
Foto: FMS
Entre as orientações ao consumidor estão:

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Entre as orientações ao consumidor estão:

Vigilância Sanitária realiza fiscalização de alimentos consumidos na Semana Santa (Foto: Ascom FMS)
A Gerência de Vigilância Sanitária de Teresina (GEVISA), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), realiza inspeções rotineiramente nos estabelecimentos que comercializam alimentos no município. Desde o início de março, os fiscais passaram a dedicar atenção especial aos produtos mais consumidos durante a Semana Santa, como pescados, ovos, queijos e sardinhas.
De acordo com a gerente da Vigilância Sanitária, Jeanyne Seba, o trabalho é contínuo e visa garantir a segurança alimentar da população. “Nossa equipe segue atuando de forma responsável para assegurar a qualidade dos alimentos e proteger a saúde. Mas os consumidores também devem observar procedência, validade e condições de conservação no momento da compra”, orientou.
Durante as inspeções, os técnicos verificam a procedência dos produtos, as condições de armazenamento e conservação, a validade e as práticas higiênico-sanitárias dos estabelecimentos.
O fiscal de alimentos da Vigilância Sanitária, Raimundo Vieira, destacou os principais pontos que a população deve observar ao adquirir alimentos. “É importante verificar se o local está limpo, sem presença de insetos ou lixo, e se bancadas e equipamentos estão em boas condições de higiene. No caso dos peixes, por exemplo, o fresco deve estar coberto com gelo, com guelras avermelhadas, olhos brilhantes e carne firme. Já o congelado precisa ter textura firme e não apresentar sinais de descongelamento”, explicou.
Orientações para comprar alimentos
-Peixe fresco: devem estar coberto com gelo, guelras avermelhadas, olhos brilhantes e salientes, carne firme e odor próprio.
-Peixe congelado: textura firme e sem sinais de descongelamento.
-Filé de peixe congelado: embalado, com selo de inspeção e data de validade.
-Camarão: Carapaça aderente, odor próprio e sem manchas escuras.
-Bacalhau: Carne e pele firmes, sem umidade e sem manchas escuras ou avermelhadas.
-Ovos: Em embalagens próprias com data de validade e selo de inspeção. Casca íntegra limpa e sem manchas.
-Enlatados: Embalagem íntegra, sem ferrugem, não amassada ou estufada.
-Queijo: Embalado com selo de inspeção, validade e fabricante no rótulo. Queijo fatiado somente de locais próprios e devidamente embalado.

A iniciativa teve caráter educativo e preventivo (Foto: Ascom FMS)
Nesta quinta-feira (10), órgãos de fiscalização realizaram uma ação conjunta em distribuidoras de bebidas de Teresina, com o objetivo de verificar a comercialização de bebidas e orientar as distribuidoras a adquirirem produtos de empresas devidamente registradas, a fim de garantir a segurança do consumidor.
A operação foi realizada pela Gerência de Vigilância Sanitária de Teresina (GEVISA), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), em parceria com a Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (DIVISA) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Diversos estabelecimentos foram inspecionados, garantindo uma ampla fiscalização do setor na capital.
Durante a ação, as equipes verificaram a procedência das bebidas, a conformidade das notas fiscais e a documentação dos produtos. Também foram repassadas orientações às distribuidoras, destacando a necessidade de adquirir itens apenas de fornecedores regularizados, manter registros atualizados e garantir o armazenamento adequado das mercadorias.
Outro foco da operação foi explicar sobre o descarte correto de resíduos, como garrafas danificadas ou impróprias para consumo. A medida visa impedir a reutilização indevida desses materiais, contribuindo para a segurança sanitária da população. Após o consumo, os consumidores são orientados a adotar medidas simples, como rasgar o rótulo e o contrarrótulo da bebida, não descartar a tampa junto e quebrar a boca da garrafa. Essas ações dificultam o reaproveitamento irregular das embalagens.
De acordo com Jeanyne Seba, gerente da Vigilância Sanitária de Teresina, a iniciativa teve caráter educativo e preventivo. “Estamos reforçando o compromisso dos órgãos fiscalizadores em garantir que as distribuidoras adotem práticas seguras e transparentes. É fundamental que os consumidores também estejam atentos à procedência das bebidas e evitem produtos sem registro ou de origem duvidosa. Rótulo, lacre, aparência, erros de ortografia, tampa violada e preços muito abaixo do mercado podem também indicar adulteração”, alertou.
Nesta quinta-feira (09), a Gerência de Vigilância Sanitária de Teresina (GEVISA), vinculada à Fundação Municipal de Saúde (FMS), promoveu uma reunião estratégica com representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), PROCON Municipal , Vigilância Sanitária Estadual e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). O encontro teve como objetivo principal alinhar ações conjuntas para prevenir e coibir a comercialização de bebidas falsificadas no município.
Durante a reunião, foram discutidas estratégias educativas e fiscalizatórias, como a orientação ao setor de bares e restaurantes sobre a importância de adquirir bebidas de fornecedores regularizados, mantendo rótulos intactos e notas fiscais arquivadas. Também foi deliberada a convocação de distribuidores de bebidas para uma nova rodada de diálogo, além da elaboração de uma cartilha informativa voltada aos comerciantes.
A cartilha, que será distribuída em breve, destaca práticas seguras para evitar o consumo de produtos irregulares. Entre as recomendações estão: verificar o CNPJ do fornecedor, desconfiar de preços muito abaixo do mercado, exigir nota fiscal, conferir a regularidade sanitária do fabricante e observar se o fornecedor consta em listas oficiais. Além disso, orienta sobre como identificar marcas autênticas por meio de rótulos completos e lacres intactos
“A presença de diferentes instituições hoje visa garantir uma atuação articulada e eficaz, unindo fiscalização sanitária, defesa do consumidor, controle de produção e repressão policial em casos de adulteração criminosa. Estabelecimentos e fornecedores têm responsabilidade legal e sanitária sobre os produtos que comercializam e a participação ativa de todos é fundamental para garantir um mercado mais seguro.”, afirmou Jeanyne Seba, gerente da GEVISA.
Na hora da compra, é preciso observar se os rótulos contêm todas as informações obrigatórias, como fabricante, lote e validade, se os lacres e selos estão íntegros. Em caso de suspeita, a orientação é comunicar imediatamente à Vigilância Sanitária, PROCON ou autoridades policiais.

A ação foi resultado de fiscalização de rotina (Foto: Ascom FMS)
Nesta terça-feira (22), a Vigilância Sanitária da Fundação Municipal de Saúde (FMS) realizou a apreensão de, aproximadamente, 288 quilos de carne bovina comercializada de forma clandestina em comércio de Teresina. A ação foi resultado de fiscalização de rotina, com o objetivo de garantir a segurança sanitária dos alimentos comercializados na capital.
Durante a inspeção, os fiscais da Vigilância Sanitária constataram que a carne estava sendo vendida sem comprovação de procedência e fora dos padrões exigidos pela legislação sanitária, pois a mesma não apresentava carimbos oficiais de inspeção, colocando em risco a saúde da população.
A gerente de Vigilância Sanitária, Jeanyne Seba, explica que todo o material apreendido foi encaminhado para inutilização, conforme os protocolos sanitários vigentes. “O responsável pelo ponto de venda foi notificado e poderá responder por infrações sanitárias, além de estar sujeito às penalidades administrativas e legais cabíveis”, destaca.
Jeanyne Seba alerta que o consumo de carne sem inspeção sanitária representa risco de contaminação por bactérias e doenças graves, como a brucelose e tuberculose, e orienta que a população adquira alimentos apenas em estabelecimentos regularizados, que apresentem as devidas condições de higiene e documentação. “A Vigilância Sanitária seguirá com as fiscalizações intensificadas, a fim de coibir práticas ilegais e proteger a saúde dos consumidores”, finaliza.
A Gerência de Vigilância Sanitária (GEVISA), da Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS), foi parceira na ação dos últimos dias 1 e 2 de julho, que culminou no fechamento de duas clínicas de estética na capital. Participaram ainda da operação a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Vigilância Sanitária Estadual.
Durante as atividades conjuntas dos órgãos de fiscalização, 20 estabelecimentos revelaram graves riscos sanitários. “As clínicas que foram autuadas, foram as que puderam corrigir as não conformidades no momento da fiscalização. Já as que foram interditadas, só irão abrir novamente quando estiverem em conformidade com a Lei”, informa Jeanyne Seba, gerente de Vigilância Sanitária da FMS.
Dentre as principais irregularidades encontradas nas clínicas fiscalizadas estão: uso de produtos vencidos; produtos e equipamentos utilizados sem registro na Anvisa; reutilização de produtos estéreis de uso único, como seringas; medicamentos armazenados em geladeira junto com bebidas alcoólicas; descarte inadequado de resíduos infectantes; problemas com reprocessamento de produtos e equipamentos utilizados em procedimentos invasivos.

As equipes da Vigilância Sanitária realizam fiscalizações devidamente identificadas, vestindo jaleco e crachá, e sempre utilizando veículo oficial (Foto: Ascom FMS)
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) emitiu um alerta à população de Teresina sobre um golpe envolvendo um indivíduo que se apresenta como Dr. Augusto Correia, supostamente chefe da Vigilância Sanitária municipal. O falso fiscal tem aplicado golpes em restaurantes da cidade, alegando estar responsável por uma blitz sanitária.
A FMS reforça que essa abordagem é fraudulenta e esclarece que as equipes da Vigilância Sanitária realizam fiscalizações devidamente identificadas, vestindo jaleco e crachá, e sempre utilizando veículo oficial. O órgão alerta os estabelecimentos a não efetuarem qualquer pagamento diretamente ao falso fiscal, já que todas as taxas municipais são emitidas exclusivamente pela Secretaria Municipal de Finanças ou pela própria Vigilância Sanitária, por meio de Documento de Arrecadação Municipal (DATM).
A Vigilância Sanitária tem o papel de fiscalizar diversos tipos de estabelecimentos que prestam serviços à população, como clínicas médicas e odontológicas, hotéis, motéis e locais que produzem e comercializam alimentos. A fiscalização verifica as condições higiênico-sanitárias desses ambientes, garantindo que estejam em conformidade com a legislação vigente. Em caso de irregularidades, o estabelecimento pode ser notificado, autuado, interditado ou multado, dependendo da gravidade da infração.
Para denúncias relacionadas a condições higiênicas inadequadas, produtos vencidos, ausência de equipamentos de proteção individual (EPI) em casos obrigatórios, entre outras irregularidades, a população pode entrar em contato com a Vigilância Sanitária pelo telefone (86)3198-3878 ou pelo e-mail gevisa.fms@pmt.pi.gov.br ou no prédio da Vigilância, localizado na Rua Firmino Pires,3241, bairro São Pedro

Vigilância Sanitária intensifica fiscalização (Foto: Ascom FMS)
A partir da próxima semana, a Vigilância Sanitária de Teresina, vinculada à Fundação Municipal de Saúde, intensificará as fiscalizações em clubes que realizarão eventos durante o período de Carnaval. O objetivo é garantir a segurança alimentar e a saúde dos foliões, verificando as condições higiênico sanitárias dos estabelecimentos e barracas que comercializam alimentos e bebidas.
Jeanyne Seba, gerente da Vigilância Sanitária, explica que a equipe de fiscalização realizará inspeções nesses locais. “Caso esses locais não estejam em conformidade com as recomendações, orientamos e corrigimos. Se o alimento estiver inadequado para o consumo, faremos a apreensão imediata e inutilização dos produtos alimentícios. Além de receberem orientações, os estabelecimentos também poderão ser autuados ou notificados, dependendo da gravidade da situação.”
Durante as inspeções, a Vigilância Sanitária verifica diversos aspectos, como condições de armazenamento, manuseio, fabricação e validade dos produtos. “Nesse período de grande fluxo de pessoas, reforçamos a importância de medidas para garantir um carnaval seguro e saudável para todos. A população também deve ficar atenta aos alimentos que consome, observando como estão expostos e protegidos, não esquecendo de sempre olhar as condições de higiene da pessoa que está manipulando esse alimento”, conclui Jeanyne.
Orientações para consumidores:
• Verifique como os alimentos estão expostos.
• Assegure-se de que estejam protegidos de moscas e em temperatura adequada.
• Verifique a validade dos produtos.
• Quanto ao gelo, certifique-se da procedência para garantir a qualidade.
• Evite consumir alimentos de origem desconhecida ou que não estejam devidamente embalados e rotulados.
• Prefira alimentos preparados na hora, evitando aqueles que já estão prontos há muito tempo.
Orientações para comerciantes:
• Confira o acondicionamento correto, evitando que o alimento seja preparado com muita antecedência e deixado em temperatura ambiente.
• Certifique-se de que os alimentos estejam armazenados corretamente.
• Respeite os prazos de validade dos produtos.
• Mantenha boas práticas de manuseio e fabricação.
• Proteja os alimentos adequadamente para evitar contaminações.
• Utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados, como luvas e toucas, durante o manuseio dos alimentos.
• Mantenha o ambiente de trabalho limpo e higienizado, incluindo utensílios e superfícies de preparo.
• Realize a higienização correta das mãos antes de manipular os alimentos e após qualquer interrupção no trabalho.
• Certifique-se de que os alimentos estejam cobertos para evitar contato com moscas.

Vigilância Sanitária acelera processos de licenciamento sanitário (Foto: Ascom FMS)
A Vigilância Sanitária de Teresina está adotando medidas para acelerar os processos de licenciamento sanitário necessário para a obtenção do alvará de funcionamento das empresas na cidade. O objetivo é dar celeridade aos processos e melhorar a eficiência na liberação das licenças, beneficiando tanto os empresários quanto a população.
Em Teresina, a Vigilância Sanitária implementou o uso de um sistema chamado SLIC para facilitar e acelerar o processo de licenciamento. As empresas podem acessar o sistema pela internet, enviar os documentos necessários e acompanhar a análise dos técnicos da Vigilância Sanitária. Com essa ferramenta, muitos procedimentos são resolvidos de forma online, eliminando a necessidade de visitas presenciais aos estabelecimentos, tornando o processo mais ágil e eficiente.
Segundo a gerente da Vigilância Sanitária, Jeanyne Seba, os técnicos da Vigilância Sanitária passaram por treinamento para que conhecessem e utilizassem corretamente todas as ferramentas que o sistema oferece. “O uso do SLIC permite que os técnicos notifiquem as empresas diretamente pelo sistema, sem a necessidade de deslocamentos até os estabelecimentos, garantindo mais eficiência e rapidez no processo”.
A análise de documentos pelo sistema está sendo aplicada apenas para atividades de baixo e médio riscos, como o comércio varejista de balas e bombons, onde apenas se comercializam os produtos e não há manipulação de alimentos no local. Para empresas de baixo risco, não é mais necessária a visita. Para empresas de médio risco, é necessária uma visita posterior à liberação da licença sanitária nesse sistema. Já as empresas de alto risco, a exemplo de restaurantes e atividades médicas invasivas, drogarias, necessitam de vistoria prévia pelos técnicos da Vigilância Sanitária.
Jeanyne Seba informa ainda que essa agilidade é importante não apenas para as empresas, mas também para a população. “Quando os processos são mais rápidos, as empresas conseguem abrir mais cedo, gerando empregos e movimentando a economia. Além disso, com tudo dentro das normas, para garantir a segurança e a saúde de todos”.
Para que serve o licenciamento sanitário
O licenciamento sanitário é um processo realizado pela Vigilância Sanitária para garantir que empresas e estabelecimentos sigam as regras e normas de saúde e higiene. “Pensem no licenciamento como uma grande checagem de segurança. Isso é importante para proteger a saúde da população e evitar problemas como contaminações e doenças”, finaliza Jeanyne.

A Gerência de Vigilância Sanitária (GEVISA) de Teresina realizou, nessa quinta-feira (09), uma operação no Mercado Velho e no Mercado do Mafuá, para combater o comércio de produtos clandestinos. A ação foi coordenada em parceria com a Vigilância Sanitária do Estado do Piauí, Agência de Defesa Agropecuária (ADAPI) e a Polícia Civil. Durante a operação, foram apreendidos frascos de veneno para ratos, conhecidos popularmente como “mil gatos”.
Os comerciantes que possuíam o raticida receberam um auto de infração informando sobre a proibição e as consequências legais da comercialização do produto. Eles foram advertidos de que vender esse tipo de raticida é considerado crime contra a saúde pública e o meio ambiente. Todo o material apreendido será encaminhado para perícia da Polícia Civil do Estado do Piauí.
Jeanyne Seba, gerente da Vigilância Sanitária de Teresina, explicou que os infratores estão sujeitos a autuações e multas em caso de reincidência, além da possível interdição temporária do estabelecimento. “Essa é a última chamada para que os comerciantes deixem de vender esse tipo de produto ilegal. Caso contrário, poderão ser multados”, afirmou.
O farmacêutico da Vigilância Sanitária de Teresina, Marcos Paulo, destacou os riscos do de raticidas como Mil Gatos e Chumbinho. “Esses dois venenos em específico possuem toxicidade extremamente alta. Os sintomas aparecem após a ingestão e, se não houver atendimento médico urgente, essas substâncias podem ser fatais em pouco tempo, dependendo da quantidade ingerida”, alertou.
