SDU Sudeste monitora impactos causados pelas chuvas em bairros da região

Ascom/Sdu Sudeste

Por conta das chuvas intensas registradas nos últimos dias em Teresina, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano – Sudeste está fazendo o monitoramento de pontos críticos da região sujeitos a enchentes e transtornos. Até o momento, nesta quarta-feira (4), foram identificadas algumas situações de alagamento e de árvores caídas.

Na Vila Nossa Senhora da Guia houve registro de inundação em residências, para onde foram enviadas equipes de assistência social, da Gerência de Habitação, e de limpeza urbana. Já nas Avenidas José Francisco de Almeida Neto, no Dirceu I, na rua Antônio Oliveira, no bairro Gurupi, e na avenida Noé Mendes, no Dirceu II, as equipes de limpeza fizeram o recolhimento das árvores que caíram.

Para evitar transtornos, a SDU Sudeste orienta para que as pessoas que trafegam pela região fiquem atentas às mudanças no trânsito. Foram interditados e estão sob monitoramento trechos das avenidas Joaquim Nelson (em frente à sede da Soferro) e Camilo Filho (no trecho de intersecção com a Estrada da Usina Santana) devido ao alagamento das vias. Também já serão iniciados serviços de reparo no cemitério São Sebastião, onde as chuvas causaram a queda parcial do muro.

A SDU continua monitorando toda a região a fim de identificar localidades afetadas pelas chuvas e providenciar soluções. Também foi intensificado o cronograma de limpeza, especialmente em áreas de transbordo, galerias e demais sistemas de escoamento de água.

“Fazemos diariamente um trabalho preventivo, com a limpeza dos canais e vias públicas, fiscalização de pontos críticos e atendimento aos moradores em situação de risco. Intensificamos esse trabalho e todas as nossas equipes estão de prontidão para atender às demandas e solicitações da população”, frisou Isaac Meneses, superintendente da SDU Sudeste.

População participa de discussão sobre os impactos ambientais da nova ponte sobre Rio Poti

Com significativa participação popular, a Prefeitura de Teresina realizou, na Associação de Moradores do bairro Água Mineral, uma audiência voltada para as discussões relacionadas aos impactos ambientais da construção da nova sobre o Rio Poti. A ponte interligará o referido bairro, nas imediações do balão da Coca-Cola, à Universidade Federal do Piauí (UFPI), próximo ao Setor de Esportes.

Durante a audiência, organizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAM), a equipe da empresa responsável pela elaboração do projeto executivo de implantação da ponte socializou os trabalhos desenvolvidos, o que inclui o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).

O presidente da Associação de Moradores do bairro Água Mineral, João de Deus Gomes, que acompanhou a discussão, pontuou que a obra tende a trazer mais pontos positivos do que negativos. “Essa ponte certamente vai trazer mais desenvolvimento para nossa comunidade. Eu, inclusive, trabalho na zona Leste e sei o quanto isso vai ajudar na minha mobilidade, assim como de milhares de pessoas que precisam se deslocar diariamente para essa região”, disse a liderança comunitária.

Ascom

Os trabalhos apresentados apontam efeitos ambientais que serão causados, por exemplo, na fauna, flora, ar, solo, água e vegetação. No aspecto da vegetação, os impactos se darão com a retirada de cerca de 70 árvores, que serão devidamente compensadas com a criação de um parque ambiental.

“Como forma de compensar ambientalmente a supressão dessas árvores, faremos a inserção de espécies semelhantes, que serão plantadas em um novo parque ambiental, a ser criado nas imediações da área intervenção da obra. O terreno a ser destinado para esse parque possui aproximadamente cinco hectares”, destaca o secretário da SEMAM, Olavo Braz.

Além de gestores e técnicos da Prefeitura de Teresina, vereadores e diversos representantes de entidades públicas também marcaram presença durante a audiência, a exemplo do IBAMA, EMBRAPA, SEMAR, UFPI, CREA-PI, CAU-PI e Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.

Conclusão do estudo

Por meio das conclusões do estudo foi destacado que os impactos positivos terão longa duração, enquanto os impactos negativos, em sua maioria, são de baixa e média duração e apresentam-se, principalmente, na fase de instalação.

A nova ponte sobre o rio Poti vai contribuir para o aumento do número de empregos, seja dos operários da construção das vias em razão da abertura de vagas de trabalho, seja em razão do surgimento das empresas beneficiadas.

Contribuirá, ainda, para o aumento da arrecadação pública, do comércio legal, para o aumento da demanda de bens e serviços, da qualidade de vida de seus usuários com a facilitação do deslocamento entre os bairros, assim como trará melhoria nas condições de saúde e educação da população que poderá ter melhor acesso aos hospitais e escolas, como o acesso mais rápido e fácil ao campus da UFPI.