Programa Família Acolhedora promove capacitação “Partilhando Emoções”


A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio do programa Família Acolhedora “Partilhando Cuidado” promoveu, nesta quinta-feira (16), na sala do programa, a capacitação “Compartilhando Emoções” para cuidadores e convidados da Associação Brazilian Kids Kare (BKK). A capacitação tem como objetivo orientar na divulgação e captação de novas famílias para o programa.

O Família Acolhedora “Partilhando Cuidado” visa possibilitar o acolhimento familiar para crianças e adolescentes de 3 a 18 anos, que foram expostas a algum tipo de vulnerabilidade e violações de direitos.

Segundo Lorena Batista, coordenadora do Partilhando Cuidado, a capacitação foi feita para propagar o serviço oferecido pelo Família Acolhedora.

“Essa capacitação é para apresentar o funcionamento do acolhimento familiar temporário. É uma oportunidade da cidade conhecer o que que a gente faz e assim abraçar essa nossa missão, que é acolher as nossas crianças e adolescentes do município de Teresina. A iniciativa vai criar multiplicadores que possam trazer novas pessoas, criar novos grupos e, dessa forma, a gente espalhar cada vez mais a importância do acolhimento familiar temporário para nossa cidade”, destaca.

Lidiane Magalhães, acolhedora há 6 anos no programa, conta que o acolhimento familiar temporário é a melhor forma de abraçar crianças e adolescentes institucionalizados.

“Esse acolhimento familiar é o mais adequado, pela questão da criança ter um cuidado individualizado, pois quando ela vai para uma instituição são várias crianças e um único cuidador, que muitas das vezes, a criança chega com alguns traumas e pode ter algumas necessidades que um cuidador não vai dar conta. Já a família acolhedora vai acolher e se dedicar diretamente para essa criança que talvez tenha sofrido por não ter uma família estruturada, conhecendo o carinho de pai, de mãe ou até mesmo de parente”, explica.

COMO SER UMA FAMÍLIA ACOLHEDORA

Os requisitos solicitados pelo Programa Família Acolhedora “Partilhando Cuidado” para quem pretende acolher são: residir na área de abrangência do Serviço Família Acolhedora, em Teresina (PI); ter maioridade legal (21 anos de idade ou mais); ter disponibilidade; compreender os objetivos do Serviço Família Acolhedora, isto é, a consciência da provisoriedade do acolhimento; não apresentar problemas psiquiátricos; não ser dependente de substâncias psicoativas; e não responder processo judicial.

Semcaspi inaugurará reformas das sedes dos programas Abrace Nós e Família Acolhedora

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) vai inaugurar, no dia Municipal da Pessoa com Deficiência, as reformas, nesta terça-feira, (22), das sedes dos programas Abrace Nós e do Família Acolhedora. A solenidade de inauguração contará com a presença do prefeito de Teresina, Dr. Pessoa.

Os programas Abrace Nós e Família Acolhedora, agora, dispõem de uma estrutura adequada e ampla para atender os seus públicos. O Programa Família Acolhedora atende famílias que pretende acolher temporariamente crianças e adolescentes que estão em abrigos. Já o Programa Abrace Nós possibilita o encaminhamento e acompanhamento na seleção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, dentre as metas de ação da secretaria, é ampliar e melhorar o atendimento dos públicos, com a reestruturação das unidades.

“Ano passado, visitamos todas as unidades que oferecem os serviços da Semcaspi, fizemos um relatório de demandas e apresentamos ao prefeito Dr. Pessoa, que sensível a nossas solicitações, determinou a reforma das nossas unidades. As reformas já começaram ano passado mesmo, dos 19 Cras, 12 já foram reformados, dos cinco conselhos tutelares dois já foram concluídos. Amanhã, iremos inaugurar a reforma de mais duas unidades, dos programas Abrace Nós e Família Acolhedora”, explicou.

Para Janete Caminha, coordenadora do Programa Abrace Nós, o público com deficiência requer um ambiente com acessibilidade e espaço mais amplo para atendimento.

“O Abrace Nós foi lançado em junho de 2021 e veio com uma proposta de encaminhar pessoas com deficiência a seleções de emprego e para cursos de capacitação. Além de acompanhar com a assistência de um intérprete de Libras este público nas seleções de emprego e em atendimentos nos órgãos públicos. Estávamos precisando de um espaço melhor estruturado e com o principal, acessibilidade”, pontuou.

Segundo Lorenna Batista, coordenadora do Programa Família Acolhedora, a nova sede da unidade ganhou um amplo espaço e adquiriu um teor mais lúdico.

“Trabalhamos com o acolhimento temporário de crianças e adolescentes, que estão institucionalizadas em casas de acolhimento. Fazemos a mediação da família que pretende acolher e da criança ou adolescente que será acolhido. A ideia do programa é oferecer novas vivências, em ambientes familiares para eles, que na maioria dos casos, vivenciam a vida de forma coletiva”, ressaltou.

 

Semcaspi oferece lar temporário a crianças e adolescentes com serviço Família Acolhedora

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio da Gerência de Proteção Social Especial (GPSE), tem ofertado o serviço “Família Acolhedora: partilhando cuidado”, que oferece lar temporário a crianças e adolescentes. A iniciativa visa acolher crianças e adolescentes, que vivenciaram situações de abandono ou de violação de direitos.

Os dados do serviço “Família Acolhedora: partilhando cuidado” apontam que, até o mês de agosto deste ano, Teresina já possui 25 famílias cadastradas e sete em situação de acolhimento, sendo nove acolhidos, entre crianças e adolescentes.

Lorena Batista, coordenadora do serviço Família Acolhedora (Foto: Ascom/Semcaspi)

De acordo com Lorena Batista, coordenadora do serviço Família Acolhedora, durante a pandemia da Covid-19 o número de famílias cadastradas e de acolhimento cresceu significativamente.

“Assim que se iniciou a pandemia, saímos de 05 para 26 famílias cadastradas. Nós acreditamos que a sociedade piauiense aceitou o chamado para acolher nossas crianças de 03 a 18 anos incompletos, que estão em casas em abrigos. O povo brasileiro é solidário e acolhedor, percebemos que é na adversidade que se cresce este movimento de acolher e de ter empatia”, pontuou.

Para Lorena Batista, o serviço Família Acolhedora prioriza uma convivência em forma de carinho, atenção e aprendizado individualizado para as crianças e adolescentes, que estão abrigados e tendo vivências coletivas.

“Quando falamos em inserir uma criança ou um adolescente, que está abrigado em uma Família Acolhedora, estamos fazendo com que este possa aprender lições que vai levar para a vida. Além de se sentir acolhido e seguro, mediante a situação em que o levou a ser acolhido. Aprender novas rotinas, regras e obter um convívio comunitário o mais saudável possível, é importante para o desenvolvimento delas. É uma forma eficaz de se implementar a política pública”, esclareceu.
As famílias, que têm interesse em aderir ao serviço, devem entrar em contato com o “Família Acolhedora: partilhando cuidado”,  por meio do telefone: (86) 3224-1652 ou do perfil no Instagram @familiaacolhedora1.

Como se tornar “Família Acolhedora”?

O Serviço “Família Acolhedora: partilhando cuidado” promove o acolhimento de crianças e adolescentes, que estão fora do convívio da família biológica, por medida de proteção. A Família Acolhedora oferece a quem acolhe um auxílio financeiro, que varia de R$500 a R$750, para contribuir com as despesas do (a) acolhido (a).
Os requisitos solicitados pelo serviço “Família Acolhedora” para quem pretende acolher são: residir na área de abrangência do Serviço Família Acolhedora, em Teresina (PI); ter maioridade legal (21 anos de idade ou mais); ter disponibilidade; compreender os objetivos do Serviço Família Acolhedora, isto é, a consciência da provisoriedade do acolhimento; não apresentar problemas psiquiátricos; não ser dependente de substâncias psicoativas; e não responder processo judicial.

Semcaspi promove encontro “Partilhando Emoções” entre cadastrados no Família Acolhedora

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio da Gerência de Proteção Social Especial (GPSE), promoveu nesta terça-feira (06), o encontro “Partilhando Emoções” com cadastrados no Serviço Família Acolhedora.

O “Partilhando Emoções” teve como objetivo realizar a troca de experiências entre as famílias que acolhem crianças ou adolescentes institucionalizados.

Fotos: Ascom Semec

O serviço da Família Acolhedora trata-se de um acolhimento temporário para crianças e adolescentes, que vivenciaram situações de abandono ou violação de direitos. Os dados de junho deste ano apontam que apenas em Teresina, o Família Acolhedora conta com 25 famílias cadastradas e sete em situação de acolhimento, sendo nove acolhidos.

Lorena Batista, gerente do Partilhando Cuidado, explica que o evento “Partilhando Emoções” tem como principal função a promoção no acolhimento de crianças e adolescentes e uma maior participação da população no serviço Família Acolhedora.

“O ‘Partilhando Emoções’ é uma reunião com as famílias acolhedoras e com pessoas que estão interessadas em conhecer o serviço, para a gente discutir sobre a importância do acolhimento familiar e a diferença que faz na vida das crianças e adolescentes. A ideia é poder espalhar pela cidade a importância deste trabalho.” pontuou a gerente.

Lidiane Magalhães, que é uma das cadastradas no serviço Família Acolhedora, fala da importância deste serviço de proteção a crianças e adolescentes.

“A importância desse serviço é porque a gente dá um cuidado individualizado para essas crianças, atendendo as necessidades que elas têm, que muitas vezes, numa instituição por ter uma quantidade maior de crianças não se tem esse cuidado. Essas crianças vêm por muitas vezes com alguns traumas e precisam desse trabalho individualizado.” destacou Lidiane Magalhães.

Angela Maria, que também é uma das cadastradas no Família Acolhedora, ressalta que a iniciativa é uma oportunidade de dar uma melhor qualidade de vida para as crianças e adolescentes institucionalizados.

“O projeto é de doação de amor e carinho a essas crianças que estão sob a proteção do município, enquanto a situação familiar delas se resolvem, retornando as famílias de origem ou vão para a adoção. Então, a importância do serviço para mim seria a oportunidade de acolher essas crianças, acompanhar no que elas precisam, já que são tão frágeis. Além de fazer com que mais pessoas tomem conhecimento do projeto e possam participar também”, pontuou.