Receita Federal doa caminhão-baú para fortalecer logística da Orquestra Sinfônica de Teresina

Doação da Receita Federal para a Orquestra Sinfônica de Teresina (Foto: ASCOM/FMC)

A Orquestra Sinfônica de Teresina recebeu, nesta quinta-feira (16), um caminhão-baú doado pela Delegacia da Receita Federal em Teresina. O veículo será destinado ao transporte de instrumentos, equipamentos e estruturas utilizadas nas apresentações e projetos da Orquestra, fortalecendo de forma direta a logística e a capacidade operacional do grupo.

A doação é fruto de parceria institucional com a Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), e representa um avanço importante para a política de valorização da cultura e de fortalecimento dos equipamentos culturais do município.

Para o prefeito de Teresina, Dr. Silvio Mendes, a iniciativa demonstra sensibilidade social e compromisso com a cidade. “A Orquestra Sinfônica é um patrimônio de Teresina e precisa de estrutura para cumprir seu papel cultural e educativo. Essa doação é um gesto de responsabilidade e respeito com a cultura e com os artistas da nossa cidade”, afirmou.

O presidente da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, Raimundo Aurélio de Melo, destacou o impacto prático da doação no dia a dia da Orquestra. “Esse caminhão representa dignidade de trabalho para os músicos e mais eficiência para a gestão. Ele vai garantir segurança no transporte dos instrumentos e permitir que a Orquestra chegue a mais bairros, escolas e comunidades”, pontuou.

O superintendente executivo da FMC, Abiel Bomfim, ressaltou que a doação atende a uma demanda histórica da instituição. “Há muitos anos a Orquestra Sinfônica de Teresina sonhava com um veículo próprio para o transporte de seus instrumentos e equipamentos. Essa doação da Receita Federal é um marco para a Orquestra e para a cultura de Teresina. É logística, é economia de recursos públicos e é mais alcance social”, afirmou.

O delegado da Receita Federal em Teresina, André Luiz, destacou o caráter social da destinação do veículo. “A Receita Federal tem o compromisso de dar destinação social aos bens apreendidos, e é motivo de satisfação ver esse caminhão contribuindo diretamente para a cultura, para a educação e para a formação cidadã por meio da música”, declarou.

O caminhão-baú será incorporado à frota de apoio da Fundação Municipal de Cultura e ficará à disposição da Orquestra Sinfônica de Teresina para atender apresentações, projetos educativos, concertos didáticos e ações de descentralização cultural nos bairros da capital.

Cadernos de Teresina 19: a devoção popular ao motorista Gregório em destaque na edição revisitada

Cadernos de Teresina 19 (Foto: Reprodução da internet)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 19 da publicação, lançado em abril de 1995. A edição reúne uma ampla diversidade de temas que transitam entre artes, literatura, história, urbanismo e cultura popular, reafirmando o papel da revista como registro sensível da memória social e cultural do Piauí.

Entre os conteúdos presentes estão matérias sobre artes plásticas, Canto do Conto, crítica literária, poesias, crônicas e urbanismo, além de textos como “Mostra visual de poesia brasileira”, “Uma pequena apreciação do tempo: da Idade Média à Idade Moderna”, reflexões sobre o movimento estudantil no Piauí, discussões acerca da questão da nacionalidade na literatura brasileira no século XIX e a reportagem “Jornalismo em Teresina nos anos 30: ato de amor e heroísmo”.

O principal destaque da edição é a matéria de cultura popular “Motorista Gregório: um santo do povo”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto, narra a história de Gregório, personagem que mobilizou forte comoção popular após ser assassinado às margens do rio Poty por um delegado da cidade de Barras. Com o passar do tempo, sua memória foi ressignificada pela população, que passou a vê-lo como uma figura de devoção e fé.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente no monumento em homenagem ao motorista Gregório, localizado na Avenida Marechal Castelo Branco. O local tornou-se ponto de visitação e devoção popular, marcado por um monumento em formato de gota com uma cruz ao centro, simbolizando um dos aspectos mais tocantes de sua história: o fato de Gregório ter passado longas horas com sede antes de morrer. Até hoje, fiéis costumam levar garrafas de água ao monumento como gesto simbólico para “matar a sede” daquele que consideram um santo do povo.

O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC, Jairo Sherlock, que destacou a relevância da matéria sobre o Motorista Gregório como um importante registro da religiosidade popular, da memória coletiva e das narrativas construídas pelo povo a partir de episódios de dor e injustiça.

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Cadernos de Teresina 18: religiosidade popular em foco na edição revisitada

Cadernos de Teresina (Foto: ASCOM/FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 18 da publicação, lançada em dezembro de 1994. A edição reúne um amplo conjunto de temas que atravessam cultura popular, artes, literatura, música, sociedade e história, reafirmando o caráter plural da revista.

O principal destaque desta edição é a matéria “Religiosidade popular em Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva, que aborda manifestações de fé como expressão cultural e identidade coletiva da cidade. No campo das artes plásticas, a revista apresenta o trabalho “Janela da Alma”, enquanto a crítica literária analisa a poesia de William Melo Soares. A publicação também discute a literatura piauiense sob a perspectiva da história social, ampliando o debate sobre produção cultural e contexto histórico.

Outros temas relevantes presentes na edição incluem a desertificação no Piauí, o movimento estudantil piauiense nos anos 1970, a música no estado na mesma década, além de textos sobre poesia, sociedade e a extensão integradora da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O conjunto de matérias oferece um panorama crítico e diversificado do pensamento cultural e social do período.

Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente na Fundação Monsenhor Chaves, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Josias Filho, que destacou a matéria sobre religiosidade popular em Teresina, enfatizando sua importância como registro da cultura e das tradições da capital.

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Carnaval 2026 em Teresina: FMC divulga informações detalhadas sobre a festa

Carnaval 2026 em Teresina (Foto: Ascom FMC)

Teresina já tem a confirmação oficial de Carnaval em 2026. A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) reuniu-se, nesta quarta-feira (7), com o prefeito o Silvio Mendes e representantes de blocos carnavalescos para alinhar a organização da festa na capital.

O encontro, segundo a Prefeitura, teve como foco o reconhecimento das manifestações populares como expressão cultural de grande relevância para a cidade e o compromisso institucional de trabalhar de forma integrada para viabilizar a programação.

Carnaval de rua com forte participação popular

Durante a reunião, foram identificados os principais blocos em atividade, com programação distribuída entre sábado e terça-feira de Carnaval, contemplando todas as zonas urbanas de Teresina. As manifestações carnavalescas possuem caráter comunitário e ampla participação popular, reunindo um grande número de foliões e gerando impactos diretos na dinâmica urbana, social e econômica do município.

Segundo estimativas apresentadas no encontro, a circulação de público chega a mais de 120 mil pessoas ao longo do período carnavalesco.

O prefeito Silvio Mendes ressaltou a importância do Carnaval como momento de convivência coletiva e expressão cultural. Em suas declarações, ele afirmou que a festa popular será promovida de forma gratuita e aberta ao público, com foco na segurança, organização e civilidade. “A cidade merece ser feliz, e o Carnaval é uma forma de ser feliz”, afirmou o gestor municipal durante a reunião.

Carnaval 2026 em Teresina (Foto: Ascom FMC)

Planejamento e infraestrutura

O planejamento para o Carnaval de Teresina 2026 inclui investimentos em infraestrutura para apoiar blocos, mobilidade, segurança pública e serviços urbanos. A Fundação Municipal de Cultura antecipou que está organizado o investimento estimado de R$ 450 mil para atender 12 blocos carnavalescos, com foco na disponibilização de equipamentos básicos como palco, som, iluminação, banheiros químicos, geradores e logística. (conforme informado em levantamentos técnicos e planejamento institucional).

Entre os blocos tradicionais que participam das articulações estão, a título exemplificativo, o Capote da Madrugada, o Bloco da Liberdade, o Pinto na Morada, o Bloco das Fuleiras, o Paçoca, o Vaca Atolada, o Piauí Samba, o Estouradas, o Patrão da Beka e o Curicas, refletindo a diversidade de iniciativas populares na cidade.

Programação oficial e próximos passos

A FMC informou que a programação completa do Carnaval 2026 será divulgada em breve pelos canais oficiais da Fundação, com detalhamento das datas, locais e logísticas de cada bloco.

A expectativa da gestão municipal é que a festa reforce a presença cultural na cidade, promova ocupação dos espaços públicos e fortaleça o sentimento de pertencimento da população, sem a necessidade de abadás ou exigência de ingresso, preservando o caráter de festa popular.

Vai ter Carnaval, sim! FMC e blocos carnavalescos se reúnem com Prefeito Silvio Mendes

Foto: Ascom FMC

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), juntamente com representantes dos blocos de carnaval de Teresina, participou de uma reunião com o prefeito Silvio Mendes, nesta quarta-feira (07), para tratar da organização do período carnavalesco na capital. Durante o encontro, ficou definido que Teresina terá, oficialmente, Carnaval em 2026.

A reunião teve como foco o alinhamento institucional e o reconhecimento da importância dos blocos tradicionais para a cultura popular da cidade. Na ocasião, foram identificados os principais blocos em atividade, com programações distribuídas entre o sábado e a terça-feira de Carnaval, contemplando todas as zonas urbanas da capital.

As manifestações carnavalescas em Teresina têm caráter comunitário e ampla participação popular, reunindo um grande número de pessoas e gerando impactos diretos na dinâmica urbana, social e econômica do município. Somente durante o período carnavalesco, a circulação de foliões chega a ultrapassar 120 mil pessoas, segundo estimativas apresentadas durante a reunião.

Durante o encontro, o prefeito Silvio Mendes destacou a relevância do Carnaval como expressão cultural e momento de convivência coletiva. “Este ano vai ter Carnaval. São mais de 120 mil pessoas reunidas durante o período, em diferentes dias e locais da cidade. O Festejo Popular, como sempre foi, é gratuito, sem abadás, aberto a quem quiser participar. Vamos fazer o possível para garantir segurança, organização e civilidade. Teresina é uma cidade pacífica, que merece ser feliz, e o Carnaval é uma forma de ser feliz”, afirmou.

A programação completa do Carnaval de Teresina 2026 será divulgada posteriormente pelos canais oficiais de comunicação da Fundação Municipal de Cultura.

Balé da Cidade encerra temporada 2025 com apresentação do espetáculo Sinais

A apresentação contará com acessibilidade em Libras (Foto: Ascom FMC)

O Balé da Cidade de Teresina se prepara para encerrar sua temporada de 2025 com a apresentação do espetáculo Sinais, marcada para o dia 23 de dezembro, no Parque da Cidadania. A obra, que percorreu diferentes espaços ao longo do ano, retorna agora como símbolo de fechamento de ciclo, reunindo público e companhia em um último encontro antes da pausa de fim de ano.

Criado por Samuel Alvís, Sinais parte da ideia de comunicação para além da palavra, explorando gestos, ritmos, silêncios e percepções sensoriais como formas legítimas de troca. O espetáculo dialoga diretamente com os princípios de inclusão e acessibilidade, incorporando múltiplas linguagens e convidando diferentes públicos a se reconhecerem na cena. “Encerrar o ano com Sinais é reafirmar quem somos enquanto companhia. É um trabalho que fala de encontro, de escuta e de respeito às diferentes formas de estar e perceber o mundo. Ele representa muito do que buscamos construir ao longo deste ano”, afirma o criador.

A apresentação contará com acessibilidade em Libras, reforçando o compromisso do Balé da Cidade com uma arte que se comunica de maneira ampla e democrática. A proposta do espetáculo é ampliar as possibilidades de percepção da dança, criando pontes entre corpos, sentidos e experiências diversas.

Aberto a toda a população, o espetáculo é gratuito e convida o público a ocupar o Parque da Cidadania para celebrar o encerramento da temporada. Um convite para viver, juntos, uma noite de arte, encontro e partilha, marcando o fim de 2025 com dança, inclusão e presença.

Cadernos de Teresina 17: edição de 1994 destaca identidade cultural e cidade

Cadernos de Teresina edição 17 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, mais um capítulo do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para a edição nº 17, publicada em agosto de 1994. A revista mostra o perfil plural da publicação ao reunir artes visuais, literatura, música, teatro, urbanismo, história e humor, compondo um amplo retrato cultural do período.

Entre os conteúdos da edição estão textos de artes plásticas, Canto do Conto; crônicas e ensaios literários, como “A vida do vizinho”, de Francisco Miguel de Moura, além de reflexões em “Ensaio para um domador de potros”. O campo documental é contemplado com a matéria “Piauí provincial – uma visão dos códices de passaporte”, enquanto a editoria de ecologia aborda o Parque Municipal da Floresta Fóssil do Rio Poti, em texto de Claire Anne Viana de Sousa. A edição também traz discussões sobre história oral, humor assinado por Arnaldo Albuquerque, literatura com Apocalipse, de Mário Quintana, música dos anos 1960, além de perfil dedicado ao professor Clemente Fortes, educador e crítico do direito cívico brasileiro.

O teatro e os quadrinhos também ganham espaço, com destaque para “Prado – um grito parado no ar e as ilustrações de Amaral. No campo do urbanismo, a revista apresenta a matéria “Considerações sobre o patrimônio arquitetônico de Teresina”, escrita por Edison Gayoso, que propõe reflexões sobre preservação, memória e identidade urbana — tema central do episódio desta semana do projeto.

A gravação do Revisitando a Revista aconteceu no espaço da Galeria Café, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC, Lindalva Medeiros, que destacou justamente a importância da matéria sobre o patrimônio arquitetônico da capital. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI.

Cadernos de Teresina 16: O papel do historiador em destaque na edição revisitada

Cadernos de Teresina 16 (Foto: Ascom FMC)

Dando continuidade ao projeto semanal “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, a edição nº 16 da publicação, lançada originalmente em abril de 1994. A revista, marcada pela riqueza de conteúdo e diversidade temática, reúne ensaio fotográfico, literatura, crítica, entrevistas e reflexões sobre arte, memória e cidade.

A edição traz um ensaio fotográfico assinado por Jairo Cézar, que registra cenas e atmosferas de Teresina. No campo das artes plásticas, Pollyana Jericó apresenta o texto “A arte de Júnior Brandão”, abordando a sensibilidade e a força da obra do artista. Em literatura, o Canto do Conto traz “No local do crime”, além de uma crítica literária escrita por Jonas da Silva.

Entre os destaques, está o texto “Um testemunho de amor à Teresina”, do padre Cláudio Melo, que reflete sobre a relação afetiva com a cidade. A edição também apresenta uma entrevista com o padre Raimundo José, conduzida por Anna Kelma, trazendo perspectivas sobre fé, cultura e cotidiano. No campo da crítica e reflexão, há ainda uma discussão sobre o papel do historiador, analisado a partir dos poemas “O Historiador”, de Carlos Drummond de Andrade, e “A um historiador”, de Walt Whitman.

Assim como as demais edições, a nº 16 apresenta uma revista robusta, com gravuras, poemas, música, literatura, reportagens, entrevistas, agenda cultural e conteúdos diversos, mantendo o caráter multidisciplinar que marca a história da publicação. Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente no Museu da Imagem e do Som (MIS), e o resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Jairo Sherlock. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.

Memória cultural: edição nº 15 do Cadernos de Teresina ganha novo destaque

Edição nº 15 do Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

Dando continuidade ao projeto semanal Revisitando a Revista Cadernos de Teresina, a Fundação Municipal de Cultura apresenta, nesta semana, a edição nº 15, intitulada “Memorare – esse belo desconhecido”, lançada originalmente em dezembro de 1993. Rica em conteúdo e memória, a publicação reúne um amplo panorama artístico, cultural e social da época, reafirmando o papel da revista como registro plural da produção intelectual piauiense.

A edição traz um ensaio fotográfico especial, “Memorare”, assinado por Jairo Cezar, que conduz o leitor a uma viagem visual sensível e reflexiva. Na seção de artes plásticas, o destaque é a obra de Lucílio de Albuquerque. A crítica literária fica por conta de Elmar Carvalho, que analisa “Um certo poeta Borges de Almeida”, enquanto uma entrevista exclusiva com Hermes Vieira amplia as discussões sobre criação e pensamento artístico.

Os temas se diversificam com a seção de ecologia, abordando o eixo “Teresina 40 graus”, e com o EM FOCO, que evidencia a atuação da Orquestra da Câmara de Teresina no cenário musical da cidade, que atualmente se transformou na Orquestra Sinfônica de Teresina. O humor também marca presença com as tirinhas de Mafal, e a literatura ganha espaço com o texto “Itinerário poético – a releitura de um tempo”.

A edição ainda reúne discussões sobre música piauiense, reflexões de sociologia com “Cinema, uma invenção do diabo?”, análises de teatro com o texto “Gomes Campos, além do auto além”, além de uma pauta urbana sobre as ocupações em Teresina. A programação cultural da cidade aparece na tradicional agenda assinada por Adrião Neto. O número 15 também traz o suplemento especial “Uma viagem ao mundo de Pintinho”, de Antônio Vieira Sales e Francisco Alcides do Nascimento, que amplia o mergulho do leitor no universo artístico local.

O episódio desta semana foi gravado diretamente da sede da Fundação Municipal de Cultura, com apresentação e resumo feitos por Micael Fideles, coordenador de bandas. A proposta reforça a importância da preservação e da divulgação da revista, que permanece como um dos mais completos registros da cultura teresinense.

Clique aqui e confira a edição 15

Balé da Cidade apresenta programação de dezembro da temporada de Natal com destaque para o espetáculo Sinais

Balé da Cidade apresenta o espetáculo Sinais (Foto: Ascom FMC)

O Balé da Cidade de Teresina segue com a sua temporada de Natal, levando dança gratuita a diversos espaços públicos da capital durante todo o mês de dezembro. Dentro dessa programação, a companhia estreou, no dia 29 de novembro, o espetáculo Sinais, que iniciou seu ciclo de apresentações abertas ao público.

Criado pelo produtor, professor e coreógrafo do Balé, Samuel Alvís, Sinais nasce do desejo de explorar novas formas de comunicação pela dança. Inspirada na força simbólica dos sinos, elementos que anunciam, marcam o tempo e evocam memórias, a obra transforma som, gesto e presença em caminhos para perceber e sentir o mundo de outras maneiras.

Segundo Samuel, a criação busca ampliar o entendimento sobre linguagem e conexão. “Sinais é um convite para escutar com o corpo. É sobre comunicar para além da palavra, para além do óbvio, e permitir que cada pessoa encontre o seu próprio sentido dentro do movimento”, destaca o coreógrafo.

Balé da Cidade apresenta o espetáculo Sinais (Foto: Ascom FMC)

Após a estreia, o espetáculo volta a ocupar diferentes regiões da cidade ao longo de dezembro. As próximas apresentações são:
• 06 de dezembro – Parque Matias Matos (Mocambinho)
• 13 de dezembro – Parque da Cidadania
• 23 de dezembro – Parque da Cidadania

Com essa circulação, o Balé da Cidade reforça seu compromisso em democratizar o acesso à arte e convida toda a população a acompanhar a programação, prestigiar os artistas locais e vivenciar a dança como encontro, celebração e partilha.