Fundação Monsenhor Chaves inicia pagamentos da Lei Aldir Blanc

A Prefeitura de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, iniciou os pagamentos para os contemplados pela Lei Aldir Blanc. O benefício foi criado para garantir renda emergencial aos artistas e para manutenção de espaços culturais, buscando amenizar os impactos no setor, que foi um dos mais afetados pela pandemia do novo Coronavírus.

Dividida em duas linhas, o edital do programa financiado pelo Governo Federal destinou mais de R$ 6,5 milhões para os trabalhadores e as trabalhadoras da cultura, iniciativas e espaços culturais. “Estamos na parte de pagamento dos contemplados e já recebemos fotos da realização de projetos”, afirmou Paulo Dantas, superintendente da FMC.

Na linha II, referente aos espaços e territórios culturais, foi disponibilizado o valor de quase R$ 1,6 milhão e contou com 14 projetos aprovados, sendo utilizados somente R$ 420 mil. O restante do valor será destinado para a linha III, referente às propostas coletivas individuais. A linha III teve 174 projetos aprovados e foi disponibilizado o valor de R$ 4,9 milhões.

Fundação Monsenhor Chaves divulga propostas selecionadas na Lei Aldir Blanc

A Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, divulgou nesta quarta-feira (18) o resultado dos contemplados no edital “Prêmio Aldir Blanc Teresina” para as propostas culturais coletivas e em espaços. Os aprovados devem comparecer em até 10 dias na sede da FMC, localizada na rua Félix Pacheco, 1440 – Centro.

Com dezessete inscrições na linha II, referente aos espaços e territórios culturais, foi disponibilizado o valor de R$ 1.590.00,00. No total, foram aprovados 14 projetos e somente utilizado R$ 420 mil. O restante do valor será destinado para a linha III, referente às propostas coletivas individuais. A linha III teve 243 propostas inscritas, sendo aprovadas 174 e foi disponibilizado o valor de R$ 4.960.587,40.

“Para atendermos o máximo de artistas possível, solicitamos ao Ministério de Turismo que pudéssemos remanejar a verba não utilizada na linha II para a III. Ao todo, as propostas coletivas tiveram mais de seis milhões de reais disponíveis”, explica o presidente da FMC, Luis Carlos Alves.

Após assinatura do Termo de Compromisso os selecionados deverão apresentar de forma complementar os documentos exigidos no edital, como Certidão de Situação Fiscal e Tributária, Certidão quanto à Dívida Ativa do Estado, Certidão de Regularidade do FGTs, entre outros.

Confira aqui o edital.

FMC divulga dia 16 propostas selecionadas pela Lei Aldir Blanc

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) divulga no próximo dia 16 de novembro, no Diário Oficial do Município, o resultado das propostas selecionadas nos dois editais de premiação destinados ao setor cultural de Teresina por meio da Lei Aldir Blanc. Foram mais de 280 propostas inscritas nas duas linhas de trabalho: espaços culturais e propostas coletivas.

De acordo com o superintendente da FMC, Paulo Dantas, a verba emergencial do programa, financiada pelo Governo Federal, equivale a R$ 6,5 milhões. “Inicialmente, na linha II, referente aos espaços e territórios culturais, será destinado o valor aproximado de R$ 1,5 milhões, e para as propostas coletivas, o valor de R$ 4,9 milhões. Diante ao grande número de projetos, iremos remanejar o que sobrar na linha II para que o máximo de pessoas possam ser contempladas”, afirmou.

As propostas coletivas serão avaliadas de acordo com critérios como portfólio do proponente, relevância sociocultural e conformidade entre orçamento e execução, e dividido pelas áreas culturais como artes visuais, música, dança, patrimônio material e imaterial, audiovisual, circo, literatura e teatro.

Na linha III, será destinado auxílio de acordo com as despesas especificadas no edital, como internet, transporte, aluguel, consumo de água e luz, outras despesas relativas à manutenção do espaço. Sendo que, após o retorno de suas atividades, o espaço deve garantir como contrapartida a realização de atividades destinadas à sociedade e, prioritariamente, aos alunos de escolas pública, seja na modalidade presencial ou virtual.

Lei Aldir Blanc tem mais de 300 propostas inscritas

Mais de 300 propostas foram inscritas para receber o auxílio financeiro da Lei Aldir Blanc, voltada para o setor cultural. A Fundação Cultural Monsenhor Chaves vai fazer a análise de todas apresentadas e o resultado deverá ser divulgado no dia 16 de novembro, no Diário Oficial.

As inscrições foram encerradas nesta sexta-feira. O benefício foi divididos em duas linhas, sendo a II referente aos espaços culturais com nove inscrições e a linha III às propostas coletivas.

A verba emergencial para a linha II, com valor de R$ 1.590.000,00, será destinada  para despesas de internet, transporte, aluguel, consumo de água e luz e manutenção do espaço.

De acordo com o edital, após o retorno de suas atividades, o espaço deve garantir como contrapartida a realização de atividades destinadas à sociedade, principalmente as voltadas aos alunos de escolas pública, seja na modalidade presencial ou virtual.

O auxílio disponibilizado é no valor de R$ 4.960.587,47, e será dividido para artes visuais, música, dança, patrimônio material e imaterial, audiovisual, circo, literatura e teatro. As propostas serão avaliadas de acordo com critérios como portfólio do proponente, relevância sociocultural e conformidade entre orçamento e execução.

“Nosso objetivo é atender o setor da melhor maneira. Para os contemplados na linha III, será pago em uma única parcela e na linha II, em até três parcelas em conformidade com o espaço”, afirmou Luis Carlos Alves, presidente da FMC.

Palácio da Música está com matrículas abertas para curso de violão para adultos

O Palácio da Música terá curso online de violão para adultos, a partir do dia 08 de outubro. As matrículas estão abertas e podem ser realizadas através do Whatsapp (86) 99428-3023. As vagas são limitadas e os interessados devem possuir o instrumento.

A turma terá duração de dois meses, sempre às quintas-feiras, das 19h30 às 21h, com a professora Sorane Costa. No processo de matrícula, deve ser feito o pagamento de uma taxa única, no valor de R$ 25,00.

Para o superintendente da Fundação Monsenhor Chaves, Paulo Dantas, esta é uma forma de manter as atividades culturais ativas. “Estamos nos moldando ao tempo que estamos vivendo, e nosso objetivo é disseminar cultura, fazer com que nossa população se interesse por cultura. A oferta de cursos online é uma forma que encontramos de ensinar e não deixar atividades culturais paradas”, afirmou.

Mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), o Palácio da Música realiza um importante trabalho sociocultural, oferecendo cursos de sanfona, violão, violino, viola, contrabaixo acústico e guitarra. Localizada no cruzamento das ruas Santa Luzia e Treze de Maio, 1241, Centro, o espaço é lar da Banda de Música 16 de Agosto, da Orquestra Sanfônica de Teresina, da Orquestra de Violões de Teresina e da Orquestra Sinfônica de Teresina.

Casa da Cultura de Teresina completa 26 anos com programação virtual ressaltando a memória afetiva

Josy Brito, diretora da Casa da Cultura

Desde 17 de março deste ano a Casa da Cultura de Teresina se encontra de portas fechadas devido à pandemia do novo coronavírus que assolou o mundo. O que não significa que a celebração de seu aniversário, neste 12 de agosto, passará em branco. Pelo contrário, o histórico endereço da Rua Rui Barbosa, reduto da arte piauiense há 26 anos, abrirá suas janelas virtuais para compartilhar com todos a data festiva e extravasar a memória afetiva daqueles cujas histórias se entrelaçam à própria história do lugar.

Através das redes sociais, o público poderá acompanhar uma programação especial pensada para o momento que a humanidade atravessa. Desde exposições de pinturas inéditas a depoimentos de funcionários e frequentadores saudosos, além da exibição de curtas realizados no curso de cinema, a Casa da Cultura será, ao alcance de um clique, a casa de cada um. Com o bordão “Entre, a Casa ainda é sua”, o objetivo é tanto comemorar os 26 anos completados, quanto diminuir, na segurança da conectividade, a ausência do contato presencial numa época de distanciamento social.

Na programação que será postada ao longo dia, uma série de vídeos feitos pela comunidade, instrutores de dança, teatro, música, resgatando a importância dessas quase três décadas de incentivo à cultura do estado piauiense. Bem como alguns curtas realizados pelos alunos do Curso de Cinema Pela Lente, apresentação do Balé da Cidade e grupos de capoeira. Fora a estreia da exposição “Corpos”, do artista plástico Gabriel Arcanjo.

A entusiasta diretora da Casa, Josy Brito, evoca a sinergia do grupo que forma a comunidade, interna e externa, da Casa da Cultura. “Essa verve de potência que aqui a gente tem em todos os segmentos. Nós temos um grupo que adora estar aqui, a comunidade que gosta de se fazer presente”. Durante os 168 anos da cidade, Josy reitera que fazer parte desse patrimônio é continuar possibilitando o “encontro entre público, artista e todas as vertentes juntas”, afirma.

O presidente da FMC, Luis Carlos Alves, destaca que o momento ainda é de cuidados e, por conta disso, vários espaços culturais estão se reinventando com fórmulas que reúnem arte, distanciamento e tecnologia. “Através das lives e dos encontros virtuais, a cultura continua se manifestando na nossa cidade porque os nossos artistas, apesar de estarem em casa, não param. Essa é a força da nossa gente”, destaca.

Até ser transformada na Casa da Cultura como hoje conhecemos, no dia 12 de agosto de 1994, o antigo Casarão da Praça Saraiva, além de residência de João do Rego Monteiro, o Barão de Gurgueia, no século XIX, já foi quartel, enfermaria, seminário da Diocese de Teresina, sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e colégio, sendo tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí em 1986.

MEMÓRIA AFETIVA

Mantida pela Prefeitura de Teresina por intermédio da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), a Casa da Cultura acumula histórias de pessoas que tiveram suas vidas marcadas por todo o trabalho desenvolvido nesses 26 anos de existência. E não somente da parte dos frequentadores, que terminam se tornando assíduos, “de casa”, para não perder o trocadilho – como também dos funcionários. Mesmo aqueles que não trabalham mais por lá.

Caso de Edilene Santos, funcionária da Casa entre 2005 e 2011. “Eu trabalhava ali na administração, mas eu era aquela pessoa muito envolvida com a magia do teatro, da música, da dança, das artes plásticas, do cinema. Vivi bons momentos. Tive a oportunidade de estar perto dos nossos artistas piauienses, construí amizades que até hoje eu encontro e batemos um bom papo”, conta.

Fernando Freitas, instrutor de dança, também possui uma relação com a Casa de muita vivência. “De muito compromisso, muito carinho com todas as pessoas que trabalham nessa Casa e todos que passaram por ela. Queria dizer que, acima de tudo, toda a minha gratidão e todo o meu respeito e meus parabéns pra Casa da Cultura.”

Diretora do balé e instrutora de sapateado, Chica Silva saúda a energia transformadora da Casa. “É um prazer ver a possibilidade que esse lugar tem de nos transformar, criar, desenhar um contexto que é totalmente diferente e possibilitar essa construção de um segmento artístico que é tão importante. Sou grata por fazer parte desse lugar”.

O diretor de teatro Adriano Abreu “reside” há seis anos na Casa com o Coletivo Piauhy Estúdio das Artes. “Nós construímos muitos espetáculos, muitos projetos de sucesso. Aqui residem vários grupos de teatro, de dança, de cinema, de artes visuais. É uma Casa muito importante para cultura do Piauí, pra cultura de Teresina”.

Para o também diretor de teatro Wander Lima, a Casa da Cultura se mistura à sua própria trajetória. “Foi aqui que eu comecei minha história artística e eu tenho certeza que ela também faz parte da vida de muitos teresinenses. A Casa está fazendo 26 anos, é um momento especial para todos nós”.

A memória afetiva proporcionada pela Casa não é vívida apenas naqueles que contribuem no seu dia a dia. O bacharel em Direito e professor de Filosofia  Marcelo Raynã, que foi aluno do curso de cinema ministrado por Monteiro Júnior, tece o fio de suas recordações com o Casarão da Praça Saraiva. “Nem lembro quantas vezes passei diante daquele imponente casarão fincado no coração da cidade. Entre tantas idas e vindas, resolvi entrar. Muitos veem a arte como um objeto. Foi só atravessar os enormes portões de madeira antiga e encarar aquela icônica escadaria para perceber que o objeto na verdade era eu. Um objeto inacabado no interior de uma casa que pulsava, que respirava: um organismo vivo que fala, que dança e que abraça.”

“Cabe a nós enquanto moradores, cidadãos teresinenses, abraçarmos o que a gente tem, cuidarmos do que a gente tem”, defende Moisés Chaves, ator e instrutor de teatro. “A importância da casa é enorme. Então, um exercício de cidadania prazerosa, amorosa com a minha cidade é amar o patrimônio público. Parabéns pra Casa da Cultura de Teresina, como cidadão teresinense que sou, amante da casa. Que ela continue sendo nossa, sua, minha. De todos nós”.

 

Classe artística deve se inscrever para participar de editais da Lei Aldir Blanc

A Lei Aldir Blanc vai destinar recursos para a cultura de Teresina com o objetivo de ajudar artistas que ficaram desamparados neste período de pandemia do novo coronavírus. Para isso, todos que participam da cadeia produtiva dos segmentos artísticos e culturais da capital devem se inscrever, online, no Sistema de Cadastro Cultural (Sicac), que já está disponível neste link.

A partir deste cadastro, a Prefeitura de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monselhor Chaves (FMCMC), vai receber os dados que servirão como base para o lançamento de editais que contemplem artistas e espaços culturais da capital. O superintendente da FMCMC, Paulo Dantas, explica que Teresina vai receber R$ 6.555 milhões para investir nestes projetos. “Nós estamos passando por um momento delicado e quem trabalha com cultura foi bastante prejudicado, essa verba vem para ajudar estas pessoas”, afirmou.

Podem realizar o cadastro artistas, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte, bem como espaços, grupos e instituições culturais.

Paulo Dantas explica ainda que Teresina ficará responsável pelos editais nas linhas 2 e 3 da Lei. A linha 2 está voltada para espaços artísticos e culturais. Já dentro da linha 3 devem ser realizados editais, chamamentos públicos e prêmios destinados a atividades, produções e capacitações culturais.

A linha 1 da Lei Aldir Blanc fica sob responsabilidade dos estados e prevê que seja concedido auxílio emergencial, com três parcelas de R$ 600 para a classe artística.

Conselheiros Municipais de Cultura tomam posse em Teresina

Fiscalizar e acompanhar os trabalhos realizados na área cultural são algumas das funções dos novos conselheiros municipais de cultura de Teresina, que tomaram posse na manhã desta segunda-feira (22). A solenidade, que oficializou a atuação dos novos membros para o biênio 2020/2022, aconteceu de maneira virtual, com a participação do prefeito Firmino Filho, do secretário da Fundação Monsenhor Chaves, Luis Carlos Alves, artistas, imprensa e convidados.

Para o prefeito Firmino Filho a cidade deve estar preparada para a nova realidade que se desenha a partir da pandemia do novo coronavírus. “É um momento difícil que estamos vivendo, a gente sabe que essa crise vai ter impactos em vários setores, e a cidade precisa estar aberta e preparada para essa nova realidade. No âmbito da cultura, temos que estar atentos aos novos potenciais e novas narrativas”. Ainda segundo ele, a cultura tem muitas iniciativas e o Conselho vem para dar continuidade.

“O Conselho é fundamental, pois são muitas as ações e iniciativas culturais. Que o órgão consiga plantar boas sementes e ao longo do tempo essas sementes possam frutificar”, completou o prefeito.

Foram empossados representantes da sociedade civil, eleitos em fóruns setoriais de cultura e representantes do poder público. Eleita entre os artistas, a representante titular do Teatro e Circo, Thallyta do Monte, realizou um discurso em que frisou a importância dos conselheiros e destacou desafios e missão dos novos membros.

“É fundamental que toda classe artística e sociedade em geral se apropriem do Conselho Municipal de Política Cultural e possam participar por meio de seus representantes. No atual contexto em que vivemos, nós conselheiros temos um grande desafio e uma nobre missão de construir, com a classe artística e poder público, políticas culturais para a nossa cidade, de modo democrático, contemplando todos os segmentos sociais”, afirmou Thallyta.

A principal atuação do Conselho Municipal de Política Cultural de Teresina é a construção do Plano Municipal de Cultura e aplicação no município de Teresina dos recursos da Lei Aldir Blanc, projeto de Lei 1075/2020, que prevê auxílio emergencial para o setor cultural durante a pandemia do novo coronavírus. O Conselho Municipal de Política Cultural de Teresina é um órgão colegiado, de formação igualitária entre o poder público e a sociedade civil, com caráter deliberativo, normativo e consultivo.

Representantes Sociedade Civil

Música
Titular: Micael Cruz Fidelis
Suplente: José Marques da Silva Mendes
Dança
Titular: Samuel Alves Nascimento
Suplente: Francisca das Chagas Silva
Artes Visuais
Titular: Suselaine Cabral da Silva Marinho
Suplente: Marysette Pacheco Alves de Oliveira
Teatro e Circo
Titular: Thallyta Castelo Branco de Vasconcelos
Suplente: Gerson dos Santos Carvalho
Patrimônio Imaterial
Titular: Jairo Gomes Araújo
Suplente: Maria do Carmo Teixeira Veloso
Literatura
Titular: João Henrique de Sousa Vieira
Suplente: Alex Sampaio Nunes
Comissão de Cultura da Ordem dos Advogados do Brasil/SECCIONAL PI – OAB
Titular: Thiago Anastácio Carcará
Suplente: Érico Percy Alcântara de Moraes

Representantes Poder Público

Fundação Monsenhor Chaves – FMC
Titular: Paulo Henrique Sousa Dantas
Suplente: José Afonso de Araújo Lima
Secretaria Municipal de Finanças – SEMF
Titular: José de Arimateia Pereira Silva
Suplente: Nilmar Rubens Mendes Leal
Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas – SEMCASPI
Titular: Elizabeth Nogueira da Silva
Suplente: Maria Guadalupe de Araújo Veloso de Lima Freitas
Secretaria Municipal de Educação – SEMEC
Titular: Ana Vitória de Carvalho Santos
Suplente: Silvana Uchôa de Castro
Secretaria Municipal de Economia Solidária de Teresina – SEMEST
Titular: Lorena Veras Sandes Freitas
Suplente: Reis de Maria B. de Sousa
Secretaria Municipal da Juventude – SEMJUV
Titular: Francisco Herbert Viana Marques
Suplente: Samara de Sousa Brito
Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação – SEMPLAN
Titular: Débora Cardoso Cavalcante
Suplente: João Costa da Silva
Secretaria Municipal de Comunicação Social – SEMCOM
Titular: Francisca Pinto Nievinski
Suplente: Adailton Mendes Silva Júnior
Superintendência de Desenvolvimento Urbano – SDU/Centro Norte
Titular: Rômulo Marques Carvalho
Suplente: Karla Beatriz Andrade de Medeiros Carneiro

Projeto Banda Escola realiza lives educativas para o público

Os alunos do Projeto Banda Escola de Teresina nunca interromperam suas atividades, que agora acontecem por meio de plataformas digitais. Com aulas três vezes por semana, com uma hora de duração cada, eles ainda têm acesso a lives semanais que complementam o conteúdo.

“As aulas agora são ministradas por meio de plataformas online. Dividimos as turmas por naipes e níveis. Os alunos com acesso mais difícil à plataforma, por limitações de internet, damos as instruções via whatsapp”, explica Gustavo Cipriano, coordenador do projeto.

Além disso, aos sábados, são exibidas lives pelo Facebook e YouTube do projeto, às 18 horas, com apresentações de bandas infanto juvenis do próprio Banda Escola em festivais, além de bandas de músicas de renome nacional, com comentários ao vivo de convidados profissionais da área.

Às quartas, há lives pelo Instagram, também às 18h, com temas relacionados aos estudos diários em diferentes instrumentos musicais, como percussão, metais, madeiras, entre outros. O conteúdo também é aberto para o público em geral, que pode acessar em @projetobandaescola.

O projeto Banda Escola é executado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, no âmbito das unidades escolares do município. Ele promove espaços lúdicos e de criação, sobretudo para jovens e adolescentes que estejam passando por dificuldades na escola e na comunidade, oferecendo-lhes uma nova perspectiva, possibilidades de socialização e o potencial de iniciação profissional em uma carreira artística na área da música.

O projeto cumpre um importante papel social e educativo ao colocar no mercado novos instrumentistas com sólida formação musical, prática e teórica, desempenhando um papel fundamental para a preservação e continuidade da produção cultural das bandas de músicas em várias cidades do estado, além de tirar as crianças de situações de risco e mantê-las ligadas à educação por meio das artes.