Campanha de vacinação contra o sarampo começa segunda-feira (07)

Na próxima segunda-feira (07) inicia em todo o país a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Em Teresina, todas as salas de vacina das Unidades Básicas de Saúde e hospitais estarão disponíveis para atualizar a caderneta de crianças entre seis meses e menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), público-alvo desta etapa da campanha.

A campanha, que acontece até o dia 26 de outubro (que também será o Dia D) é uma intensificação para interromper a circulação do vírus do sarampo no país e será realizada de forma seletiva, ocorrendo em duas fases. “Na primeira etapa vacinaremos todas as crianças na faixa etária que não tenham duas doses da vacina na sua caderneta de vacinação”, informa Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Já a segunda etapa contempla os adultos de 20 a 29 anos e será realizada no mês de novembro.

Estes dois públicos foram priorizados para a participação nessa estratégia considerando que estão entre os mais acometidos e com maior incidência da doença nos surtos registrados em 2019. Ainda, especialmente as crianças menores de cinco anos de idade, estão na faixa etária com maior número de internações e apresentam maior risco de desenvolver complicações, tais como cegueira, encefalite, diarreia grave, infecções no ouvido, pneumonias e óbitos pelo sarampo. “Pedimos a todos os pais com crianças que estejam atentos à imunização de seus filhos, pois o sarampo é uma doença grave que não tem medicamento e só tem uma forma de ser protegido, que é vacinando”, alerta Amariles Borba.

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa e que pode levar a complicações graves e óbito. “A pessoa pode apresentar febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal estar. Em torno de 3 a 5 dias, outros sintomas podem aparecer, como manchas vermelhas no corpo”, informa a diretora. “A sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo a outras pessoas”, esclarece ela.

 

Segunda etapa da vacinação contra raiva acontece nas zonas sul e sudeste

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina realizará no próximo sábado (5) a segunda etapa urbana da vacinação contra a raiva em cães e gatos nas zonas sul e sudeste. Teresina superou a meta da primeira etapa da campanha, que aconteceu no último sábado (28). Um total de 61.128 cães e gatos foram atendidos, o que corresponde a 93,70% dos 65.238 animais estimados para a área.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que, no mínimo, 90% do número de bichos deve ser imunizado. Nos 136 postos, distribuídos pelas duas zonas da cidade, 45.996 cães e 15.132 gatos receberam as doses, o que corresponde a 94,01% e 92,78% das metas para cada espécie, respectivamente.

Por questões de logística, a campanha foi dividida em duas etapas na zona urbana, sendo as zonas sul e sudeste contempladas no próximo sábado (05). “Nós chamamos todas as pessoas responsáveis por cães e gatos dessas regiões para que se dirijam ao posto de vacinação próximo à sua residência. A partir dos três meses de idade os animais já podem receber a vacina”, diz Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

Ela lembra, ainda, que essa é a única forma de prevenção contra a doença. “É segura e gratuita, constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol. A vacina é importante por proteger, além do animal, os seres humanos que convivem com eles”, alerta a gerente.

A raiva é uma zoonose, ou seja, é transmitida do animal para o homem. Tem uma alta taxa de mortalidade, chegando a alcançar quase 100%. O homem é um hospedeiro acidental na cadeia infecciosa, assim como os animais domésticos (cão e gato) até certo ponto. O grande reservatório natural é representado por animais silvestres.

Esse vírus é transmitido através de mordidas e arranhaduras de mamíferos já contaminados. Na maioria dos casos a transmissão ocorre através de cães e gatos, porque são animais de companhia que possuem maior convívio com os humanos. Porém, outros animais contaminados também podem transmitir, como os furões, raposas, coiotes, guaxinins, gambás e morcegos.

O último caso de raiva em ser humano em Teresina foi em 1986 e de raiva canina foi em 2011 em um cão proveniente do interior do estado, cujo proprietário residia de Teresina.

Veja aqui quais os postos de vacinação.

Teresina supera meta de vacinação antirrábica nas zonas Norte e Leste

Teresina superou a meta da primeira etapa da campanha de vacinação contra a raiva, que aconteceu no último sábado (28). Um total de 61.128 cães e gatos foram imunizados, o que corresponde a 93,70% do total de 65.238 animais estimados para a área.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que 90% do número total de animais deve ser imunizada. Nos 136 postos distribuídos pelas duas zonas da cidade foram vacinados 45.996 cães e 15.132 gatos, o que corresponde a 94,01% e 92,78% das metas para cada espécie.

Por questões de logística, a campanha foi dividida em duas etapas na zona urbana. Por isso, as zonas Sul e Sudeste serão contempladas no próximo sábado (05). “Chamamos todas as pessoas responsáveis por cães e gatos das zonas Sul e Sudeste para que se dirijam a um posto de vacinação próximo a sua residência para que esses animais sejam vacinados”, convoca Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

Ela lembra ainda que a vacina é a única forma de prevenção contra a doença. Ela é segura e gratuita, constituída por vírus atenuado, 2% de tecido nervoso e conservantes a base de fenol e timerosol. “Esclarecemos ainda que a vacina é importante, pois protege, além do animal, os seres humanos que convivem com eles”, alerta a gerente.

A raiva é uma zoonose, ou seja, é transmitida do animal para o homem. Tem uma alta taxa de mortalidade, chegando a alcançar quase 100%. O homem é um hospedeiro acidental na cadeia infecciosa, como o são, até certo ponto, os animais domésticos (cão e gato), sendo o grande reservatório natural representado por animais silvestres.

O vírus da raiva é transmitido através de mordidas e arranhaduras de mamíferos já contaminados. Na maioria dos casos a transmissão ocorre através de cães e gatos, pois são animais de companhia que possuem maior convívio com os humanos. Porém, além do cão e do gato, outros animais contaminados também podem transmitir a doença, como os furões, raposas, coiotes, guaxinins, gambás e morcegos.

O último caso de raiva em ser humano em Teresina foi em 1986. O último caso de raiva canina foi em 2011, em um cão proveniente do interior do estado, cujo proprietário é residente de Teresina.

 

Crianças entre seis meses e menores de um ano devem ser vacinadas contra o sarampo

Seguindo orientações do Ministério da Saúde, anunciadas nesta última segunda (20), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) passa a recomendar a vacinação contra o sarampo para crianças com idade entre seis meses e menos de um ano (11 meses e 29 dias). Será ofertada uma dose complementar, chamada de dose zero, o que já acontece em outras campanhas, como a de combate à poliomielite.

A partir desta quinta-feira (22), todas as crianças nessa faixa etária devem receber a vacina em todo o país. “Esta é uma medida para intensificar a vacinação nesse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos”, informa a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba. Segundo dados do Ministério da Saúde, o coeficiente de incidência de sarampo em bebês de até um ano no Brasil é de 38,28 casos para cada grupo de 100 mil, enquanto a média de todas as faixas etárias ficou em 4,12.

A diretora esclarece, no entanto, que a dose zero é um reforço que não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança, que orienta a aplicação aos 12 e 15 meses de vida. “Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os profissionais de saúde devem agendar e orientar os pais ou responsáveis que a vacinação de rotina das crianças deve ser mantida”, ressalta Amariles Borba.

O Calendário Nacional de Vacinação oferta a proteção contra o sarampo por meio da vacina tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. São duas doses para pessoas de 1 a 29 anos e uma dose para pessoas de 30 a 49 anos. Quem já está imunizado contra a doença não precisa receber novamente.

Casos

Entre 19 de maio e 10 de agosto deste ano, foram confirmados 1.680 casos de sarampo no Brasil, além de 7,5 mil casos em investigação. No período, de acordo com o ministério, não houve mortes confirmadas decorrentes da enfermidade. Após um surto envolvendo estados da Região Norte no início do ano, um novo surto foi registrado no estado de São Paulo, que concentra, atualmente, 1.662 casos em 74 municípios – 98,5% do total. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com seis casos, e Pernambuco, com quatro.

No Piauí, foram registrados sete casos suspeitos, que se encontram em investigação, e um caso confirmado de um bebê da cidade de Campo Grande do Piauí, que contraiu a doença em uma viagem para São Paulo. Teresina até o momento não registra nenhum caso da doença.

FMS recebe 46.500 novas doses de vacina

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está reforçando o estoque das salas de vacinas de Teresina durante o mês de julho com o recebimento de 46.500 novas doses, contemplando todas as vacinas exigidas pelo Calendário Nacional de Imunização. Os medicamentos correspondem ao valor de R$ 776.879,34 e foram recebidos nesta segunda-feira (08) pela Rede de Frio Municipal.

Segundo a diretora de Vigilância e Saúde da FMS, Amariles Borba, o estoque garante o abastecimento de todas as 104 salas de vacinas do município neste mês de julho, que serão distribuídas de acordo com a demanda de cada unidade. “Precisamos atender o chamamento do SUS para cumprir o calendário nacional de imunização: seja das crianças, adolescentes, adultos ou idosos, vacinar é preciso”, alerta a diretora. O calendário de vacinação contempla todas as idades: somente na infância, iniciando desde o nascimento, são 25 doses.

As vacinas servem para estimular o sistema imunológico. Ao serem aplicadas, elas introduzem vírus ou bactérias inativas no organismo e fazem com que o sistema imunológico reconheça agentes que causam doenças produzindo anticorpos que evitam as moléstias causadas por esses microrganismos. “A vacina disponibilizada pelo SUS é de boa qualidade e a FMS, junto com seus colaboradores, tem o maior cuidado em manter as condições adequadas para que o usuário tenha uma vacina de qualidade e garanta os benefícios que ela proporciona ao seu corpo”, disse Amariles Borba. Além da prevenção, a vacinação pode também erradicar doenças, como é o caso da poliomielite, que não existe mais no Brasil desde o início dos anos 90 devido às políticas de prevenção do Sistema Único de Saúde.

Do mesmo modo, a falta de imunização pode provocar o ressurgimento de doenças tidas como erradicadas no Brasil, como o sarampo, que tem se mostrado uma ameaça mundial. “Toda a imprensa está mostrando que não fazer a vacina leva a um perigo muito grande de morte. Na Ucrânia, por exemplo, já morreram mais de 40 pessoas este ano só com sarampo”, comenta Amariles. “Por isso é importante que se mantenha a imunização em dia de acordo com as datas do calendário de vacinação”, finaliza a diretora.

Clique aqui para ver o calendário nacional de vacinação

Prefeitura leva vacinação para o Teresina em Ação, na Praça Pedro II

Ascom/FMS

Amanhã (15), na Praça Pedro II, Centro da capital, acontece mais uma edição do Teresina em Ação, atividade que leva cidadania aos teresinenses por meio da oferta de diversos serviços. Equipes da Fundação Municipal de Saúde (FMS) estarão no evento, que acontece das 8h às 13h, vacinando as pessoas que desejem atualizar a caderneta de vacinação.

“Vamos ter dois estandes climatizados no local com vacinação de atualização dos calendários de vacinação infantil, adulto, gestante e idosos. E também um saldo de vacina contra a gripe, que será aplicado enquanto durar o estoque”, informa Oriana Bezerra, diretora interina de Vigilância em Saúde da FMS.

O Teresina em Ação é realizado pela Prefeitura de Teresina, em parceria com a TV Clube. A prevenção a doenças como a dengue, zika e chikungunya também será foco no evento, com um estande educativo e um espaço criança, em que os pequenos podem colorir desenhos sobre o tema. “Serão distribuídos panfletos, visualizações de amostras do mosquito e outras curiosidades como dicas para reutilização de materiais que poderiam se tornar criadouros do mosquito”, comenta Júlia Santos, do Núcleo de Educação em Saúde da FMS.