Comissão de Gerenciamento e Fiscalização acompanhará processos da Lei A. Tito Filho

Ascom/FMC

Após a nomeação da Comissão de Gerenciamento e Fiscalização de Projetos, a Lei A. Tito Filho está dando mais um passo frente à sua revitalização e reestruturação. Em reunião na manhã desta quarta-feira, 20, na sede da Fundação Monsenhor Chaves, os novos membros conheceram os procedimentos técnicos e gerenciais de seus trabalhos.

Estruturada pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves, a Lei A. Tito Filho é um dos projetos de incentivo cultural mais importante do Piauí, responsável pelo lançamento de diversos produtos culturais e, principalmente, pelo incremento e valorização dos artistas locais.

O coordenador da Lei, Jairo Cezar Sherlock, explica que no seu último edital, em 2012, foram aprovados 35 projetos que estão sendo pagos com recursos do município transferidos ao Fundo Municipal de Cultura e, para isso, há uma necessidade de fiscalização e acompanhado da execução dos projetos culturais, ora em andamento, por meio de visitas aos locais de produções e análises dos cronogramas de execução, que será feito pela comissão.

Seus membros foram indicados pelo Conselho Municipal de Política Cultural e nomeados pelo prefeito de Teresina através do Decreto nº 19.165, de 29 de outubro de 2019, sendo formada por Gabriel Arcanjo, Jairo Gomes e Marleide Lins. “Acolhemos com satisfação os três membros porque o conselho indicou pessoas com experiência nas diversas áreas culturais e isso colabora para o trabalho que vão fazer. Isso irá facilitar devido a circulação deles no meio artístico”, destacou ainda o coordenador da Lei.

A maioria dos projetos lançados já foi executada e alguns deles ainda estão em fase de finalização, restando poucas parcelas a serem pagas. Na reunião, que contou com a presença do superintendente da FMC, Abiel Bonfim, foram disponibilizados os processos de pagamento para que a comissão possa fazer melhor acompanhamento dos dados.

No total, o último edital da Lei A. Tito Filho previu um montante de quase R$ 1 milhão para investimento em várias áreas da cultura como dança, teatro, música, literatura, artes visuais. Desse valor, estão sendo pagos pouco mais de R$ 700 mil até o fim do ano e o restante em 2020.

A LEI

A Lei A. Tito Filho (Lei nº 2.194) foi criada em 1993 e já possibilitou o financiamento de centenas de projetos em várias áreas, o que tem contribuído para incrementar o cenário cultural da cidade.

A Lei recebeu esse nome em homenagem ao Professor Arimatea Tito Filho, escritor que foi membro da Academia Piauiense de Letras e grande incentivador da produção e valorização da cultura teresinense.

A Lei A. Tito Filho contempla as áreas de música, teatro, dança, cinema, fotografia e vídeo, literatura, folclore, artesanato, artes plásticas, patrimônio histórico, cultural e natural, de natureza material e imaterial, bem como pesquisas nas áreas referidas. O objetivo do incentivo é a exibição, utilização e circulação pública dos bens culturais deles resultantes.

Lei A. Tito Filho investe cerca de R$ 700 mil em projetos culturais de Teresina

Um dos projetos de incentivo cultural mais importante da cidade está se reestruturando e promete incrementar ainda mais o cenário artístico piauiense. Estruturado pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves, a Lei A. Tito Filho já investiu mais de R$ 360 mil nos projetos aprovados no último edital, e serão aplicados mais R$ 340 mil ainda neste ano, totalizando mais de R$ 700 mil. A previsão é de quitar todos até o início do próximo ano.

O último edital da Lei A. Tito Filho aprovou 35 projetos, que começaram a ser pagos em 2018 com recursos do Tesouro Municipal. De acordo com o coordenador da Lei, Jairo Cezar Sherlock, a prioridade foi com os de valores mais baixos. “Já foram pagos 14 projetos de diversas áreas, alguns inclusive já foram executados, com a prestação de contas aprovadas, ou estão em fase de execução. A previsão é passar parte de 2019 ainda pagando uma parte significante e no início do ano que vem finalizarmos todos, inclusive de valores mais altos. E os recursos estão sendo diretos do Fundo Municipal de Cultura, sem o intermédio das empresas que apoiam”, explica.

No total, o último edital da Lei A. Tito Filho previu um montante de quase R$ 1 milhão para investimento em várias áreas da cultura como dança, teatro, música, literatura, artes visuais. Desse valor, estão sendo pagos pouco mais de R$ 700 mil até o fim do ano, e o restante em 2020. “Os valores menores foram pagos na sua totalidade, o que dá mais agilidade para o artista seguir com os seus projetos”, acrescenta Jairo.

A escritora Renata Flávia foi uma das beneficiadas pelo projeto com seu livro Lustre de Carne, lançado neste ano pela Lei A. Tito Filho. Para ela, o projeto é de grande importância para os artistas que não conseguem tirar suas produções da gaveta por falta de recursos. “A Lei A.Tito é indispensável para aqueles artistas que precisam fazer sua arte circular, mas ainda não possuem os meios. Sua abertura de incentivo a todas as artes coloca a cidade em movimento, gera visibilidade e autoestima ao artista. É de extrema importância, principalmente no cenário que temos em Teresina, esse impulso”, destaca.

A LEI

A Lei A. Tito Filho (Lei nº 2.194) foi criada em 1993 e já possibilitou o financiamento de centenas de projetos em várias áreas, o que tem contribuído para incrementar o cenário cultural da cidade.

A Lei recebeu esse nome em homenagem ao Professor Arimatéa Tito Filho, escritor, que foi membro da Academia Piauiense de Letras e grande incentivador da produção e valorização da cultura teresinense.

A Lei A. Tito Filho contempla as áreas de música, teatro, dança, cinema, fotografia e vídeo, literatura, folclore, artesanato, artes plásticas, patrimônio histórico, cultural e natural, de natureza material e imaterial, bem como pesquisas nas áreas referidas. O objetivo do incentivo é a exibição, utilização e circulação pública dos bens culturais deles resultantes.