Ponte Estaiada se ilumina de roxo em apoio à campanha Janeiro Roxo


Atendendo a uma solicitação da Fundação Municipal de Saúde (FMS) ao setor de iluminação da ETURB – Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano, a Ponte Estaiada João Isidoro França ganhou iluminação roxa neste mês de janeiro. A ação faz parte da campanha nacional Janeiro Roxo, que busca conscientizar a população sobre a hanseníase, promovendo informação, combate ao estigma e incentivo ao diagnóstico precoce e ao tratamento.

A hanseníase, uma doença crônica e transmissível, é marcada por sinais como manchas na pele com perda de sensibilidade, dores e alterações nos nervos. A transmissão ocorre por contato próximo e prolongado com pessoas infectadas que não iniciaram o tratamento. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o tratamento gratuitamente, garantindo cura e qualidade de vida para os pacientes quando diagnosticados precocemente.

A campanha Janeiro Roxo, oficializada pelo Ministério da Saúde desde 2016, visa reforçar a importância da vigilância, especialmente entre os contatos próximos de pessoas diagnosticadas. Para Svetlana Coelho, do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS, ações educativas e preventivas são essenciais para combater a doença e reduzir seu impacto.

“A hanseníase pode causar incapacidades físicas e problemas de visão se não tratada. A transmissão ocorre por gotículas eliminadas por pacientes não tratados, sendo os familiares mais vulneráveis devido ao contato íntimo. Por isso, a vigilância dos contatos é fundamental para quebrar o ciclo de transmissão”, explicou Svetlana.

A iluminação especial da Ponte Estaiada simboliza o esforço conjunto da FMS e da ETURB em dar visibilidade à campanha, unindo saúde e conscientização. Mais do que um marco arquitetônico, a ponte se torna agora um símbolo de esperança, compromisso e cuidado com a população teresinense.

FMS lança programação do Janeiro Roxo, de combate à hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) dá início às ações do Janeiro Roxo, mês de conscientização sobre a hanseníase. A campanha, cujo lema para este ano é “Conhecer, Tratar e Acolher”, realizará ações educativas e de busca ativa de casos da doença nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.

Durante o mês de janeiro, a FMS vai realizar diversas atividades para intensificar o diagnóstico e promover o tratamento precoce da hanseníase, incluindo tanto os contatos de casos de hanseníase como a população em geral. “Esse evento é importante para que a população tenha mais informações sobre a doença e para que ocorra uma intensificação de busca ativa de doentes, com o tratamento oportuno e interrupção da cadeia de transmissão da mesma”, explica a enfermeira da FMS Svetlana Coelho.

Dados parciais da FMS mostram que no ano de 2023 foram diagnosticados 195 casos novos de hanseníase na população geral de Teresina, com uma taxa de detecção de 22,5 casos/100.000 habitantes. Outro indicador que se destaca é a taxa de detecção em casos menores de 15 anos (Hanseníase Infantil), com nove casos novos, o que corresponde a uma taxa de 4,38 casos/100.000 habitantes. “A prevalência de Hanseníase Infantil significa transmissão recente da doença por possível contato com pessoas doentes não tratadas e manutenção da endemia”, comenta Svetlana Coelho.

Hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma microbactéria. É transmissível e atinge, principalmente, a pele e os nervos periféricos como mãos e pés. A transmissão ocorre pelas vias respiratórias (fala, espirro ou tosse), durante o convívio prolongado com o doente sem tratamento. Tem como sintomas o aparecimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas, com diminuição e/ou perda de sensibilidade, pele seca e queda de pelos. Outros sintomas são dor, sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e pernas; nódulos (caroços) no corpo, avermelhados e dolorosos e diminuição da força muscular das mãos e/ou pés.

Svetlana Coelho reforça que, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento. “É longo o espaço de tempo entre o contágio e o aparecimento dos sinais da doença. O paciente deixa de transmitir a doença para seus familiares ao iniciar o tratamento medicamentoso, que é realizado por meio de medicamentos que são dispensados gratuitamente nas 91 Unidades Básicas de Saúde da FMS”, esclarece a enfermeira.

PROGRAMAÇÃO JANEIRO ROXO

De 05 a 19/01/2024 – Treinamento e mobilização de ACS nas ações de controle da Hanseníase nas Unidades Básicas de Saúde (UBS)

18/01/2024 – Oficinas de Avaliação de contatos de Hanseníase – 2ª etapa

Local: UBS Todos os Santos

Horário: de 8 as 12 hs

24/01/2024 E 25/01/2024 – Roda de conversa com os usuários nas Unidades Básicas da área da Santa Maria da Codipi

26/01/2023 – Avaliação de contatos de Hanseníase – 2ª etapa

Local: UBS Santa Maria da Codipi

Horário: Horário: de 8 as 12 hs

27/01/2023 (Sábado) – Mutirão de Manchas

Horário: de 08 as 12 hs

Região Centro/Norte: UBS Santa Maria da Codipi

Região Sudeste: UBS Reginaldo Castro/Renascença

30/01/2024 Avaliação de contatos de Hanseníase – 2ª etapa

Local: UBS Onesima Nascimento/Arvores Verdes

Horário: 14 AS 18 HS (tarde)

31/01/2024. Avaliação de contatos de Hanseníase – 2ª etapa

Local: UBS Irmã Dulce

Horário: 8 AS 12 HS (manhã)

FMS realiza neste sábado (28) mutirões para identificar hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) realiza, neste sábado (28), de 8h às 12h, mutirões de manchas nas UBS do Poty Velho (zona Norte), do Renascença (zona Sudeste) e no Ambulatório do Hospital do Promorar (zona Sul). Durante todo o mês de janeiro várias ações de alerta e identificação de casos de hanseníase foram realizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais. As ações fazem parte da campanha Janeiro Roxo, que trata da hanseníase.

“Para participar do mutirão amanhã a orientação é a de que a  pessoa que tiver alguma mancha na pele e suspeita de que seja hanseníase vá a um dos mutirões onde estarão os profissionais especializados para o atendimento”, diz a médica infectologista e gerente de epidemiologia da FMS, Amparo Salmito. A FMS tem um bom programa com profissionais e medicamentos gratuitos.

No Brasil, o tratamento para a hanseníase é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem ser tratados em casa com supervisão periódica nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para os casos mais complexos a Rede de Assistência em Saúde (RAS) de Teresina conta com os serviços de Dermatologia do Hospital Getúlio Vargas e Hospital Universitário e o Centro Maria Imaculada.

“A hanseníase se manifesta principalmente por meio de lesões na pele, como manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou nódulos (tipo caroços) no corpo e sintomas neurológicos, como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés”, explica a médica infectologista Amparo Salmito.

Apesar de ser uma doença manifestada na pele, a transmissão acontece por pequenas gotas de secreção que saem na respiração do paciente sem tratamento. Os familiares, por terem um contato prolongado e íntimo com a pessoa doente não tratada têm o maior risco de adoecer. “A transmissão não ocorre por meio de saudações sociais como abraço, aperto de mão ou um sorriso”, acrescenta a infectologista. Amparo Salmito faz o alerta para evitar a hanseníase. “A doença é milenar e não tem vacina para proteger”, pontua.

Janeiro Roxo

Desde 2016 o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro e a cor roxa para a campanha “Janeiro Roxo”, cujo objetivo principal é ampliar o conhecimento da população sobre a hanseníase, por meio de ações educativas. É importante reforçar o diagnóstico precoce para evitar a ocorrência de sequelas graves, que geram incapacidades físicas.

Indicadores

O Brasil vem se mantendo em segundo lugar mundial no número de casos novos de hanseníase diagnosticados anualmente, sendo superado apenas pela Índia.

O Piauí, juntamente com os estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará, está entre os estados que apresentam maiores índices de casos da doença.

Dados do Programa Municipal de Controle de Hanseníase de Teresina mostram que nos últimos três anos, mesmo com as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, de 2020 a 2022, foram registrados na capital 477 casos, sendo 11, em menores de 14 anos (Hanseníase Infantil).

Janeiro Roxo: FMS realiza mutirões para identificar hanseníase

 

Ação do Janeiro Roxo (Foto: Ascom/FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está executando programação de alerta e identificação de casos de hanseníase nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais de Teresina. As ações fazem parte da campanha Janeiro Roxo, que trata da hanseníase. No dia 28 de janeiro serão realizados mutirões de manchas nas UBS do Poty Velho (zona Norte), do Renascença (zona Sudeste) e no Ambulatório do Hospital do Promorar (zona Sul).

Dados do Programa Municipal de Controle de Hanseníase de Teresina mostram que nos últimos três anos, mesmo com as restrições impostas pela pandemia de covid-19, de 2020 a 2022, foram registrados na capital 477 casos, sendo 11 em menores de 14 anos (Hanseníase Infantil).

A hanseníase se manifesta principalmente por meio de lesões na pele, como manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou nódulos (tipo caroços) no corpo e sintomas neurológicos, como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés, explica a médica infectologista Amparo Salmito, gerente de epidemiologia da FMS.

“Apesar de ser uma doença manifestada na pele, a transmissão acontece por pequenas gotas de secreção que saem na respiração, do paciente sem tratamento. Os familiares, por terem um contato prolongado e íntimo com a pessoa doente não tratada, tem o maior risco de adoecer. A transmissão não ocorre por meio de saudações sociais como abraço, aperto de mão ou um sorriso”, acrescenta a infectologista.

Amparo Salmito faz o alerta para evitar a hanseníase. “A doença é milenar e não tem vacina para proteger. A meta da ONU é que até 2030 tenham redução significativa de casos da doença. A FMS tem um bom programa com profissionais e medicamentos gratuitos e a nossa principal ação nesse mês é o mutirão da mancha. Pedimos que as pessoas que tenham alguma mancha na pele e suspeita de que seja a doença vá ao mutirão do dia 28, que teremos profissionais especializados para o atendimento”, ressalta a médica da FMS.

Programação Janeiro Roxo

De 5 a 11 de janeiro – Treinamento e mobilização de agentes comunitários de saúde nas ações de controle da hanseníase nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Dia 19 (quinta-feira) das 8h às 12h – Avaliação de contatos de hanseníase (2ª etapa), na UBS Durvalino Couto, bairro Bela Vista, zona Sul.

Dia 26 (quinta-feira) das 8h às 12h – Avaliação de contatos de hanseníase (2ª etapa), na UBS Padre Mario Rocchi, no Parque Esperança.

Dia 27 (sexta-feira) das 8h às 12h – Avaliação de contatos de hanseníase – 2ª etapa, na UBS Onesima Nascimento, bairro Árvores Verdes.

Dia 28 (sábado) das 8h às 12h

Mutirão da Mancha na UBS Poty Velho.
Mutirão da Mancha na UBS Reginaldo Castro, bairro Renascença, zona Sul.
Mutirão da Mancha no Ambulatório do Hospital do Promorar, zona Sul.

Janeiro Roxo

Desde 2016 o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro e a cor roxa para a campanha “Janeiro Roxo”, cujo objetivo principal é ampliar o conhecimento da população sobre a hanseníase, por meio de ações educativas e reforçar a importância do diagnóstico precoce para evitar a ocorrência de sequelas graves, que geram incapacidades físicas.

Quando descoberta e tratada tardiamente, a Hanseníase pode trazer deformidades e incapacidades físicas. No Brasil, o tratamento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem ser tratados em casa com supervisão periódica nas Unidades Básicas de Saúde.

Para os casos mais complexos a Rede de Assistência em Saúde (RAS) de Teresina conta com os serviços de Dermatologia do Hospital Getúlio Vargas e Hospital Universitário e o Centro Maria Imaculada.

Indicadores

O Brasil vem se mantendo em segundo lugar mundial no número de casos novos de hanseníase diagnosticados anualmente, sendo superado apenas pela Índia.

O Piauí, juntamente com os estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Pará, está entre os estados que apresentam maiores índices de casos da doença.

FMS realiza campanha Janeiro Roxo para alertar sobre a hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) realiza atividades de capacitação, controle e divulgação da hanseníase neste mês, em que é realizada a campanha Janeiro Roxo. O objetivo da campanha nacional é conscientizar as pessoas sobre a prevenção à hanseníase, identificação de casos e o tratamento.

Desde o último dia 4 até esta sexta (14) acontece o treinamento e mobilização de agentes comunitários de saúde nas ações de controle da hanseníase na Zona Norte: UBS Memorare, zona Sul: UBS Francílio Almeida (Angelim) e Irmã Dulce, zona Sudeste: UBS Parque Poty e zona Leste:  UBS Vila Bandeirante. De 19 a 27 terá a Avaliação de Contatos Domiciliares de Hanseníase nessas mesmas UBS.

Dia 28 acontece na avenida Frei Serafim, a Blitz H, com distribuição de panfletos com o tema Cuide da pele. Não esqueça da hanseníase. Também como parte da programação a ponte Estaiada estará iluminada na cor roxa, no período de 17 a 22 de janeiro e no último final de semana nos dias 29 e 30

Sobre o atendimento a pacientes diagnosticados com hanseníase, o presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, explica que é disponibilizada a medicação. “Quando uma pessoa é diagnosticada com hanseníase é feita a distribuição da medicação nas UBS e tem acompanhamento até o fim do tratamento”, diz.

 

Sobre a hanseníase
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria, o bacilo de Hansen, com o aparecimento de manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato que atinge a pele e os nervos, principalmente dos braços, mãos, pernas e pés.

O contágio ocorre de uma pessoa doente, que ainda não recebeu tratamento, para outra sadia por meio das vias respiratórias, através da fala, tosse ou espirros. Não se pega Hanseníase por saudações sociais como abraço e aperto de mão e a partir do início do tratamento medicamentoso, a pessoa não transmite mais a doença.

FMS promove ações educativas sobre hanseníase em alusão ao Janeiro Roxo

Em alusão a Campanha Mundial de luta contra à Hanseníase – Janeiro Roxo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) promoveu nesta sexta-feira (29), uma manhã educativa na Pastoral do Povo de Rua. A atividade faz parte de uma série de ações promovidas pelos profissionais de saúde da FMS, junto a diversos grupos e dentro dos protocolos de prevenção da Covid-19.

A atividade foi realizada pelo Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS, em parceria com o Consultório na Rua. “A campanha Janeiro Roxo 2021 está relacionada ao enfrentamento do estigma e preconceito relacionados à Hanseníase e tem como tema: Conhecer para não discriminar. Entre as práticas não discriminatórias estão estratégias de informação, educação e comunicação, e intervenções em ambientes para além das Unidades de Saúde como igrejas, escolas, comunidades terapêuticas, espaços públicos orientando a população sobre a doença”, relata a enfermeira da FMS Svetlana Coelho.

“Diante da pandemia da Covid-19 estamos impossibilitados de realizar Mutirões, e tendo em vista o tema a ser trabalhado promovemos um momento educativo com os internos da Pastoral do Povo de Rua, esclarecendo sobre os principais sinais e sintomas relacionados à hanseníase, tratamento, forma de transmissão e ressaltando a cura, como também fizemos uma atividade de busca ativa entre eles”, conta. Ela informa que a mesma atividade foi realizada na comunidade terapêutica Casa do Oleiro na última quarta-feira (27).

As atividades do Janeiro Roxo se encerram no próximo domingo (31), Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase, quando as equipes estarão promovendo ações educativas junto às igrejas.

“Até esta data, a Ponte Estaiada estará iluminada de roxo, uma forma de ressaltar que a Hanseníase ainda é um grave problema de Saúde Pública no Brasil, primeiro país das Américas e segundo no mundo, ficando atrás apenas da Índia e que nosso estado configura entre os dez primeiros da federação com maior taxa de detecção de casos, ocupa atualmente a 7ª colocação”, comenta Svetlana Coelho.

Conhecida como a doença mais antiga da humanidade, com registros de 5 a 6 a.C, a Hanseníase ou Lepra, como era chamada no passado, é uma doença infecciosa, transmissível e de caráter crônico, que ainda persiste como problema de saúde pública no Brasil. Seu agente etiológico é o Mycobacterium leprae, uma bactéria que afeta principalmente os nervos periféricos, olhos e pele.

O principais sinais e sintomas da doença incluem: manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas principalmente na face, braços e pernas, com diminuição da sensação ao calor e ao frio, à dor e/ou tato; caroços e inchaços no corpo, em alguns casos avermelhados e doloridos; dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços, das pernas e dos pés, inchaço de mãos e pés; área de pele com diminuição ou queda de pelos inclusive nas sobrancelhas.

O tratamento é gratuito e está disponível pelo SUS. Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão a cada 28 dias na Unidades Básicas de Saúde e que o diagnóstico tardio pode trazer deformidades e incapacidades físicas. Durante todo o ano as UBS do município dispõem de profissionais da Estratégia de Saúde da Família habilitados para o diagnóstico e tratamento adequado dos casos de hanseníase.

FMS realiza Dia D de combate à Hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina realiza sábado, dia 1º, Mutirão de Manchas de Pele em alusão à Campanha Janeiro Roxo, que busca combater a Hanseníase. Desde o dia 23 de janeiro acontecem, nas unidades de saúde municipais, atividades voltadas para avaliação clínica da população que convive ou conviveu diretamente com pessoas infectadas pela doença. O dia D será sábado, das 8h às 12h, com o mutirão de manchas em todas as zonas da cidade. A abertura acontece na Unidade Básica de Saúde do Poty Velho, zona norte.

O presidente da FMS, Charles Silveira, afirma que a Campanha Janeiro Roxo conscientiza a comunidade sobre os perigos da Hanseníase e sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado na rede de saúde pública. “É um trabalho incansável que desenvolvemos nessa área durante todo o ano e que é intensificado no mês de janeiro, pois queremos garantir boa qualidade de vida para a população teresinense”, afirma.

Na região sudeste, o Mutirão de Manchas de Pele estará concentrado na UBS Reginaldo Castro, Renascença. Na região leste, no Ambulatório do Hospital do Satélite. E na região sul, no Ambulatório do Hospital Geral do Promorar. Somente em 2019 Teresina apresentou 311 novos casos de Hanseníase, o que representa uma diminuição de 11%, se comparado ao ano de 2018. “A Hanseníase afeta os nervos e se manifesta por meio de lesões na pele. É uma doença transmitida quando o infectado tosse, fala ou espirra. Entre as complicações da doença, a pessoa pode ter, por exemplo, problemas de visão e apresentar incapacidades físicas”, explica o infectologista da FMS, Kelsen Eulálio.

O médico infectologista informa que, em caso de mancha suspeita, a recomendação é que a pessoa se dirija a uma das 90 Unidades Básicas de Saúde de Teresina, para ser avaliada e receber o tratamento médico adequado. Caso haja necessidade, a pessoa também pode ser direcionada para locais de referência: Hospital Universitário do Piauí, Centro Maria Imaculada e Clínica de Dermatologia do Hospital Getúlio Vargas.

FMS inicia campanha para combater a Hanseníase em Teresina

Em alusão à Campanha “Janeiro Roxo”, que busca combater a Hanseníase, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina iniciou uma programação especial, que ocorrerá durante toda a semana. Entre as atividades, acontecerão ações educativas e avaliação clínica da população que convive ou conviveu diretamente com pessoas infectadas pela doença. O dia D será no sábado (01/02), com mutirão de manchas de pele em todas as zonas da cidade.

Nesta quinta-feira (23) acontece Workshop sobre a doença para os servidores e no próximo dia 31, panfletagem em Shopping. “Nosso objetivo é identificar também a população que convive ou conviveu nos últimos cinco anos com a pessoa infectada pela Hanseníase, para avaliar se tem manchas, sinais neurológicos ou de fraqueza muscular que sinalizam a doença”, explica Svetalana Coelho, do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS.

O presidente da FMS, Charles Silveira, afirma que a campanha conscientiza a comunidade sobre os perigos da doença e sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado na rede de saúde pública. “É um trabalho incansável que desenvolvemos nessa área durante todo o ano e que é intensificado no mês de janeiro, pois queremos garantir boa qualidade de vida para a população teresinense”, pontua.

Somente em 2019, Teresina apresentou 311 novos casos de Hanseníase, o que representa uma diminuição de 11%, se comparado ao ano de 2018. “A Hanseníase afeta os nervos e se manifesta por meio de lesões na pele. É uma doença transmitida quando o infectado tosse, fala ou espirra. Entre as complicações da doença, a pessoa pode ter, por exemplo, problemas de visão e apresentar incapacidades físicas”, explica o infectologista da FMS, Kelsen Eulálio.

O médico infectologista informa que, em caso de mancha suspeita, a recomendação é que a pessoa se dirija a uma das 90 Unidades Básicas de Saúde de Teresina, para ser avaliada e receber o tratamento médico adequado. Caso haja necessidade, a pessoa também pode ser direcionada para locais de referência: Hospital Universitário do Piauí, Centro Maria Imaculada e Clínica de Dermatologia do Hospital Getúlio Vargas.

 

Confira programação da Campanha Janeiro Roxo da FMS

-23/01 (Quinta-feira): Worshop sobre Avaliação Neurológica Simplificada e Prevenção de incapacidade em Hanseníase/1ª etapa (teoria)

Horário: 14 as 18h

Local: Diretoria Regional de Saúde Sul

 

-24/01 (Sexta-feira):  Avaliação de contatos de Hanseníase – 2ª etapa

Horário: de 8 as 12h

Local: UBS Redonda

 

-29/01 (Quarta-feira):  Avaliação de contatos de Hanseníase – 2ª etapa

Horário: de 8 as 12h

Local: UBS Maria de Jesus Carvalho Porto Alegre

 

-31/01 (Sexta-feira):  Panfletagem no Shopping da Cidade

Horário: 9 as 12 h

Orientação à população sobre Hanseníase, por meio de distribuição de folders .

 

-01/02 (Sábado): Mutirão de Manchas de Pele .

Horário: 08 as 13h

Região Centro/Norte: UBS Poty Velho

Região Sudeste: UBS Reginaldo Castro/Renascença

Região Leste: Ambulatório do Hospital Do Satelite

Região Sul: Ambulatório do Hospital Geral do Promorar