HUT pede ajuda para encontrar família do paciente Francisco das Chagas Monteiro

A direção do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) pede ajuda a população para encontrar a família do paciente Francisco das Chagas Monteiro, de 63 anos, natural de Campo Maior. Francisco é morador do bairro Lourival Parente e só tem recebido visitas de vizinhos. No registro do seu cartão do SUS aparece o nome da mãe como Francisca Maria de Jesus.

De acordo com a gerente do Serviço Social do hospital, Annalzira Soares, ele deu entrada no HUT no dia 29 de julho já inconsciente. “Desde que entrou no HUT ele só recebe visita de vizinhos. Ninguém tem conhecimento sobre familiares. Precisamos ter notícias de parentes que possam responder pelo senhor Francisco”, explicou a gerente.

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a encontrar a família de Francisco pode procurar o serviço social do HUT ou ligar para o número (86) 3218-3944.

 

HUT diminui tempo de atendimento na Urgência de 24 para oito horas

O Hospital de Urgência de Teresina (HUT), gerido pela FMS (Fundação Municipal de Saúde), baixou o tempo de atendimento dos pacientes que dão entrada no Pronto Atendimento de 24 para oito horas. O processo compreende desde a avaliação pela equipe de acolhimento com classificação de risco até a definição da conduta pela equipe médica. A meta agora é diminuir tudo para seis horas.

A diretora geral do HUT, Dra. Clara Leal, comemora esse resultado e explica que quanto menor for o tempo de atendimento mais pessoas poderão ser atendidas com qualidade.

“Anteriormente, o atendimento total no Pronto Atendimento durava em média 24 horas. Agora estamos conseguindo fechar a conduta médica em, no máximo, oito horas. Esse ganho de tempo é crucial para que nossos pacientes tenham mais conforto e qualidade na assistência”, destacou a diretora.

Essas mudanças são fruto do Projeto Lean, do Ministério da Saúde, que está sendo implementado no HUT desde dezembro de 2018. O Lean nas Emergências faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) para o triênio de 2018 a 2020. Aplicado por meio do Hospital Sírio-Libanês, o projeto tem como foco a redução da superlotação de hospitais de urgência e emergência públicos e filantrópicos.

Um dos indicadores utilizados para medir os resultados do projeto é o de superlotação, chamado de NEDOCS (sigla em inglês para Escala de Superlotação do Departamento Nacional de Emergência). Ele mensura quesitos como tempo de passagem de pacientes pelas urgências, permanência no hospital, número de pacientes em ventilação mecânica e tempo de alta. Um mês após o início da implantação do Projeto, a equipe do HUT observou uma melhora desse indicador em quase 50%.

O termo Lean significa “enxuto”. O nome origina-se de uma filosofia de gestão inspirada em práticas e resultados do Sistema Toyota, para administrar a produção industrial e trabalhar para melhorar processos com base no tempo. O Sistema tem como foco assegurar fluxos contínuos e eliminar desperdícios e atividades de baixo valor agregado, sendo agora adaptado à prática hospitalar.

“Quando iniciamos esse monitoramento no Pronto Atendimento o NEDOCS era de 275 pontos, hoje estamos com 198 pontos. Esse número reflete uma melhor resolutividade na assistência ao paciente, menor tempo de permanência e mais agilidade na definição da conduta”, comentou Clara Leal.

Para iniciar a implantação do projeto, o HUT recebeu a visita de dois técnicos do Hospital Sírio-Libanês para fazer um diagnóstico do Hospital. Após a confirmação de que preenchia todos os critérios exigidos pelo Programa, iniciou-se a capacitação das equipes e a identificação de oportunidades para começar a colocar em prática as ações de melhoria, de acordo com a metodologia.

O HUT possui, atualmente, 420 leitos, sendo 386 de internação e 52 de observação. Por mês, realiza cerca de 4.800 atendimentos e 1.200 cirurgias. Quase 60% das cirurgias realizadas são ortopédicas, sendo que mais de 80% são de pacientes vítimas de trauma.

HUT pede ajuda para encontrar família de paciente sem identificação

A direção do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) pede ajuda para encontrar a família de um paciente que deu entrada no hospital sem documentos. O paciente tem aproximadamente 50 anos, é do sexo masculino, tem pele morena, cabelos castanhos encaracolados e usa barba e bigode.

De acordo com a gerente do Serviço Social, Annalzira Soares, ele não possui documentos e morava na casa de uma família, no bairro Lourival Parente, que o acolheu desde 2003, porém, essas pessoas não têm conhecimento de parentes ou amigos.

“A família contou que ele era morador de rua, se apresentava apenas como Francisco e que quando era criança morava na região de Palmeirais, interior do Piauí. Ele foi acolhido pela família em 2003 e desde então era tratado como parente. Como não tinha nenhum documento, passou todos esses anos sem poder marcar uma consulta médica pelo SUS. No último sábado teve um acidente vascular cerebral e está internado na UTI do HUT”, explicou Annalzira.

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a identificar o paciente deve procurar o Serviço Social do HUT ou ligar para o número (86) 3218 3944.

 

Fisioterapia do HUT recupera mais de 80% dos pacientes sem mobilidade

O Programa de Mobilização implantado pela equipe de Fisioterapia do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), gerido pela Fundação Municipal de Saúde, vem mostrando excelentes resultados. Dos 170 pacientes atendidos pelo Programa na Clínica Médica, entre os meses de junho de 2018 a março de 2019, 84% receberam alta com algum ganho na mobilidade.

Os dados coletados pelos indicadores como, por exemplo, o IMS (ICU Mobility Scale), que mostra o nível de funcionalidade do paciente internado, revelaram que em média o paciente é admitido com um IMS entre 1 e 2, ou seja, que apresenta alguma movimentação ativa no leito e com condições de sentar em uma cadeira e recebe alta em média com IMS 4, aquele paciente com capacidade de ficar em pé.

De acordo com Thiago Barreto, fisioterapeuta do HUT, o IMS é uma escala criada em um estudo australiano, utilizada também no Brasil. Segundo ele, é o valor do IMS do paciente que define qual será o plano inicial de tratamento, de acordo com o protocolo de mobilização. “O IMS é uma escala que varia de 0 a 10. Quando o paciente é classificado com IMS zero significa que ele não tem nenhuma movimentação no leito e IMS 10 é um paciente que consegue caminhar sozinho sem ajuda de terceiros ou suportes como, por exemplo, bengalas”, explica.

Ricardo Barros, gerente da fisioterapia do HUT, disse que é comum pacientes críticos em internações hospitalares prolongadas desenvolverem fraqueza muscular e comprometimentos funcionais que podem persistir por longos períodos após a alta hospitalar. Para mudar essa realidade, segundo ele, é preciso iniciar a reabilitação ainda no ambiente hospitalar.

“Esses comprometimentos funcionais podem impedir o paciente de realizar atividades básicas do dia a dia. Quando iniciamos o Programa, nossa meta inicial era mobilizar 50% dos pacientes por turno. Entretanto, já no primeiro bimestre de acompanhamento (Junho/Julho de 2018) conseguimos alcançar 70% de taxa de mobilização. No bimestre Fevereiro/Março de 2019 essa taxa já subiu para 83,53% de pacientes mobilizados por turno, o que nos iguala aos valores recomendados pelos serviços de fisioterapia de países de primeiro mundo e grandes centros de reabilitação”, destacou Ricardo.

Novos Recursos e Educação Continuada

Há alguns anos a equipe de Fisioterapia do HUT com apoio da Fundação Municipal de Saúde (FMS) vem se estruturando de forma a aumentar a quantidade de profissionais e melhorar seus recursos tecnológicos a fim de possibilitar a implantação de protocolos e a gestão de seus processos de trabalho. Assim, além dos equipamentos que já são utilizados rotineiramente como as pranchas e bicicletas, o HUT adquiriu também, nos últimos três anos, eletroestimuladores, um parapodium elétrico e um Powerbreathe. De acordo com Ricardo Barros, esses aparelhos estão auxiliando no processo de recuperação do paciente, proporcionando benefícios nos sistemas circulatório, respiratório e digestivo.

“Esses aparelhos são importantes também para o tratamento e a prevenção da perda de massa muscular, pois potencializam a recuperação da capacidade dos movimentos dos pacientes acamados”, explicou.

Para reforçar as equipes, foram contratados ainda, nos últimos dois anos, mais cinco fisioterapeutas que estão contribuindo no tratamento dos pacientes internados nas unidades de cuidados intensivos. “Ao todo, o HUT conta com 51 profissionais de fisioterapia. É uma equipe qualificada no atendimento de pacientes graves, especialmente de vítimas de trauma”, observou Ricardo Brito.

Além disso, em 2017 foi realizada uma pesquisa interna com o objetivo de identificar as principais barreiras que impediam a prática da mobilização do paciente. A partir dos resultados obtidos foi possível traçar estratégias para superar essas barreiras e implantar as rotinas de mobilização do paciente de forma sistematizada.

Com esse start, a equipe de Fisioterapia do HUT organizou um Programa de Aperfeiçoamento em Fisioterapia Hospitalar como uma dessas estratégias. Com apoio da Unidade de Educação Continuada do Hospital e do CREFITO-14, foram ministrados 20 módulos divididos em palestras quinzenais. Ao todo, participaram do treinamento 344 profissionais.

Ricardo Barros explicou também que o resultado desse trabalho foi percebido pelas mudanças de comportamento individual e institucional a respeito da importância da mobilização precoce do paciente crítico. “Trabalhamos com as atualizações sobre diversos temas relacionados à área hospitalar e de terapia intensiva. Isso nos possibilitou a padronização dos processos de trabalho e desenvolvimento de protocolos baseados nas mais recentes evidências científicas”, comentou.

A diretora geral do HUT, Clara Leal, comentou os bons resultados da fisioterapia e os projetos para o ano de 2019. “Vamos trabalhar melhor a parceria entre instituições de ensino superior e o HUT com o intuito de melhor qualificar e implementar as rotinas fisioterapêuticas no âmbito hospitalar. Com isso, vamos contribuir não só para o melhor manejo da fraqueza muscular pacientes, mas também todos os aspectos que envolvem as metas de segurança do paciente. Além disso, é também projeto para o ano de 2019 implementar realização de pesquisas com maior envolvimento dos profissionais de Fisioterapia para que possamos estimular e aprimorar as boas práticas”, disse a diretora.

HUT inicia treinamento de seus servidores sobre segregação de resíduos sólidos

Ascom/HUT

Para reforçar a importância de uma correta manipulação e gestão de seus resíduos sólidos, o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) iniciou essa semana um curso de atualização sobre segregação de resíduos para seus servidores. Por dia, o HUT gera uma média de 700 kg de resíduo infectante e 200 kg de resíduo comum. Atualmente, o Hospital já encaminha para reciclagem cerca de 40% do seu resíduo comum.

De acordo com Patrícia Brito, gerente da Central de Resíduos Sólidos do HUT, o resíduo infectante é encaminhado para incineração pela empresa responsável pela coleta de resíduos do HUT. “Nosso pessoal é treinado para coletar o resíduo infectante de maneira correta, eliminando os riscos de acidentes. Após a separação do resíduo, ele é acondicionado para transporte e encaminhado para o armazenamento temporário, ficando isolado até ser coletado pela empresa responsável, e depois é levado para incineração”, explicou.

Patrícia disse ainda que um gerenciamento adequado de resíduos é essencial para manutenção da saúde dos trabalhadores e do meio ambiente. “Estamos sempre promovendo esse tipo de treinamento para que nossos profissionais fiquem atualizados quanto às normas mais recentes de segregação de resíduos. Com isso, nós renovamos nossa responsabilidade com relação à saúde dos nossos colaboradores e, sobretudo, com a preservação do meio ambiente”, ressaltou a gerente.

Para que todos os servidores sejam contemplados com o treinamento, a equipe do Núcleo de Educação Continuada do HUT está visitando todos os setores do hospital. “Estamos percorrendo todos os setores nos três turnos. Para facilitar o entendimento, confeccionamos um material educativo que mostra as cores e o tipo de resíduo que pode ser descartado. Nossa meta é alcançar pelo menos 90% do total de profissionais de saúde. Atualmente, estamos com 1.700 servidores que trabalham na assistência direta ao paciente”, destacou Marilene Siqueira, chefe do Núcleo de Educação Continuada.

A Central de Resíduos do HUT é responsável pela gestão e segregação do resíduo hospitalar. A classificação dos resíduos sólidos é feita de acordo com a NBR 12.808, que foi publicada pela ABNT em 2016, que destaca os tipos de resíduos e as formas de descarte de cada um deles.

Profissionais do HUT passam por avaliação clínica, física e mental

Ascom/HUT

A fim de garantir a saúde e o bem estar de seus profissionais, o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) está realizando exames clínicos, físicos e mentais. Todos os 1.800 funcionários do HUT estão sendo avaliados por meio de anamnese ocupacional (entrevista que o profissional de saúde faz ao indivíduo no momento do atendimento) e exames complementares, definidos de acordo com a idade do trabalhador, ou em caso de atividades insalubres relacionadas nos anexos da norma.

Matheus Rufino, chefe do Núcleo de Saúde Ocupacional (NUSO) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), explicou que essa ação é benéfica tanto para o empregado como para o empregador. “Quando o empregado ganha qualidade de vida e saúde ele passa a desenvolver melhor suas atividades. Já o empregador garante um ambiente de trabalho saudável e sem implicações legais que podem acarretar consideráveis ônus, além de ter uma melhor produção de seus funcionários”, disse.

Para que todos os servidores sejam atendidos foi feita uma escala, obedecendo aos dias e horários dos plantões. “Os servidores estão sendo chamados no dia e hora de seus plantões para facilitar as consultas e exames. Nossa meta é atender 100% dos nossos servidores”, ressaltou Miriam Coimbra, presidente da Comissão Internada de Prevenção de Acidentes (CIPA) do HUT.

A diretora geral do HUT, Clara Leal, ressalta que o Hospital disponibilizou toda a estrutura necessária para a realização dos exames. “Abrimos uma sala exclusiva para o atendimento dos profissionais e coleta de exames. Além disso, disponibilizamos os insumos necessários para organização das consultas”, destacou.

Essa ação faz parte do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), implantado pela Fundação Municipal de Saúde em toda a rede de saúde de Teresina.

Para realizar esses atendimentos, a FMS disponibilizou uma equipe composta por médicos do trabalho, técnicos de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro do trabalho e chefe de núcleo, além do suporte do Laboratório Raul Bacelar, que faz a coleta e exames laboratoriais necessários para cada situação.

Projeto Cine Pipoca HUT reúne crianças para uma tarde de cinema

ASCOM/HUT

As crianças internadas na Clínica Pediátrica do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) participaram na tarde desta sexta-feira, 12, do Projeto Cine Pipoca HUT. Com a briquedoteca da Pediatria toda decorada e uma pipoca quentinha as 22 crianças internadas assistiram ao filme infantil Procurando Dory. O objetivo é inserir os pequenos pacientes no universo cultural, além de proporcionar momentos de lazer e alegria.

Segundo o Dr. Aurimar Sousa, médico pediatra do HUT e preceptor da Facid, esse tipo de evento tira o foco da internação e proporciona uma maior interação entre as crianças e os profissionais de saúde. “É um momento de lazer que ajuda a reforçar também o vínculo afetivo entre as crianças e seus responsáveis. É muito bom ver essa quebra de rotina e as crianças sorrindo novamente”, destacou.

De acordo com a gerente de enfermagem da Pediatria, Carla Janaina, essa é uma ação de humanização que utiliza a arte do cinema no processo de recuperação dos pequenos pacientes. “Promover atividades lúdicas como cinema para nossas crianças é um forma de minimizar o desgaste emocional gerado pela internação. Além disso, é um momento de muita alegria e descontração que pode inclusive contribuir para acelerar o processo de recuperação dos pequenos pacientes”, destacou a gerente.

Elisangela Batista, mãe de A.G. de sete anos, que está internado desde o dia 10 de julho, após sofre uma queda e bater a cabeça numa pedra, participou do Cine Pipoca e disse que o filho ficou muito feliz depois que soube que ia ter uma sessão de cinema na brinquedoteca da pediatria. “Por conta da queda meu filho precisou passar por cirurgia. Ele teve afundamento de crânio. Foi tudo muito dolorido e ele estava bem triste. Foi bom ver ele mais feliz hoje. É muito bom esse tipo de evento para crianças internadas”, comentou Elisangela.

O HUT oferece atendimento de urgência e emergência pediátrico 24 horas por dia. Em 2018, o HUT realizou 6.372 atendimentos de crianças entre 0 e 12 anos. Somente este ano, o HUT atendeu 3.286 crianças de 0 a 12 anos de idade. Dentre esses atendimentos os motivos que mais registraram entrada foram queda com 783 atendimentos, mal súbito com 497 e acidente de trânsito com 236.

O Projeto Cine Pipoca HUT foi realizado pelos alunos do nono período do curso de medicina da Facid em parceria com os profissionais da Clínica Pediátrica do HUT.

 

Crianças internadas na pediatria do HUT se divertem em festa junina

Ascom/HUT

Foi ao som de muito forró e arrasta pé que as crianças internadas na Clínica Pediátrica do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) passaram a manhã desta quinta-feira, 27. A festa junina, promovida pelos servidores do Hospital, contou ainda com quadrilha junina, apresentação de grupos de dança, casamento junino, decoração temática e comidas típicas. O corredor central da Pediatria se transformou em um verdadeiro arraial fazendo a alegria da criançada.

O evento, segundo Carla Janaina, gerente de enfermagem da pediatria, teve como objetivo promover o bem estar das crianças e proporcionar momentos de descontração e alegria. “Alegria e o amor estão diretamente relacionados ao processo de cura. É um prazer poder oferecer momentos como esse e ver alegria no rostos de nossas crianças. Podemos deixar o ambiente mais leve e regado com muito amor. Afinal, alegria não tem contra indicação”, disse a gerente.

Josélia Carvalho, assistente social da pediatria do HUT, fala sobre a importância do evento para as crianças. “A criança que está internada as vezes fica triste com o ambiente hospitalar. Momentos como esse podem trazer descontração e alegria. É uma forma de humanizarmos o atendimento e quebrar a rotina de medicações e procedimentos, que muitas vezes são dolorosos. Com isso, deixamos o ambiente hospitalar mais alegre e colorido”, disse Josélia.

Letícia da Conceição é mãe do pequeno Jefferson de apenas três aninhos. Ela conta que já está internada com o filho há 14 dias e que ele andava triste e aborrecido, mas quando a festa junina começou ele ficou muito animado. “Ele estava triste e só chamando pela avó, mas na hora que ele viu as quadrilhas, se alegrou e ficou todo animado. Fiquei muito emocionada pelo meu filho. A festa foi ótima. Amei!”, disse Letícia.

Participaram da festa as 28 crianças internadas na Clínica Pediátrica do HUT. O Hospital oferece atendimento de urgência e emergência pediátrico 24 horas por dia. Somente este ano, o HUT atendeu 2.920 crianças de 0 a 12 anos de idade. Dentre esses atendimentos, os motivos que mais registraram entrada foram queda com 688 atendimentos, mal súbito com 454 e acidente de trânsito com 208.