SAAD-Leste traça mapeamento de áreas de risco de alagamento

A Superintendência de Ações Administrativas Descentralizadas Leste- SAAD/Leste, se reuniu, neste domingo (2), com gestores da Prefeitura Municipal de Teresina, para discutir o mapeamento dos locais de risco de alagamentos e plano de ação da zona Leste de Teresina. As ações estratégicas do órgão – que fazem parte de uma força-tarefa elaborada pela Prefeitura – possui mapeamento e identificação dos principais pontos de alagamento, e tem o intuito de prevenir desastres e minimizar os efeitos em decorrência das fortes chuvas comuns nessa época.

Segundo o superintendente da SAAD-Leste James Guerra, as primeiras ações com mapeamento de locais críticos é de suma importância na estratégia de proteção e segurança dirigidas à população do local.

“Neste primeiro momento, é essencial o mapeamento das áreas mais atingidas para ações de prevenção e emergência. Agora, é necessária a união de todos os esforços dos órgãos, entidades e também da população, evitando o acúmulo de lixos nas vias urbanas, principalmente, nesta época. Vamos buscar amenizar os danos humanos, materiais e/ou ambientais, consequentes desse sinistro, frisou.

De acordo com o superintendente, para as áreas da região com fortes inundações – bruscas ou graduais – foram definidas atividades emergenciais a curto prazo como: limpeza das bocas de galerias existentes, limpeza das grelhas, das galerias, canais, recomposição de pavimentação, limpeza de bocas de lobo, limpezas de passagem molhada; recuperação e limpeza de bueiros, pavimentos e monitoramento de área de deslizamento. Nas ações de médio a longo prazo foram definidas: elaboração de projeto de ampliação e reforma da galerias, execução de obra de galerias, limpeza de canais, projetos de reforma de bueiros e galerias, elaboração e execução de projetos de drenagem.

Foto: Divulgação (SAAD Leste)

Mais de 100 famílias são retiradas de áreas de risco em Teresina

Ascom/Semcaspi

A Prefeitura de Teresina tem intensificado o trabalho de assistência e atendimento às famílias em situação de risco por conta das chuvas e cheias dos rios na capital. Apesar do momento delicado contra a pandemia do vírus Covid-19, as equipes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) seguem trabalhando para auxiliar as famílias que têm suas casas comprometidas com as chuvas. Nos últimos três dias, 116 famílias foram removidas dos locais de risco. Somente a zona sudeste concentra 59% dos casos de desabrigamento, seguido da zona sul com 27%.

A Defesa Civil está atuando junto às SDUs e Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) de todos os territórios de Teresina para que as famílias que precisam ser retiradas das áreas afetadas possam ser devidamente atendidas. “Nós criamos um protocolo de atendimento em decorrência das enchentes. A Semcaspi, por meio das Gerências de Proteção Social, Defesa Civil e CRAS, está realizando a identificação destas famílias e dando os encaminhamentos junto as SDUs para que elas sejam inseridas no Programa Cidade Solidária, caso precisem ser removidas do local. A gestão da secretaria está dando todo o apoio, todo o suporte organizacional para que essas equipes atuem em todos os territórios”, afirma o secretário Samuel Silveira, da Semcaspi.

O tenente Antônio Linhares da Defesa Civil Municipal afirma que os volumes dos rios estão sendo monitorados diariamente. “Segundo o último boletim que recebemos as medições apontam a redução dos níveis de água nos rios. E, desde que não haja aumento de chuva nas bacias dos rios, a tendência é diminuir os infortúnios. O que temos identificado são muitos alagamentos nas regiões ribeirinhas do rio Poti bem como alagamentos e desabamento de imóveis próximo a córregos e galerias. A população pode acionar o atendimento da Defesa Civil por meio do número 153”, disse.

As equipes dos CRAS, compostas por assistentes sociais, psicólogos e servidores, estão todas em campo, mobilizadas para atuar nesse momento de atendimento emergencial às famílias. “A primeira preocupação está em retirar as famílias dos locais de risco. As equipes de CRAS vão diretamente nos locais e buscam conscientizar as famílias para que elas aceitem sair de suas residências explicando que a vida delas está em risco. Após isso, as equipes explicam o benefício Cidade Solidária e também ajudam as essas pessoas a procurar residências para acolhimento ou aluguel. As equipes também identificam a necessidade das famílias em receber outros benefícios ofertados pela Semcaspi, como cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza”, explica Larissa Rêgo, assistente social da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

A Semcaspi reforça que os servidores da sede e unidades de referência estão funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população. Lembra ainda que servidores dos grupos de risco foram afastados, conforme orientações das autoridades de saúde e por meio do Decreto Municipal nº 19.531 de 18 de março de 2020, que declara situação de emergência em saúde pública no município. Destaca também que as equipes de operação do Programa Cidade Solidária estão trabalhando em consonância com as recomendações de prevenção da propagação do Covid-19.

64 famílias são removidas de áreas de risco em Teresina

Ascom/Semcaspi

Técnicos da Defesa Civil e das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDU’s) estiveram na manhã desta quarta-feira (18) fazendo a remoção de 64 famílias que se encontravam em áreas de risco de enchentes em Teresina. Todo o trabalho foi acompanhado pelo secretário de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), Samuel Silveira.

De acordo com o levantamento feito pela Defesa Civil, 28 famílias foram removidas na Vila Beira Rio, próximo a Curva São Paulo. Foram retiradas ainda 32 que estavam na Terra Prometida, na zona Sul de Teresina e 04 no bairro Poty Velho, na zona Norte da capital.

“Nós percorremos todas as áreas que sofreram algum tipo de alagamento por conta do aumento do nível dos rios nos últimos dias. A remoção dessas 64 famílias mostra que a estratégia preventiva adotada pela Prefeitura de Teresina foi acertada. Essas pessoas serão incluídas no programa Cidade Solidária que passará a atender mais de 360 famílias desde o início do período chuvoso em Teresina”, disse o secretário.

Em paralelo ao trabalho da Defesa Civil, os técnicos das SDU’s também participaram da remoção e fizeram um pré-cadastro das famílias para a inclusão nos programas sociais existentes, no intuito de evitar qualquer tipo de aglomeração de pessoas nos colégios e em outros espaços públicos, devido a política de prevenção ao novo coronavírus.

“O nível dos rios tiveram uma redução, apesar da chuva que atingiu a cidade de Teresina na noite de ontem. No entanto, como política de prevenção da Prefeitura de Teresina, nós conseguimos fazer a remoção dessas famílias e a inclusão no programa Cidade Solidária, onde elas ficarão abrigadas em casa de parentes ou no aluguel de algum outro imóvel durante esse período chuvoso. Novos atendimentos estão sendo programados em outras zonas de Teresina para evitar qualquer tipo de transtorno nos próximos dias”, explicou Deolindo Nascimento, coordenador da Defesa Civil Municipal.

Além do apoio financeiro, o Comitê de Gerenciamento de Crise da Semcaspi vai dispor de kits de acolhimentos, higiene, limpeza e alimentação para atender a demanda das vítimas. Para fazer o acionamento da Defesa Civil,  a Prefeitura de Teresina disponibiliza para a população o número 153. A ligação para o número é gratuita e permite que os teresinenses solicitem ao órgão o monitoramento, que pode ajudar na identificação e remoção das áreas de risco.

Defesa Civil monitora volume dos rios em Teresina para reduzir impactos das chuvas

A Defesa Civil de Teresina está intensificando as atividades de monitoramento do volume das águas na capital. Isso porque o crescimento dos índices pluviométricos em todo o Piauí tem refletido no aumento da vazão dos rios Poti e Parnaíba.

As medições realizadas pela Defesa Civil na área próxima ao Parque Encontro dos Rios, por exemplo, apontaram um acréscimo de quatro metros e meio, segundo o parâmetro do Serviço de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM). Os dados coletados na manhã desta segunda-feira (09) indicaram um aumento considerável no volume do rio, o que deixa a população do bairro Poty Velho em alerta.

“Agora a gente vai entrar em contato com a CPRM para saber se existe previsão de liberação de mais água pela barragem, pois, caso haja uma nova abertura de comporta, aumentará ainda mais o volume do rio. E, se ocorrer, já temos que pensar na remoção das famílias ribeirinhas”, afirma o tenente da Defesa Civil, Antônio Linhares.

No Parque Encontro dos Rios, a parte destinada à circulação de pessoas e a área dos quiosques não estão alagadas, mas a Semam também está em alerta para fazer o remanejamento dos permissionários, caso seja necessário.

Nos últimos 40 dias, foram realizados 80 atendimentos por conta do período chuvoso em Teresina. Somente no mês de março, a equipe da Defesa Civil prestou assistência a 15 chamados em locais com risco de deslizamentos, desabamentos, alagamentos e problemas estruturais de residências por todas as zonas urbanas e rurais da capital.

“Estamos providenciando um plano de contingência para os próximos dias. Por enquanto, a gente continua com os monitoramentos dos rios e das habitações”, explica o tenente.

Em caso de desabrigamento das famílias, as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) providenciarão locais provisórios para acolhê-las e disponibilizarão caminhões para atender as demandas. Além disso, a Semcaspi está trabalhando com o compromisso de atender as famílias mais vulneráveis às chuvas para que elas sejam devidamente auxiliadas.

“As famílias podem contar com o Programa Cidade Solidária, que oferece auxilio financeiro para suprir as necessidades ocasionadas pelo comprometimento das residências”, comenta o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

Atualmente, a Prefeitura de Teresina mantém 314 famílias no Programa Cidade Solidária. O programa oferece auxilio financeiro às famílias que tiveram suas residências comprometidas por conta de infortúnios, como desabamentos e alagamentos. Para saber mais informações, a população deve procurar um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo ou solicitar atendimento pelo telefone 3131-4729 da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

Já a Defesa Civil pode ser acionada por meio do número 153 para atendimentos e emergências. O órgão vem monitorando todas as áreas de risco em um trabalho integrado com as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) e a Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR).

Defesa Civil Municipal traça plano de atuação no período chuvoso

A Defesa Civil Municipal de Teresina iniciou nesta segunda-feira (3) o trabalho de monitoramento das áreas de risco que sofrem com os efeitos das chuvas em todas as zonas na capital. Ao todo, 52 áreas estão sendo monitoradas para que seja feito o mapeamento das demandas e direcionamento das ações para as áreas mais críticas.

Segundo o coordenador da Defesa Civil, Deolindo Nascimento, o órgão vem realizando o monitoramento integrado com as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) e as Superintendências de Desenvolvimento Rural (SDRs). Tamém está sendo feita a verificação dos sistemas de drenagem e a limpeza em bueiros para evitar transtornos causados pelas chuvas.

As equipes da Defesa Civil seguem visitando regiões afetadas e já traçaram um plano emergencial para atender aos locais em situação mais crítica, que são: Parque da Vitória, Parque Eliane e Irmã Dulce, na zona Sul; Vila Apolônio, Parque Brasil e Parque Alvorada, na zona Norte; Vila Mandacaru, Pedra Mole e Vila do Avião, na zona Leste; Pedro Balzi, Vila Verde e Deus Proverá, na zona Sudeste. Na zona rural, o acompanhamento será realizado no povoado Santa Luz, São Vicente e Cajazeira.

O trabalho da Defesa Civil está orientando os moradores quanto aos riscos da permanência nestas áreas, serviços de atendimento emergencial realizado pelo órgão e ainda sobre os requisitos para inclusão de famílias em situação de vulnerabilidade no Programa Cidade Solidária, um dos serviços socioassistenciais do município. A Defesa Civil reforça que a população deve notificar à equipe quaisquer ocorrências por meio de ligação gratuita no número 153.

Defesa Civil de Teresina reforça monitoramento dos rios Parnaíba e Poti após fortes chuvas

Por conta das fortes chuvas que atingiram a capital, na noite desta quarta (3), a Defesa Civil Municipal de Teresina reforçou na manhã de hoje (4), o trabalho de monitoramento do nível das águas dos rios Poti e Parnaíba. O monitoramento do nível acontece em pontos específicos dos rios, como o Encontro dos Rios, no rio Parnaíba; e em pontos do Rio Poti, como o Dique de proteção, no Poti Velho e próximo à ponte Anselmo Dias.

O órgão também atendeu às áreas mais atingidas pela chuva nas quatro zonas da capital e também na zona rural, como nos povoados Santa Luz, Fazenda Soares, Boqueirão e o Baixão do Carlos. O órgão deu também atenção especial para os bairros Parque Alvorada, Vila Dagmar Mazza, Satélite, além da Vila da Fraternidade e do Planalto Bela Vista.

“Nós reforçamos que a população deve manter relação próxima com a Defesa Civil de Teresina, por meio de ligação gratuita para o número 153. No momento atual, estamos em fase de monitoramento tanto da situação das áreas de risco, 56 estão sendo monitoradas na capital, como das famílias que possuem casas em situação de risco de desabamento”, informa Sebastião Domingos, coordenador do órgão.

Contato

A população pode entrar em contato com o número 153, que tem se mostrado uma plataforma importante no auxílio à população teresinense porque propicia o contato gratuito com a Defesa Civil. Através da ligação, o morador recebe, antecipadamente, instruções sobre procedimentos necessários a seguir, a fim de preservar bens materiais e, principalmente, a vida. As denúncias podem ser de casos de risco de deslizamentos, desabamentos, alagamentos, queda de árvores, rachaduras, afundamento de solo, dentre outras.

Mais de 220 famílias de áreas de risco estão inclusas no “Cidade Solidária”

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) divulgou, nesta segunda-feira (25), os números atualizados de atendimento do Programa Cidade Solidária. Segundo a secretaria, atualmente, 224 famílias estão incluídas no programa e recebem o auxílio emergencial da Prefeitura de Teresina.

Parte deste número se deve à incidência de chuvas na capital, que gerou riscos de desabamentos de casas e/ou alagamentos em algumas regiões de Teresina, em 2018 e início de 2019. As solicitações de inclusão no Cidade Solidária chegam após a identificação de riscos em residências, feita pela Defesa Civil Municipal, órgão também vinculado à Semcaspi. As famílias vítimas das últimas chuvas na capital também estão sendo incluídas no programa.

“O programa é fundamental para a garantia de um atendimento digno às famílias que perdem suas residências porque ele faz com que situações de calamidades públicas sejam resolvidas de forma mais digna. Antes havia um cenário onde as pessoas eram colocadas em creches, galpões, muitas vezes todos amontoados. Hoje você pode ser acolhido por um parente ou alugar uma casa com o auxílio do município”, destaca Selene dos Santos, chefe da Divisão de Articulação da Rede Socioassistencial da Semcaspi.

O “Cidade Solidária” é executado em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbanos e Habitação (SEMDUH), por meio da SDU ou SDR. O programa atende famílias em situações emergenciais de desabrigamentos, em consequência das chuvas, infortúnios, incêndios, alagamento, transbordamento de rios ou lagoas ou ainda, situações de vulnerabilidades temporárias.

“Com a oferta do aluguel social, a Prefeitura de Teresina fomenta a solidariedade por meio da própria família ou de residentes da mesma comunidade, que recebem outra família. Com as constantes e fortes chuvas que atingem a capital a importância desse programa é reforçada. Não vemos mais pessoas alojadas em galpões ou em escolas, como antigamente”, reforça Samuel Silveira, secretário da Semcaspi.

Como ter acesso ao programa

Para ser incluso no Cidade Solidária, a Defesa Civil de Teresina precisa identificar a situação, através de atendimento que pode ser solicitado pelo número 153. Notando o risco na área, o órgão repassa a demanda para a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) da região ou Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR). Em seguida, a SDU/SDR se dirige ao local, avalia a situação e, sendo necessária a inclusão da família no Cidade Solidária, encaminha a demanda à Semcaspi, que fica responsável pela assistência através da ajuda financeira.

O Programa possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 250. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 250, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano. Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

Defesa Civil de Teresina intensifica monitoramento após forte chuvas

A Defesa Civil de Teresina, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), intensifica o monitoramento das áreas de risco, com o objetivo de atenuar as consequências das fortes chuvas que atingiram a capital na noite desta quinta (14) e madrugada de sexta (15). A ação abrange toda a cidade, tendo como foco principal a região da Nova Brasília e da Zona Rural Norte e Leste, áreas identificadas como as mais críticas.

Houve registro de um desabamento e de regiões alagadas, especialmente em áreas do Povoado Baixão do Carlos e na Fazenda Soares. Diante do ocorrido, órgão também ressalta a importância da população estabelecer relação próxima com a Defesa, para que os alertas resultantes do trabalho de monitoramento tenham alcance cada vez maior e mais efetivo.

“Lembrando a população teresinense que, em situação de alagamentos, deslizamentos, desabamentos ou simplesmente situação de risco identificada e avaliada pelos próprios moradores, já se pode entrar em contato a Defesa Civil por meio do número 153. Estamos à disposição para resolução desses problemas envolvendo a questão do inverno de 2019”, destaca Sebastião Domingos, coordenador da Defesa Civil Municipal.

Além do 153, a população pode solicitar previamente um atendimento à Defesa Civil de Teresina também, via ofício, na sede da Semcaspi. A Secretaria fica na Rua Álvaro Mendes, 861, no Centro. Mais informações, pelo telefone (86) 3215-7485.