10 bebês nascem em Teresina no primeiro dia de 2026

10 bebês nascem em Teresina no primeiro dia de 2026 (Foto: Ascom FMS)

O início de 2026 foi marcado por emoção e esperança para dez famílias em Teresina. No dia 1º de janeiro, 10 mulheres deram à luz em maternidades da rede municipal, localizadas nos bairros Dirceu, Promorar, Satélite e Buenos Aires. Entre os nascimentos, quatro ocorreram por meio de parto normal humanizado, com técnicas voltadas para o bem-estar da mãe e do bebê. Os dados foram divulgados pela Fundação Municipal de Saúde (FMS).

A presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, ressaltou o impacto que cada nascimento traz para a vida das famílias. “O nascimento de uma criança representa o início de uma nova etapa para todos ao redor. Surge uma mãe, um pai, avós e irmãos. É um momento de profunda transformação, e nossas maternidades seguem as diretrizes do Ministério da Saúde para garantir acolhimento e cuidado humanizado.”

A diretora da Maternidade do Satélite, Francina Amorim, destacou a relevância do acompanhamento pré-natal realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). “Quando a gestante cumpre o pré-natal de forma adequada, o parto tende a ser mais seguro. O Ministério da Saúde recomenda pelo menos sete consultas, o que contribui para reduzir riscos como mortalidade materna e complicações durante a gestação.”

A diretora da Maternidade do Promorar, Socorro Oliveira, também reforçou o incentivo ao aleitamento materno nas maternidades municipais. “A amamentação é essencial para o desenvolvimento da criança. Desde o pré-natal, as mães recebem orientações e, nas maternidades, contam com salas de apoio que oferecem acompanhamento especializado e até doação de leite. Estudos comprovam que o leite materno fortalece a imunidade, favorece o crescimento saudável e pode até influenciar positivamente na capacidade cognitiva da criança.”

Atualmente, a Prefeitura de Teresina, por meio da FMS, mantém quatro maternidades em funcionamento: Dirceu, Satélite, Buenos Aires e Promorar.

Equipe do Hospital da Santa Maria da Codipi reanima com sucesso bebê em parada cardíaca

Equipe do Hospital da Santa Maria da Codipi reanima com sucesso bebê em parada cardíaca (Foto: FMS)

 

Uma equipe de profissionais do Hospital Mariano Gayoso Castelo Branco, localizado no bairro Santa Maria da Codipi e administrado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), reverteu com sucesso um quadro de parada cardíaca em um recém-nascido que nasceu em estado grave. O caso ocorreu na sexta-feira (21), logo após o parto. O bebê foi estabilizado e encaminhado para a Maternidade do Buenos Aires para prosseguir com o tratamento.

A diretora geral do hospital, Luciana Sebim, recorda o momento crítico. “O caso era delicado. O recém-nascido nasceu em estado grave porque estava em posição pélvica (nasceu sentado) e com duas circulares de cordão umbilical. Porém, a equipe se manteve focada e, graças aos esforços coordenados, conseguimos reanimar o bebê. No final, foi um grande alívio ver a felicidade nos rostos dos familiares e profissionais”.

Segundo Paula Oliveira, enfermeira obstetra e coordenadora do Centro de Parto Normal da Maternidade do Buenos Aires, o bebê chegou bem e mamando, graças ao trabalho conjunto dos hospitais e do SAMU na transferência. “A mãe e o bebê foram recebidos pela nossa equipe e estão bem, recebendo os cuidados puerperais e pediátricos necessários. Esse trabalho, incluindo a transferência, foi realizado de forma segura e eficiente, resultando nesse bom desfecho”.

Para a mãe do bebê e dona de casa, Karine Santana, foi um alívio ver o seu filho chorando. “Na hora que vi meu filho sem acordar, achei que a equipe não ia conseguir, mas quando vi os profissionais agindo e depois ele chorando, fiquei aliviada. Foi muito bom esse atendimento, graças a Deus que deu tudo certo. Eles (profissionais) foram perfeitos”, finaliza.

FMS inaugura quartos humanizados na maternidade do Promorar

Para tornar o parto uma experiência positiva e oferecer uma assistência ainda melhor à gestante e ao bebê, foram inaugurados hoje, 14, os quartos PPP na maternidade do Promorar. PPP é uma sigla que corresponde a “pré-parto, parto e pós-parto”.

Os quartos PPP oferecem um espaço aconchegante e humanizado, evitando que a gestante seja transferida de áreas durante o processo do nascimento e possa relaxar para vivenciar o parto com mais conforto, segurança e tranquilidade.

Os quartos PPP oferecem um espaço aconchegante e humanizado. Fotos: Ascom FMS

Um quarto PPP é aquele que é equipado para receber e acompanhar a parturiente durante esses três estágios, com todos os equipamentos de apoio ao trabalho de parto, com espaço para a gestante andar, e acompanhada da família e profissionais de saúde, além do constante monitoramento materno e fetal. “Um modelo que favorece as intervenções de boas práticas de assistência ao bebê e à mamãe”, afirma Helsimone Rodrigues, diretora clínica da Maternidade do Promorar.

Ponte Estaiada ganha iluminação laranja em alusão a campanha de humanização do parto

Conhecida pelo teresinense como Ponte Estaiada, a Ponte João Isidoro França recebe iluminação laranja de 7 a 10 de novembro em alusão a campanha de Humanização do Parto, realizada pelo Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI).

A iluminação laranja tem o intuito de chamar a atenção da população, principalmente as mulheres, sobre a realidade, importância e o direito ao parto normal humanizado. Além disso, o cartão postal simboliza o apoio à 7ª edição da Marcha pela Humanização do Parto, que acontece neste sábado (9).

“É sempre satisfatório apoiar campanhas sociais e de saúde por meio deste símbolo teresinense. Recebemos as solicitações de organizadores de diversas campanhas e a Prefeitura busca atender as demandas de maneira a colaborar na visibilidade de temas tão importantes para os teresinenses”, destaca o coordenador de iluminação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), Davimar Holanda.

 

Maternidades Municipais aumentam quantidade de partos em Teresina

Ascom/FMS

No primeiro trimestre de 2019, as quatro maternidades da Prefeitura de Teresina que ficam nos bairros Buenos Aires, Dirceu, Promorar e Satélite e contam com 96 leitos, realizaram 1.257 partos. Esse quantitativo é superior ao número de partos realizados na Maternidade Dona Evangelina Rosa, que possui 148 leitos e realizou 1.039 partos no mesmo período. O dado foi apresentado hoje (12) em reunião envolvendo o prefeito Firmino Filho, técnicos da Fundação Municipal de Saúde (FMS) e três deputados da Comissão da Saúde.

Durante a reunião, a equipe técnica da FMS fez avaliação da série histórica dos dados sobre partos realizados em Teresina, estabelecendo comparativo entre produção das maternidades municipais e Maternidade Dona Evangelina Rosa. Segundo o prefeito Firmino Filho, os dados revelam que as maternidades da Prefeitura aumentaram a sua capacidade e a quantidade de partos. Por outro lado, foi visto que a MDER que, no passado chegou a fazer 12 mil partos por ano, fez menos do que 8 mil em 2018.

“A quantidade de partos das nossas maternidades está se equiparando com a da MDER, o que nos leva a discutir os motivos disso. Espero que haja desdobramentos dessa discussão acerca da rede materno-infantil. A Prefeitura quer debater a situação com o Governo, gestores do interior, Conselho Regional de Medicina, Ministério Público e Ministério da Saúde, pois essa questão tem a ver com a vida das gerações futuras e a qualidade de vida das mães no período de gestação”, finaliza o prefeito Firmino Filho.

A deputada estadual Lucy Soares, que participou da reunião, avaliou o encontro como extremamente positivo e informou que aguarda os desdobramentos dessa discussão. O deputado Gustavo Neiva também esteve presente. Já a deputada Teresa Britto, que é presidente da Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa, ressaltou que “Teresina está fazendo o seu dever de casa e ajudando muito o Estado do Piauí. É preciso que haja maior resposta por parte do Governo Estadual.”

Segundo o presidente da FMS, Charles Silveira, a Prefeitura tem se esforçado para aperfeiçoar a rede municipal de saúde. “Nós estamos contribuindo com a solução dos problemas identificados na Maternidade Dona Evangelina Rosa (administrada pelo Governo do Estado) e atendendo gestantes de baixo risco, porque buscamos trabalhar em rede pelo bem das gestantes e dos bebês. É por isso que estamos executando um plano de ação interno para qualificar cada vez mais o nosso atendimento”.

Segundo Jesus Mousinho, diretora de assistência especializada da FMS, a Fundação tem realizado debates técnicos para aperfeiçoar a rede obstétrica e neonatal. “Recentemente, ampliamos serviços nestes locais, como a implantação da classificação de risco, oferta de exame de urocultura e colocação de DIU (maternidade do Buenos Aires). É garantido também à gestante o direito a acompanhante. O nosso esforço é gigantesco e estamos estudando outras possibilidades de melhorias”, afirma.

Para melhorar a assistência obstétrica e neonatal, foi sugerido na reunião que também é necessário aumentar a taxa de ocupação do Centro de Parto de Normal da MDER, que girou em torno de 35% em 2018; utilizar efetivamente a Casa da Gestante de Teresina e estruturar os oito hospitais da Região Entre Rios que tem leitos obstétricos.

Outra ação fundamental é a reorganização da rede de saúde do Piauí. “Teresina tem leitos obstétricos e neonatais suficientes para os 30 municípios da Região Entre Rios. O que acontece é que a MDER, além de ser praticamente a única referência para parto de alto risco do Piauí, também possui em sua estrutura um CPN, cuja finalidade é atenção ao parto de baixo risco. Então com a efetiva atuação de cada unidade do interior, podemos evitar a vinda desnecessária para Teresina de gestantes classificadas como de baixo risco. Isso acabará por desencadear a fluidez da rede, já que só se faz saúde pública de forma coletiva”, conclui Charles.