Aulas práticas estão dinamizando aprendizado na Escola Municipal Raimundo Nonato Monteiro Santana

Desde o retorno das atividades presenciais, os alunos da Escola Municipal Raimundo Nonato Monteiro Santana, na Vila Irmã Dulce, estão vivenciando múltiplas experiências de aulas práticas. Além de tornar o conteúdo mais significativo, a prática proporciona momentos de diversão e interação entre os jovens.

Na aula de ciências, a turma do 7º ano foi para o laboratório estudar biodiversidade de organismos e classificação biológica. A professora Clarissa Lessa usou o microscópio para explicar como os seres vivos estão divididos e como funcionam as células. “No laboratório utilizamos microscópios e lâminas para que eles observassem as células dos organismos microscópicos. Foi uma aula bem legal”, disse a professora Clarissa.

E quando o assunto é arte, a professora Valdênia Carvalho planeja mil ideias para conectar os estudantes com as mais variadas experiências sensoriais. Em parceria com o professor de música, Vitalino Luz, está trabalhando ritmos com os alunos. “Eles receberam a ideia com alegria e empolgação, muitos interagindo com um instrumento musical pela primeira vez. Foi gratificante e nos motivou a continuar com a esse trabalho”, conta Valdênia.

A diretora Suzana Sara explica que as atividades são complementos das aulas teóricas. “É na prática que os alunos entendem melhor aquele conteúdo desenvolvido em sala de aula. Durante o planejamento com os professores, conversamos sobre ações nesse sentido, sempre trazer o conteúdo para a realidade, o movimento e a aplicabilidade”, declarou a gestora.

 

Aulas práticas potencializam o estudo na Escola Municipal João Emílio Falcão

Para facilitar o ensino do conteúdo nas disciplinas de matemática e ciências, os professores da Escola Municipal Jornalista João Emílio Falcão estão explorando cada vez mais o ambiente escolar para além da sala de aula em busca de fugir da rotina e levar mais significado para os conteúdos ensinados. A estratégia vem mantendo os alunos mais interessados e melhorando os resultados.

Segundo Maria do Perpétuo Socorro Carvalho da Silva, diretora da escola, o objetivo é preparar os estudantes para reproduzir na prática o que está sendo estudado em sala de aula. “Sabemos que as crianças aprendem de forma mais significativa quando podem aliar as teorias à prática, então, resolvemos tornar as aulas mais divertidas, trazendo o conteúdo para um formato que elas possam ver, sentir e tocar”, explica.

Para estudar sobre erupção vulcânica, os alunos do 6º ano tiveram uma aula de ciências diferente. O grupo construiu um mini vulcão de argila, recheado com vinagre, corante e bicarbonato de sódio, mistura caseira que leva à erupção. O experimento é um dos mais famosos nas feiras de ciências e costuma prender a atenção dos estudantes. Além de simples e fácil de construir, o vulcão serve para mostrar aos alunos a dinâmica de um grande fenômeno da natureza.

Através do Projeto Matematicando os estudantes também participaram de oficina sobre expressões algébricas, em um momento divertido e diferenciado, mostrando na prática uma forma diferente de aprender matemática.

Ascom Semec