Prefeitura de Teresina lança nota repudiando agressão contra trabalhadoras da limpeza

A Prefeitura de Teresina, por meio do prefeito Silvio Mendes, vem a público repudiar, de forma veemente, a violência física e verbal sofrida por três trabalhadoras da limpeza pública da cidade, uma delas foi atingida com um soco no rosto. O caso ocorreu depois que o agressor foi advertido por uma das vítimas por avançar com o veículo sobre um trecho que estava devidamente sinalizado e interditado para a execução do serviço de higienização.

O fato ocorreu nesta quinta-feira (6), na Rua 13 de Maio, no centro da capital, enquanto as vítimas desempenhavam suas atividades laborais. Destacamos a rápida atuação da polícia, que, ao ser acionada, constatou a materialidade do ocorrido e conduziu o suspeito à Central de Flagrantes.

Diante do exposto, o prefeito Silvio Mendes reforça que as trabalhadoras receberão todo o suporte necessário, incluindo amparo psicológico e acompanhamento do caso. Além disso, as forças de segurança do município atuarão para garantir que o agressor seja devidamente punido, conforme a lei exige.

Assim, a Prefeitura de Teresina enfatiza sua total solidariedade às profissionais envolvidas neste triste episódio e reitera o mais profundo repúdio a todo e qualquer ato de violência praticado contra os servidores e servidoras da capital.

NOTA DE REPÚDIO

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) vem a público manifestar repúdio ao conteúdo publicado pelo perfil de uma rede social (Instagram): @corrupcaopiauiense, que se aproveitou da matéria veiculada no site 180graus acerca da visita da secretária Karla Berger e da primeira dama do município Samara Conceição à Associação de Prostitutas do Piauí (APROSPI). Tal perfil alterou o texto original do referido site, inserindo uma legenda que ali não existia, com conteúdo preconceituoso, machista e misógino.

A SMPM, sendo uma instância que tem como princípio básico a defesa dos direitos de todas as mulheres, independente de raça, etnia, religião, classe, trabalho e sexualidade, vem reiterar que a visita realizada é importante para conhecer as demandas destas trabalhadoras que na maioria das vezes, são invisibilizadas e estigmatizadas pela sociedade.

Fato como este só evidencia o quanto o trabalho da SMPM é necessário e como ainda temos que avançar para desconstrução da cultura patriarcal, machista e sexista. Além disso, há também outro componente de violência de gênero relacionado a forma como se reportaram às mulheres que estão ocupando espaços de poder e decisão.

Tal ação caracteriza-se como crime de Notícia Falsa (Art. 287-A) e Difamação (Art. 139), de acordo com o Código Penal Brasileiro. Conforme a Secretária da SMPM, Karla Berger: “Esse tipo de agressão é revoltante, mostra a face da violência que nós mulheres sofremos. Não recuaremos, não iremos nos calar, vamos continuar lutando pelo direto das mulheres de ter autonomia de escolha e ser respeitada em suas decisões. Tomaremos as devidas providências legais sobre o ocorrido”.