Isolamento social ficou entre 41,4% e 51,7% na segunda-feira

Dados da startup InLoco

Os índices de isolamento social em Teresina ficaram entre 41,4% e 51,71, na última segunda-feira (15), segundo as duas bases de dados utilizadas pela Prefeitura de Teresina, a startup InLoco e as operadoras de telefonia celular. O percentual continua abaixo do mínimo recomendado pela Organização Mundial de Saúde, para conter a disseminação do novo coronavírus, que é de 73%.

Os dados da InLoco mostram ainda como ficou o isolamento social por região da cidade. A que apresentou o maior índice foi a centro-norte, com 43,00%; seguida da leste, com 40,30%, e da sul, com 39,80%. Em último lugar ficou a zona sudeste, uma das mais populosas da capital, com apenas 39,58%.

Quando examinado por bairros, a população que mais respeitou o isolamento social foi a doos bairros Aeroporto (53,40%), Vila São Francisco (48,60%), Mafuá (48%), São Joaquim (47,77%) e Horto (47,18%). Na outra ponta da tabela, os bairros que menos respeitaram o isolamento social foram Parque Jacinta (26,90%), Parque Juliana (28,00%), Socopo (34,57%), Aroeiras (34,7%) e Catarina (35,60%).

Enquanto os índices de isolamento social vêm caindo em toda a cidade, o número de casos de Covid-19, tem crescido consideravalmente em Teresina, nas últimas semanas, bem como o número de pessoas que morreram em decorrência da doença. No último boletim epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde, foram contabilizados 204 novos casos de Covid-19 e 10 óbitos em 24 horas. Teresina soma 4.624 casos da doença, além de 217 mortes pelo novo coronavírus.

Isolamento social em Teresina tem alta no domingo (14)

Dados da startup InLoco apontaram que cerca de 53,1% dos teresinenses aderiram ao isolamento social neste domingo (14). O número é o maior desde o começo de junho, que chegou a registrar o pior índice, de apenas 39,3%, na última sexta-feira (12). O aumento está ligado ao “lockdown” parcial no domingo decretado pelo governo do Estado. Apesar da alta, o percentual continua baixo, já que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a taxa seja acima de 70% para conter a disseminação do novo coronavírus (COVID-19). 

O levantamento da capital é baseado no monitoramento dos celulares, que mostra a localização dos usuários. A base de dados é de 217 mil usuários. Pelo levantamento, o bairro Centro de registrou o maior índice de isolamento social no domingo, marcando 68,3%. Foi seguido pelo bairro Uruguai, zona Norte, com 68,2% e Campestre, zona Leste, com 67,3% de moradores respeitando a recomendação. Os menores índices foram registrados nos bairros Pedra Miúda, zona Sul, com 25%, Itararé, zona Sudeste, com 38,6% e Pedra Mole, zona Leste, com 39,1%. Ao todo, a região Centro-Norte registrou o maior percentual de isolamento, com 54,05%, e o maior taxa de descumprimento foi na zona Sudeste com 51,17%. 

A Prefeitura de Teresina também está acompanhando os índices de isolamento social através de informações geradas pelas operadoras de telefonia celular. Segundo essa base de dados, que reúne informações de mais de 1,4 milhão de linhas telefônicas, 57,96% das pessoas cumpriram as regras de distanciamento no domingo.

Até o momento, Teresina possui 4.420 diagnosticados com a doença na capital. Foram registardos mais 11 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, o total subiu para 207 mortes.

 

Isolamento social registrado neste sábado (13) foi de 42%


Teresina continua a registrar índices bem abaixo do recomendado para conter a disseminação do novo coronavírus. Neste sábado (13), dia em que o Governo do Estado decretou lockdown parcial em todo o Piauí, a capital marcou apenas 42% de isolamento social. Na última semana os índices estiveram na mesma média de teresinenses descumprindo as medidas. Na sexta-feira, por exemplo, a cidade registrou o pior índice desde o início da quarentena, chegando a 39%.

O levantamento, feito pela Startup InLoco, apontou que a maior taxa de descumprimento foi no bairro Flor do Campo, que atingiu apenas 29,70% de isolamento. Já o maior índice foi registrado no bairro Bom Princípio, ficando em 50,10%. No levantamento geral feito a partir das operadoras de telefonia o isolamento social ficou em 52,92%.

Neste sábado, Teresina notificou 109 novos casos de COVID-19. Os dados são do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que registrou também 10 novos óbitos nas últimas 24 horas. A capital agora tem 4.336 casos e 196 óbitos pela doença, sendo que 1.050 pessoas estão recuperadas.

“O prefeito de Teresina Firmino Filho reforça que o isolamento social é uma das principais formas de salvar mais vidas na luta contra o coronavírus. “É sempre tempo de relembrar que a nossa principal arma contra este inimigo invisível é o isolamento social. A população não pode ter a falsa sensação de segurança. É necessário que tenhamos cautela para a retomada das nossas atividades. Precisamos ver a diminuição do número de casos e também contar com a colaboração da população nesta responsabilidade coletiva que é ficar em casa”, pontua.

Teresina registrou o pior índice de isolamento social nesta sexta-feira (12)


A capital registrou nesta sexta-feira (12) apenas 39,3% de índice de isolamento social. A marca é a pior desde o início do levantamento feito pela Prefeitura de Teresina, a partir de março, para avaliar o cumprimento das medidas que pretendem diminuir a disseminação do casos de Covid-19 na cidade.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde, Teresina já conta com 4227 casos da doença, com 186 mortes. O isolamento social continua sendo uma forma de evitar a contaminação da doença.

O levantamento feito pela Startup InLoco, com base no monitoramento de celulares na capital, aponta que entre as regiões da cidade, o maior descumprimento das medidas de isolamento social foi registrado nos bairros da zona sudeste, ficando em 38,8%. O bairro Itararé, localizado na região, já contabiliza o maior número de casos da doença, sendo 143 pessoas infectadas. Já em uma comparação geral entre os bairros, o Parque Juliana e Santa Rosa, marcaram os piores índices, com apenas 20,70 % e 29,90 % de teresinenses em casa, respectivamente. Os dados levantados pelas operadoras de telefonia ABRTelecom apontaram um  índice de  51,44%.

O prefeito de Teresina Firmino Filho relembra que o isolamento social é uma das principais formas de salvar mais vidas na luta contra o coronavírus. “ Sabemos que todos querem voltar para as suas atividades, visitar um amigo ou familiar, passear e sentir-se mais livre. Este também é o nosso desejo! Mas, ainda não é a hora. Ficar em casa, manter o distanciamento e isolamento social é um ato de responsabilidade coletiva para preservarmos vidas em nossa cidade”, reforça.

Somente 42% dos teresinenses cumpriram o isolamento social nesta quinta-feira (11)

Segundo levantamento feito pela Prefeitura de Teresina, o isolamento social na capital permanece abaixo do recomendado pelos órgãos de saúde e registrou índices de 54,26 % e 42,2%. Os bairros da zona sul estiveram entre os que mais descumpriram as medidas, que pretendem diminuir a contaminação do novo coronavírus.

O monitoramento dos dados é feito pela Startup InLoco e também através de informações repassadas pelas operadoras de telefonia. Os resultados apresentam uma variação de 42% e 54% no percentual de pessoas que aderiram às medidas.

Em levantamento feito por todo o país, entre os estados do Nordeste, o Piauí ocupa o segundo pior índice de isolamento social, registrando uma média de 42%, ficando atrás apenas do Maranhão.

Segundo dados da Fundação Municipal de Saúde, a capital tem 4049 casos da doença, com 173 mortes. Somente ontem foram notificados do Piauí notificou 276 novos casos de COVID-19 e 11 novos óbitos.

Em março a Prefeitura adotou medidas para evitar a disseminação do vírus na cidade e reforça que o cuidado com a vida dos teresinenses continua sendo prioridade. “Os índices registrados ainda estão abaixo do recomendado pelos órgãos de saúde, que é de 73%. Chegamos a mais de 4mil casos e perdemos muitos teresinenses nesta luta. É hora de termos uma responsabilidade coletiva para que possamos voltar gradativamente para as nossas atividades no momento certo, preservando vidas”, pontua Firmino Filho.

Isolamento social em Teresina continua abaixo do recomendado e varia entre 42,6% e 52,10%

Os índices de isolamento social em Teresina continuam abaixo do mínimo recomendado pelas Organizações de Saúde para diminuir a disseminação do novo Coronavírus, que é de 73%. Na última quarta-feira (10), a capital registrou percentuais de 42,6% e 52,10% nos índices aferidos   pela Startup Inloco e as operadoras de telefonia celular, responsáveis por fazer esse monitoramento para a Prefeitura de Teresina.

Os dados mostram que a zona Sudeste lidera o ranking do menor isolamento na cidade, 40,91%.  Em seguida, com 42,72%, aparece a zona Sul. O terceiro menor desempenho foi observado na zona Leste, onde o índice de isolamento social foi de 41,42%. Já a zona Norte figura com o maior percentual e 43,15% estão cumprindo com o isolamento e permaneceram nas suas residências.

Os percentuais do isolamento social demonstram relação com o número de casos de pessoas com o novo Coronavírus na cidade. Dados da oitava etapa da pesquisa de investigação sorológica realizada pela Prefeitura de Teresina em parceria com o Instituto Opinar revelaram que a quantidade de casos continua crescendo e já chega a 94.182 pessoas positivadas para a Covid-19. Desse total, 41.388 estão com o vírus ativo e podem transmitir a doença.

“Os números mostram que a quantidade de infectados continua crescendo. Daí o nosso apelo para que as pessoas continuem com os cuidados necessários para se protegerem e evitarem a contaminação. E a principal arma que temos para evitar a doença ainda é o isolamento social”, alertou o prefeito Firmino Filho.

Segundo o Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), na última quarta-feira Teresina bateu o recorde de mortes registradas em um único dia: 12 óbitos, o que eleva para 162 o total na capital. Ainda de acordo com o painel, o município registrou 143 novos casos, e agora contabiliza 3.773 desde o início da pandemia.

Teresina registra mais de 1.500 atendimentos de síndromes gripais em um dia

Com baixos índices de isolamento social, Teresina apresentou na última terça-feira  (09) o maior número de atendimentos por síndromes gripais desde o início da pandemia. Foram 1.514 registros na rede pública e privada, dado que tem apresentado um aumento desde o último domingo (07), quando foram registrados 1.040 atendimentos.

O diretor de Atenção Básica da FMS, Kledson Batista, explica que a consequência mais grave dessa situação é evolução da doença para casos que requerem internação. “Em um universo em que, por exemplo, de cada 100 pessoas, uma complica para o caso de internação, se este número sobe para 10 mil, teremos 100 internações e esta proporção tende a aumentar. Com isso, Teresina pode ter uma sobrecarga no sistema de saúde e até entrar em colapso”, alerta.

Segundo os dados do Painel de monitoramento da COVID-19, elaborado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), no início da pandemia eram registrados em torno de 103 atendimentos para casos de síndromes gripais. O número foi crescendo e chegou a 1.384 no dia 3 de junho, um aumento de mais de 1000%.

De março até agora, já foram prestados mais de 34 mil atendimentos a pessoas com sintomas gripais, dos quais 57% (mais de 19 mil) foram na rede pública de saúde.

Para Kledson Batista, o aumento é uma evidência de que os casos de COVID-19 ainda estão crescendo e é um reflexo da diminuição nas taxas de isolamento social na capital. Dados da startup Inloco revelam que, na última segunda-feira, este índice estava em 41,20%, uma queda em relação ao mesmo dia da semana anterior, que estava em 43,3%. Segundo os protocolos dos órgãos de saúde, o ideal seria uma porcentagem em torno dos 73%.

Ele explica que o aumento dos números ocorre porque uma das características do vírus é a alta transmissibilidade entre as pessoas, o que leva à evolução da doença pelo não cumprimento do isolamento social. “No início da pandemia, em meados de março, Teresina ainda estava com um número bem reduzido, pois a quarentena estava sendo respeitada mais fortemente e as pessoas não frequentavam lugares que geram aglomerações. Mas, mesmo com as imposições, decretos e as ações da prefeitura, é notório que muitas pessoas desrespeitam o isolamento e se aglomeram em filas de banco, em feiras livres, pequenas lojas, ou até mesmo em serviços essenciais. Nesse sentido, os casos tendem realmente a aumentar”, comenta Kledson Batista.

Por isso, o Centro de Operações em Emergências (COE) em Saúde Pública COVID-19 da FMS avaliou que ainda não há viabilidade para uma flexibilização do isolamento social na capital. “Todos querem voltar às suas atividades normais, mas é preciso seguir as medidas de isolamento, criadas por técnicos e estudiosos do tema. Estamos lidando com o risco de perder vidas humanas e é preciso ter cautela”, alerta Amparo Salmito, infectologista da FMS e membro do COE.

Isolamento social em Teresina fica entre 41,3% e 52,2% na terça-feira (09)

Teresina registrou, na última terça-feira (09), uma variação de 41,3% e 52,2% no índice de isolamento social. Os dados revelam uma diminuição no cumprimento das medidas de isolamento na cidade e foram registrados pela Startup Inloco e as operadoras de telefonia celular, que disponibilizam informações de mais de um milhão de linhas telefônicas.

Segundo o monitoramento, na terça-feira, a região Sul apresentou o menor índice de isolamento, com 40,27%. A região Sudeste aparece em segundo lugar com pior desempenho, registrando índice de 40,31%. Em seguida, a região Leste aparece no ranking com taxa de 41,15%. A região Centro/Norte registrou o maior índice, quando 41,67% das pessoas permaneceram em casa.

Os números apresentados pelos dois indicadores revelam que a taxa de distanciamento na capital permanece bem abaixo do percentual mínimo recomendado para diminuir a disseminação do novo coronavírus, que é de 73%. Além disso, eles refletem na quantidade de casos e óbitos decorrentes da Covid-19. De acordo com o Painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a doença vem avançando. Teresina contabiliza, até o momento, 150 óbitos e 3.630 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, dos quais 173 ocorreram nas últimas 24 horas.

“Continuamos pedindo que a população fique em casa e só saiam em caso de extrema necessidade, para que possamos melhorar os índices de isolamento. Teresina vem apresentando taxas muito abaixo do que recomendam a Organização Mundial de Saúde (OMS) e demais autoridades sanitárias. Precisamos cumprir as orientações para diminuir a propagação do vírus e frear o avanço da pandemia na cidade”, reforçou o prefeito Firmino Filho.

Isolamento social em Teresina fica entre 51,3% e 57,89% no domingo

Dados levantados pela startup InLoco

O índice de isolamento social em Teresina, no último domingo (07), ficou entre 51,3% e 57,89%, segundo as duas bases de dados utilizadas pela Prefeitura de Teresina, a startup InLoco e as operadoras de telefonia celular. O índice apresentou alta em relação aos dias anteriores, mas ainda está abaixo dos 73%, considerado o mínimo necessário para conter a disseminação do novo coronavírus, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O levantamento da InLoco também mostra os índices de isoalmento social por regiões da cidade. Pelos dados, no último domingo, a população da zona Leste foi a que mais ficou em casa, com um percentual de 51,88%; seguido da região centro-norte, com 50,86%, e da zona sul, com 50,64%. Em último lugar ficou a região sudeste da cidade, com um percentual de 48,48%.

Quando analisado por bairros, os que mais respeitaram as determinações de isolamento social foram Matinha (59,80%), Nova Brasília (58,40%), Ininga (58,36%), Pedra Miúda (57,60%) e Campestre (57,23%). Na outra ponta da tabela, a população que menos ficou em casa foi a dos bairros Parque Juliana (30,80%), Comprida (38,70%), Flor do Campo (40,60%), Santos Antônio (41,95%) e Santa Rosa (44%).

Segundo dados do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Teresina contabiliza um total de 3.309 casos de Covid-19, dos quais 69 foram registrados em apenas 24 horas, entre sábado e domingo. Além disso, nove pessoas perderam a vida neste período, pela doença, totalizando 137 óbitos na capital, desde o início da pandemia.

Produção de resíduos sólidos registra menor taxa dos últimos 8 anos durante isolamento social

Renato Bezerra

Em isolamento social há mais de dois meses como estratégia de combate à disseminação do novo Coronavírus, Teresina apresentou uma redução na geração de resíduos sólidos. Em levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh), foi registrada uma queda de 4% na produção de resíduo domiciliar em abril, e 6% no mês de maio. Já em relação aos resíduos extradomiciliares, a redução foi maior e apontou uma queda de 34% em abril e 32% em maio.  São as menores quantidades de resíduos coletadas quando comparadas à média mensal do mesmo período dos últimos oito anos.

“Logo no início dos primeiro decretos de isolamento pelo país, havia uma expectativa de aumento nos resíduos gerados pela população. No entanto, o serviço de coleta domiciliar atende tanto residências quanto estabelecimentos comerciais, que são pequenos geradores. Mesmo que o teresinense esteja produzindo mais resíduos dentro de casa, o fechamento temporário de serviços não essenciais permitiu que a quantidade total desses resíduos sofresse uma redução”, explica o secretário executivo da Semduh, Vicente Moreira.

De acordo com a verificação de dados de coleta domiciliar, a média mensal de abril dos últimos oito anos é de 16.855 toneladas, e a dos meses de maio é 17.029. Em 2020, foram recolhidas 16.164 toneladas de resíduos em abril e 15.988 no mês de maio, uma redução de 4,1% e 6,1%, respectivamente em relação à média.

Ele ressalta que outros dados de monitoramento dos resíduos da cidade mostram que houve redução na produção de resíduos na cidade. “Por uma obrigação legal da Semduh, também acompanhamos e monitoramos a coleta e destinação dos resíduos extradomiciliares, aqueles que são produzidos por grandes geradores e recolhidos por empresas privadas. Muitos desses grandes geradores prestam serviços não essenciais e estão fechados. Assim, a partir daí, notamos que a coleta dos resíduos extradomiciliares reduziu 34% em abril e 32% em maio”.