Colab alinha metas para melhorias de atendimento e resolutividade

Nesta terça-feira (11), os gestores Colab da Prefeitura de Teresina (PMT) se reuniram no auditório da Casa da Cidadania (CENAJUS), para alinhar dados quantitativos sobre o número de atendimentos e a qualidade na resolução das demandas do aplicativo. O objetivo da PMT é concluir as solicitações antigas e aumentar a taxa de resolução.

A ideia de analisar os dados em pontos quantitativos de atendimento e o tempo de abertura das demandas, busca dar respostas ao cidadão que utiliza o aplicativo, para que o mesmo não fique muito tempo aguardando as atualizações. A qualidade das respostas também foi um dos temas discutidos. Através de inteligência artificial nas redes sociais, é realizado uma pesquisa a partir dos comentários de usuários, classificados como positivos, neutros ou negativos, visando melhorar a comunicação com o cidadão.

Guilherme Andrade, coordenador de operações externas do Colab, destaca a importância de reuniões pontuais com os gestores. “Os saldos das reuniões são sempre positivos, pois colocamos todos os envolvidos no projeto para conversar e resolver problemas, seja de fluxo ou de dúvidas. A Prefeitura de Teresina tem uma capacidade de atendimento muito boa e a perspectiva é sempre de melhoras”, disse.

“Estamos realizando um trabalho para melhorar o atendimento ao cidadão teresinense. Alinhamos nossas metas, discutimos, tiramos dúvidas e buscamos melhorar cada vez mais para que possamos oferecer os melhores serviços aos usuários. Além disso, faremos divulgações nas escolas para mostrar as facilidades que o aplicativo oferece para resolução de problemas estruturais na cidade”, concluiu Igor Mendes, gestor Colab da Secretária Municipal de Planejamento e Coordenação.

Colab

O Colab é uma ferramenta utilizada pela população para comunicar os problemas do seu bairro ao poder público, criando uma ponte entre o cidadão e a Prefeitura, de forma que o cidadão possa colaborar mandando informações com fotos de problemas como buraco nas vias, imóveis abandonados, postes de iluminação com defeito, entre outras coisas que são recebidas pela ouvidoria da Prefeitura. Ao serem avaliadas, essas demandas são encaminhadas para os órgãos responsáveis. O download é gratuito e está disponível para celulares Android e IOS.

HUT atendeu mais de duas mil pessoas vítimas de queda este ano

De janeiro a maio deste ano o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) realizou 2.506 atendimentos de pessoas vítimas de queda. Dentre os tipos de quedas, está em primeiro lugar, a queda do mesmo nível com 1.645 atendimentos, ou seja, 65% desse total de atendimento.

Queda do mesmo nível é quando o paciente cai sem que haja elevação do nível do solo. As consequências da queda dependem, essencialmente, da forma como ocorre o impacto no solo e da parte do corpo que sofre a lesão. O médico ortopedista do HUT, Dr. André Leal, especialista em cirurgia de mão, explica que os idosos, em especial as mulheres são mais vulneráveis a sofrerem queda.

“As mulheres por conta da menopausa ocorre uma queda na produção de hormônios. Isso impede que o cálcio seja absorvido pelos ossos ocasionando a osteoporose. Isso acontece também com os homens, porém com menos intensidade”, explicou o ortopedista.

Quando relacionado pela faixa etária, os idosos com idade acima de 60 anos aparecem em primeiro lugar com 556 atendimentos, em segundo vem as vítimas entre 41 e 60 anos com 334 atendimentos e em terceiro pacientes entre 19 a 40 anos com 295 atendimentos. Além disso, temos os jovens com idade entre 11 e 18 anos com 184 atendimentos e crianças com idade entre zero e dez anos com 276 atendimentos.

Clara Leal, diretora geral do HUT, preocupada com esse grande número de casos de quedas com idosos, dá algumas dicas de como prevenir acidentes. “É necessário fazer uma ergonomia melhor na casa, adaptações que propiciem uma melhor locomoção para o idoso, por exemplo, tapetes, banheiros com suporte de sustentações, interruptores próximo a cama são fatores que podem evitar um acidente”, disse a diretora.

Francisca Rodrigues, 71 anos, por conta de uma queda está internada no HUT há 16 dias. “Eu estava sentada e quando fui levantar senti uma forte tontura. Não consegui me segurar e acabei caindo no chão. Na queda fraturei o fêmur. Fiz cirurgia e já estou me recuperando”, explicou a paciente.

Com relação aos outros tipos de queda o HUT atendeu esse ano 417 vítimas de queda de outras alturas, 128 de leito, 103 de escada e 76 atendimentos de outras formas de quedas. Em 2018, o HUT atendeu 6.370 vítimas de queda, a principal causa foi queda do mesmo nível com 4.189, em seguida 952 outras alturas, leito foram 377, objeto sobre a pessoa 339, escada 271 e 242 outros tipos de quedas.

Órgãos públicos discutem atendimento aos venezuelanos em Teresina

Representantes dos governos federal, estadual e municipal vão elaborar um plano de trabalho para garantir um cofinanciamento por parte da União para ajudar no acolhimento dos venezuelanos que chegaram em Teresina. A informação é da assessora de Assunto de Migrações do Ministério da Cidadania, Niusarete Margarida de Lima, que está na capital tratando do assunto.

“Esse plano será enviado para Brasília e será um recurso que deve ser agregado às ações estaduais e municipais”, disse Niusarete durante reunião realizada na tarde desta quinta-feira com a participação de representantes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), da Organização Marítima Internacional (OMI), da Secretaria Estadual da Assistência Social (Sasc) e da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

De acordo com Mauriceia Carneiro, secretária executiva do Sistema Único de Assistência Social do município (SUAS), desde a chegada do primeiro grupo à Teresina, a Prefeitura vem tomando providências para dar assistência aos venezuelanos.

“Estamos acompanhando de perto toda a situação e prestando a assistência necessária. Num primeiro momento enviamos nossos agentes de proteção social (APSs) para que verificassem as condições de saúde deles, especialmente das crianças. É muito importante a identificação deste público para que, com o conhecimento de suas demandas específicas, a gestão municipal possa se organizar para atendê-las, com inclusão dos serviços socioassistenciais disponíveis no município e no estado”, afirmou.

Pela manhã, após a reunião a comitiva fez uma visita ao Centro Social do Buenos Aires, prédio do Governo do Estado, localizado na zona Norte da capital, onde um grupo de venezuelanos será acomodado.

Os imigrantes estão abrigados no Centro Social do Poti Velho, na zona Norte, e já foram cadastrados por Agentes de Proteção Social (APS), que buscam informações importantes para que eles sejam incluídos em programas de assistência social do Governo Federal, conforme previsto na Política Nacional de Assistência Social.

Durante a reunião realizada no período da tarde estiveram presentes representantes do Movimento Pela Paz Na Periferia (MP3), Pastoral de Rua, SUPRES, Juizado da Infância, Defensorias (da União e do Estado), Pastoral do Imigrante, a ONG Eu Quero Ajudar e demais órgãos e entidades da sociedade civil organizada.

Hospital do Dirceu II suspende temporariamente atendimento ambulatorial nesta sexta (07)

O Hospital Alberto Neto, do bairro Dirceu II, irá suspender temporariamente seu atendimento ambulatorial nesta sexta-feira (07). O motivo é a manutenção do quadro de distribuição de energia, ação que garante o bom funcionamento das alas que se mantém em funcionamento durante a reforma do local. O atendimento será retomado na segunda-feira (10).

Desde o mês de março, o Hospital do Dirceu II está em reforma para melhorar sua estrutura e, em razão disso, alguns setores se encontram fechados. “Segue em funcionamento a parte ambulatorial da unidade do Dirceu, além das salas de vacina e de coleta de sangue”, informa Jesus Mousinho, diretora de Assistência Especializa da FMS. A demanda de urgência e emergência está sendo encaminhada para a UPA do Renascença, que recebeu reforço de pessoal para atender toda a região do Dirceu. Já os setores de internação e de pequenas cirurgias foram remanejados para o hospital do bairro Satélite.

Segundo o presidente da FMS, Charles Silveira, o objetivo da reforma é melhorar a estrutura física do estabelecimento. “Após a conclusão da obra, os usuários serão beneficiados com os serviços em um prédio novo e adequado à legislação atual”, afirma.

Entenda novo fluxo de atendimento durante a reforma do Hospital do Dirceu:

1.Em caso de urgência e emergência: a população do Dirceu pode se dirigir para a UPA do bairro Renascença. Outras opções: UPA do bairro Satélite, que será inaugurada em fevereiro ou para qualquer outro estabelecimento hospitalar da rede municipal.

2.Serviço odontológico de urgência: a população do Dirceu pode se dirigir para a UPA do bairro Renascença.

3.Serviço ambulatorial (consulta especializada agendada), sala de vacina e de coleta de sangue: permanecerão funcionando no Hospital do Dirceu durante a execução da obra.

4.O Hospital Satélite terá Centro Cirúrgico e leitos de internação hospitalares para garantia do atendimento de pequenas cirurgias e de internação que antes eram realizados no Hospital do Dirceu.

 

Legislação garante atendimento prioritário a pessoas com obesidade mórbida

Foi sancionada pelo Prefeito Firmino Filho a Lei 5.359 que garante o atendimento prioritário e a acessibilidade nos órgãos públicos às pessoas com diagnóstico de obesidade mórbida.

Considera-se pessoa com obesidade mórbida aquela com Índice de Massa Corporal – IMC maior ou igual a 40 kg/m², sendo considerada como grau III.

O atendimento prioritário deverá ser garantido através de distribuição de senhas preferenciais e atendimento especiais, para ao máximo o deslocamento e permanência em pé das pessoas com obesidade mórbida nos estabelecimentos.

Os órgãos deverão destinar no mínimo um assento com dimensão, resistência e conforto compatíveis às pessoas com obesidade mórbida, em área identificada visualmente como sendo exclusiva para os beneficiados.

A Lei 5.359 é de autoria do Vereador Deolindo Moura (PT).

SAMU atende 12 vítimas de acidentes de trânsito por dia em Teresina

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atendeu 1.454 pessoas vítimas de acidentes de trânsito nas zonas urbana e rural de Teresina, o que representa a média de 12 vítimas atendidas por dia. O dado é referente ao primeiro quadrimestre de 2019 e foi divulgado recentemente em alusão à campanha “Maio Amarelo”, que busca chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

Segundo Justivan Leal, diretor clínico do HUT, os problemas de saúde decorrentes de acidentes de trânsito dependem do tipo de acidente,  e os custos para atendimento dessas pessoas no SUS podem ser altos. “Geralmente, elas ficam internadas por tempo prolongado ou mesmo em UTI. Quando tem alta, alguns ainda precisam de cuidados disponíveis na rede de saúde e aqueles que ficam sequelados podem precisar de assistência continua e especializada do SUS”, explicou.

Francina Amorim, diretora geral do SAMU, alerta que uma das medidas para reduzir os acidentes é a conscientização das pessoas quanto ao cumprimento da legislação. “O uso de equipamentos de proteção, por exemplo, pode evitar danos irreversíveis ou mesmo o óbito. É preciso utilizá-los sempre, mesmo que os condutores façam pequenos trajetos no trânsito”, informou. Ela explica ainda que, caso ocorra acidente de trânsito, deve-se manter a calma e acionar o Serviço.

De acordo com Laurimary Caminha, coordenadora do Núcleo de Educação em Urgência do SAMU, o projeto Samuzinho, que capacita crianças sobre primeiros socorros, tem contribuído para a prevenção de acidentes. “Os socorristas mirins participam de blitz educativas e de palestras na cidade. Eles explicam sobre diversos temas, inclusive, sobre a tríade mortal: os perigos da alta velocidade, uso do celular ao volante e de bebida alcoólica”, destacou.

O SAMU é um programa do Governo Federal, administrado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e que presta atendimento em casos de urgência clínica, traumática, obstétrica e psiquiátrica. Atualmente, são 11 ambulâncias que ficam estrategicamente distribuídas na cidade, sendo oito de suporte básico e três de suporte avançado, além de quatro motolâncias, que são motos pilotadas por técnicos de enfermagem.

O que fazer em caso de acidente de trânsito com vítimas

  1. Ligar para o SAMU 192 e fornecer informações como: endereço, quantidade de vítimas, idade aproximada, o que realmente aconteceu, bem como descrever o estado da vítima visualizado pelo solicitante, além de obedecer às recomendações do médico regulador do SAMU.
  2. Se tiver pessoas presas às ferragens, acionar também o Corpo de Bombeiros 193;
  3. Se possível, sinalizar a área do acidente para evitar novos acidentes;
  4. É preferível não movimentar a vítima para não piorar as lesões já existentes;
  5. Não retirar o capacete do motociclista, exceto se por determinação do médico regulador do 192 do SAMU.

SAMU realiza mais de 8 mil atendimentos no primeiro trimestre de 2019

Ascom FMS

No primeiro trimestre de 2019, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Teresina realizou um total de 8.094 atendimentos. O número engloba orientações médicas por meio do número gratuito 192 e deslocamento de ambulâncias para casos de urgência clínica, traumática, obstétrica, psiquiátrica e, ainda, transferência inter – hospitalar de pacientes em estado grave.

Segundo as estatísticas, os casos mais recorrentes são de urgências clínicas de adultos, com 2745 atendimentos. Em segundo lugar ficam os acidentes de trânsito, com registro de assistência a 1.456 pessoas acidentadas. Outras ocorrências comuns são traumas por quedas e outros acidentes (com 381 atendimentos), 365 urgências obstétricas, 235 urgências psiquiátricas e 204 vítimas de agressão física.

Neste período, foram registrados ainda 50 trotes, sendo todos na zona urbana de Teresina. Os trotes trazem muitos prejuízos ao trabalho de salvar vidas, pois uma ambulância é deslocada sem necessidade real e deixa de atender um caso de pessoas que efetivamente necessitam do serviço, como explica a diretora do SAMU Teresina, Francina Amorim. “Nós temos que nos deslocar até o local, o que requer gasto com combustível, além disso toda a equipe, que se prepara para o atendimento, é frustrada ao saber que aquele evento relatado não ocorreu”, relata a diretora.

Para ter acesso ao atendimento do SAMU, basta telefonar para o número gratuito 192 de qualquer telefone. O serviço deve ser acionado sempre que houver acidentes com vítimas, choque elétrico ou acidentes com produtos perigosos, nos casos de problemas cardiorrespiratórios de intoxicação, trauma ou queimadura, de quadros infecciosos, maus tratos, trabalhos de parto ou crises hipertensivas.

O seu primeiro contato é com os telefonistas, que colhem dados como endereço e natureza da ocorrência. Posteriormente, a ligação é repassada para o médico regulador, que avalia o caso informado e classifica se é necessário o envio de ambulância de suporte básico, avançado ou se faz apenas orientações médicas.

O SAMU Teresina possui oito viaturas de suporte básico, três viaturas de suporte avançado e quatro motolâncias para atender a população da capital. Para agilizar o deslocamento das ambulâncias, são mantidos cinco pontos de apoio para deslocamento de ambulâncias: na zona Norte, nos hospitais Mariano Castelo Branco e Buenos Aires, com duas viatura de suporte básico e uma motolância; na zona Sudeste, existe um ponto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Renascença, com duas viaturas de suporte básico e uma motolância. Outro ponto de apoio do SAMU fica localizado no Hospital do Monte Castelo, com duas viaturas de suporte básico. O Hospital do Promorar também é ponto de apoio do SAMU, com duas viaturas de suporte básico.