Servidores do HUT recebem vacina contra a gripe

Servidores do HUT recebem vacina contra a gripe (Foto: Ascom HUT)

Os servidores do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) estão sendo imunizados contra a gripe com a vacina trivalente, que protege contra três cepas do vírus Influenza, incluindo a AH3N2 — atualmente a mais circulante em Teresina. A vacinação está sendo realizada dentro do próprio hospital, facilitando o acesso dos profissionais, especialmente devido ao grande número de colaboradores da unidade.

A imunização é considerada a principal estratégia para reduzir complicações causadas pela gripe e proteger os grupos mais vulneráveis, sobretudo diante do aumento recente de casos de síndromes respiratórias na capital.

“É fundamental vacinar nossos colaboradores que estão em contato direto com os pacientes porque, ao se protegerem, eles também protegem quem está sendo cuidado. A imunização é essencial para reduzir complicações e preservar vidas”, destaca a diretora geral do HUT, Aranucha Brito.

A vacina contra a gripe também está disponível para a população nas 91 Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Teresina e no Teresina Shopping.

FMS aplica mais de 3,4 mil doses de vacina em Dia D na zona rural

Vacinação em Dia D na zona rural (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina realizou, no último sábado (11), o Dia D de vacinação contra a gripe na zona rural de Teresina. A mobilização aconteceu em 16 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também contou com ponto de vacinação no Teresina Shopping, ampliando o acesso da população à imunização.

A ação teve como público-alvo crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos, gestantes e puérperas até 45 dias após o parto. A estratégia faz parte das ações da campanha de vacinação contra a influenza, que busca reduzir complicações causadas por vírus respiratórios e evitar a sobrecarga dos serviços de saúde. A FMS reforça que a vacinação continua disponível durante a semana em todas as UBS da capital, além do ponto fixo no Teresina Shopping, garantindo a continuidade da imunização para os grupos prioritários.

Vacinação em Dia D na zona rural (Foto: Ascom FMS)

“De acordo com relatório de produção do eSUS, o Dia D registrou a aplicação de 3.451 doses de vacinas, sendo 2.274 referentes à vacina contra a influenza, demonstrando a adesão da população à campanha”, fala Emanuelle Dias, coordenadora de vacinação FMS.

A iniciativa ocorreu em um cenário de aumento dos casos de síndromes gripais em Teresina. Entre 1º de janeiro e 1º de abril de 2026, foram registrados 5.430 casos, um crescimento de aproximadamente 50% em relação ao mesmo período de 2025.

A orientação é que a população do público alvo procure os postos de saúde, levando documento de identificação, cartão do SUS ou CPF.

 

FMS alerta que conhecer o mosquito da dengue é essencial para combatê-lo

Dra. Amariles Borba, alerta sobre os riscos do Aedes aegypti (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) divulgou nesta quinta-feira (13), um alerta sobre os riscos do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. De acordo com a médica Amariles Borba, compreender o comportamento do inseto é fundamental para evitar sua proliferação e proteger a população.

A fêmea do mosquito é a responsável pela picada, já que precisa se alimentar de sangue para completar o ciclo reprodutivo e transmitir os vírus. Ela tem preferência por pessoas vestindo roupas escuras e consegue alcançar até apartamentos em andares elevados, utilizando roupas e elevadores como meio de transporte.

A picada do Aedes é quase imperceptível. Isso acontece porque o inseto utiliza três lancetas que liberam substâncias com efeito anti-inflamatório, anticoagulante e anestésico. Dessa forma, a vítima não sente dor e não reage, o que favorece a sobrevivência do mosquito.

Outro aspecto preocupante é a resistência dos ovos. Eles podem permanecer grudados em superfícies por mais de um ano, aguardando condições ideais para eclodir. “Basta a presença de água limpa, água um pouco suja para que, em apenas cinco dias, o ciclo se complete e novos mosquitos estejam prontos para voar”, explica Amariles Borba.

Cuidados para evitar a proliferação do mosquito

A FMS reforça que a população deve redobrar os cuidados, eliminando qualquer tipo de água parada em recipientes, calhas e vasos. Além disso, recomenda-se lavar superfícies com escovão, sabão e água sanitária, garantindo a remoção dos ovos.

Segundo Amariles Borba, a prevenção continua sendo a principal arma contra a dengue, zika e chikungunya. “A colaboração de todos é essencial para reduzir os focos do mosquito e evitar novos casos dessas doenças”, conclui.

Teresina tem a menor positividade de teste COVID-19 desde 2020

Teresina tem a menor taxa de positividade de testes para COVID-19 registrada desde o início da pandemia na capital. Somente 4% das amostras de swab nasal testadas entre 10 e 16 de março tiveram resultado positivo ao teste RT-PCR. O percentual foi calculado sobre pacientes testados nas UBS, UPAs e hospitais de Teresina. Nos momentos mais críticos a taxa de positividade, em Teresina, chegou a 38% em junho de 2020, 45% em abril de 2021 e a 52%, no início de fevereiro de 2022. Antes do pico causado pela variante Ômicron, o menor percentual registrado havia sido de 11%, em agosto de 2021. Os dados são do Comitê de Operações Especiais- COE Teresina.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece como critério para se considerar a pandemia sob controle em determinada localidade uma taxa de positividade abaixo de 5%. Esse percentual baixo significa que, a despeito de ampla testagem, poucos indivíduos submetidos ao exame de fato estão infectados. Por outro lado, um percentual elevado indica que a circulação viral na localidade está alta, que somente indivíduos com sintomas mais graves têm acesso ao diagnóstico ou que o rastreio de contatos está incipiente, explica Walfrido Salmito, coordenador médico do COE-Teresina.

De acordo com Marcelo Vieira, médico e virologista do COE-Teresina, “uma positividade de 4% é mais um indicativo de que o nível de transmissão da COVID-19 na cidade está baixo e que o plano de flexibilização gradual das medidas restritivas poderá prosseguir, com respaldo técnico e científico e alicerçado na realidade epidemiológica local. Marcelo explica ainda que passados vários ciclos de transmissão da COVID-19, desde o período do carnaval e do início das atividades escolares, a positividade dos testes fez foi cair. Entretanto, ressalva: “mais do que nunca, o monitoramento contínuo de todos os indicadores torna-se fundamental, com foco em cada uma das etapas da história da COVID-19 e atenção às possíveis vulnerabilidades externas que podem interferir nesse processo – como a introdução de novas variantes”,diz o virologista.

Para o infectologista Walfrido Salmito “a flexibilização proposta tem total amparo na ciência e, sob premissas semelhantes, outras dezenove capitais de estados brasileiras e várias unidades da federação (incluindo cinco da região Nordeste) também já tiveram a mesma iniciativa”.

Teresina registra mais de 500 casos de Covid-19 em um dia

Teresina computou mais 507 casos e 12 óbitos por Covid-19 na última quarta-feira (01). Os dados são do boletim do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Agora, a cidade registra 8.801 casos desde o início da pandemia, além de 401 mortes.

O número elevado de casos registrados na segunda e na terça-feira ocorreu devido a um problema pontual no Laboratório Lacen, ligado ao Governo do Estado, para entregar o resultado dos exames da Covid-19. Na semana passada, o laboratório teve dificuldades na aquisição de materiais usados nos exames e reduziu sua atividade por alguns dias, trabalho que voltou à normalidade esta semana. “Isso foi um dos fatores que contribuiu para acumular a quantidade de óbitos e de casos confirmados e atrasar o registro dos dados no sistema”, explica a coordenadora da Comissão de Operações em Emergência da FMS, Wesllany Santana.

Dentre os óbitos registrados, três ocorreram ontem (01), cinco na terça-feira (30) e quatro na segunda-feira (29). Os pacientes tinham entre 63 e 92 anos, oito eram homens e quatro eram mulheres. Quatro pessoas eram moradoras da zona Sudeste, três moravam na zona Sul, três na zona Leste e dois na zona Sudeste. Nove pacientes tinham comorbidades, sendo que seis tinham hipertensão e dois eram diabéticos.

A 11ª etapa da pesquisa sorológica realizada pela Prefeitura de Teresina indica que a capital já atingiu o pico da pandemia e entrou no chamado platô de circulação do novo coronavírus, o que indica uma estabilidade nas notificações de casos. O resultado da sondagem apresentado ontem (01) pelo prefeito Firmino Filho mostra também que a taxa de crescimento do vírus segue caindo, tendo chegado a 7%, e que a taxa de contágio, denominado de R0 (R-zero), continua em torno de 1.

O prefeito alertou que o pico de circulação do vírus não bate com o pico de internações e de óbitos, sendo necessário um esforço maior de todos para a redução dos números. “A ideia é que possamos fazer, durante todo o mês de julho, essa política de medidas mais restritivas durante os finais de semana para que possamos melhorar os nossos índices de isolamento social, dando continuidade ao nosso planejamento para a retomada das atividades de forma mais segura para a população”, destacou Firmino, ressaltando que a Prefeitura vem fazendo sua parte e está trabalhando para aumentar a quantidade de leitos de UTI e de enfermarias.

 

Teresina registra baixo índice de isolamento social nesta sexta-feira (26)

Mesmo com a adoção de medidas mais rigorosas para manter a população em casa, Teresina registrou índice de isolamento social de 40,2% na sexta-feira (26). O dado da startup InLoco aponta que a taxa foi a menor dos últimos dias e representa uma queda de mais de 13 pontos em comparação com o domingo (21), quando a capital apresentou índice de 53,4%.

O desrespeito ao isolamento vem crescendo na cidade, apesar de ser fundamental para o início da retomada das atividades econômicas. “É preciso que a população entenda a importância de cumprir rigorosamente o isolamento social para conter mais ainda a disseminação desse vírus e termos condições de um retorno gradual e seguro das atividades, destacou o prefeito Firmino Filho.

O monitoramento da InLoco revela ainda que a região Sudeste teve o pior desempenho, quando atingiu apenas 37,4% de isolamento social na sexta-feira. Em seguida, a zona Leste (39,77%), depois a região Sul (39,98%). Na outra ponta da tabela, aparece a zona Centro-Norte, com 41,55% das pessoas seguindo as orientações de permanecerem em casa.

Além do sistema da startup InLoco, que se baseia na localização de 217 mil celulares na cidade, a Prefeitura de Teresina também está acompanhando o índice de isolamento social através de informações cedidas pelas operadoras de telefonia. Segundo essa base de dados, que leva em consideração o monitoramento de mais de 1,4 milhão de linhas telefônicas, 51,39% das pessoas ficaram em casa ontem.

Os números de isolamento social das últimas semanas estão bem abaixo dos 73% recomendados pelos órgãos de saúde para evitar uma proliferação em massa do novo coronavírus. Enquanto isso, Teresina tem apresentado novos casos da doença. Dados atualizados pelo Comitê de Operações Emergenciais (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), apontaram que a capital registrou mais 12 óbitos por Covid-19 e mais 199 novos casos confirmados da doença na sexta-feira (26). Agora, o município possui um total de 337 mortes e 7.098 infectados pelo novo Coronavírus.

Teresina tem índice de isolamento social de 52% na última terça-feira (14)

Um novo gráfico, produzido diariamente pelo sistema de georreferenciamento da startup InLoco, que atua em parceria com a Prefeitura de Teresina, aponta que, após quase um mês do início da quarentena, Teresina ainda registra índices abaixo do esperado de isolamento social. Dados colhidos na última terça-feira (14) apontam que neste dia foi registrado o índice de 52% de isolamento social, um dos menores nas duas últimas semanas em Teresina.

Os maiores percentuais registrados até agora foram de 63%, em um domingo, dia 5 de abril; 66% no feriado da sexta-feira santa, celebrado no dia 10 deste mês, e 62% no último domingo, dia 12.

De acordo com o prefeito Firmino Filho, os índices mostram que, mesmo com as medidas restritivas adotadas pela Prefeitura e as recomendações das autoridades de saúde, a população continua saindo de casa. “Foi assinado um novo decreto, que altera os horários de funcionamento de alguns estabelecimentos comerciais e de serviços, mas percebemos que as pessoas não estão fazendo sua parte, que é ficar em casa. Estamos fazendo o que está ao nosso alcance para proteger os teresinenses, mas precisamos contar com a ajuda de todos”, pede o gestor.

Firmino explica que o índice de isolamento recomendado para diminuir a disseminação do novo coronavírus em Teresina é de 73%. “Se conseguirmos alcançar essa marca a transmissão diminui muito, o que nos faz ganhar tempo para agir com mais eficiência. Quanto menos pessoas circulando, menos pessoas adoecem”, explica.

Os índices de isolamento são observados diariamente através de um sistema de georreferenciamento , que monitora a localização de 217 mil celulares na cidade. A startup também utiliza ferramentas de marketing para enviar alertas para aparelhos de pessoas que moram nas regiões que mais vêm descumprindo o isolamento social.

FMS realiza quase 3 mil exames de infecções respiratórias

Com a pandemia da Covid-19, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) tem estado atenta e monitorando todo tipo de manifestações de sintomas gripais. Até o dia 11 de abril, foram realizados 2.785 exames de infecção respiratória, dos quais 167 deram positivos para outros vírus que não eram o da Covid-19.

Com a estação das chuvas, Teresina está mais suscetível ao surgimento de doenças respiratórias, que têm características em comum como febre, tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal, dor de garganta e coriza, entre outros sintomas.

De acordo com as orientações do Ministério da Saúde, pessoas com estes sintomas que evoluam para internação em estado grave devem ser testadas para vírus respiratórios. Os exames positivos para outros agentes etiológicos são automaticamente considerados descartados para a Covid-19.

Dentre estes casos, 103 exames deram positivo para o vírus influenza A H1N1. Além dele, 61 exames registraram positivo para outros vírus, como outros subtipos de influenza, além de adenovírus e metapneumovírus, entre outros. “Importante frisar que um mesmo paciente pode apresentar mais de um tipo de vírus respiratório”, informa Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Vacinação

Com o objetivo de diminuir os casos de síndromes respiratórias decorrentes dos vírus da influenza A e B, está ocorrendo a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A ação, que contempla diversos grupos de risco, foi dividida em etapas para evitar aglomerações. “No momento estão sendo imunizados os idosos acamados, em abrigos e na zona rural”, informa Kledson Batista, diretor de Atenção Básica da FMS.

Amariles Borba frisou a importância da vacina no combate a esta onda de síndromes respiratórias, que podem levar a internações e até óbitos entre os grupos de risco. “Devemos ficar atentos nesta época de chuvas, já que o ambiente de muita umidade favorece o crescimento da população dos vírus”, alerta a diretora.