
Referência na música popular brasileira, o cantor Djavan será o tema da apresentação da próxima edição do projeto Concertos Matinais, que acontece neste domingo (08), com a Banda Janela Lateral. A apresentação é gratuita e tem início às 11h. (mais…)

Referência na música popular brasileira, o cantor Djavan será o tema da apresentação da próxima edição do projeto Concertos Matinais, que acontece neste domingo (08), com a Banda Janela Lateral. A apresentação é gratuita e tem início às 11h. (mais…)
O Palácio da Música oferece cursos de violoncelo e contrabaixo acústico para iniciantes, cujas aulas iniciarão já na primeira semana de setembro. A taxa de matrícula custa R$ 50 e não há mensalidade. As aulas acontecem uma vez por semana e não é necessário que o aluno possua o instrumento.
As matrículas podem ser feitas de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, sem pausa para almoço. Elas duram de acordo com a disponibilidade de vagas, ou seja, por ordem de chegada. Não é necessário levar documentos, apenas preencher uma ficha disponibilizada no local e realizar o pagamento.
Confira abaixo os horários dos cursos disponibilizados:
Orquestra Escola (não é necessário possuir o instrumento):
Violoncelo – quinta-feira – 15h30-17h – para alunos de 10 a 15 anos
Contrabaixo acústico – quinta-feira – 14h-15h30 – para alunos de 12 a 18 anos
O violoncelo é um instrumento da família dos instrumentos de corda, tocado com arco, na posição vertical, e colocado entre as pernas. Pertence à família dos violinos, que engloba os instrumentos orquestrais de quatro cordas. Essa família se diferencia da família da guitarra tanto pela afinação, quanto pela forma do instrumento.
O contrabaixo, assim como o violoncelo, é um instrumento de cordas friccionadas por um arco e também tocado por pizzicato, com os dedos. Dentre os instrumentos da família das cordas, é o registro mais grave e também o instrumento de maior tamanho. É usado em grandes orquestras em famílias de até 12 instrumentos e usado sozinho na música de câmera, jazz e música popular.
O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMC) e fica localizada no cruzamento das ruas Santa Luzia e Treze de Maio, nº 1241, Centro.

Repleta de manifestações de afeto e orgulho, a 18ª edição da Parada da Diversidade deu um colorido a mais a Avenida Raul Lopes neste último domingo (01), que foi tomada por bandeiras, cartazes, brilho e muito amor. O evento contou com a participação de grandes nomes da música local e nacional, como Getúlio Abelha, Lorena Simpson e Sandra de Sá.
Organizada pelo Grupo Matizes, a Parada da Diversidade teve como tema “ReXistimos: a que será que se destina?”, marcando o encerramento da 15ª Semana do Orgulho de Ser. Segundo os organizadores, o público desta edição foi de 80 mil pessoas. Com o apoio da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), a festa vem conquistando cada vez mais o público, sem deixar de lado a sua importância de ser um movimento de resistência.
“Este é um evento em constante evolução, uma celebração caminhando junto da luta pelos direitos iguais. Acreditamos que o respeito caminha lado a lado com a cultura. Poder celebrar e lutar por ele é algo que nos orgulha fazer parte”, afirma Paulo Dantas, gerente de promoção da FMC.
Pessoas de todos os gêneros, idades e cores transformaram a festa em um momento inesquecível para a cidade. A festa iniciou com uma caminhada, do balão do Riverside Shopping seguindo para o estacionamento da Ponte Estaiada, onde um palco foi montado para as apresentações das atrações principais.
Para o estudante Joseph Oliveira, a noite pôde ser definida como uma explosão de afetos e cores. “Ver o povo alegre, vivo e livre é encantador. E politicamente falando a parada é uma batida no sino e uma chamada de atenção para a existência de um amor que vai além dos moldes heteronormativos”, disse.
A Parada da Diversidade é uma celebração repleta de afeto, que não se identifica como uma festa, e sim como uma luta pelos direitos e pelo respeito aos membros da comunidade LGBTQI+.
O concurso Canção para Teresina surgiu como uma forma de parabenizar a cidade pelos seus 167 anos, exaltando toda a beleza e singularidade da capital através de letras e versos musicados. Com mais de 30 inscrições, foram selecionadas 10 músicas para uma votação popular que ocorreu por meio de curtidas na rede social Instagram e, em uma disputa acirrada, o público definiu o grande vencedor. (mais…)
O Palácio da Música disponibiliza cursos de violoncelo e contrabaixo acústico para iniciantes, cujas aulas iniciarão já na primeira semana de setembro. A taxa de matrícula custa 50 reais e não há mensalidade. As aulas serão uma vez por semana e não é necessário que o aluno possua o instrumento.
As matrículas já podem ser realizadas de segunda a sexta, entre 8h e 18h, sem pausa para almoço. Elas duram de acordo com a disponibilidade de vagas, ou seja, por ordem de chegada. Não é necessário trazer documentos, apenas preencher uma ficha entregue no Palácio e realizar o pagamento.
O violoncelo é do grupo dos instrumentos de corda, tocado com arco, na posição vertical e colocado entre as pernas. Pertence à família dos violinos, que engloba os orquestrais de quatro cordas. Se diferencia da série da guitarra tanto pela afinação como pela forma.
O contrabaixo, assim como o violoncelo, é um instrumento de cordas friccionadas por um arco, e também tocado por “pizzicato”, com os dedos. Na família das cordas, é o registro mais grave e também o de maior tamanho. É usado tanto em grandes orquestras de até 12 instrumentos como sozinho na música de câmera, jazz e popular.
O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMC) e fica localizada no cruzamento das ruas Santa Luzia e Treze de Maio, N° 1241, Centro. A casa dissemina arte por meio de bandas infanto-juvenis, oficinas de música, workshops e concertos oferecidos ao público.
Confira os horários dos cursos disponibilizados:
Orquestra escola (não é necessário possuir o instrumento):
Violoncelo, quinta-feira, 15h30-17h, para alunos de 10 a 15 anos
Contrabaixo acústico, quinta-feira, 14h-15h30, para alunos de 12 a 18 anos
Simples, comum e essencial, os livros têm o poder de mudar a vida de muitas pessoas. Pensando nisso, o projeto Leia Mulheres propõe, neste sábado (31), às 16h, debater a obra “As três Marias” de Rachel de Queiroz. Com entrada livre, a roda de conversa acontece na Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina, próxima ao Teatro do Boi. (mais…)
A tradição do teatro de bonecos estará em evidência neste fim de semana nos teatros da cidade com As Aventuras de Jeca Valentão, do Grupo Biboca de Teatro de Bonecos. O espetáculo estará em cartaz na sexta-feira, às 15h, Teatro do Boi, e no sábado, às 18h, no Teatro João Paulo II. Os ingressos custam R$ 5.
Com texto e direção de Wellington Sampaio, a peça aborda de maneira divertida um tema fantástico e bem nordestino, que é a esperteza de um Camelô – O Homem da Cobra –, um personagem que vai de feira em feira com uma imensa mala vendendo um remédio, “O Milagroso Comprimido Feito do Óleo da Cobra Jararacuçu”. Só que dentro da mala ele sempre carrega uma imensa cobra, que promete mostrar logo que vende alguns comprimidos. A cobra acaba fugindo da mala e engolindo um bocado de gente, provocando uma imensa confusão. Até que então surge o Jeca Valentão, o destemido matador de cobras do sertão, que vai lutar com a cobra para conquistar o coração da Bela Marieta.
Com duração de 45 minutos o espetáculo já tem 24 anos e usa a linguagem de teatro de bonecos para enriquecer a história, que é dirigida ao público de todas as idades.
O Teatro do Boi e Teatro João Paulo II são mantidos pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, e mantém uma agenda de eventos com apresentações de teatro, dança e música, bem como oficinas de artes.
No próximo domingo, 1° de setembro, o cantor e médico otorrinolaringologista, José Williams, apresenta o show Naquela Mesa, um especial em homenagem a Nelson Gonçalves. Será às 11h, no projeto Concertos Matinais do Palácio da Música de Teresina, com entrada franca.
Após o falecimento do grande cantor Nelson Gonçalves, em 18 de abril de 1998, José Williams passou a realizar shows, tendo como principal repertório as músicas que foram interpretadas pelo saudoso artista. Por ser fã e ter um timbre de voz que, segundo quem já o ouviu lembra o ícone da era do rádio, procura divulgar o trabalho do cantor sempre que tem oportunidade.

Ascom/FMCMC
Seu primeiro contato oficial com o público aconteceu em Teresina, sua cidade natal, no Teatro 4 de Setembro, em 20 de agosto de 1999, em um show em homenagem ao seu ídolo e inspirador na música. A partir de então, passou a realizar shows dentro e fora do estado, tendo participado também de programas de TV local e nacional, sendo as duas últimas participações em rede nacional, nos programas do Ratinho e da apresentadora Lucimara Parisi, em São Paulo. Ele cantou com artistas locais e nacionais, como Tânia Alves e Agnaldo Timóteo, e com grandes humoristas piauienses, dentre eles João Cláudio Moreno e Dirceu Andrade, conhecidos nacionalmente, com os quais fez sólida amizade.
O projeto Concertos Matinais é uma realização da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves e da Associação dos Amigos da Orquestra Sinfônica de Teresina e tem como objetivo incrementar as manhãs de domingo com atrações culturais de qualidade e, o melhor de tudo, gratuitamente. Todas as semanas, dezenas de pessoas comparecem ao evento para desfrutar apresentações de grandes músicos. O Palácio da Música fica localizado no cruzamento das ruas Treze de Maio e Santa Luzia, N° 1241, centro.

Renato Bezerra
Em um mundo repleto de lutas e conquistas, ideias e expressões, quando se trata de cultura negra existem as palavras resistência e liberdade. Em Teresina, no último sábado (24), mais de 50 terreiros do Piauí e Maranhão estiveram reunidos no Parque Potycabana para a sétima edição do Cultura Negra Estaiada na Ponte.
Com o tema liberdade religiosa, a principal causa do evento foi mostrar para a sociedade uma manifestação de pensamento, compreendendo liberdades de crença, de culto e de expressão. Essa mesma liberdade que encanta a vendedora trans Sayara Rodrigues, frequentadora da umbanda desde o começo do ano.
Levada pela dor e pela luta contra as drogas, Sayara, através de um amigo, descobriu na umbanda um porto seguro, onde ela pode ser quem quiser, livre de preconceitos e julgamentos. “Desde os 11 anos me transformei em trans e passei por muitas coisas na vida, como o julgamento errado e o preconceito, e aí acabei nas drogas. Foi por conta da dor que conheci a cultura negra e foi libertando a dor dentro de mim que consegui sair das drogas e comecei a viver com Cristo. Dentro da minha religião não há julgamentos, só tem amor e gratidão aos santos”, afirma a vendedora.
Seguindo os moldes de edições anteriores, 11 grupos afros fizeram a abertura do evento, que seguiu em direção a Ponte Estaiada na Caminhada do Axé. A ideia era fortalecer as ações de monitoramento e controle social de políticas públicas na saúde e educação, entre outros aspectos.
Com objetivo de promover a igualdade e inclusão social dos povos de matriz africanas, o Cultura Negra é um espaço para mostrar uma das grandes expressões do país e revelar a capacidade de produção desses grupos.
Há 26 anos buscando palavras de apoio, a enfermeira Dilza Soares, atual Yakekere (mãe pequena Candomblé) encontrou no Candomblé a leveza para dias melhores. “Minha filha há 26 anos me aproximou dessa cultura tão rica e poderosa. Foi com ela que comecei a frequentar e conhecer novas crenças”, disse.
Segundo a Yakekere, o Candomblé é um lugar de encontro com Deus, onde a pessoa consegue estar em contato com todas as energias: mar, terra, ar e mar. “A união de religiões de matriz africanas mostra o respeito às religiões. Nossa cultura é estar conectado a todas as energias de maneira livre, respeitosa e com muito amor”, afirma Dilza.
Em Teresina são mais de 700 terreiros, entre candomblé e umbanda. A reunião dos terreiros tem como missão promover a igualdade e inclusão social dos povos de matriz africanas.
O sétimo Cultura Negra Estaiada na Ponte foi uma realização da Prefeitura de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) e o Centro Nacional de Africanidade e Resistencia Afro Brasileira (CENARAB).
Evento integrou a programação de 167 anos de Teresina e contou com a presença do prefeito Firmino Filho