Maternidades municipais realizam quase quatro mil partos no primeiro semestre do ano

No primeiro semestre de 2019, foram realizados 3.986 partos nas maternidades da rede pública municipal administradas pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). Teresina mantém, atualmente, quatro maternidades, uma em cada zona da cidade, que seguem as diretrizes da Rede Cegonha. Trata-se de uma série de cuidados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo, assim como atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério. Também pretende garantir às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.

Dos 3.986 partos, 2.353 (59%) foram partos normais e 1.633 (41%) foram cesarianas. O parto natural é o método mais incentivado pela política da Rede Cegonha.

“Se o parto normal é o desfecho natural de uma gravidez, por quê fugir dele? O ideal é que o bebê escolha o dia em que quer nascer. É claro que na hora do parto às vezes surgem complicações. Aí sejamos justos! A cesariana pode salvar a vida da mãe e do filho”, afirma Iris do Amaral, gerente de Assistência Hospitalar Especializada da FMS.

Somente na maternidade do Buenos Aires, foram 1.128 procedimentos realizados no primeiro semestre de 2019, dos quais 664 foram normais e 464 cesáreos. A unidade mantém o primeiro Centro de Parto Normal (CPN) da capital, com estrutura para o atendimento conforme o modelo de assistência humanizada ao parto, preconizado pelo Ministério da Saúde. Funciona com banheira de hidromassagem, camas especiais e equipamentos para partos de diversas posições.

A Maternidade Professor Wall Ferraz, localizada no bairro Dirceu, realizou 1.122 partos este ano, dos quais 674 foram normais e 448 cesarianas. Já na maternidade no Satélite foram feitos 819 partos (423 normais e 396 cesarianas). A maternidade do bairro Promorar, por sua vez, realizou 917 partos de janeiro a junho deste ano, sendo 592 normais e 325 cesarianas.

“As maternidades da Prefeitura de Teresina contam com profissionais qualificados, possuem também insumos suficientes e uma infraestrutura que possibilita atender à gestante com qualidade”, comenta Iris do Amaral.