Estudantes de escolas da região do Lagoas do Norte participam de desfile cívico nesta quarta-feira (04)

Cerca de 500 estudantes de 17 escolas situadas na região do Programa Lagoas do Norte participam nesta quarta-feira (04) de um desfile cívico militar em comemoração ao Dia da Independência do Brasil. Um público de cerca de 10 mil pessoas está sendo aguardado para acompanhar o evento.

O desfile terá ainda a participação de policiais do 8º Batalhão, 9º Batalhão e 13º Batalhão da Polícia Militar, Cavalaria, Corpo de Bombeiros, Bope (Batalhão de Operações Especiais), banda 16 de Agosto, da Prefeitura de Teresina, e alunos do projeto Pelotão Mirim.

O desfile terá iníio às 7h, com concentração no bairro Matadouro, em frente ao Teatro do Boi, seguindo pela Rua Rui Barbosa, com dispersão no Mercado do São Joaquim.

 

Programa Lagoas do Norte inaugura Parque do Mocambinho nesta sexta-feira (30)

O projeto de requalificação urbana e ambiental executado pelo Programa Lagoas do Norte no entorno da Lagoa do Mocambinho resultou na construção de um grande parque, que será inaugurado com festa nesta sexta-feira (30), a partir das 18h. O evento terá a participação da comunidade, apresentações de bandas, partidas de futebol e recreação para as crianças.

“Vamos inaugurar o Parque Matias Matos, que não é só um dos mais belos da cidade, é um dos mais belos do Brasil”, destaca o prefeito Firmino Filho.

O Parque Ambiental do Mocambinho, batizado de Parque Ambiental Matias Augusto de Oliveira Matos, possui uma área total de 4,9 hectares com playground, quiosques, praça de alimentação, campo de areia, quadras de esportes, ciclovias, espaço para caminhadas e grande área verde. A obra total foi orçada em R$ 12,7 milhões, com financiamento do Banco Mundial. Toda a estrutura foi construída no entorno de uma grande lagoa, uma das maiores da região.

No local, a população terá acesso à pista de caminhada, ciclovia, quadra de areia, quadra de futebol society, quadra para prática de badminton e campo de grama sintética. Além dos espaços para prática de esportes, também há um prédio administrativo, quiosques, academias, playground e área contemplativa no entorno da lagoa, com grama natural para descanso.

Todo esse cenário será palco do evento de inauguração. A programação terá início às 18h, com apresentação de uma banda formada por moradores do bairro Mocambinho, além da Orquestra Sanfônica. Logo depois haverá show da banda Top Gun. No campo de futebol, times da região se enfrentam a partir das 17h. Também haverá brinquedos e recreação infantil.

O Parque Ambiental Matias Augusto de Oliveira Matos está localizado na Avenida Freitas Neto, próximo à parada final do conjunto Mocambinho.

 

Programa Lagoas do Norte combate desperdício de água em escola com aula prática

A educação ambiental é uma vertente trabalhada diariamente pelo Programa Lagoas do Norte junto à população da zona Norte de Teresina. Após um diagnóstico de desperdício de água na Escola Municipal Antonio Gayoso, a equipe de educação ambiental do programa levou conhecimento teórico e prático às turmas de 6º ano.

“O projeto começa com um diagnóstico na escola sobre os aspectos ambientais que precisam ser trabalhados. Lá, constatamos que havia um desperdício de água principalmente nos banheiros e bebedouros. Fizemos toda uma apresentação teórica do que é a água, a captação e o tratamento. A segunda etapa que proporcionamos foi o passeio à Estação de Tratamento de Água da zona sul”, relata Márcia Alencar, educadora ambiental do PLN.

A intenção, segundo a educadora, é mostrar aos alunos todo o processo de tratamento da água para que eles vejam a complexidade e tudo que está envolvido, percebendo o quanto o desperdício é prejudicial. “O olhar das crianças quando saíram de lá foi totalmente diferente. Às vezes a gente fala para a criança proteger e cuidar, mas outra coisa é quando você mostra na prática esse processo”, destaca.

A aluna Lorrany de Oliveira Nunes, de 12 anos, avaliou a experiência. “Gostei muito da aula, porque a gente viu a importância da água, de preservá-la e vimos também as etapas de tratamento até que ela chegue em nossas casas”, afirmou.

O professor Jocielson, que ministra a disciplina de Ciências da Natureza para os alunos, destaca a importância de uma atividade prática. “Sabemos que é muito importante essa conscientização e essa mobilização na escola. As crianças são as protagonistas. Elas levam o que aprendem aqui para dentro de casa. Hoje os alunos puderam ver como ocorre o tratamento e perceberam que não podemos desperdiçar água, porque quanto menos a gente desperdiça, menor o gasto”, disse.

 

 

Quadrilhas, zumba e forró animam o 7º aniversário do Parque Lagoas do Norte

O Parque Lagoas do Norte comemora seu aniversário de sete anos com muita festa nesta sexta-feira (28), a partir das 18h, na Praça Monumental (Bicicletário) do parque. A celebração será um grande evento feito para a comunidade, com diversas apresentações fazendo a alegria do público. A programação contará com aulão de zumba, apresentação de quadrilhas juninas, Bumba Meu Boi e show com a banda Forró do Barão. O evento é organizado pela Prefeitura de Teresina, através do Programa Lagoas do Norte.

A animação também ficará por conta de várias atrações culturais. O aulão de zumba promete esquentar o público para a sequência da programação. As quadrilhas Explosão Estrelar e Asa Branca do Agreste levarão ao Bicicletário um espetáculo de coreografias juninas.

O grupo de bois Precioso e Rei da Floresta também levam suas apresentações ao local, tudo acompanhado com muitas comidas típicas nas barracas permissionárias. A banda Forró do Barão encerra a noite com show ao vivo a partir das 21h30.

“É uma felicidade muito grande comemorar mais um aniversário do Parque Lagoas do Norte, pois ele se tornou uma realidade, um grande espaço democrático que mudou a vida das comunidades. Aqui desenvolvemos várias ações sociodesportivas e ambientais, ações de integração com a comunidade e de promoção do bem-estar. Quando vemos o parque bem cuidado, iluminado, com segurança e milhares de pessoas indo e vindo, fazendo caminhada, participando de aulas de dança, das rodas de conversa e outras atividades, percebemos o quanto esse local é importante para a cidade. Evoluímos bastante durante esses anos e sempre buscaremos coisas boas para oferecer o melhor para a comunidade que faz o Parque Lagoas do Norte”, destaca Jorgenei Moraes, diretor do espaço.

 

Residencial Parque Brasil já tem mais de 850 unidades montadas

Ascom PLN

Com previsão para ser concluído no final deste ano, o Residencial Parque Brasil já tem mais de 850 unidades montadas, entre casas e apartamentos. O conjunto habitacional é destinado a famílias que vivem em áreas de risco localizadas na região de intervenção do Programa Lagoas do Norte. O orçamento total é de R$ 107 milhões, com investimento da Caixa Econômica Federal, através do Minha Casa, Minha Vida, e contrapartida da Prefeitura de Teresina.

Contendo 1.022 unidades habitacionais – 350 casas e 672 apartamentos, o residencial será oferecido como alternativa de reassentamento a essas famílias que atualmente vivem nas margens de lagoas ou em casas sem estrutura mínima, em condições insalubres. Ao todo, mais de 1.000 famílias ainda vivem nessas condições.

O residencial está inserido no Minha Casa, Minha Vida e tem padrão inédito no país. Cada unidade tem área aproximada de 50 m², com sala, cozinha, dois quartos e banheiro adaptado. Os prédios de apartamentos são formados por três pavimentos. Constam no projeto a estrutura de drenagem com galeria, ruas pavimentadas, rede de abastecimento de água e rede de esgoto sanitário, com estação de tratamento de esgoto própria. A localização é na entrada no conjunto Parque Brasil, na Avenida Rio Poti, zona norte da capital.

Além dessas características pioneiras, o projeto conta ainda com lotes destinados à construção de pontos comerciais para aquelas famílias que já possuem atividade comercial em suas regiões de origem. Um outro aspecto que diferencia o residencial é a estrutura urbana voltada para propiciar o trânsito de ônibus e estar dentro das normas e legislação em vigência em termos de acessibilidade e mobilidade urbana.

Durante toda a execução da obra, o Programa Lagoas do Norte vem propiciando visitas das comunidades para que as pessoas conheçam o projeto. A dona de casa Maria Valéria da Costa Sousa participou de uma das visitas na companhia do marido e do filho e avaliou o empreendimento. “Os terrenos são bons e a qualidade da construção também. Gostei muito dos apartamentos, porque eu sou evangélica e prefiro ficar longe de zoada. Essas casas são muito melhores do que as nossas. A minha casa é fria, úmida e cria mofo nesse tempo chuvoso. As ruas em que a gente mora também não têm condição da gente andar. E aqui, como explicaram para nós, os ônibus vão passar na porta, tudo mais fácil. Estamos muito satisfeitos”, afirmou.

 

Especialistas do Banco Mundial fazem monitoramento do dique do Rio Parnaíba

Ascom PLN

Uma equipe de especialistas esteve em Teresina esta semana para fazer um monitoramento do dique do Parnaíba. São consultores, especialistas em barragens, contratados pelo Programa Lagoas do Norte e pelo Banco Mundial, órgão financiador do programa, que fizeram uma visita à estrutura do dique para verificar a situação atual.

A necessidade de reestruturação do dique já foi constatada pelos especialistas que integraram os painéis de segurança realizados pelo Programa Lagoas do Norte. No último painel, ocorrido no ano passado, os especialistas comprovam que o dique, atualmente, não apresenta condições de garantir a segurança da população caso ocorra o mesmo fenômeno de cheia dos rios como no ano de 1985. A população afetada em toda a região é de cerca de 100 mil pessoas.

As informações coletadas, segundo a diretora geral do Programa Lagoas do Norte, Márcia Muniz, nortearão o estudo técnico aprofundado que será realizado por uma empresa. “Sabemos que a estrutura do dique sofreu diversas intervenções ao longo do tempo, comprometendo sua capacidade de proteger a população. Os especialistas estão acompanhando a situação do dique, coletando informações nos aspectos hidráulicos, ambientais e sociais, que nortearão um estudo aprofundado. Esse estudo será realizado por uma empresa, contratada através de licitação, que será aberta até o final do mês”, explica.

Ainda de acordo com Márcia Muniz, o estudo deverá apresentar ao menos três alternativas de intervenção na estrutura do dique, levando em consideração a estrutura do rio, suas margens, a população que vive nas proximidades, o meio ambiente e as estruturas viárias já consolidadas na área.

O dique é uma obra de engenharia hidráulica que tem a finalidade de manter determinadas porções de terra secas através do represamento de águas correntes. Construído em 1974 com a finalidade de barrar as águas do Rio Parnaíba, o dique foi sofrendo interferências em sua estrutura e se transformou numa das principais avenidas de acesso a vários bairros da zona norte. O único reparo em sua estrutura ocorreu durante a enchente de 1985, em que milhares de famílias ficaram desabrigadas.

 

Rio Poti atinge “cota de atenção” e Programa Lagoas do Norte monitora região

Segundo dado divulgado pela CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), o rio Poti atingiu uma “cota de atenção” de 8,0m nesta quarta-feira (03) na zona urbana de Teresina. O Programa Lagoas do Norte está realizando o monitoramento diário do nível dos rios Poti e Parnaíba junto aos órgãos federais responsáveis pelas medições. O aumento no nível das águas em decorrência das chuvas que caíram nos últimos dias tem demandado o trabalho diuturno das bombas na estação elevatória.

Esses equipamentos fazem o bombeamento das águas das lagoas para o rio Parnaíba. Com o aumento no nível das águas do Poti, o Parnaíba já está represado e as águas tendem a invadir o Parque Encontro dos Rios. A Defesa Civil Municipal está em estado de atenção, considera o estado de alerta para as populações ribeirinhas e monitora 56 áreas de risco em toda a cidade, sobretudo na zona Norte. Nos últimos 15 dias foi registrado acumulado de chuva de 500 mm. Essa atenção se redobra para áreas sujeitas a deslizamentos.

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) informou na segunda-feira (1º) que a barragem de Boa Esperança apresentou volume útil de 82.99% no dia 31. Ainda de acordo com a Companhia, no dia 02 de março o volume da barragem era de pouco mais de 52%. A preocupação maior é com o rio Poti, que atingiu cota média de 7.28 metros nesta segunda-feira (1), na altura do município de Prata do Piauí.

O Programa Lagoas do Norte faz o monitoramento diário através de boletins divulgados pela CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), Inmet (Instituto Nacional de Metrologia), Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, ANA (Agência Nacional de Águas) e Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).

“Estamos diariamente em contato com esses órgãos acompanhando a evolução das chuvas e o nível dos rios e lagoas que formam o complexo hídrico da região norte da cidade. Além disso, acompanhamos também a situação das famílias que moram nas beiras de lagoas, já que muitas delas estão em situação de risco imediato de inundação”, afirma Márcia Muniz, diretora geral do Lagoas do Norte.

Mulheres da zona Norte buscam capacitação na área da construção civil

Ascom PLN

Lugar de mulher também é no canteiro de obras. Munidas de vontade de aprender e de conseguir a independência financeira, 29 mulheres moradoras da região Norte de Teresina estão fazendo os cursos de pintura de parede e aplicação de revestimento cerâmico, incentivadas pelo Programa Lagoas do Norte. Todas estão desempregadas e sem condições de contribuírem no sustento de suas casas e filhos. Para elas, o curso é uma alternativa e uma ferramenta para se inserirem no mercado de trabalho.

Pesquisa do Ministério do Trabalho e Emprego em 2011 mostram que, no Brasil, o número de trabalhadoras neste setor cresceu 65% em uma década. No ano de 2000, elas eram pouco mais de 83 mil entre 1.094 milhão de pessoas empregadas pelo setor. Em 2008, o número subiu para 137. 969. Os dados revelam uma crescente e as mulheres da zona Norte de Teresina sabem que o principal fator que despertou as construtoras é a qualidade do serviço que elas desempenham numa obra.

“Vim fazer a inscrição com receio de não ter mais mulheres no curso. Estou gostando das aulas e vejo que não é só homem que tem a capacidade de trabalhar com pintura. A mulher tem conhecimento, é mais perfeccionista, tem mais capacidade de enxergar os defeitos, para nós tem que ser tudo perfeito e observamos mais que os homens”, afirma Maria dos Remédios Barbosa e Sousa, 34 anos, moradora do bairro São Joaquim.

Além de terem a disposição de fazerem o curso e se qualificarem, elas consideram que o fato de o mercado de trabalho ainda ser eminentemente masculino e o ambiente considerado machista não traz receio. Diante de qualquer insinuação sobre sua capacidade ou manifestação de preconceito, elas já têm a resposta.

“Não tenho medo de sofrer preconceito porque eu tenho certeza que eu vou saber fazer bem feito e ninguém vai me apontar o dedo só porque eu sou mulher. E, se acontecer, eu não vou parar. Se não quiserem me contratar porque eu sou mulher, vou bater em outras portas até conseguir emprego. Eu acredito que o mercado está aceitando mais mulheres nesse tipo de trabalho pelo nosso jeitinho, o nosso toque feminino. Então, eu tenho certeza que vou conseguir”, diz Maria do Socorro Barros de Oliveira, 41 anos, mãe de três filhos.

Um dos principais fatores que contribuíram para que elas procurassem os cursos foi a possibilidade de se tornarem independentes financeiramente. A maioria das mulheres que reside na região ainda depende dos maridos. Muitas fazem trabalhos informais, porém pouco contribuem com as contas de casa e o sustento dos filhos.

É o caso da Joseane Soares, 31 anos. “Eu já trabalho como autônoma, mas o dinheiro que eu ganho ainda não dá para ajudar em casa. Geralmente, é meu marido que paga as contas. Esse curso é uma forma de empoderamento. Meu marido disse para mim que esse era mais um curso que vai ficar na gaveta. Mas eu tenho boas expectativas e já até conversei com as meninas daqui do curso sobre a possibilidade de fundarmos uma cooperativa entre nós e oferecermos nossos serviços na vizinhança, na família da gente”, revela.

O Programa Lagoas do Norte teve a iniciativa de fazer a parceria para abrir os cursos na área da construção civil a partir da demanda da própria população e também das construtoras que têm atuado nas obras projetadas pelo programa na região. “Identificamos uma demanda de pessoas sem emprego na região de atuação do Lagoas do Norte e, como um dos componentes do programa é justamente o olhar para o social, buscamos operacionalizar esses cursos em parceria com a Fundação Wall Ferraz. A intenção é que essas pessoas se qualifiquem para que possam atuar na área da construção civil, nas obras que acontecem próximas das suas comunidades ou serem contratadas por qualquer empresa”, destaca Márcia Muniz, diretora geral do Programa Lagoas do Norte.

Os cursos foram projetados e estão sendo executados em parceria com a Fundação Wall Ferraz. Ao todo, 120 pessoas estão fazendo a capacitação. “O segmento da construção civil, mesmo em um momento de crise, se mantém ativo e traz um leque de possibilidades de atuação. No caso das mulheres, a atividade de pintora e aplicadora de revestimento acaba tendo um diferencial justamente porque são atividades que requerem maior zelo. Então, esse fazer bem feito tem contribuído para que essas mulheres quebrem o preconceito e o estigma de que o espaço da construção civil não é para elas. Nós esperamos resultados bastante positivos, especialmente a partir da articulação que está sendo pensada pela Prefeitura com as empresas que possuem atuação na área da construção civil na região do Lagoas do Norte”, acrescenta a presidente da Fundação Wall Ferraz, Samara Pereira.

O curso de pintor de obras tem um total de 80 horas/aula e acontece no prédio da administração do Parque Lagoas do Norte. Já o curso de aplicador de revestimento cerâmico está sendo ministrado no Centro de Capacitação do bairro Parque Alvorada e totalizará 140 horas/aula. Ao final, tanto as mulheres como os homens sairão com a mesma capacitação teórica e prática e poderão ser contratados pelas empresas que atuam na região dos 13 bairros de abrangência do Lagoas do Norte ou por qualquer empresa com atuação na cidade.

 

PLN investe R$ 33 milhões em obras de reurbanização de lagoas da zona Norte

Durante o ano de 2019 o Programa Lagoas do Norte está concentrando os trabalhos nos projetos de requalificação urbana e ambiental das lagoas do São Joaquim e Oleiros e parte das lagoas do Mazerine e Piçarreira. Ao todo, serão investidos R$ 33 milhões em duas obras, financiadas pelo Banco Mundial.

36s projetos contemplam a revitalização das lagoas e suas margens, retirada do lixo, drenagem, limpeza da lâmina d’água e a implantação de parques lineares dotados de espaços para lazer e prática esportiva, possibilitando a preservação da fauna e da flora locais. “Vamos construir parques lineares urbanos na região da Nova Brasília e do São Joaquim, em parte do bairro Mafrense, que compreende as lagoas da Piçarreira e Oleiros. A Lagoa da Piçarreira é uma das mais belas da região e a população de Teresina desconhece. Ela tem uma lâmina d’água que permanece o ano inteiro e a nossa proposta é descobrir e apresentar essa lagoa para a cidade”, afirma Leonardo Madeira, diretor executivo do PLN.

A Lagoa dos Oleiros é a maior da região. Ela está situada nas proximidades do Parque Encontro dos Rios e, atualmente, não é possível ver o espelho d’água por conta da grande quantidade de vegetação que existe dentro dela. Ela está assoreada. O projeto prevê sua total revitalização.

Na Lagoa do Mazerine, até é possível ver a água. Porém, suas margens são depósito permanente de lixo, o que propicia o aparecimento de criadouro de mosquitos e outros insetos, contribuindo para o adoecimento da população que vive no entorno e o impedimento do uso total da rua que passa ao lado.

“Essas lagoas têm um papel e uma importância ambiental enorme para a região. Elas são abrigo de fauna e flora, contribuem para a condição microclimática e para a drenagem. É um sistema que precisa ser preservado por nós. Então, o que o Lagoas do Norte busca é colaborar para que o sistema de drenagem funcione, para que essas lagoas tenham uma qualidade melhor e para a preservação de todo esse ecossistema que existe na região, permitindo um uso sustentável por parte da população”, explica Leonardo Madeira.