Teresina inicia estudos para implantação do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)

Teresina deu início aos estudos para a implementação do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), uma iniciativa que visa compensar financeiramente instituições, organizações sociais, cooperativas e pessoas físicas pela prestação de serviços ambientais, como arborização urbana e coleta de resíduos sólidos.

O estudo está sendo conduzido pela Agenda Teresina 2030, vinculada à Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação. A iniciativa foi viabilizada após a premiação da cidade no desafio proposto pelo Programa UrbanShift e pela rede C40 Cities. Com os recursos obtidos, foi contratada uma consultoria especializada para realizar uma análise detalhada.

“A partir de um processo competitivo do qual a Agenda Teresina 2030 participou, a cidade foi premiada e isso permitiu que contratássemos uma empresa de consultoria formada apenas por mulheres, com larga experiência no país, que deve compartilhar toda a sua experiência para a construção dessa política tão importante, esse mecanismo financeiro que vai permitir o pagamento por serviços ambientais a pessoas físicas e instituições. O objetivo é fortalecer a gestão de resíduos sólidos, oportunizar uma melhor recuperação de áreas degradadas e ampliar as ações de arborização, por exemplo”, afirma Leonardo Madeira, coordenador da Agenda Teresina 2030.

Essa análise inclui a revisão da legislação pertinente, a coleta de dados sobre serviços ecossistêmicos essenciais, a identificação de oportunidades para engajamento de parceiros estratégicos, o mapeamento e categorização de grupos de interesse, o desenvolvimento de um sistema de indicadores para avaliar o desempenho do PSA e a definição de procedimentos para avaliações regulares dos impactos ambientais e sociais do programa.

O objetivo do PSA é promover e incentivar ações que beneficiem o meio ambiente na cidade, baseando-se no princípio do provedor-recebedor. Esse princípio reconhece que aqueles que protegem e preservam os recursos naturais devem ser recompensados, transformando o programa em uma ferramenta de incentivo econômico que valoriza a biodiversidade e os ecossistemas.

Teresina já conta com diversas instituições, empresas e iniciativas individuais que atuam na promoção de serviços ambientais, como replantio de áreas verdes, produção de mudas de árvores, coleta de resíduos e preservação de mananciais. O PSA vem para fortalecer e ampliar essas práticas, contribuindo para um futuro mais sustentável na capital.

Prodater e Agenda Teresina 2030 alinham projetos para o desenvolvimento sustentável da capital

Prodater e Agenda Teresina 2030 alinham projetos (Foto: Ascom Prodater)

Com o objetivo de tornar Teresina mais inovadora e sustentável, representantes da Empresa Teresinense de Processamento de Dados (PRODATER) e da Agenda Teresina 2030 se uniram para alinhar ideias e unir esforços. O encontro focou em ações de tecnologia, inovação e sustentabilidade, sempre com atenção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Organizações das Nações Unidas (ONU).

O diretor de Projetos e Inovação da Prodater, Carlos Giovanni, pontuou a importância de trabalhar em conjunto para garantir resultados concretos. “Nos reunimos para definir caminhos e desenvolver projetos que realmente façam a diferença para a cidade. Além disso, vamos buscar os recursos necessários para tirar essas iniciativas do papel”, afirmou.

Prodater e Agenda Teresina 2030 alinham projetos (Foto: Ascom Prodater)

Leonardo Madeira Martins, coordenador da Agenda Teresina 2030, destacou a importância da colaboração. “A agenda 2030 faz um trabalho de relações institucionais, relações internacionais, assim como a PRODATER já tem feito, e nós vamos unir os esforços. A agenda de sustentabilidade, com a agenda de tecnologia, a agenda de inovação, para que a gente consiga desenvolver os melhores projetos possíveis para a capital”, explicou.

Essa parceria é um passo importante para transformar Teresina em um modelo de desenvolvimento sustentável e inovação. Com a união de conhecimentos e esforços, espera-se que novas oportunidades surjam e tragam impactos positivos para a população.

5.769 domicílios já foram visitados para o Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável

Já foram visitados 5.769 domicílios da capital para a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável (PDMUS). A pesquisa faz parte da fase de levantamento sobre a mobilidade urbana de Teresina, para que sejam alcançadas melhorias na locomoção, infraestrutura e transportes da cidade.

Até o momento, foram concluídas pesquisas em mais de 40 bairros da capital e nesta nova etapa serão visitados os bairros Promorar, Distrito Industrial, Areia, Santa Cruz, Angelim, Parque Jacinta, Piçarreira, Horto, Santa Lia, Recanto das Palmeiras, Jóquei, Santa Isabel, Noivos, São João, Lot. Jardim dos Pássaros, Recanto das Palmeiras, Redenção, São Sebastião, Parque Poti, Colorado, Vila Operária, Pirajá, Matinha, Marquês, Centro, Mafuá, São Joaquim, Nova Brasil, Itaperu, Matadouro, Alvorada, Acarapé, Olarias, Aeroporto e Pirajá.

O assessor técnico da Strans, Ricardo Freitas, pontua que durante o levantamento os pesquisadores estarão fardados e identificados. “Os pesquisadores estarão devidamente fardados com boné, camiseta, crachá e anotarão os dados em um tablet. Solicitamos que a população os receba e faça sua parte para a elaboração do Plano. Assim teremos dados reais das necessidades dos teresinenses no que diz respeito à mobilidade urbana”, solicita o assessor.

Para proporcionar mais segurança aos domicílios visitados, a população pode entrar em contato com a Ouvidoria da Strans para identificar o pesquisador no momento da visita, através dos números 0800 086 3122 e (86) 3122-7600.

Sobre o PDMUS

No Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina (PDMUS) irão constar os objetivos, metas e ações a curto, médio e longo prazo para até 20 anos e serão incluídos alguns aspectos relativos às cidades que compõem a grande Teresina. O plano deve ser transformado em Lei aprovada pela Câmara de Vereadores.

O PDMUS vai priorizar o melhor aproveitamento das vias, redução de emissão de poluentes, de consumo de combustível e a otimização do sistema de transportes e trânsito.

 

Programa Teresina 2030 vai investir 45 milhões de euros em ações de desenvolvimento sustentável

A Prefeitura de Teresina está desenvolvendo o Programa Teresina 2030, projeto que visa a realização de diversas ações relacionadas ao desenvolvimento sustentável nas zonas urbana e rural da capital piauiense. O investimento previsto é de 45 milhões de euros financiados com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), em operação de crédito aprovada na última quarta-feira (18) no Ministério da Economia.

O investimento compreende 36 milhões de euros financiados pela AFD e 9 milhões de contrapartida da Prefeitura de Teresina.  O programa irá desenvolver uma série de intervenções visando a promoção do acesso à energia limpa, o saneamento básico, comunidades sustentáveis, eficiência e transparência na gestão pública e o combate às mudanças climáticas.

Para isso, serão realizadas várias ações, como a instalação de banheiros e fossas ecológicas na zona rural; realização de melhorias em 3 mil unidades habitacionais para famílias de baixa renda; criação de parques ambientais e melhorias nos parques já existentes e fomento à participação popular na gestão pública, entre outras.

“Teresina faz parte de um contexto onde o desenvolvimento sustentável é ainda mais importante. A cidade passou por um processo desordenado de espalhamento urbano, perdeu cobertura vegetal e a temperatura está subindo além da média global. Este programa visa combater estes problemas, melhorar a questão climática e qualidade de vida da população”, explica Flávia Maia, coordenadora da Agenda Teresina 2030, departamento da Semplan responsável pelo projeto.

Após a aprovação no Cofiex, a operação de crédito entre a Prefeitura e a AFD ainda passará pela Secretaria do Tesouro Nacional e pelo Senado Federal antes da assinatura do contrato. A previsão é que o programa comece a funcionar já em 2020.

 

 

Ser empresa sustentável é foco de discussão no último minicurso do Projeto Empreende Bairro

As várias perspectivas da tecnologia, aliada a sustentabilidade, é foco do último minicurso oferecido pelo Empreende Bairro. O curso intitulado ‘Tecnologia e Sustentabilidade’, que começa nesta terça-feira (19), a partir das 18h, será conduzido pela professora e consultora do Sebrae no Piauí, Mirna Escórcio, e tem como objetivo fazer com que os empreendedores ponham em prática o hábito de serem sustentáveis em seus negócios, desde o começo.

Temas como dimensão econômica, social e ambiental da sustentabilidade; boas práticas sustentáveis; melhoria da imagem e lucratividade da empresa a partir do “ser sustentável”; consumo consciente e redução de desperdícios, serão as bases do curso que acontecerá no Instituto Educacional São José, no bairro Mocambinho, zona norte. O minicurso encerra na sexta-feira (22).

De acordo com a consultora do Sebrae no Piauí, os alunos poderão esperar uma aula que una teoria e prática. “Sempre trabalho a contextualização para que os participantes possam transformar a teoria em prática de acordo com suas atividades e/ou setor. Então serão compartilhados conhecimentos na área cognitiva para que eles possam aplicar através da área atitudinal e desenvolver assim a sustentabilidade em suas empresas”, explica.

Ainda de acordo com Mirna Escórcio, a maior dificuldade ao trabalhar a sustentabilidade empresarial são as questões culturais já absorvidas pela grande maioria dos micro e pequenos empreendedores. “Geralmente eles não têm o hábito de trabalhar a sustentabilidade porque acham um tema muito distante da sua realidade, alguns acham que por serem ‘tão pequenos’ não precisam ou não têm como ‘investir’ em sustentabilidade. Nosso objetivo é justamente trabalhar neles a quebra desse padrão de pensamento, desse paradigma”, relata.

Para Thatyara Queiroz, empreendedora no ramo de acessórios, o curso veio como oportunidade a mais da sua empresa contribuir com o meio ambiente e ser sustentável. “Este é o tema do momento, talvez um dos cursos mais importantes. Quero muito poder mostrar aos meus clientes que eu e minha empresa nos preocupamos e contribuímos com a melhoria do nosso planeta. Eu já tento colocar a sustentabilidade em prática na minha empresa por meio das sacolas e dos papeis de personalização da entrega, mas espero poder aprender mais e tirar as minhas dúvidas com a professora”, finaliza.

O Projeto Empreende Bairro é uma realização da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), em parceria com a Rede Clube, o Sebrae no Piauí e o Conselho Regional de Administração (CRA-PI).

Feira Empreende Bairro

Na última segunda-feira (18), os participantes do Empreende Bairro receberam uma aula de orientação para a feira de encerramento do projeto. A ‘Feira Empreende Bairro’, que ocorrerá na sexta-feira (22), das 17h às 23h, tem como objetivo unir empreendedores da região para expor seus produtos e serviços, misturando a ação com apresentações culturais, fechando o ciclo de capacitações do Projeto. A aula ministrada pela consultora de moda do Sebrae no Piauí, Gabriela Fortes, centralizou informações fundamentais para a boa exposição durante o evento.

Firmino Filho apresenta boas práticas dos ODS em Teresina durante evento na Bahia

As boas práticas de Teresina na implementação dos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram apresentadas pelo prefeito Firmino Filho nesta quarta-feira (09), durante a 76ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). O evento acontece na Bahia e segue até sexta-feira (11), reunindo prefeitos e prefeitas de todo o país.

Na mesa-redonda do seminário “Implementação dos ODS nas cidades: boas práticas e mecanismos de financiamento”, o prefeito destacou as experiências de planejamento da cidade, incluindo os desafios econômicos, sociais e ambientais.

“No final do século passado construímos a Agenda 2015, que foi um eixo importante para guiar os investimentos na capital, e através de debates com a sociedade, refizemos o planejamento estratégico dentro da Agenda 2030. Diante dos novos desafios, na busca por uma cidade resiliente, governo aberto e dentro da agenda de desenvolvimento sustentável, compreendemos as demandas mais antigas e estamos incorporando as necessidades deste século”, enfatizou.

O gestor municipal também ressaltou a importância do alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para o desenvolvimento sustentável da capital.

“Utilizamos os indicadores dos ODS para ter acesso a conhecimento. O planejamento da agenda local em sintonia com a agenda global é fundamental para conhecer e dialogar com várias organizações, o que permite acesso a financiamentos e garante parcerias para o enfrentamento de problemas urbanos cada vez maiores e complexos”, completou.

Os ODS fazem parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, pensada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Esta Agenda é um plano de ações para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade.

A Agenda Teresina 2030 está dividida em cinco eixos temáticos – Cidade Sustentável, Cidade de Oportunidades, Cidade de Direitos, Cidade Criativa e Governança Eficiente. Ela engloba projetos voltados para melhorias em áreas como saneamento, habitação, infraestrutura, mobilidade urbana, meio ambiente, saúde, educação, assistência social, patrimônio histórico e arquitetônico, cultura, desenvolvimento econômico, turismo, dentre vários outros.

Equipe da Semam vai a Florianópolis discutir sobre energia sustentável e inovação

Ascom/Semam

Com o tema “Energia Sustentável e Inovação nas Capitais”, a 16ª edição do Encontro Nacional do Fórum de Secretários de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras (CB27), sediada em Florianópolis (SC), está contando com a participação de uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam). O evento iniciou na noite de ontem (14) e se estende até esta terça-feira (16).

O grupo designado é composto pelo Secretário Executivo, Claudinei Feitosa, pela Gerente Executiva de Meio Ambiente, Alcina Rodrigues, e pela Analista Ambiental Thamires Morais. A participação deles vai permitir a troca de experiências com representantes de outras capitais brasileiras, com a proposta de buscar soluções viáveis para os desafios ambientais enfrentados.

“Além do debate sobre as ações e programações que estão sendo planejadas no Fórum para 2019, seremos apresentados a diversos grupos e empresas de tecnologia, que são voltadas para o desenvolvimento de sistemas e soluções tecnológicas de gestão pública e privada”, destaca Claudinei Feitosa, acrescentando que o CB27 Teresina, realizado em junho de 2018, ainda está repercutindo positivamente nesta edição do evento.

Promovido pela Prefeitura Municipal de Florianópolis, em parceria com as organizações alemãs Fundação Konrad Adenauer e ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, o evento busca identificar conceitos inovadores na produção e distribuição de energia, geração de energia a partir dos resíduos, eficiência energética nas edificações públicas e privadas, energia sustentável no transporte e novas tecnologias para disrupção, dentre outros, e como esses conceitos podem ser incorporados no planejamento urbano.

Na oportunidade, também será discutido o papel das capitais e os benefícios da promoção de energias renováveis e eficiência energética em diversas frentes de ação, a partir de experiências de Florianópolis e outras capitais.

A programação do CB27 Florianópolis inclui espaços como “Piches de Start-Ups de Sustentabilidade”, que contará com apresentação de trabalhos de nove empresas de base tecnológica.

Dentre as organizações convidadas para o evento estão: ACATE – Associação Catarinense de Tecnologia, BYD Brasil, Celesc – Centrais Elétricas de Santa Catarina, CERTI – Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Consulado Geral Honorário de Luxemburgo em Florianópolis, Creche Hassis, Eletrosul, Engie Brasil, Fórum Brasileiro de Mudança do Clima, FOTOVOLTAICA-UFSC – Laboratório de Sistemas Solares, Governo do Estado Santa Catarina, Green Building Council Brasil, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, LabEEE – Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, Plant-for-the-Planet e WRI Brasil.

Centenas de pessoas debatem gestão pública em evento da Agenda Teresina 2030

Ascom/Semplan

A Agenda Teresina 2030, departamento da Secretaria Municipal de Planejamento (SEMPLAN), que trabalha visando os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, realizou na manhã desta sexta-feira (05), no Clube dos Diários, um evento aberto à população que contou com a presença de palestrantes nacionais e internacionais discutindo questões ligadas à gestão pública. As palestras e rodas de diálogo foram centradas, principalmente, em torno dos temas de mobilidade sustentável e governo aberto.

O evento foi aberto pelo secretário de planejamento, José João Braga, e pelo representante da prefeitura em Brasília, Erick Amorim, acompanhados das representantes da Agenda Teresina 2030, Gabriela Uchôa e Flávia Maia. Após a abertura, apresentando um pouco do trabalho da prefeitura e da Agenda em específico, foi dado início às palestras sobre mobilidade sustentável.

Foram ouvidas as políticas e experiências de diversos órgãos internacionais, como a prefeitura de Estrasburgo, a Agência Francesa de Desenvolvimento e o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, todos parceiros da Prefeitura de Teresina em diferentes projetos. Os palestrantes abordaram desde a evolução das políticas públicas de sustentabilidade à possibilidades de financiamento de projetos e cases de sucesso.

Em um segundo momento, os temas foram voltadas para as políticas de governo aberto, que visam trazer mais transparência sobre as ações governamentais e disponibilizar informações de qualidade para os cidadãos. Foram apontados, principalmente, os desafios técnicos para adotar essas políticas e também formas de engajar a sociedade no acesso à essas informações.

“A gente ficou muito feliz. O público foi maior do que a gente esperava, o que mostra que a população quer debater esse temas de sustentabilidade, de governo, etc. É muito positivo perceber que a cidade se engaja. Outra parte positiva foi a participação ativa da população, mostrando suas críticas e sugestões, o que é importante para os servidores públicos aprenderem a dialogar com a população e para a população aprender a ter diálogo com a prefeitura. Estamos vindo de muitos anos de estruturas muito formais e estamos passando por um momento de transição, quebrando certas hierarquias e se abrindo mais ao diálogo”, afirmou a coordenadora da Agenda Teresina 2030, Gabriela Uchôa.

“Achei bastante inspirador. Nós lemos muito sobre a parte teórica, e hoje vimos mais sobre as dificuldades desses processos da gestão pública. Estou saindo daqui extremamente inspirada e muito feliz”, disse a estudante de arquitetura e urbanismo, Ana Kelly.