Terça-feira de Carnaval foi marcada ao som do Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina

Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina (Foto: Ascom FMC)

Nesta terça-feira de Carnaval a programação espalhou música e animação por diferentes pontos da cidade, reunindo foliões no Centro e em comunidades como o Matadouro e a Vila Operária, fortalecendo o espírito de celebração coletiva.

No Centro da capital, a Avenida Antonino Freire foi palco do Bloco das Curicas, que atraiu um grande público a partir das 16h. A festa contava com apresentações da banda Alquimia, do grupo Samba no Coreto, do artista Math Gabe e do projeto de educação musical voltado para mulheres, a Bateria das Curicas, que levantou os foliões com muita energia e ritmo.

A presença do bloco contribuiu com a revitalização do Centro de Teresina, que voltou a ser ocupado pela alegria, pelas cores e pela animação dos brincantes.

Bloco das Curicas e do Bloco Os Patrões da Beka em Teresina (Foto: Ascom FMC)

Além do Centro, a programação carnavalesca também movimentou a comunidade do Matadouro e a Vila Operária, com o tradicional Bloco Os Patrão da Beka, onde moradores e visitantes puderam curtir a festa em clima de proximidade e celebração popular. Realizado desde 2017, o bloco já se consolidou como uma tradição na região, levando música, cultura e lazer para as ruas do bairro, promovendo a integração da comunidade e a valorização das manifestações culturais locais.

O Carnaval tradicional segue sendo um dos principais símbolos da cultura popular, preservando manifestações artísticas que atravessam gerações e mantêm vivas as raízes da identidade local. É um espaço de encontro, pertencimento e expressão coletiva.

Cadernos de Teresina 18: religiosidade popular em foco na edição revisitada

Cadernos de Teresina (Foto: ASCOM/FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 18 da publicação, lançada em dezembro de 1994. A edição reúne um amplo conjunto de temas que atravessam cultura popular, artes, literatura, música, sociedade e história, reafirmando o caráter plural da revista.

O principal destaque desta edição é a matéria “Religiosidade popular em Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva, que aborda manifestações de fé como expressão cultural e identidade coletiva da cidade. No campo das artes plásticas, a revista apresenta o trabalho “Janela da Alma”, enquanto a crítica literária analisa a poesia de William Melo Soares. A publicação também discute a literatura piauiense sob a perspectiva da história social, ampliando o debate sobre produção cultural e contexto histórico.

Outros temas relevantes presentes na edição incluem a desertificação no Piauí, o movimento estudantil piauiense nos anos 1970, a música no estado na mesma década, além de textos sobre poesia, sociedade e a extensão integradora da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O conjunto de matérias oferece um panorama crítico e diversificado do pensamento cultural e social do período.

Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente na Fundação Monsenhor Chaves, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Josias Filho, que destacou a matéria sobre religiosidade popular em Teresina, enfatizando sua importância como registro da cultura e das tradições da capital.

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Cadernos de Teresina 17: edição de 1994 destaca identidade cultural e cidade

Cadernos de Teresina edição 17 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, mais um capítulo do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para a edição nº 17, publicada em agosto de 1994. A revista mostra o perfil plural da publicação ao reunir artes visuais, literatura, música, teatro, urbanismo, história e humor, compondo um amplo retrato cultural do período.

Entre os conteúdos da edição estão textos de artes plásticas, Canto do Conto; crônicas e ensaios literários, como “A vida do vizinho”, de Francisco Miguel de Moura, além de reflexões em “Ensaio para um domador de potros”. O campo documental é contemplado com a matéria “Piauí provincial – uma visão dos códices de passaporte”, enquanto a editoria de ecologia aborda o Parque Municipal da Floresta Fóssil do Rio Poti, em texto de Claire Anne Viana de Sousa. A edição também traz discussões sobre história oral, humor assinado por Arnaldo Albuquerque, literatura com Apocalipse, de Mário Quintana, música dos anos 1960, além de perfil dedicado ao professor Clemente Fortes, educador e crítico do direito cívico brasileiro.

O teatro e os quadrinhos também ganham espaço, com destaque para “Prado – um grito parado no ar e as ilustrações de Amaral. No campo do urbanismo, a revista apresenta a matéria “Considerações sobre o patrimônio arquitetônico de Teresina”, escrita por Edison Gayoso, que propõe reflexões sobre preservação, memória e identidade urbana — tema central do episódio desta semana do projeto.

A gravação do Revisitando a Revista aconteceu no espaço da Galeria Café, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC, Lindalva Medeiros, que destacou justamente a importância da matéria sobre o patrimônio arquitetônico da capital. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI.