Margens do Rio Poti serão reflorestadas com duas mil árvores

As árvores desempenham um papel essencial para manutenção e qualidade dos nossos recursos hídricos, evitam o assoreamento, reduzem os efeitos de enchentes, entre outras importantes funções de equilíbrio ambiental. Nesse sentido, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAM), em parceria com Instituto Educass (Educação, Social e Sustentabilidade), está realizando um trabalho de reflorestamento das margens do Rio Poti, onde serão plantadas aproximadamente duas mil árvores, ainda este ano.

A primeira etapa dessa ação foi iniciada com o plantio de 300 mudas de árvores em um trecho das margens do rio que fica próximo à Avenida Ulisses Marques, área da Universidade Federal do Piauí (UFPI). No local, foram inseridas espécies como Angico Preto, Sapucaia, Jotobá e Ipê, compatíveis com a recomposição da mata ciliar.
Outros pontos degradados que margeiam o Rio Poti também serão recuperados por meio dessa ação ambiental.

De acordo com o secretário da SEMAM, Olavo Braz, a manutenção das árvores será realizada diariamente nesta fase inicial. “Essa medida é indispensável para que as mudas possam adquirir condições necessárias para sobreviver, ou seja, para que suas raízes se fixem no solo da forma adequada”, explica.

Todo esse trabalho está sendo devidamente acompanhado pelo Ministério Público do Estado do Piauí, por meio da 24ª Promotoria de Justiça, que atua em defesa do meio ambiente.

Além de garantir a preservação da água dos rios, a vegetação atua como fonte de abrigo e alimento para fauna terrestre e aquática, favorecendo a estabilidade do nosso ecossistema.

Rio Poti pode ultrapassar cota de inundação e Lagoas do Norte adota medidas de controle

Ascom/PLN

Dados da CPRM – Serviço Geológico do Brasil – indicam que o rio Poti deve atingir a cota de inundação no final da tarde desta terça-feira (17) em Teresina. O Programa Lagoas do Norte acompanha a elevação das águas e vem adotando medidas para minimizar as inundações em áreas povoadas.

Segundo a CPRM, o rio Poti em Teresina teve elevação de 3,65m nas últimas 24 horas. A cota atual é de 9,86m, portanto 86cm acima da cota de alerta (9m), sendo prevista nas próximas 10 horas valores próximos a 10,48m por volta das 17h15 de hoje, portanto 48cm acima da cota de inundação (10m) definida para a estação.

O rio hoje amanheceu em cota 9,55, às 5h15. Influenciam também na elevação do nível do rio a chegada das águas da barragem de Boa Esperança e de outras águas vindas de barragens rompidas no Ceará. Na cidade de Prata, a régua estabilizou na noite de ontem em torno da cota 10, que é o nível considerado de inundação.

Ascom/PLN

A determinação do programa é para o fechamento das comportas na extensão dos rios Poti e Parnaíba e acionamento das bombas da Estação Elevatória da avenida Boa Esperança nos momentos de chuva.

“Acompanhamos diariamente junto a CPRM, que é o órgão que mede os níveis dos rios e organizamos o trabalho das equipes para o acionamento das bombas da Estação Elevatória, que bombeia as águas da Lagoa dos Oleiros para o rio Parnaíba, e também o fechamento das comportas nas margens do rio. Esse mecanismo impede a entrada da água do rio para a cidade”, explica Márcia Muniz, diretora geral do Programa Lagoas do Norte.

A tendência é que o período chuvoso se intensifique até abril. Por isso, o Programa Lagoas do Norte também faz o acompanhamento da situação estrutural dos imóveis situados em áreas de maior risco, especialmente nas margens de lagoas, e encaminha os dados para a SDU Centro/Norte e Defesa Civil.

 

Aguapés: cerca de 80% da vegetação já foi manejada e removida do leito do rio

Ascom/Semam

A medida de desobstrução do leito do rio Poti, que recentemente esteve com sua lâmina d’água comprometida pela presença de aguapés, apresenta resultados significativos. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAM) vem concentrado esforços para finalizar o manejo e retirada dessa vegetação existente no trecho urbano de Teresina. Fatores naturais, como o aumento do volume das águas, têm favorecido o deslocamento dessa planta flutuante.

O trabalho tem sido realizado diariamente por três equipes coordenadas pelo Instituto Educass, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que firmou um Termo de Colaboração com o município para executar tal medida. Essas equipes contam com o suporte de barcos, quadriciclo e outros equipamentos para exercer a atividade, cuja técnica também exige o emprego de força manual.

Com isso, pretende-se que nos próximos dias não seja mais registrada a presença da planta no leito do rio. No dia 28 de fevereiro está prevista uma inspeção judicial, com auxílio de embarcações, a fim de constatar o cumprimento a contento desse trabalho.

Segundo o secretário da SEMAM, Olavo Braz, a medida de manejo dos aguapés é somente paliativa, já que essa planta sinaliza a poluição do corpo hídrico, que é resultado da baixa cobertura de esgotamento sanitário que afeta a capital, aliado aos pontos irregulares de despejo de matéria orgânica no rio.

“O nosso propósito não é exterminar os aguapés, até porque eles trazem benefícios, tendo como principal função absorver a carga de poluentes que é despejada indevidamente no rio. A intenção desse trabalho é favorecer o deslocamento dessa vegetação, dando condições para que ela possa seguir o curso d’água. Aliado a isso, estamos realizando uma operação fiscalizatória para identificar possíveis pontos indevidos de dispensação de esgoto no rio Poti”, explica Olavo Braz.

Os recursos aplicados para executar esse trabalho de manejo, remoção e monitoramento dos aguapés são oriundos de uma emenda parlamentar destinada pelo vereador Gustavo de Carvalho.

Entenda a problemática dos aguapés

Há alguns anos a problemática do aparecimento de aguapés (Eichhornia crassipes) atinge o rio Poti, cuja presença é um indicador do alto grau de poluição. Além disso, a planta cumpre o papel de absorver os poluentes encontrados na água, sendo o alimento necessário para a sobrevivência e expansão da sua biomassa.

Nesse sentido, os aguapés têm efeito benéfico para o rio, mas quando presentes em grandes quantidades tendem a ocasionar prejuízos, impedindo o crescimento de outros organismos ao bloquear a passagem de luz solar, dificultando a vida dos peixes e outros seres aquáticos.

Essa vegetação aquática se apresenta em maior volume quando a vazão do rio é reduzida, nos meses de maior incidência solar, justamente porque o corpo d’água perde sua capacidade de dissolver matérias ali presentes.

Nova ponte sobre o rio Poti inicia a primeira etapa

A capital terá mais uma opção de locomoção. A obra da Nova Ponte sobre o Rio Poti foi  iniciada e ligará o bairro Água Mineral, na altura do balão da Coca-Cola, à Universidade Federal do Piauí (UFPI), próximo ao setor de esportes.

Orçada em mais de R$ 31 milhões, oriundos de um financiamento da Prefeitura com recursos do FGTS, a edificação tem prazo de execução de 14 meses.  A construção contará com 240 metros de comprimento, vias para ciclistas e pedestres e quatro faixas de rolamento, beneficiando quem faz o percurso diário e desafogando o trânsito nas regiões Norte e Leste.

O superintendente da SDU Centro Norte, Carlos Daniel, reforça que a nova ponte vai trazer resultados positivos para toda a cidade facilitando o deslocamento de uma zona para outra. “Com a melhora do trânsito entre as zonas norte e leste, toda a capital será impactada positivamente. Iniciamos os trabalhos e iremos fazer o possível para entregar a obra dentro do prazo previsto”, destaca.

A engenheira da SDU Centro Norte, Adélia de Melo, explica sobre o andamento da obra. “No momento, estamos na fase de terraplanagem, na qual há o terreno é preparado para implantação da fundação das primeiras estacas”, enfatiza.

 

Semam define estratégias para amenizar o excesso de aguapés do Rio Poti

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam) está alinhando estratégias para amenizar a problemática do excesso de aguapés presentes no Rio Poti. Um dos trabalhos consistirá na fiscalização das cem maiores unidades consumidores de água da capital, a fim de verificar os imóveis com irregularidades de dispensação de esgoto, o que contribui para o aparecimento dessa planta aquática. Além disso, está sendo viabilizada, para os próximos dias, a desobstrução da superfície do rio.

O secretário da Semam, Olavo Braz, esclarece que problemática não se restringe aos aguapés, em si. “O problema não são especificamente os aguapés. A questão gira em torno da baixa cobertura de esgotamento sanitário que afeta Teresina, bem como os outros municípios banhados pelo rio Poti, pois essa vegetação surge como uma defesa contra a carga de matéria orgânica que é despejada no afluente, cumprindo também o papel de absorver esses poluentes e fazendo deles o alimento necessário para se proliferarem. Aliado a isso, os fatores naturais, como a incidência solar e o baixo volume das águas, favorecem o seu aparecimento”, pontua o gestor.

Prevista para iniciar na próxima semana, essa ação fiscalizatória deve ser realizada por equipes compostas por técnicos do quadro da Semam, da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina (Arsete) e da Empresa Águas de Teresina. A medida foi definida em audiência realizada, em outubro, na Seção Judiciária do Estado do Piauí.

A remoção dos aguapés também está prevista para começar nos próximos dias e contará, inicialmente, com auxílio de embarcações do tipo lanchas.

Retirada dos aguapés é medida paliativa

Nesse período do ano, os aguapés surgem em determinados trechos do Rio Poti, na zona urbana de Teresina, como sinal de alerta para o grave problema da deficiência do esgotamento sanitário, aliado a outros fatores naturais. Portanto, a medida de retirá-los é somente paliativa.

A Gerente de Planejamento da Semam, Jocélia Mayra, acrescenta que os aguapés têm um poder germinativo muito alto. “A sua massa se reproduz cerca de 5% por dia, e suas sementes podem ficar dormentes no rio por vários anos, até encontrarem as condições adequadas para sua germinação. Essas condições têm dois parâmetros, que é a luminosidade e quantidade de material orgânico, fatores em abundância nesse período do ano”, explica ela, que também é engenheira agrônoma.

Os aguapés têm efeito benéfico para o corpo hídrico, mas quando presentes em grandes quantidades na lâmina d’água tendem a ocasionar prejuízos, impedindo o crescimento de outros organismos ao bloquear a passagem de luz solar, dificultando a vida dos peixes e outros seres aquáticos. Por isso, o excesso dessa vegetação será retirado.

Nova ponte sobre o rio Poti trará mais desenvolvimento para a zona Norte

A construção da ponte sobre o rio Poti beneficiará a zona Norte com a redução de congestionamentos, valorização da região e seus imóveis, oportunidades para negócios e novas linhas de ônibus. Ligando o bairro Água Mineral, na altura do balão da Coca-Cola, à Universidade Federal do Piauí (UFPI), próximo ao setor de esportes, a obra terá 240 metros de comprimento, vias para ciclistas e pedestres, além de quatro faixas de rolamento. (mais…)

Obras da Nova ponte sobre o rio Poti devem iniciar no segundo semestre

Ascom/ SDU Centro Norte

Mais uma importante obra para o sistema viário teresinense está próxima de ser executada. O processo de licitação da nova ponte sobre o rio Poti já está em andamento, e a previsão da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Centro Norte é que a obra seja iniciada no segundo semestre deste ano.

A licitação, que estava paralisada após as empresas concorrentes entrarem com recursos interpostos, agora está em fase de abertura das documentações. Portanto, caso não haja mais recursos, até o dia 23 de julho serão abertas as propostas das empresas e a escolhida passará pela avaliação da Caixa Econômica, para que seja liberado o início das obras.

A nova ponte ligará o bairro Água Mineral, na altura do balão da Coca-Cola, à Universidade Federal do Piauí (UFPI), próximo ao setor de esportes. A edificação está prevista para iniciar ainda no segundo semestre e está orçada em mais de R$ 38 milhões, oriundos de um financiamento da Prefeitura com recursos do FGTS, com prazo de execução de 14 meses.

A construção contará com 240 metros de comprimento, vias para ciclistas e pedestres e quatro faixas de rolamento, beneficiando quem faz esse percurso diário e desafogando o trânsito nas regiões Norte e Leste da cidade.

O superintendente da SDU Centro Norte, Weldon Bandeira, ressalta que se não houver mais recursos interpostos entre as empresas, a licitação passará para sua fase final rapidamente. “Esperamos que até o dia 23 de julho passemos para a fase final da licitação. Essa é uma obra importantíssima para o sistema viário da capital”, ressalta.

O projeto da ponte foi apresentado aos moradores do bairro Água Mineral, em que foram apontados os impactos sociais e ambientais na região. Para a execução do projeto serão desapropriados 40 imóveis. No início do ano, a SDU Centro Norte se reuniu com as famílias que serão indenizadas ou realocadas para outras casas, que já estão em construção na zona Norte, como por exemplo, no Parque Brasil.

Técnicos da SEMAM avaliam qualidade da água do Rio Poti

Ascom Semam

Uma equipe de técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam), ligados aos diversos setores do órgão, vem realizando o monitoramento da qualidade da água do Rio Poti, trabalho que integra o Projeto Observando os Rios, iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica. Na manhã de hoje (26), os profissionais se reuniram para fazer mais uma análise no trecho do rio que margeia o Parque da Cidade, na zona Norte de Teresina.

Esse trecho é um dos nove pontos de observação existentes nos municípios de Teresina e Demerval Lobão, onde está incluído o monitoramento de rios e córregos. A partir das análises, esses corpos hídricos são classificados como ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.

As atividades de monitoramento das equipes são realizadas com o uso de kits especiais disponibilizados pela Fundação, que permitem verificar parâmetros como temperatura da água, espumas, fosfatos, oxigênio dissolvido, cheiro e peixes.

A totalização desses indicadores é reunida em um sistema online de dados georreferenciados, que ficam disponíveis no site da organização: http://sosobsriospi.znc.com.br/relatorio/.

“Além disso, a equipe faz a coleta dos resíduos sólidos encontrados nas imediações do nosso ponto de observação, contribuindo ainda mais para a preservação do rio, do meio ambiente. É um trabalho realizado de forma voluntária, que conta com uma equipe empenhada e competente.  Certamente, isso contribuirá para as gerações futuras”, destaca o secretário da Semam, Olavo Braz.

Situação climática

A Semam também realiza, diariamente, o monitoramento da situação climática de Teresina, que envolve o acompanhamento do nível dos rios Parnaíba e Poti, precipitação acumulada, temperatura máxima e mínima, umidade do ar, direção dos ventos, ocorrências de queimadas e alertas de eventos meteorológicos severos.

Esses dados são agrupados e transformados em boletins diários, feitos com o suporte de informações provenientes de algumas plataformas, como Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) – Programa Queimadas – Apoio do Ministério do Meio Ambiente.

Para ter acesso aos boletins, basta acessar o site do órgão: semam.teresina.pi.gov.br

Alça da ponte Wall Ferraz é interditada para recuperação

Ascom SDU Sul

Em virtude do aumento das águas do Rio Poti, decorrência das fortes chuvas nos últimos dias na capital, a alça da Ponte Wall Ferraz foi interditada pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano Leste (SDU Leste), que faz uma nova avaliação do local para dar início aos reparos necessários.

O órgão municipal está agindo por meio dos profissionais técnicos da Gerência de Obras e Serviços, em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH).

De acordo com o superintendente executivo da SDU Leste, engenheiro Ângelo Cavalcante, o trecho interditado já está recebendo o preenchimento superficial de asfalto pela SEMDUH. “Os serviços que estão sendo executados pela SEMDUH tem o intuito de evitar com que as águas infiltrem no local e piorem a situação. Paralelo a isso, manteremos a parte isolada por segurança”, explicou.

Posteriormente, quando as águas do rio baixarem, a SDU Leste fará uma intervenção, recuperando o local fissurado, que sofreu erosão, para fazer uma recuperação na base do aterro. “Pelo que analisamos, a estrutura da ponte não apresenta risco. Entretanto, estamos monitorando periodicamente. Após esse período de atuação da SEMDUH executaremos os serviços de recuperação da base para resolver o problema de forma definitiva”, completou.

População participa de discussão sobre os impactos ambientais da nova ponte sobre Rio Poti

Com significativa participação popular, a Prefeitura de Teresina realizou, na Associação de Moradores do bairro Água Mineral, uma audiência voltada para as discussões relacionadas aos impactos ambientais da construção da nova sobre o Rio Poti. A ponte interligará o referido bairro, nas imediações do balão da Coca-Cola, à Universidade Federal do Piauí (UFPI), próximo ao Setor de Esportes.

Durante a audiência, organizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAM), a equipe da empresa responsável pela elaboração do projeto executivo de implantação da ponte socializou os trabalhos desenvolvidos, o que inclui o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).

O presidente da Associação de Moradores do bairro Água Mineral, João de Deus Gomes, que acompanhou a discussão, pontuou que a obra tende a trazer mais pontos positivos do que negativos. “Essa ponte certamente vai trazer mais desenvolvimento para nossa comunidade. Eu, inclusive, trabalho na zona Leste e sei o quanto isso vai ajudar na minha mobilidade, assim como de milhares de pessoas que precisam se deslocar diariamente para essa região”, disse a liderança comunitária.

Ascom

Os trabalhos apresentados apontam efeitos ambientais que serão causados, por exemplo, na fauna, flora, ar, solo, água e vegetação. No aspecto da vegetação, os impactos se darão com a retirada de cerca de 70 árvores, que serão devidamente compensadas com a criação de um parque ambiental.

“Como forma de compensar ambientalmente a supressão dessas árvores, faremos a inserção de espécies semelhantes, que serão plantadas em um novo parque ambiental, a ser criado nas imediações da área intervenção da obra. O terreno a ser destinado para esse parque possui aproximadamente cinco hectares”, destaca o secretário da SEMAM, Olavo Braz.

Além de gestores e técnicos da Prefeitura de Teresina, vereadores e diversos representantes de entidades públicas também marcaram presença durante a audiência, a exemplo do IBAMA, EMBRAPA, SEMAR, UFPI, CREA-PI, CAU-PI e Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.

Conclusão do estudo

Por meio das conclusões do estudo foi destacado que os impactos positivos terão longa duração, enquanto os impactos negativos, em sua maioria, são de baixa e média duração e apresentam-se, principalmente, na fase de instalação.

A nova ponte sobre o rio Poti vai contribuir para o aumento do número de empregos, seja dos operários da construção das vias em razão da abertura de vagas de trabalho, seja em razão do surgimento das empresas beneficiadas.

Contribuirá, ainda, para o aumento da arrecadação pública, do comércio legal, para o aumento da demanda de bens e serviços, da qualidade de vida de seus usuários com a facilitação do deslocamento entre os bairros, assim como trará melhoria nas condições de saúde e educação da população que poderá ter melhor acesso aos hospitais e escolas, como o acesso mais rápido e fácil ao campus da UFPI.