Carnaval de Teresina conta com blocos em todas as zonas da cidade entre 14 e 17 de fevereiro

Carnaval de Teresina conta com blocos em todas as zonas da cidade (Foto: Arquivo ascom FMC)

A programação oficial do Carnaval de Teresina, que acontece entre os dias 14 e 17 de fevereiro, leva alegria, tradição e música para diferentes regiões da capital. Os blocos serão espalhados pelas zonas Centro, Norte, Sul e Leste, garantindo o acesso de toda a população à folia.

No sábado (14/02), a programação contempla as zonas Centro e Leste.
15h – Bloco Pinto na Morada, na Praça Carlos Castelo Branco, bairro Morada do Sol.
16h – Bloco Capote da Madrugada, na Avenida Dom Severino entre a Avenida Presidente Kennedy e Avenida Homero Castelo Branco.
16h – Bloco da Liberdade, na Praça da Liberdade, bairro Centro.

No Domingo de Carnaval, 15/02 (Centro e Sul)
15h – Bloco das Stouradas, Praça Pedro II e vias adjacentes, bairro Centro.
16h – Bloco Paçoca, Praça das Palmeiras I, Conjunto Saci.
17h – Bloco das Fuleiras, na Av. Barão de Gurgueia 3761 – Bacurau.

Na Segunda, 16/02 (Centro e Sul)
16h – Bloco Vaca Atolada, bairro Matinha
17h – Bloco Piauí Samba, Praça Cícero Ferraz, bairro Monte Castelo.

Na terça, 17/02 (Centro e Norte)
16h – Bloco das Curicas, Av. Antonino Freire, bairro Centro.
17h – Bloco Os Patrões da Beka, bairro Matadouro e Vila Operária.

Além da programação cultural, é importante brincar com respeito e segurança. Fique atento aos bloqueios e mudanças no trânsito durante os dias do evento. Com esta programação diversa, o carnaval promete movimentar a economia local e fortalecer a cultura popular, garantindo a diversão para todas as idades.

Cadernos de Teresina 22: artes visuais, literatura, história, cultura popular e memória urbana mostra a diversidade da publicação

Cadernos de Teresina 22 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 22 da publicação, lançado em abril de 1996. A edição reúne uma ampla diversidade de conteúdos que percorrem artes visuais, literatura, história, cultura popular, memória urbana, universidade, teatro e documentação histórica, consolidando o perfil multidisciplinar da revista.

Na seção de artes plásticas, destaca-se o texto “Gabriel Arcanjo: a sensualidade da cor e o lirismo do traço”, de Pollyanna Jericó. A literatura aparece em diferentes frentes, incluindo críticas como “Trinta anos de tensa comunhão com a palavra”, sobre a obra de Francisco Miguel de Moura, e reflexões sobre novos caminhos da produção literária. A edição também traz contos, crônicas históricas, relatos de viagem e debates sobre universidade e sociedade.

A cultura popular ganha espaço com a matéria “Ex-voto: símbolo da religião e da magia em Teresina”, de Maria Cecília Silva de Almeida Nunes, enquanto a seção de documentos apresenta estudos sobre cotidiano, cinema, futebol em Teresina no início do século XX e narrativas históricas regionais. A edição conta ainda com entrevista com Cinéas Santos, textos literários sobre Torquato Neto, memórias urbanas, seção dedicada exclusivamente à poesia, além de teatro e agenda cultural.

Cadernos de Teresina 22 (Foto: Ascom FMC)

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente na Praça Pedro II, em referência à matéria “O espetáculo da Praça Pedro II”, do professor Odoaldo da Rocha Marinho. O texto resgata aspectos históricos, curiosidades e transformações do espaço ao longo do tempo, conectando memória urbana e vivência cultural da cidade. O resumo da edição foi apresentado pela chefe de gabinete da FMC, Clarissa Parente, que destacou a importância do registro histórico da praça como símbolo da vida social e cultural de Teresina.

Com uma publicação robusta, a edição nº 22 reúne gravuras, textos, poemas, música, literatura, reportagens, entrevistas e agenda cultural, valorizando a memória cultural e histórica da capital e do estado. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI!

Prefeitura de Teresina empossa novos conselheiros de cultura

Posse dos novos conselheiros municipais de cultura (Foto: Jailson Soares/SEMCOM)

O prefeito de Teresina, Silvio Mendes, assinou na manhã desta quinta-feira (05) o decreto de posse dos novos conselheiros de cultura para o biênio 2025-2027. A cerimônia ocorreu no Salão Nobre do Palácio da Cidade.

O Conselho Municipal de Política Cultural de Teresina (CMPC) é um órgão colegiado, de caráter consultivo, deliberativo, propositivo e orientador. Sua finalidade é institucionalizar a relação entre a gestão municipal e os setores da sociedade civil ligados à cultura de maneira transparente com a participação popular.

Na ocasião, foram empossados 36 conselheiros, sendo 18 representantes do poder público e 18 representantes da sociedade civil, reforçando o caráter democrático e participativo do Conselho Municipal de Política Cultural.

O chefe do executivo municipal destacou a importância da missão dos conselheiros. ‘’Vocês aceitaram exercer o controle social da cultura de uma cidade como Teresina, é preciso fazer a ideia, a gente não sabe tudo. Queremos contribuir com o esforço e a energia que Deus nos der para poder fazer aquilo que a cidade espera da gente. Com coisas novas, que a gente nunca fez, ou com coisas que a gente fez e deixou de fazer. Enfim, que a gente consiga contribuir com uma Teresina melhor do que a gente tem hoje’’, disse Silvio.

Destacando o empenho da gestão na valorização da cultura, o presidente da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), Maestro Aurélio Melo, pontuou a parceria do conselho com as políticas desenvolvidas pela pasta. ‘’A Fundação faz um trabalho muito interessante que muda o cenário da cidade ao longo do tempo. Mas são trabalhos silenciosos que com o tempo a cidade vai tomando conhecimento. Essa filosofia de trabalho que vem se mantendo é muito importante, então a presença da sociedade através do conselho vai nos ajudar. Por isso que eu agradeci a participação dos novos conselheiros de entregar um pouco do seu tempo para fazer esse trabalho que não vai dar retorno para projetos pessoais, mas sim para uma mudança de mentalidade da cidade’’, afirmou.

O presidente da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), Aurélio Melo, também ressaltou a relevância do momento e a necessidade de alinhamento entre a Fundação e os agentes culturais. “Queremos estar cada vez mais afinados com o trabalho da FMC e dos fazedores de cultura. Agradeço a participação e o empenho de todos para que possamos desenvolver esse importante trabalho”, concluiu.

Nomeado como conselheiro titular, o presidente da Comissão de Cultura e Arte da Ordem dos Advogados do Piauí (OAB-PI), Ramon Patrese, ressaltou a participação da entidade no CMPC. ‘’Acredito que a presença da OAB vai gerar mais segurança jurídica para os atos do Conselho de Cultura, para que a gente possa trabalhar por um processo participativo, transparente, e que, de fato, a gente atinja os fazedores de cultura aqui da nossa capital, principalmente no estabelecimento de um plano municipal de cultura, que seja participativo, atenda as necessidades da nossa comunidade da capital e gere frutos’’, finalizou.

 

 

Palácio da Música abre matrículas para cursos gratuitos de instrumentos musicais

O Palácio da Música está com matrículas abertas, desde o dia (3) de fevereiro, para diversos cursos de instrumentos musicais, destinados a crianças, jovens e adultos interessados em iniciar ou aperfeiçoar seus conhecimentos na área musical. As aulas terão início no mês de março e acontecerão no próprio Palácio da Música.

A iniciativa oferece formação em diferentes instrumentos, com opções para níveis: iniciante, básico e intermediário, além de turmas específicas por faixa etária.

Confira os cursos disponíveis:

Curso de Violão
Modalidades: infantil, juvenil e adulto
Níveis: iniciante e intermediário
Curso de Violino
Modalidades: juvenil e adulto
Curso de Guitarra
Modalidade: adulto
Nível: intermediário
Curso de Sanfona
Modalidades: infantil, juvenil e adulto

Os cursos possuem duração entre um e dois meses, conforme a modalidade escolhida, e contam com horários variados, facilitando a participação do público. A matrícula tem o valor de R$ 60,00, sem cobrança de mensalidade. Alunos da rede pública que possuam Cadastro Único (CadÚnico) estão isentos da taxa de matrícula. Para alguns cursos, é necessário que o aluno possua o instrumento, e em outros há vagas limitadas para quem não possui.

Os interessados devem procurar o Palácio da Música para mais informações sobre vagas, horários e critérios de participação. Uma excelente oportunidade para transformar o interesse pela música em aprendizado e prática.

 

Bloco das Fuleiras fortalece tradição carnavalesca e recebe apoio estrutural da FMC

Bloco das Fuleiras (Foto: Ascom FMC)

O Bloco das Fuleiras é um dos exemplos de como o Carnaval de Teresina nasce da cultura popular e da união entre amigos. Criado há cerca de 19 anos, o bloco surgiu a partir de encontros de jogadores da região da Tabuleta que, aos domingos de Carnaval, se reuniam para partidas de futebol marcadas pela descontração e pelo bom humor. Após os jogos, o grupo seguia para bares da região, onde a convivência e as brincadeiras ajudaram a construir a identidade do bloco.

Com o passar dos anos, o encontro entre amigos cresceu, ganhou novos participantes e deixou de ser apenas uma confraternização para se tornar uma festa de rua. O aumento do público e a adesão da comunidade consolidaram o Bloco das Fuleiras como parte da programação carnavalesca da cidade.

Bloco das Fuleiras (Foto: Ascom FMC)

Atualmente, o evento acontece na Avenida Barão de Gurgueia, nas proximidades do Bar do Bacurau, em frente à academia Selfit. Para a edição deste ano, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) vai oferecer apoio estrutural para a realização do bloco, reforçando o incentivo às manifestações culturais populares e contribuindo para a organização e segurança do evento.

A programação está prevista para o domingo de Carnaval, dia 15 de fevereiro, a partir das 16h, com atrações musicais, espaço kids e animação com bonecos gigantes. A organização também avalia a retomada do percurso tradicional pelas ruas do entorno, prática que marcou a história do bloco.

Bloco das Fuleiras (Foto: Ascom FMC)

Cadernos de Teresina 21: arte, memória e cidade em uma edição plural

Cadernos de Teresina 21 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 21 da publicação, lançada em dezembro de 1995. Considerada uma das edições mais amplas e diversas da revista, o volume reúne um extenso conjunto de textos, ensaios e reflexões que atravessam artes visuais, literatura, história, cultura popular, urbanismo, música, teatro e sociedade.

O destaque da edição é a matéria “Artes Plásticas: Manoel Oliveira – Teresina em Linha & Cor”, que aborda a obra do artista e sua relação sensível com a paisagem urbana da capital. A edição também traz contribuições relevantes nas seções Canto do Conto, com textos de Pollyanna Jericó e José Pereira Bezerra, além de reflexões sobre a cidade, como “Assentamentos Humanos: um desafio para Teresina”, de Kleber Moura, e “O fantasma das epidemias”, de Maria Mafalda Balduíno de Araújo.

A cultura popular ocupa espaço significativo, com matérias como “O Homem do Carcará”, de Ailton Simões, e “Teresina e o espaço sagrado”, de Maria Cecília Silva de Almeida Nunes. O campo documental é contemplado com estudos históricos, entre eles “Alforrias de Escravos: um estudo de relações sociais” e “Os corsários no litoral piauiense”, ampliando o olhar sobre o passado do estado.

A edição nº 21 também reúne entrevistas, ensaios teóricos, perfis, memórias e uma forte presença literária, com textos que discutem ideologias, cânone piauiense, utopias, poesia e trabalho, além de uma sessão dedicada exclusivamente à poesia. Música, teatro, urbanismo e agenda cultural completam o conjunto, reforçando o caráter multidisciplinar da revista.

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente no Centro de Teresina, junto às obras de Manoel Oliveira, fazendo alusão direta à matéria de artes plásticas que dá destaque à edição. O resumo ficou a cargo da estagiária da FMC, Vitória Eduarda, que apresentou ao público os principais pontos do texto e a importância da obra do artista para a memória visual da cidade. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cine MIS estreia com sessão gratuita e aposta na democratização do cinema brasileiro

Projeto Cine MIS (Foto: Ascom FMC)

O Museu da Imagem e do Som (MIS) deu início, nesta terça-feira (27), ao projeto Cine MIS, uma nova iniciativa cultural que passa a oferecer sessões gratuitas de cinema para a população. A estreia contou com a exibição do filme O Palhaço, produção nacional protagonizada por Selton Mello, e reuniu estudantes, visitantes e amantes do audiovisual.

Idealizado como um espaço de difusão e entretenimento, o Cine MIS acontece semanalmente, sempre às terças-feiras, das 12h às 14h, ampliando o acesso da população ao cinema brasileiro. Segundo o diretor do MIS, Paulo Dantas, a proposta vai além da exibição de filmes de circulação nacional. “Não teremos apenas filmes de difusão nacional. Também exibiremos produções realizadas aqui na nossa cidade e no nosso estado, dialogando com obras de outros estados do país”, explicou.

O diretor destacou ainda que todas as sessões serão gratuitas, uma vez que os filmes exibidos fazem parte da Coleção Cinema Contemporâneo Brasileiro, disponibilizada pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). “Uma das especificidades para que esses filmes sejam veiculados é justamente que permaneçam gratuitos. Por isso, o Cine MIS será sempre aberto ao público”, reforçou Paulo Dantas.

Projeto Cine MIS (Foto: Ascom FMC)

Durante a abertura, o diretor também relembrou iniciativas anteriores voltadas ao audiovisual na cidade, como o Cine Clube, ativo nos anos 1990 na Casa da Cultura. Diferente daquela experiência, o Cine MIS nasce com foco principal na difusão cultural e no entretenimento. “A população precisa e quer espaços de lazer e cultura. O MIS se coloca como esse espaço”, afirmou.

Entre os presentes na estreia estava a estudante Maria Isadora, que ressaltou a importância do projeto para a valorização do cinema nacional. Para ela, o Cine MIS amplia o acesso da população à produção cinematográfica brasileira e fortalece o reconhecimento do cinema como elemento social e cultural. “Essa proposta que o MIS está trazendo é muito importante para a população em geral, seja teresinense ou timonense, que vive em cidades próximas. Ela valoriza o cinema brasileiro, a cinematografia e mostra a importância que o cinema tem para a sociedade”, destacou.

Cadernos de Teresina 20: imaginário religioso e a criação da capital em destaque

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco na edição nº 20, publicada em agosto de 1995. A revista reúne um amplo conjunto de conteúdos que transitam entre artes, literatura, história, política, música e cultura popular, reafirmando o papel da publicação como importante registro da memória cultural e social de Teresina.

Entre os temas abordados estão artes plásticas, Canto do Conto, crônicas, poesias, teatro e agenda cultural, além de matérias como O mestre-escola e a “siglomania”, “O nascimento da infância”, reflexões em “Lembranças de uma cidade ardente”, textos sobre o cotidiano entre trabalho e lazer, literatura com Juca Mulato e Luiz Romero Lima, música com a análise “CD Bom ou Bons CDs”, além de discussões políticas sobre liberdade e poder a partir da obra de Jean-Jacques Rousseau. A edição também traz entrevista com Raimundo Nonato Monteiro de Santana e um perfil dedicado à vida e obra do Barão de Gurguéia.

O principal destaque desta edição é a matéria de cultura popular “O imaginário religioso e a criação de Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto aborda a fundação da capital a partir do chamado marco zero, localizado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Amparo, espaço simbólico para a compreensão da origem da cidade e da construção de seu imaginário religioso.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, estabelecendo uma relação direta entre o local histórico e a narrativa apresentada na revista. O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC, Mariana Castelo Branco, que destacou os aspectos históricos e simbólicos da matéria central. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.

MIS promove estreia do CINE MIS com exibição de cinema nacional no centro de Teresina

O Museu da Imagem e do Som de Teresina (MIS) promove, no dia 27 de janeiro (terça-feira), a estreia do CINE MIS, um novo projeto cultural que tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema e aproximar o público teresinense do audiovisual popular e nacional.

A programação acontece das 12h às 14h, no horário do almoço, pensando especialmente no público que circula pelo centro da cidade e busca opções culturais acessíveis durante o dia. A iniciativa integra as ações do MIS voltadas à valorização do cinema brasileiro e à difusão da produção cinematográfica.

De acordo com o diretor do MIS, Paulo Dantas, o projeto nasce com a proposta de criar um espaço de encontro entre o público e o cinema nacional. “É uma iniciativa que visa difundir o cinema por meio de produções cinematográficas nacionais. Pensamos nesse horário para quem trabalha no centro, que por vezes precisa de um tempo para descansar e aproveitar algo cultural. Venha curtir com a gente o novo cinema brasileiro”, destacou.

Na estreia, será exibido o filme “O Palhaço”, do ator Selton Mello, marcando o início da programação do projeto, que pretende ampliar o diálogo entre o público e o audiovisual produzido no país. O CINE MIS fomenta a cultura, estimula o acesso ao cinema e fortalece a memória e identidade cultural da cidade.

FMC recebe Academia Piauiense de Letras para reunião institucional e proposta de parceria

FMC recebe Academia Piauiense de Letras para reunião institucional e proposta de parceria (Foto: ASCOM/FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) recebeu na última segunda-feira (19) representantes da Academia Piauiense de Letras (APL) para uma reunião institucional voltada ao fortalecimento de parcerias culturais entre as duas entidades.

A visita contou com a presença da presidente da APL, Fides Angélica Ommati, que está em fase final de seu mandato, além de dois professores integrantes da Academia. O encontro teve como principal objetivo a apresentação de uma proposta de parceria institucional entre a FMC e a APL, visando o desenvolvimento de ações conjuntas voltadas à valorização da cultura, da literatura e da memória piauiense.

Durante a ocasião, a presidente da APL realizou a doação de publicações da Academia ao acervo da FMC, contribuindo para o enriquecimento do patrimônio bibliográfico da instituição. O presidente da FMC, maestro Aurélio Melo, destacou a importância do encontro e da doação realizada. “É uma imensa alegria receber a Academia Piauiense de Letras, principalmente nos presenteando com essa riqueza que é a história do Piauí. Essa doação ficará à disposição da Fundação, e vamos buscar um alinhamento para fortalecer ainda mais a cultura da cidade e do estado, aproximando a Fundação Monsenhor Chaves da Academia Piauiense de Letras”, afirmou.

A presidente da APL, Fides Angélica Ommati, também ressaltou a satisfação com o diálogo institucional e as perspectivas futuras de colaboração. “É uma alegria estar aqui hoje, nesse contato com a Fundação Monsenhor Chaves. Já estamos pensando e arquitetando atividades em conjunto, em colaboração, com o objetivo de fortalecer a cultura e a literatura do nosso estado”, pontuou.

FMC recebe Academia Piauiense de Letras para reunião institucional e proposta de parceria (Foto: ASCOM/FMC)