Neste sábado (6) tem vacina contra a raiva nas zona Sul e Sudeste

Neste sábado (6) a Fundação Municipal de Saúde (FMS) realiza a vacinação antirrábica para cães e gatos das 8h às 17h, em 131 pontos das zonas Sul e Sudeste de Teresina.

A vacinação é coordenada pela Gerência de Zoonoses (Gezoon) e o gestor Paulo Marques conclama as pessoas para levarem seus animais para receberem a vacina.  “É importante que todos compareçam com os cães e gatos para serem imunizados contra a raiva. Essa doença é muito grave e pode ser evitada com a vacina. Também alertamos que as pessoas podem ser contaminadas por esses animais se estiverem infectados”, fala.

Esta é a segunda etapa da campanha e tem como meta vacinar aproximadamente 60.095 cães e gatos.  A primeira etapa aconteceu dia 30 de outubro e atingiu 99,72% com a vacinação dos animais nas zonas Norte e Leste de Teresina.

(Foto: Ascom/FMS)

A FMS informa que a vacinação na zona rural Norte e Leste acontece dia 13/11 e na zona rural Sul e Sudeste será dia 20/11. Nessas datas, a vacinação acontecerá com os agentes de saúde se deslocando até as residências. “Todos estarão devidamente identificados para que as pessoas não tenham receio de atender esses profissionais que irão imunizar os animais”, diz o gerente Paulo Marques.

(Foto: Ascom/FMS)

A raiva é uma doença que pode ser transmitida para humanos através de mordidas e arranhaduras de mamíferos já contaminados. A doença pode ser transmitida por animais silvestres como furões, raposas, coiotes, guaxinins, gambás e morcegos, mas a campanha contempla cães e gatos por serem animais de companhia que possuem maior convívio com os humanos.

Clique e veja locais de vacinação dia 06.11

Teresina atinge mais de 97% de cobertura vacinal contra a raiva

Ascom / FMS

Teresina mais uma vez superou a meta de vacinação contra raiva em cães e gatos estabelecida pelos órgãos de saúde. Como mostra o boletim divulgado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), durante a campanha, que se encerrou no último sábado (31), foram imunizados 151.984 cães e gatos nas zonas urbana e rural do município, o que corresponde a 97,22% do total estimado de animais existentes na capital.

Somente na zona urbana, quase 130 mil animais foram vacinados em dois dias, o que corresponde a 97,78% da meta. Já na zona rural a cobertura foi de 94,09%, equivalente a 22.057 cães e gatos protegidos da doença. “O Ministério da Saúde e a OMS preconizam que a partir do momento que temos uma cobertura vacinal acima de 80% a circulação do vírus na cidade e no município reduz significativamente, protegendo a saúde de humanos e animais”, comenta Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde.

A campanha foi realizada em etapas, durante quatro sábados, que contemplaram as zonas urbana e rural – cada uma com diferentes metodologias de trabalho, adaptadas a cada realidade. “Na nossa avaliação o resultado foi satisfatório. Mesmo durante a pandemia, a população compareceu, e assim Teresina pôde acompanhar a série histórica de coberturas vacinais sempre acima dos 90%”, avalia a gerente de Zoonoses.

Tutores que não puderam vacinar seus animais podem garantir sua dose mesmo após o fim da campanha: basta se dirigir à Gerência de Zoonoses da FMS, onde a vacina continua disponível durante todo o ano. O órgão funciona todos os dias das 8h às 17h na Rua Minas Gerais, Nº 909 – Bairro Matadouro.

Raiva

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

Teresina não registra casos de raiva em seres humanos desde o ano de 1986. Já o último caso em animais aconteceu em 2011, com um cão que foi infectado no interior do estado.

Cães e gatos da zona rural devem ser vacinados sábado, 24

Ascom/FMS

A Prefeitura de Teresina, através da Fundação Municipal de Saúde (FMS), realizará dia 24 de outubro, sábado, a vacinação contra a raiva em cães e gatos dos povoados das zonas Norte e Leste. Em seguida, dia 31, será a vez dos povoados Sul e Sudeste.

“Solicitamos que todos os responsáveis, principalmente de sítios, prendam seus animais para que no momento que as equipes de vacinação passem por essas propriedades eles possam receber a vacina. É de suma importância vacinarmos esses animais, para evitarmos que na zona rural haja transmissão ou circulação do vírus da raiva. Lembrando que a única forma de prevenir é por meio da vacinação. A raiva é uma doença que mata. Vamos evitar”, afirma Oriana Bezerra, gerente de zoonoses de Teresina.

A vacina animal, que é segura e gratuita, é constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol. “As vacinas dos animais são produzidas com o mesmo cuidado que a dos humanos, e não há reaproveitamento de agulhas, porque nós respeitamos tanto os animais quanto os humanos que cuidam deles”, diz a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba.

O último caso de raiva em ser humano em Teresina foi em 1986. Já o último caso de raiva canina foi em 2011 em um cão proveniente do interior do Estado, cujo proprietário é residente de Teresina.

FMS inicia no próximo sábado (03) a vacinação antirrábica de Teresina

No próximo sábado (03), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai iniciar a campanha de vacinação antirrábica em Teresina. A imunização de cães e gatos contra a raiva será realizada por quatro sábados de outubro, iniciando pelas zonas Norte e Leste. No dia 17 de outubro, será a vez do trabalho nas zonas Sul e Sudeste. Já a zona rural de Teresina receberá a vacina a antirrábica nos dias 24 (área norte e leste) e 31 de outubro (povoados da zona sul e sudeste).

Para o primeiro dia da campanha, a FMS vai instalar 136 postos de vacina divididos entre as zonas Norte e Leste. Os atendimentos serão iniciados às 8h e serão realizados até às 17h, com a disponibilização de 70 mil doses de vacina antirrábica para o próximo sábado. Em 2019, foram vacinados em Teresina, etapa urbana e rural, 145.583 cães e gatos.  “A meta prevista para 2020 é imunizarmos cerca de 160 mil animais, nas zonas urbana e rural. Teremos 570 profissionais trabalhando diretamente na campanha, sendo 25 médicos veterinários, 517 vacinadores e anotadores e 28 motoristas”, afirma a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra.

Ainda de acordo com ela, devem receber a vacina os animais a partir dos três meses de idade. “A população não precisa se preocupar, porque terão postos próximos as residências. A imunização é importante, pois protege, além do animal, os seres humanos que convivem com eles”, explica.

A gerente de Zoonoses faz um apelo para que os animais sejam levados para a vacina por tutores que tenham capacidade de conter os animais. “Ao longo das campanhas percebemos que muitas crianças levam os animais e elas não têm força para conter o bichinho na hora da vacina. Por isso, pedimos que o animal seja levado por um adulto e, de preferência, em horário em que o sol não esteja tão quente, para não gerar estresse no animal”, orienta, destacando ainda que os responsáveis pelos animais devem usar máscara de proteção facial para evitar proliferação do novo Coronavírus.

O último caso de raiva em ser humano em Teresina foi em 1986. Já o último registro de raiva canina foi em 2011 em um cão proveniente do interior do Estado, cujo proprietário é residente de Teresina. “Os números representam a série histórica das campanhas de vacinação antirrábica em Teresina com cobertura acima dos 90%. Por isso, é importante que todos façam a sua parte, imunizando seus animais”, ressaltou Oriana Bezerra.

FMS faz alerta sobre vacina contra raiva de cães e gatos no Residencial Torquato Neto

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina comunica que tomou conhecimento que empresa de pet shop realizou, voluntária e gratuitamente, vacinação contra raiva em cães e gatos no último sábado (28), no Residencial Torquato Neto, localizado na zona sul da capital. Diante do fato, a Fundação alerta que as pessoas que levaram os seus animais para esta vacinação NÃO devem levá-los novamente para vacinar contra a raiva, por ocasião da campanha organizada pela Prefeitura de Teresina e que ocorrerá neste sábado, dia 05 de outubro, em bairros da zona sul e sudeste. Isso porque em curto período de tempo a dupla aplicação dessa vacina pode acarretar problemas de saúde nos animais.

Quanto aos demais, que não receberam a dose da vacina, a FMS reforça a importância dessa ação e convoca que o restante da população que reside nas zonas sul e sudeste de Teresina levem os seus cães e gatos para se vacinarem neste sábado (05), das 8h às 17h, em 136 postos espalhados nesta região da cidade. O objetivo é protegê-los contra a raiva, doença causada por um vírus e que atinge determinados mamíferos, incluindo cães e gatos. Quando o animal está infectado, ele passa apresentar comportamento estranho e, por meio de mordida, arranhadura ou lambida, pode transmitir a doença para o ser humano.

Teresina supera meta de vacinação antirrábica nas zonas Norte e Leste

Teresina superou a meta da primeira etapa da campanha de vacinação contra a raiva, que aconteceu no último sábado (28). Um total de 61.128 cães e gatos foram imunizados, o que corresponde a 93,70% do total de 65.238 animais estimados para a área.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que 90% do número total de animais deve ser imunizada. Nos 136 postos distribuídos pelas duas zonas da cidade foram vacinados 45.996 cães e 15.132 gatos, o que corresponde a 94,01% e 92,78% das metas para cada espécie.

Por questões de logística, a campanha foi dividida em duas etapas na zona urbana. Por isso, as zonas Sul e Sudeste serão contempladas no próximo sábado (05). “Chamamos todas as pessoas responsáveis por cães e gatos das zonas Sul e Sudeste para que se dirijam a um posto de vacinação próximo a sua residência para que esses animais sejam vacinados”, convoca Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

Ela lembra ainda que a vacina é a única forma de prevenção contra a doença. Ela é segura e gratuita, constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol. “Esclarecemos ainda que a vacina é importante, pois protege, além do animal, os seres humanos que convivem com eles”, alerta a gerente.

A raiva é uma zoonose, ou seja, é transmitida do animal para o homem. Tem uma alta taxa de mortalidade, chegando a alcançar quase 100%. O homem é um hospedeiro acidental na cadeia infecciosa, como o são, até certo ponto, os animais domésticos (cão e gato), sendo o grande reservatório natural representado por animais silvestres.

O vírus da raiva é transmitido através de mordidas e arranhaduras de mamíferos já contaminados. Na maioria dos casos a transmissão ocorre através de cães e gatos, pois são animais de companhia que possuem maior convívio com os humanos. Porém, além do cão e do gato, outros animais contaminados também podem transmitir a doença, como os furões, raposas, coiotes, guaxinins, gambás e morcegos.

O último caso de raiva em ser humano em Teresina foi em 1986. O último caso de raiva canina foi em 2011, em um cão proveniente do interior do estado, cujo proprietário é residente de Teresina.

 

Teresina tem quase 150 mil cães e gatos, aponta Censo Animal da FMS

Ascom/FMS

Quase 150 mil cães e gatos em Teresina. Este é o número estimado pelo primeiro Censo Animal, divulgado hoje (18) pelo Centro de Zoonoses de Teresina. A pesquisa teve como objetivo dimensionar a população canina e felina do município e utilizar os dados obtidos para fomentar campanhas educativas e de saúde.

A pesquisa aponta um total de 148.943 animais na cidade, dos quais 111.987 são cães e 36.956 são gatos, entre domiciliados, semidomiciliados e animais de rua. O resultado leva a uma média de um cão para cada 7,7 habitantes da capital e um gato para cada 23,23 teresinenses. Ainda segundo o censo animal, 47,1% das residências em Teresina possuem um pet, sendo 37,6% com cachorros e 14,7% com felinos.

Conforme explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a metodologia utilizada seguiu os mesmos parâmetros que o Levantamento Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRA), no qual é usada uma amostragem para mensurar e calcular os resultados obtidos.

“Aplicamos um questionário, por meio dos formulários do Google, em 12.289 residências. Após a aplicação deste questionário, os dados foram tabulados, analisados e também validados por um profissional da área de estatística”, explica. De acordo com este método, a população de rua é estimada em 3% do número de animais domiciliados, o que leva a cerca de 3.360 cães sem um tutor responsável por eles.

A gerente chama atenção para o número de animais com acesso à rua, que pode levar a perigos como doenças, atropelamentos, envenenamento e agressão. “Em relação aos felinos, nós constatamos que 68,84% deles têm acesso livre à rua. É um percentual muito alto, e para reduzir o indicador você pode castrar o animal e reproduzir em casa um ambiente parecido com o que seu instinto vai procurar na rua”, diz Oriana Bezerra.

“Já em relação aos cães, constatamos que 22,74% têm acesso à rua acompanhado por um responsável, e 26,46% são soltos na rua pelos próprios tutores, um dado que nos surpreendeu. Lembramos que esta é uma conduta inadequada, pelos riscos e também porque o código sanitário proíbe que eles andem nas vias desacompanhados e sem proteção como focinheiras, para evitar agressão às pessoas”, alerta a gerente de Zoonoses.

O Censo Animal também apontou dados relativos à castração, que tem aumentado desde a implementação do programa da FMS em parceria com a Universidade Federal do Piauí. “A gente observou que a porcentagem de cães castrados é bem menor que a de felinos”, afirma Oriana Bezerra. Ela conta que, dentre os cães, 3,96% dos machos e 8,25% das fêmeas são castrados, uma diferença de mais de duas vezes entre os sexos, o que não acontece com os gatos, que apresentaram 12,35% dos machos e 18,44% das fêmeas esterilizados – uma relação equilibrada.

O levantamento também apurou dados em relação a reprodução e zoonoses, o que possibilitará a adoção de estratégias de controle sanitário e prevenção. “Os dados irão servir como direcionamento para um trabalho educativo relacionado à posse responsável, a importância da castração e de se manter os animais dentro dos domicílios, bem como melhorar indicadores”, finaliza a gerente.