Abertas as inscrições para palestra sobre arboviroses para servidores da FMS

O Núcleo de Qualificação Profissional da Fundação Municipal de Saúde (FMS) abre as inscrições para a palestra “Arboviroses: Combate ao Vetor, Transmissão, Clínica e Estratégias de Prevenção”, que acontece dia 25 de maio, das 9h às 10h30, no auditório da instituição. O evento é voltado para servidores da FMS e será ministrada pelo médico infectologista, Kelsen Eulálio.

As arboviroses – dengue, zika e chikungunya – são doenças que representam um desafio crescente à saúde pública. Nesta palestra, serão discutidos os principais mecanismos de transmissão, manifestações clínicas e medidas de prevenção, com foco na realidade atual e estratégias de enfrentamento. “O objetivo é oferecer uma visão integrada que auxilie profissionais de saúde e gestores na tomada de decisões e na promoção de ações efetivas de controle”, informa o chefe do Núcleo de Qualificação Profissional da FMS, João Luciano de Castro e Sousa.

As inscrições podem ser feitas por meio do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeryEo0goTkhBHTjXIm6fyTQBoUwRlHkkstvChGysK-BsnW-g/viewform?pli=1&authuser=0

João Luciano, ressalta a importância de cada servidor da FMS atuar no combate às arboviroses, por meio de medidas simples que evitam a reprodução do mosquito transmissor (o Aedes aegypti). “Se cada setor fortalecer seu papel no enfrentamento às arboviroses, podemos contribuir para a promoção de uma saúde de qualidade não apenas no ambiente de trabalho, como para o município”, diz.

Arte gráfica: Ascom FMS

Prefeitura de Teresina intensifica ações de vigilância e combate à dengue e chikungunya

FMS instala armadilhas para recolher ovos de mosquito da dengue (Foto: Ascom FMS)

A Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS), desenvolve o Programa de Controle das Arboviroses — que engloba dengue, zika e chikungunya — em conformidade com as diretrizes do Ministério da Saúde, com foco na intensificação das ações de vigilância e no controle do mosquito transmissor.

Entre as principais estratégias adotadas está o monitoramento sistemático por meio de ovitrampas, armadilhas instaladas mensalmente para identificar a presença e a circulação do vetor, além de subsidiar a avaliação do risco epidemiológico. Com base nesses indicadores, são planejadas e executadas ações direcionadas de combate, conduzidas por equipes multiprofissionais compostas por médicos-veterinários e agentes de saúde.

Resultados das ações desenvolvidas

As ações já apresentam resultados significativos:

• Imóveis visitados e inspecionados: 319.916 (dados até 10/04)
• Depósitos eliminados: 105.152
• Imóveis tratados: 3.972
• Bloqueios de casos realizados: 1.145
• Pneus recolhidos: 24.532 (dados até 28/04)

Os resultados demonstram o fortalecimento das medidas preventivas e da capacidade de resposta rápida das equipes, fatores essenciais para a redução da infestação do mosquito e a prevenção de surtos. Com isso, o município avança de forma consistente no controle das arboviroses, contribuindo para a proteção da saúde da população.

FMS intensifica ações de combate à dengue na comunidade Campestre após aumento de casos suspeitos

Ações de combate à dengue na comunidade Campestre (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que a comunidade Campestre, na zona rural, registrou recentemente um aumento no número de notificações de casos suspeitos de dengue, concentrados especialmente na Rua 02. Também foi registrado um óbito suspeito, que ainda está em investigação e não possui confirmação para dengue até o momento.

Diante da situação, a FMS reforça que as equipes já estão atuando de forma intensificada na região. Na zona rural, a estratégia de controle da dengue segue uma metodologia diferenciada, realizada em parceria com as equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF). As ações são planejadas a partir das notificações de casos suspeitos registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), o que permite identificar áreas prioritárias para intervenção.

Na última segunda-feira (27), após a identificação do aumento de casos, equipes estiveram na comunidade para investigação epidemiológica e identificação de possíveis focos do mosquito. Durante a vistoria, foi constatado que o descarte inadequado de resíduos tem contribuído significativamente para a proliferação de criadouros.

Ações de combate à dengue na comunidade Campestre (Foto: Ascom FMS)

Como continuidade das ações, nesta quinta-feira (30), está sendo realizada uma mobilização com visitas casa a casa, incluindo inspeção de quintais, eliminação de focos e recolhimento de resíduos. A atividade está sendo desenvolvida de forma integrada entre a Gerência de Zoonoses (GEZOON), as equipes da ESF e a Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR).

A FMS reforça a importância da colaboração da população no combate à dengue, mantendo os quintais limpos, evitando o acúmulo de lixo e eliminando qualquer recipiente que possa acumular água, contribuindo assim para a redução dos riscos de transmissão da doença.

Testes rápidos da dengue já estão disponíveis em 3 UPAs e 2 hospitais de Teresina

Testes rápidos da dengue já estão disponíveis em Teresina (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) anunciou que os testes rápidos para diagnóstico da dengue já estão disponíveis nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Satélite, Promorar e Renascença, além dos hospitais Buenos Aires e do Parque Piauí, em Teresina.

Os kits foram enviados pelo Ministério da Saúde e são destinados, prioritariamente, a grupos de risco, como crianças menores de dois anos, gestantes, idosos acima de 65 anos e pessoas com doenças crônicas, incluindo hipertensão, diabetes, obesidade, doenças cardíacas, pulmonares, renais, hepáticas e autoimunes. Pacientes que apresentem sinais de gravidade também estão entre os que devem ser testados.

O Teste Rápido NS1 Dengue em cassete (ALLTEST), que detecta uma proteína do vírus chamada NS1, deve ser realizado entre o primeiro e o quinto dia após o início dos sintomas. O resultado positivo no teste rápido é um indicativo à presença da dengue na fase aguda e só deve ser interpretado em conjunto com outros
procedimentos de diagnóstico e resultados clínicos. Enquanto um resultado negativo não exclui a possibilidade da doença, sendo necessário acompanhamento médico e, em alguns casos, exames complementares como hemograma com contagem de plaquetas, RT-PCR ou sorologia.

De acordo com Adriana Brandim, enfermeira da área técnica das arboviroses da FMS, inicialmente foram recebidos mil testes para distribuição nestas 5 unidades de saúde. Ela acrescentou que a FMS aguarda a chegada de mais unidades do exame, prevista para a próxima semana, por parte do Ministério da Saúde.

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode evoluir para formas graves e potencialmente fatais. Os sintomas mais comuns incluem: febre alta súbita, dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, náuseas, vômitos e manchas vermelhas na pele. Em casos graves, podem surgir sinais de alerta como dor abdominal intensa, sangramentos, tontura e queda de pressão.

Vanessa Matos, enfermeira e chefe do núcleo de epidemiologia hospitalar da FMS, reforça que qualquer pessoa com sintomas deve procurar atendimento médico imediato. “A recomendação é que, diante dos sintomas, as pessoas procurem atendimento médico imediato para garantir diagnóstico e tratamento oportunos.”

A presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, também destaca a importância da participação popular no combate ao Aedes aegypti. “Cerca de 80% dos focos do mosquito estão dentro das residências. É fundamental evitar o acúmulo de água em recipientes que possam servir de criadouros. Contamos com a colaboração de todos para eliminar esses focos e prevenir novos casos. Essa é uma missão coletiva”, finaliza.

Teresina registra um caso de dengue tipo 3 e intensifica ações de prevenção

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) intensifica ações preventivas e monitora os dados epidemiológicos (Foto: Ascom FMS)

O mosquito Aedes aegypti se reproduz em água parada e é responsável pela transmissão da dengue, doença que, em 2024, causou mais mortes do que a Covid-19. Recentemente, foi registrado em Teresina 1 caso de dengue tipo 3, vírus que não circulava no Brasil desde 2008 e que pode provocar formas graves da doença. Diante desse cenário, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) intensifica ações preventivas e monitora os dados epidemiológicos.

Segundo o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de Teresina (CIEVS), entre 1º de janeiro e 23 de março de 2026, foram confirmados 558 casos de dengue no município. Em comparação ao mesmo período de 2025, quando houve 594 registros, observa-se uma redução de 6,1%. Apesar da queda, os cuidados preventivos continuam indispensáveis.

De acordo com Walfrido Salmito, diretor de Vigilância em Saúde da FMS, a Fundação tem ampliado as ações de educação sobre a dengue. Ele reforça a importância da colaboração da população, que deve realizar inspeções semanais em suas casas para eliminar possíveis criadouros do mosquito, especialmente neste período chuvoso. “Além disso, equipes da Gerência de Zoonoses inspecionam residências para identificar focos de água parada. Mas contamos com o apoio de todos para evitar a proliferação do mosquito. Esta é uma luta pela vida e pela saúde”, destacou.

A médica Amariles Borba ressalta que pacientes diagnosticados com dengue devem manter-se bem hidratados. “Recomendamos que a urina seja clara como a água ingerida ao longo do dia, pois isso indica boa hidratação. Esse alerta tem sido reforçado junto aos profissionais de saúde, conforme orientações do Ministério da Saúde”, explicou.

Ela lembra que existem quatro tipos de vírus da dengue, e qualquer um deles pode evoluir para a forma hemorrágica, que é grave e pode levar à morte. “Quem contrai o tipo 1, por exemplo, adquire imunidade apenas contra esse subtipo, mas continua suscetível ao tipo 2, 3 e 4. Estudos mostram que há maior risco de formas severas em infecções posteriores, sendo os tipos 2 e 3 frequentemente associados a quadros mais graves. O tratamento atual é apenas de suporte aos sintomas, por isso precisamos unir esforços para evitar a proliferação do mosquito”, alertou.

Vacina contra dengue segue disponível

Quanto às vacinas contra dengue, a FMS informa que a versão aplicada em duas doses está disponível para crianças de 10 a 14 anos nas Unidades Básicas de Saúde e no Teresina Shopping. Já a vacina mais recente, de dose única, está sendo ofertada exclusivamente a profissionais de saúde.

Vacinação contra dengue em profissionais de saúde inicia nesta sexta-feira (27)

Para receber a vacina, basta apresentar documento de identificação no local de trabalho e, se possível, a caderneta de vacinação (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) recebeu um lote com 2 mil doses da nova vacina contra a dengue. A partir desta sexta-feira (27), os primeiros profissionais de saúde de Teresina começarão a ser imunizados na Unidade Básica de Saúde do bairro Satélite e em outras UBS da Zona Leste. A aplicação será feita diretamente nos locais de trabalho. Além deles, agentes de combate às endemias da Gerência de Zoonoses também serão contemplados.

Emanuelle Dias, coordenadora de imunização da FMS, ressaltou a importância da chegada da vacina de dose única. “Trata-se de um marco para a ciência e para a saúde no Brasil. Uma doença que nos desafia há tantos anos agora poderá ser enfrentada com uma vacina única, desenvolvida pelo Instituto Butantan, fruto do trabalho de pesquisadores, profissionais e voluntários brasileiros. O fato de ser aplicada em apenas uma dose facilita o acesso e aumenta a adesão da população, fortalecendo a imunização em todo o país”, destacou.

Para receber a vacina, basta apresentar documento de identificação no local de trabalho e, se possível, a caderneta de vacinação.

Segundo Emanuelle Dias, o lote recebido é parcial, o que justifica o início da campanha pela Zona Leste. “Como recebemos do Ministério da Saúde apenas uma parte das doses, vamos começar pela Zona Leste, que conseguimos atender com esse quantitativo. À medida que novas remessas chegarem, ampliaremos para as Unidades Básicas de Saúde das zonas Sudeste, Norte e Sul, que concentram maior número de profissionais”, finalizou.

Em paralelo, continua disponível em Teresina o estoque da vacina contra a dengue que exige duas doses, destinada ao público de 10 a 14 anos, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Teresina inicia vacinação contra dengue em profissionais da atenção básica

Vacinação contra dengue em profissionais da atenção básica (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) recebeu um lote com 2 mil doses da vacina contra a dengue. A partir de sexta-feira (27), a imunização será destinada aos profissionais da atenção básica da zona Leste e aos Agentes de Combate às Endemias da Gerência de Zoonoses, que serão vacinados diretamente em seus postos de trabalho.

Para receber a vacina, basta apresentar documento de identificação no local de trabalho e, se possível, a caderneta de vacinação.

Segundo a coordenadora de vacinação da FMS, Emanuelle Dias, a quantidade recebida é parcial e, por isso, a aplicação começará pela zona Leste da cidade. “Como recebemos do Ministério da Saúde apenas uma parte das doses, vamos iniciar pela zona Leste, que conseguimos atender com esse quantitativo. À medida que forem chegando mais vacinas, ampliaremos para as zonas Sudeste, Norte e Sul, que são as maiores”, explicou.

Emanuelle destacou ainda a relevância da chegada da vacina de dose única contra a dengue. “Trata-se de um marco para a ciência e para a saúde no Brasil. Uma doença que nos desafia há tantos anos agora poderá ser enfrentada com uma vacina única desenvolvida pelo Instituto Butantã, fruto do trabalho de pesquisadores, profissionais e voluntários brasileiros. O fato de ser aplicada em apenas uma dose facilita o acesso e aumenta a adesão da população, fortalecendo a imunização em todo o país.”

Em Teresina, o estoque já existente da vacina contra a dengue, que exige duas doses, continua disponível para o público de 10 a 14 anos, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

FMS apresenta Plano de Contingência a setores estratégicos no combate às arboviroses

O principal objetivo do encontro foi apresentar o Plano de Contingência do Programa Municipal de Controle das Arboviroses (Foto: Ascom FMS)

Com o início da estação chuvosa, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) reforça a articulação de estratégias para conter o avanço das arboviroses como dengue e chikungunya na capital. Assim, sua Diretoria de Vigilância em Saúde promoveu na manhã de hoje (03) uma reunião com órgãos essenciais para promover a integração das ações de prevenção, vigilância e assistência, de modo a garantir uma resposta oportuna e eficaz frente ao cenário epidemiológico atual.

O principal objetivo do encontro foi apresentar o Plano de Contingência do Programa Municipal de Controle das Arboviroses no município de Teresina, que será submetido para aprovação do Conselho Municipal de Saúde.

Participaram representantes da Diretoria de Atenção Básica, Diretoria de Atenção Especializada, Diretoria de Vigilância em Saúde, das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDU’s), bem como do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em saúde (CIEVS) e da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (SESAPI), reforçando o compromisso conjunto com a saúde pública e o controle dessas doenças em Teresina.

“Mostramos os resultados de Teresina e o que é necessário para trabalhamos juntos, de acordo com as especificidades e dificuldades de cada setor participante, no enfrentamento das arboviroses”, comenta Oriana Bezerra, da gerência de Zoonoses da FMS.

Ela explica que a apresentação dos indicadores, tanto entomológicos como de relação à incidência, bem como das táticas adotadas em 2025, teve o objetivo de contribuir para a elaboração de novas estratégias internas. “Chamamos a atenção que é preciso antecipar as ações que sejam de responsabilidade daquele setor. Assim, fortalecemos a integração de estratégias para a manutenção dos ambientes livre de criadores em toda a cidade”, completa.

Dados

Teresina registrou uma queda de 28% nos casos confirmados de dengue no período de janeiro a dezembro de 2025, totalizando 3.732 casos contra 5.219 no mesmo período de 2024. A diminuição é resultado das ações intensificadas pela FMS desde o início do ano, como as visitas de agentes de combate a endemias em domicílios e locais estratégicos, campanhas educativas e recolhimento de pneus em borracharias. Além disso, foram realizados os Levantamentos de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), aliados a investigações ambientais voltadas ao controle do mosquito.

Uma das novidades foi a adoção das ovitrampas, armadilhas que simulam o ambiente ideal para a postura de ovos do Aedes aegypti. Foram instaladas mais de 1.500 armadilhas em residências selecionadas de todas as zonas da cidade. Elas seguem sendo monitoradas, permitindo identificar áreas críticas e intensificar as ações de controle.

Oriana Bezerra destaca que o envolvimento da população é essencial para o sucesso das medidas. “Cerca de 80% dos focos do mosquito estão dentro das residências. É fundamental evitar o acúmulo de água parada em recipientes que possam servir de criadouros. Essa é uma missão coletiva, que depende da colaboração de todos”, afirma.

Teresina registra queda de 28% nos casos de dengue em 2025

Teresina registra queda de 28% nos casos de dengue em 2025 (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina registrou uma queda de 28% nos casos confirmados de dengue no período de janeiro a dezembro de 2025, totalizando 3.732 casos contra 5.219 no mesmo período de 2024. Apesar da redução, autoridades recomendam que a população siga alerta nesse período chuvoso e procure atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dores de cabeça, musculares e articulares, mal-estar, manchas vermelhas, náuseas e, em casos graves, sangramento.

A diminuição é resultado das ações intensificadas pela FMS desde o início de 2025. Entre elas estão visitas de agentes de combate a endemias da Gerência de Zoonoses em domicílios e locais estratégicos, campanhas educativas e recolhimento de pneus em borracharias. O Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRA) também foi concluído, aliado a investigações ambientais voltadas ao controle do mosquito.

Uma das novidades foi a adoção das ovitrampas, armadilhas que simulam o ambiente ideal para a postura de ovos do Aedes aegypti. Foram instaladas mais de 1.500 armadilhas em residências selecionadas de todas as zonas da cidade. Elas seguem sendo monitoradas, permitindo identificar áreas críticas e intensificar as ações de controle.

O diretor de Vigilância em Saúde da FMS, Walfrido Salmito, destaca que o envolvimento da população é essencial para o sucesso das medidas. “Cerca de 80% dos focos do mosquito estão dentro das residências. É fundamental evitar o acúmulo de água parada em recipientes que possam servir de criadouros. Essa é uma missão coletiva, que depende da colaboração de todos”, afirma.

Vacina contra dengue está disponível

Já a coordenadora de vacinação da FMS, Emanuelle Dias, convoca cerca de 32 mil crianças e adolescentes de 10 a 14 anos para receberem a primeira dose da vacina contra a dengue. “Para a imunização completa, é necessário tomar duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Basta procurar uma Unidade Básica de Saúde ou o posto de vacinação instalado no Teresina Shopping”, orienta.

FMS coloca armadilhas para coleta de ovos do Aedes na zona Sudeste

FMS coloca armadilhas para coleta de ovos do Aedes (Foto: FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina iniciou a etapa de implantação da nova estratégia de Vigilância e Controle do Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, que consiste no uso da armadilha do tipo Ovitrampas, nos bairros da zona sudeste, em conformidade com a metodologia utilizada nos demais bairros da zona norte, centro norte e leste.

Essas armadilhas serão instaladas nos imóveis selecionados, nas respectivas áreas pré-definidas no “ Sistema Conta Ovos”, desenvolvido pela Fiocruz, com a periodicidade mensal, durante uma semana, favorecendo a oviposição pela fêmea do Aedes. Após a leitura das palhetas das ovitrampas, as ações de controle serão estabelecidas pela equipe, formada por Médicos Veterinários, Biólogo e Agentes de Saúde.

O evento realizado nesta quinta-feira (27), no Teatro João Paulo II, no bairro Dirceu, contou com apresentação dessa metodologia e objetivos da ferramenta de vigilância para as equipes da atenção básica e da Gerência de Zoonoses. Participaram profissionais da Estratégia da Saúde da Família, Agentes de Combate a Endemias, Supervisores Gerais e de Campo.

Segundo Oriana Bezerra, veterinária do Núcleo de Controle de Roedores e Vetores-NUCRV, da Gerência de Zoonoses da FMS, a palestra abordou o uso das ovitrampas como estratégia de vigilância entomológico do Aedes em Teresina, ressaltando a importância do conhecimento da ferramenta pelas equipes, objetivando a adesão da sociedade na eliminação e manutenção do ambiente livre de criadouros, pois a diretriz definida pelo Ministério da Saúde altera a periodicidade dos ciclos de visitas dos agentes, como também a territorialidade.

O gerente da Gerência de Zoonoses, Joaquim Gomes, destacou também a importância da participação popular. “Cerca de 80% dos focos do mosquito estão dentro das residências. É fundamental evitar o acúmulo de água em recipientes que possam servir de criadouros. Contamos com a colaboração de todos para eliminar esses focos e prevenir novos casos. Essa é uma missão coletiva”, finalizou.