Arsete tem dois trabalhos selecionados para o maior congresso de regulação do Brasil

Sede da Arsete (Foto: Laura Cardoso)

Dois artigos científicos de autoria de técnicos da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos de Teresina (Arsete) foram selecionados para o XIV Congresso Brasileiro de Regulação. O encontro realizado pela Associação Brasileira de Agências Reguladoras (ABAR) é considerado o maior evento técnico e institucional do setor regulatório no Brasil.

Um dos trabalhos é de autoria do diretor-técnico da Arsete, Laécio Kelson do Nascimento Silva. Com o título “Governança Regulatória e qualidade da prestação do serviço público de manejo de resíduos sólidos urbanos de Teresina: prospectos diante da atual conjuntura”, o trabalho aborda os aspectos de governança, discute a qualidade do serviço ofertado à população da capital do Piauí e propõe soluções de melhorias.

O outro trabalho selecionado é de autoria de Pamella Bárbara Lustosa e André Luís Pacheco de Oliveira, da diretoria administrativa-financeira da Arsete. O artigo “Qualidade das informações no SNIS: o que revelam as auditorias acertar?” aborda os indicadores de qualidade do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) referentes ao serviço prestado em Teresina e estabelece um comparativo com dados de todo o Brasil, atestando a consistência desses indicadores diante do cenário nacional.

O XIV Congresso Brasileiro de Regulação vai acontecer na cidade do Rio de Janeiro, de 26 a 28 de novembro de 2025. O evento reunirá especialistas, autoridades, profissionais e acadêmicos para discutir os desafios, inovações e diretrizes da regulação nos setores essenciais à sociedade: energia, saneamento, mobilidade, saúde, telecomunicações, entre outros.

A Arsete 
Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos de Teresina (Arsete) é uma autarquia de regime especial, com a função de entidade reguladora, normatizadora, de controle e fiscalização dos serviços públicos do município de Teresina. Foi criada através da Lei Municipal Nº 3.600, de 22 de dezembro de 2006.

Com um corpo técnico qualificado, o órgão tem como principal função, atualmente, fiscalizar a prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da capital, a cargo da empresa Águas de Teresina, que detém a concessão do serviço. É papel da Arsete fiscalizar e garantir que a concessionária preste o serviço de qualidade aos cidadãos, cumprindo o que está previsto no contrato de concessão e em leis que regulamentam o setor.

Gestão de Resíduos Sólidos: modelo de concessão trará a Teresina tratamento e destinação mais adequadas para lixo

O maior beneficiário desse modelo de concessão é o cidadão teresinense Foto(Ascom/Semplan)

 

A Prefeitura de Teresina põe em prática um modelo inovador na gestão de resíduos sólidos, através de um projeto de concessão e parceria, elaborado pela Coordenação de Concessões e Parcerias, vinculada à Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan). O objetivo é adequar o setor às determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dar um melhor tratamento ao lixo domiciliar urbano e rural coletado na capital.

O maior beneficiário desse modelo de concessão é o cidadão teresinense, que verá de forma clara as mudanças no processo de coleta, transbordo, transporte, tratamento e manejo de resíduos sólidos, priorizando a utilização de tecnologias limpas que diminuam os impactos causados ao meio ambiente, sem esquecer-se de inserir aqueles que trabalham diretamente com a coleta desses resíduos, tanto catadores que trabalham no aterro municipal, quanto aqueles que atuam de forma autônoma nas ruas da capital.

“O desejo é a modernização do processo de tratamento de resíduos sólidos em Teresina. Precisamos tratar essa temática como saúde pública, além de envolver os cuidados com o meio ambiente e a vida das pessoas que trabalham nesses locais. Vamos modernizar e absorver esses trabalhadores para condições mais dignas”, explica João Henrique Sousa, Secretário Municipal de Planejamento.

O projeto trabalha com meios mais limpos dentro das etapas da gestão de resíduos como transporte, tratamento e destinação final de dois tipos resíduos, os resíduos sólidos domiciliares (RDO) e os resíduos de conservação urbana (RPU) e dá prioridade à coleta seletiva e reciclagem e recuperação de energia.

Dentro desse modelo, o meio ambiente e a oportunidade de melhoria nas condições trabalhistas dos que vivem da coleta desses resíduos também seguem como prioridade. Desde a concepção deste plano, os catadores que atuam no aterro municipal e também como autônomos são peças chave para o funcionamento final desse modelo, que busca uma melhoria na qualidade de vida de toda população teresinense.

Esse novo sistema prevê a implantação de tecnologias que possibilitem a reciclagem e recuperação de energia por meio de processos de compostagem ou de biometanização, que ocorrerão por conta da iniciativa privada, que será escolhida por meio de processo licitatório ainda este ano. Dessa forma, a Prefeitura poderá direcionar os recursos públicos em outras áreas importantes, como a saúde e a educação.

A projeção é de que a tarifa seja incluída à fatura de água, que é uma gestão feita pela empresa Águas de Teresina. A população também contará com a implementação da tarifa social, destinada a quem possui uma renda mensal baixa, assim como ocorre em outras cobranças por prestação de serviços públicos. “Através desse processo de concessão, a Prefeitura estabelece um novo patamar no que se refere ao aproveitamento de recursos e também no desenvolvimento de estratégias que funcionem com o intuito de beneficiar a população de forma sustentável e consciente, além, é claro, de cumprir com a legislação federal”, explicou Kárita Allen, secretária Executiva de Planejamento Estratégico e Gestão (SEPLAG).

Este projeto de concessão dos serviços de resíduos sólidos já está em sua etapa final para lançamento de licitação. A iniciativa em Teresina é um dos quatro projetos pilotos selecionados para receber apoio técnico e financeiro do Fundo de Apoio à Estruturação e ao desenvolvimento de Projetos de Concessão e Parcerias Público-Privadas (FEP), neste setor. O projeto contempla a prestação dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos, incluindo as atividades de coleta, trasbordo, transporte, tratamento, destinação ambientalmente adequada dos resíduos e disposição final dos rejeitos da cidade, por meio de contrato de concessão.

A operação prevê investimentos da ordem de R$ 1,6 bilhão (Capex+Opex) no município ao longo da vigência do contrato, de 30 anos. A Coordenação de Concessões e parcerias, da Semplan, é gerida pelo engenheiro Júlio Rodrigues.

Catadores

A Prefeitura tem a preocupação e o propósito de integrar os catadores neste projeto. Todos serão integrados e ouvidos antes de qualquer decisão, assim como tem acontecido nas audiências públicas já realizadas.

O projeto apresentado propõe programas sociais que buscarão apoiar essa integração. Há dois tipos de catadores em Teresina: catadores no aterro municipal, trabalhando junto às frentes de vazamento de resíduos. Quando o processo de implantação do novo Aterro Municipal estiver concluído, uma das condições é que não haja catadores junto às frentes de trabalho. Para esses catadores, está sendo proposta a recuperação da usina de reciclagem existente no aterro, de forma que eles possam trabalhar em condições mais seguras e salubres. Além disso, eles receberão assessoria para melhorar a organização interna e buscar melhores condições de comercialização dos produtos recuperados.

“Trabalhar dentro do aterro, junto às frentes de vazamento de resíduos é uma atividade insalubre, prejudicial à saúde das pessoas. Isso precisa mudar. Por isso estamos empenhados em tocar esse novo modelo de gestão e mudar a realidade desses trabalhadores”, afirma o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Edmilson Ferreira.

Já os catadores de rua, que atualmente integram uma quantidade considerável de trabalhadores autônomos, recolhendo resíduos inservíveis e restos de obras em troca de pequena remuneração, também estão no projeto.

Meio ambiente

O sistema proposto enfatizará a utilização de tecnologias mais limpas para a coleta, o transporte, o tratamento e a destinação final dos resíduos, priorizando a coleta seletiva, a reciclagem e a recuperação energética. Além disso, haverá a implantação de novos Pontos de Recebimento de Resíduos (PRRs) e Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), em substituição aos vazadouros clandestinos ainda existentes e atualmente utilizados por uma parcela da população para descarte de resíduos não atendidos pela coleta formal.

“Essa modelagem de desenvolvimento de projetos traz ao município um melhor desempenho de suas atividades. As PPPs garantem modernização, otimização, expansão, operação e manutenção da infraestrutura do município, trazendo expertise e ganhos para a população e para a gestão da cidade. Esse modelo, especificamente, trará impactos positivos para o meio ambiente, com o uso de tecnologias mais limpas. Trabalhamos mediante as diretrizes do prefeito Dr. Pessoa de melhorar e fortalecer os serviços prestados no município. É isso que temos feito”, disse João Henrique Sousa.

Prefeitura de Teresina define novas etapas para o projeto de concessão para novas creches na capital

A Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan), realiza nesta quinta-feira (01), mais uma etapa da apresentação do projeto de construção e operação de novas creches em Teresina. A reunião, que acontecerá no Salão Nobre do Palácio da Cidade, a partir das 9h30min, contará com a participação do prefeito Dr. Pessoa, vice-prefeito Robert Rios; além dos secretários de Governo, Finanças, Planejamento, Educação e Procuradoria Geral.

De forma remota, participarão representantes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Ministério da Economia, através do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A equipe do BNDES fará a apresentação dos cenários econômicos e estruturais e diagnóstico para implantação das novas creches em Teresina.

“Essa equipe já esteve aqui em Teresina meses atrás para tratar do encaminhamento desse projeto. Recebemos o aval do prefeito Dr. Pessoa e do Vice Robert Rios para continuar trabalhando nesta temática. Diante disso, temos mais uma etapa que é a apresentação do modelo que se pretende implantar, bem como os benefícios para a população”, explicou João Henrique Sousa, secretário de Planejamento.

A expectativa do projeto de concessão é beneficiar mais de 4 mil crianças em Teresina, com escolas de tempo integral e parciais em áreas estratégicas da cidade, como o entorno dos centros comerciais. “Nosso desejo é contribuir com a gestão do prefeito Dr. Pessoa e auxiliá-lo em projetos que façam a cidade avançar. A educação é, sem dúvidas, um passo essencial para que um lugar se desenvolva e esse projeto tem tudo para dar certo”, finalizou João Henrique Sousa.

Apresentação das etapas do projeto de concessão de novas creches em Teresina

Data: Quinta-feira (01), às 9h30 da manhã

Local: Salão Nobre – Prefeitura Municipal de Teresina

 

Prefeitura de Teresina faz apresentação da concessão dos serviços de resíduos sólidos à Câmara Municipal

A Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan), esteve nesta quarta-feira (02), na Câmara Municipal para apresentação e discussão da Concessão dos serviços de resíduos sólidos.

Fotos: Ascom Semplan

O objetivo do projeto é adequar o setor na cidade às determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dar um melhor tratamento ao lixo domiciliar urbano e rural coletado na capital. A consulta pública foi aberta no dia 18 de maio e seguirá por 30 dias.

“É o pensamento do prefeito Dr. Pessoa e aqui eu transmito a vocês. O desejo é a modernização do processo de coleta, transbordo, transporte, tratamento e manejo de resíduos sólidos. Precisamos tratar essa temática como saúde pública, além de envolver os cuidados com o meio ambiente e a vida das pessoas que trabalham nesses locais. Vamos modernizar e absorver esses trabalhadores para condições mais dignas”, explica João Henrique Sousa, secretário de Planejamento.

A Prefeitura de Teresina busca adequar o setor na cidade às determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dar um melhor tratamento ao lixo domiciliar urbano e rural coletado no município.

Na pauta dos vereadores, foram apresentadas as dúvidas sobre as questões ambientais, tarifa dos serviços para a população e a contemplação da coleta seletiva residencial, além da vida útil do atual aterro sanitário.

“O projeto muda a forma e o valor desta cobrança ao extinguir a TCRD do IPTU e incluir uma tarifa de prestação de serviços de manejo de resíduos domiciliares na conta de água. A população que compõe a categoria denominada “residencial social”, com consumo de água até 10m3 estará isenta da tarifa de resíduos sólidos. São taxas em estudo e discutidas com muito cuidado. Não está definido o valor exato e vamos verificar a apresentação da menor taxa por parte das empresas concorrentes”, explicou Leonardo Ornellas, representante da Caixa Econômica Federal/Brasília.

Sobre as questões ambientais, o secretário de Planejamento reforçou que “o sistema proposto enfatizará a utilização de tecnologias mais limpas para a coleta, o transporte, o tratamento e a destinação final dos resíduos, priorizando a coleta seletiva, a reciclagem e a recuperação energética”, disse.

Audiência Pública

Também está no cronograma dos trabalhos, a realização de audiência pública para apresentação do Projeto de Exploração e Prestação dos serviços de resíduos sólidos domiciliares (RDO). A participação é aberta a toda sociedade civil, empresarial e órgãos de controle. O encontro será virtual, diante das condições sanitárias da pandemia da Covid-19, no dia 15 de Junho de 2021, a partir das 10h. O link de cadastro está disponível no site semplan.pmt.pi.gov.br.

PMT envia à Câmara projeto de concessão do serviço de coleta e tratamento do lixo

A Prefeitura de Teresina encaminhou para a Câmara Municipal de Teresina o projeto de lei que autoriza a concessão dos serviços de coleta e tratamento de lixo doméstico. O objetivo é garantir maior eficiência ao trabalho, especialmente em relação à destinação final correta dos resíduos coletados. A empresa licitada fará o dimensionamento dos aterros sanitários para suportar a demanda, além da recuperação da área degradada do aterro controlado.

“A concessionária será responsável por todos os investimentos e despesas necessários para o novo sistema de coleta e transporte do lixo, além da ampliação do aterro sanitário e sua substituição progressiva por outras formas de tratamento e de destinação de resíduos ambientalmente mais adequados”, explica a secretária municipal de Parcerias e Concessões, Monique Meneses, que deve ir à Câmara esta semana para explicar melhor o projeto para os vereadores.

Ela ressalta que o projeto atende aos requisitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, inclusive, no que diz respeito ao aproveitamento da mão de obra que realiza a catação de lixo no aterro atual. “A proposta é que eles tenham melhores condições de trabalho, com uma moderna usina de reciclagem e acompanhamento organizacional para comercializar os produtos reciclados”, acrescenta.

Atualmente, a Prefeitura arca com a maior parte dos custos referentes à coleta, já que a taxa arrecadada em cobrança conjunta com o Imposto Territorial Urbano (IPTU) é insuficiente. “Assim, será reestruturada a taxa que já existe para cobrir a coleta domiciliar do resíduo, seu transporte e a destinação correta”, adianta Monique, explicando que o valor ainda será definido após estudos.

Outra grande meta da concessão, segundo a secretária,  é a ampliação gradativa do reaproveitamento e reciclagem dos resíduos secos e também dos orgânicos, reduzindo o volume transportado para o  aterro. “Estamos estudando a possibilidade de produção de gás combustível e também de adubos, a partir do lixo orgânico, contribuindo para a redução tanto de emissões de gases de efeito estufa, quanto da quantidade de rejeitos encaminhados aos aterros sanitários”, comenta.

PMT apresenta projeto de lei sobre concessão de uso dos terminais de ônibus

A Prefeitura de Teresina enviou à Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê, por meio de licitação, contratar uma empresa para realizar os serviços de administração e requalificação de terminais de ônibus e estações de passageiros vinculados ao transporte coletivo. O objetivo é reduzir os custos para o município com a manutenção dos espaços.

De acordo com o projeto, será permitida a exploração da publicidade dos terminais e estações, com a veiculação de anúncios, outdoors, além de outros recursos publicitários. Pela proposta enviada à Câmara, fica proibida a cobrança de qualquer tipo de tarifa ou taxa dos passageiros dos terminais ou das empresas concessionárias do serviço de transporte para garantir a viabilidade econômica da concessão.

“A grande vantagem para a Prefeitura é que, ao invés de termos várias licitações e empresas contratadas, teremos apenas uma que prestará diversos serviços. No contrato, estarão previstas cláusulas de desempenho. Por exemplo, se um ar-condicionado apresentar defeito, a empresa terá um prazo máximo para fazer o conserto”, explica a secretária municipal de Concessões e Parcerias, Monique Menezes.

A fiscalização e a regulação dos serviços da empresa contratada serão realizadas pela Strans (Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito).

Firmino discute em Brasília a construção do novo aeroporto de Teresina

O aeroporto de Teresina será levado à concessão no próximo ano, segundo previsão da atual política aeroportuária do governo federal. O prefeito Firmino Filho destacou a importância da construção do novo aeroporto para a capital durante audiência na Secretaria de Aviação Civil na manhã desta terça-feira (02), em Brasília.

“Nosso desafio foi demonstrar para o governo federal e a Secretaria de Aviação Civil que o aeroporto de Teresina precisa de tratamento diferenciado.  Destacamos que a atual estrutura é danosa para o desenvolvimento urbano de Teresina e isso terá impactos a médio e longo prazos, por ser na região baixa da cidade e muito próximo do Centro e da zona Leste”, disse Firmino.

Segundo ele, a presença do aeroporto na zona Norte inibe o adensamento e verticalização da cidade nas três regiões da capital. “Nossa ideia é ter um modelo diferenciado para ter um novo aeroporto em Teresina. Além disso, a ideia é que a área do Aeroporto Senador Petrônio Portella, na zona Norte, seja requlificada, proporcionando mais qualidade de vida aos moradores do seu entorno”, acrescentou.

A bancada do Piauí em Brasília esteve com o prefeito durante a audiência. Os senadores Ciro Nogueira e Marcelo Castro, as deputadas  Marina e Margareth Coelho e a chefe de gabinete da deputada Rejane Dias, apoiaram Firmino Filho na busca de um novo aeroporto para Teresina.