proteção como focinheiras, para evitar agressão às pessoas”, alerta a gerente de Zoonoses.

O Censo Animal também apontou dados relativos à castração, que tem aumentado desde a implementação do programa da FMS em parceria com a Universidade Federal do Piauí. “A gente observou que a porcentagem de cães castrados é bem menor que a de felinos”, afirma Oriana Bezerra. Ela conta que, dentre os cães, 3,96% dos machos e 8,25% das fêmeas são castrados, uma diferença de mais de duas vezes entre os sexos, o que não acontece com os gatos, que apresentaram 12,35% dos machos e 18,44% das fêmeas esterilizados – uma relação equilibrada.

O levantamento também apurou dados em relação a reprodução e zoonoses, o que possibilitará a adoção de estratégias de controle sanitário e prevenção. “Os dados irão servir como direcionamento para um trabalho educativo relacionado à posse responsável, a importância da castração e de se manter os animais dentro dos domicílios, bem como melhorar indicadores”, finaliza a gerente.

Enfermeiros dos hospitais passam por atualização nos cuidados com feridas

Ascom/FMS

O sistema de saúde pública está sempre se atualizando em relação às novas técnicas de cuidados. Para isso, hoje (28), os enfermeiros dos hospitais do município passaram por uma atualização na área de estomias, feridas e curativos.

Segundo Edna Lima, chefe do Núcleo de Avaliação e Monitoramento Hospitalar da Fundação Municipal de Saúde, o evento foi direcionado aos os enfermeiros e técnicos de enfermagem que manejam paciente dos leitos e ambulatórios com feridas ou com bolsa de colostomia. “Este foi um primeiro momento, e logo faremos um segundo com os profissionais do Lineu Araújo, que mantém um programa de ostomizados e de cuidados com o pé diabético”, informou ela.

Durante a conversa, os participantes foram apresentados aos produtos disponíveis no mercado para os cuidados de feridas. “São produtos que atendem as necessidades do nosso paciente dentro do custo benefício que também atenda as possibilidades de aquisição da rede para suprir essa rede”, esclareceu Edna Araújo. Na oportunidade, eles também foram orientados quanto ao manejo do material que vai facilitar o cuidado de pacientes com feridas ou com bolsa de colostomia.