Teresina registra 50,1% de isolamento no domingo (13) e fica em segundo lugar entre as capitais

Com 50,1% da população cumprindo as orientações de permanecerem em casa, Teresina ocupou o segundo lugar no ranking das capitais do país com os melhores índices de isolamento social no último domingo (13). A capital ficou atrás apenas de Porto Alegre, que registrou 54,82%. Quando comparado com o domingo anterior (06), que registrou índice de 49,7%, houve aumento de 0,4% no isolamento da cidade. O Piauí, com taxa de 47,49%, ficou em terceiro lugar entre os estados.

Os dados são da startup Inloco, que realiza o georreferenciamento de smartphones em cidades de todo o país. De acordo com o monitoramento, a zona Leste teve o melhor desempenho, quando atingiu 50,22% de isolamento social. Em seguida, a região Centro-Norte (50,12%), depois a zona Sul (49,84%). A região Sudeste apresentou a pior taxa de isolamento, com apenas 49,3% das pessoas permanecendo em casa no domingo.

A startup também registra os bairros da cidade que apresentaram os melhores índices. São João (61,50%), Matinha (59,30%), Ininga (58,48%), Parque São João (56,90%) e Parque Piauí (56,80%) se destacaram com o registro dos maiores percentuais de isolamento. Já os bairros Cabral (40,60%), Água Mineral (43,45%), Nova Brasília (43,60%), Cristo Rei (43,90%) e Parque Sul (44,98%) registraram as piores taxas.

No último domingo, a Prefeitura de Teresina manteve as medidas restritivas mais rígidas para conter a propagação do novo coronavírus na cidade. Neste dia, o Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou 50 novos casos de Covid-19 em Teresina e nenhum óbito em decorrência da doença. Até o momento, a capital do Piauí contabiliza um total de 28.332 casos e 962 mortes por infecção pelo novo Coronavírus.

Teresina registra mais sete óbitos por Covid-19 e 400 casos confirmados da doença

 

 

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) registrou no sistema a morte de sete pessoas vítimas da Covid-19 em Teresina, neste sábado (05). Houve ainda mais 400 novos casos confirmados da doença. Desde o início da pandemia, no mês de março, até agora, a capital contabiliza um total de 933 óbitos e 26.437 infectados pelo novo Coronavírus.

A FMS esclarece que os sete óbitos ocorreram entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro e só foram computados no sistema de notificação neste sábado (05). Desse total, todos tinham doenças crônicas e cinco eram do sexo feminino. Essas pessoas residiam nos bairros Real copagre (52 anos), Vale Quem Tem (38 anos ), Parque Jurema (70 anos), Matinha (82 anos), Piçarreira  (25 anos), Parque Itararé (95 anos) e Santa Bárbara (92 anos).

A gerente de Vigilância Sanitária da FMS, Jeanyne Seba, lamentou os óbitos e alertou que a população deve contribuir para evitar a proliferação do novo Coronavírus. “Durante as fiscalizações nos estabelecimentos essenciais e não-essenciais, percebemos que tem pessoas usando máscaras de forma inadequada, não respeitando a distância de 2 metros e fazendo aglomerações. É importante que todos sigam as recomendações de higiene e de distanciamento social, principalmente nessa nova etapa da reabertura das atividades econômicas. Se não cumprirem essas determinações, os números de Covid-19 podem aumentar significativamente”, finaliza.

Isolamento social em Teresina é de 35,35% nesta sexta-feira (05)

 

 

Dados da startup InLoco mostram que o percentual de isolamento social em Teresina foi de 35,35% nesta sexta-feira (05). O número é inferior ao de quinta-feira (04), onde foi registrado que 37,2% da população respeitou as orientações dos órgãos de saúde.

A InLoco analisa os dados de telefonia móvel para indicar tendências de deslocamento e apontar a eficácia das medidas de isolamento social. Assim, é possível apontar em quais regiões a adesão à quarentena é maior.

De acordo com o monitoramento, a zona sudeste teve o pior desempenho, com 34,09%. Em seguida, a zona sul (34,37%), depois a zona leste (37, 74%). E na região centro norte, 36,60% das pessoas ficaram em casa.

Os bairros que apresentaram os piores índices de isolamento foram Aeroporto (23,80%), Cristo Rei (38%), Bom Princípio (28,67%) e Parque Sul (29,23%). Apresentaram as melhores taxas de isolamento os bairros Parque São João (44,35%), Cabral (43,50%), Memorare (42,90%) e Santo Antônio (42,75%) .

 

Dados mostram mais de 430 novos casos de Covid-19 em Teresina

Dados divulgados nesta quarta-feira (08), pelo Comitê de Operações Emergenciais em Saúde Pública (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), mostram que Teresina tem 437 novos casos da COVID – 19,  contabilizando 10.883 pessoas infectadas. Os dados revelam ainda que na cidade existem 2.180 pessoas recuperadas e 493 óbitos causados pelo novo Coronavírus.

Dentre os óbitos registrados no último boletim, um aconteceu dia 30 de junho, três foram dia 6 de julho, sete foram dia 7 de julho e três no dia 8 de julho. Os pacientes tinham entre 34 e 88 anos, sendo seis homens e oito mulheres. Entre eles, apenas dois pacientes não apresentavam comorbidades.

Teresina conta com 26 Unidade Básicas de Saúde que atendem pacientes com suspeita de COVID-19. As equipes de saúde avaliam cada caso e adotam a conduta adequada, que pode envolver prescrição de medicamentos, indicação de isolamento domiciliar ou mesmo encaminhamento para hospitais ou UPAs, em casos mais graves.

 

Teresina registra mais de 270 casos de COVID-19 em 24 horas

Teresina notificou ontem (11) um total de 276 novos casos de COVID-19. Os dados são do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que registrou também 11 novos óbitos nas últimas 24 horas. Agora, a capital tem 4049 casos da doença, com 173 mortes.

Um dos óbitos foi o de uma jovem mãe de 20 anos, que faleceu na quarta-feira (10), dias após o parto. Também foram registrados, neste mesmo dia, outros seis óbitos, além de uma morte de quinta-feira (11), uma de terça-feira (09), uma do dia 02 de junho e outra do dia 28 de maio. Quatro pacientes não apresentavam comorbidades, e os demais apresentavam problemas como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças neurológicas e renais, além de um paciente que sofria de dependência química. Três deles residiam na zona Leste, quatro na zona Sudeste e quatro na zona Sul.

“Precisamos ter consciência que o isolamento social é uma das poucas armas que nós temos. Nós precisamos ficar o máximo possível em casa, saindo apenas quando for estritamente necessário, lavar muito bem as mãos com água e sabão e tomar todas as medidas de precaução”, orienta a enfermeira Wesllany Santana, do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), da Fundação Municipal de Saúde de Teresina.

Os índices de isolamento social em Teresina continuam abaixo do mínimo recomendado pela Organizaçção Mundial de Saúde para diminuir a disseminação do novo coronavírus, que é de 73%. Na última quarta-feira (10), a capital registrou percentuais de 42,6% e 52,10% nos índices aferidos pela Startup Inloco e as operadoras de telefonia celular, responsáveis por fazer esse monitoramento para a Prefeitura de Teresina.

Os dados mostram que a zona Sudeste lidera o ranking do menor isolamento na cidade, 40,91%. Em seguida, com 42,72%, aparece a zona Sul. O terceiro menor desempenho foi observado na zona Leste, onde o índice de isolamento social foi de 41,42%. Já a zona Norte figura com o maior percentual e 43,15% estão cumprindo com o isolamento e permaneceram nas suas residências.

Isolamento social em Teresina fica entre 46% e 50% na segunda-feira

Teresina registrou, na última segunda-feira (11), um percentual de isolamento social de 46%. O dado, coletado pela startup recifense InLoco por meio do monitoramento de 217 mil smarthphones, mostra uma alta em relação a índices anteriores, que já chegaram a registrar um isolamento social abaixo de 40% na capital. No entanto, o percentual continua bem inferior aos 73%, mínimo necessário para diminuir a propagação do novo coronavírus, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O monitoramento mostra ainda um ranking por regiões da cidade, no qual a zona leste apresenta o maior percentual de pessoas que ficaram em casa na última segunda-feira, com 48,7%. “Logo depois vem a região centro-norte, com 46,98%; seguida da zona sudeste, com 45,26%. A região que menos respeitou as determinações de isolamento social foi a zona sul de Teresina, com um percentual de apenas 44,78%”, aponta o analista de sistemas da Prefeitura, Eduardo Aguiar.

Quando se analisa de forma mais específica, a população da região da Avenida Frei Serafim, no Centro de Teresina, foi a que mais respeitou as medidas de isolamento, com 57,5% de sua população ficando em casa na última segunda-feira. Em seguida vem o bairro Aeroporto, zona norte, com 56,8%; seguido do Ininga, com 56,02%; Brasilar, com 54,75%, e Parque Brasil, com 53,95%. Na outra ponta da tabela, os bairros que menos respeitaram o isolamento social foram Angélica, Cabral, Flor do Campo, Vale do Gavião e Alegre, com percentuais de 33,3%, 35,6%, 40,1%, 40,1% e 40,5%, respectivamente.

Eduardo Aguiar explica que, além do monitoramento realizado pela statup InLoco, a Prefeitura de Teresina também passará a adotar dados gerados pelas operadoras de telefonia celular. Todos os celulares de Teresina estão conectados em uma estação de rádio-base. Quando há um deslocamento de uma estação para outra, ele detecta que houve essa mudança. É assim que o algoritmo das operadoras trabalha, com efeito que não necessita do GPS ligado dos celulares”, explicou.

Segundo essa outra base de dados, 50,5% dos teresinenses permaneceram em casa nesta segunda-feira. “Na capital, segundo os dados fornecidos pelas operadoras, há cerca de 1,4 milhão de celulares de pessoas residentes em Teresina, número bem superior aos quase 900 mil habitantes de Teresina. Essa divergência acontece porque uma pessoa pode ter mais do que uma linha telefônica ativa registrada em seu nome”, explicou Eduardo, destacando que, mesmo usando plataformas diferentes, os índices são semelhantes dentro da margem de erro.

A ferramenta permite saber qual o nível de respeito ao isolamento pelos usuários do aparelho celular, por meio do mapa de deslocamento produzido pelas operadoras. As informações de geolocalização são anônimas, portanto, não apontam a identificação individual do usuário. Além de Teresina, outras cidades brasileiras já usam essa tecnologia.

Motociclistas jovens são os que mais morrem no trânsito

No trânsito de Teresina, a maioria de vítimas fatais é do sexo masculino, com 88%, e o percentual de acidentados graves chega a 80%. O aumento entre os motociclistas foi de 4,8%, porém, teve redução de 44% no número de óbitos de pedestres. Nesse contexto, a maior incidência de vítimas é na faixa etária de 26 a 35 anos, com 30,3%, e o maior percentual de casos graves foi de 18 a 25 anos, com 21%.

Esses dados são dos três primeiros meses de 2019 em relação ao mesmo período de 2018 e constam no relatório do Programa Vida no Trânsito (PVT). Em Teresina, no primeiro trimestre deste ano, foram contabilizadas 2.495 pessoas que sofreram acidentes de trânsito, sendo 596 de feridos graves e 33 óbitos.

Em relação ao meio de locomoção, foi registrado que 40% dos pedestres foram atropelados por motociclistas e foi de 9,1% o número de acidentes entre duas motos. Quanto aos dias da semana, destaca-se com a maior quantidade de óbitos o sábado, com 21,2%, o domingo, com 18,2%, e os feriados prolongados, como o carnaval. As vias com maiores ocorrências são as BRs 343 e 316, Rua Rui Barbosa, Avenidas Henry Wall de Carvalho, Joaquim Nelson, Noé Mendes e Maranhão.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (STRANS) implementou uma série de medidas para organizar o trânsito. Dentre elas, o diretor de Trânsito e Sistema Viário da Strans, José Falcão, ressalta a redução do limite de velocidade de várias avenidas e reforço na sinalização. “Fizemos este ano a redução do limite de velocidade em 13 ruas e avenidas. Em algumas, melhoramos a estrutura através do recapeamento asfáltico e fizemos reforço na sinalização horizontal e vertical para garantir mais segurança”, diz.

A gerente de Educação no Trânsito da Strans, Samyra Motta, diz que o motociclista é o que mais se envolve em situações que poderiam ser evitadas se fosse respeitada, por exemplo, a legislação que obriga o uso do capacete e o limite de velocidade.

“O motociclista é o nosso foco maior nas ações educativas, porque as estatísticas apontam alto índice de acidentes graves e fatais, mas sem deixar as demais categorias de condutores de lado. No Prêmio de Educação no Trânsito desse ano, reforçamos essa temática para a produção de trabalhos de estudantes, professores, profissionais da comunicação e de outras categorias”, diz.

O relatório Programa Vida no Trânsito é elaborado com dados do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRE), Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (CIPTRAN), Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Samu, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) e diversos parceiros.

 

Este ano, as vias que tiveram redução de limite de velocidade são as seguintes:

Avenida dos Expedicionários – Sudeste

Av. Doutor Pires Chaves –Saci

Av. Camilo Filho – Todos os Santos

Avenida Horácio Ribeiro – Zona Leste

Av. Aquiles Wall Ferraz – Morada do Sol leste

Avenida José Soares – Angelim

Av. Emanuel Aires – Parque Sul

Av. Agricolandia – Parque Sul

Rua 13 de maio – Centro Sul

Rua Capitão Vanderley – Satélite

Av. Homero Castelo Branco – Leste

Av. Valfrido Salmito – Parque Piauí

Rua Jaime da Silveira – Satélite

Resultados de exames laboratoriais ficam inacessíveis após invasão de hackers

Nesta segunda-feira (22), o sistema operacional utilizado no Centro de Diagnóstico Dr. Raul Bacelar foi alvo de hackers. Como consequência temporária, alguns pacientes do SUS podem não conseguir obter o resultado dos seus exames realizados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Teresina no período de setembro de 2018 até a presente data.

Com a invasão cibernética, os dados dos exames laboratoriais, feitos em Unidades Básicas de Saúde, não foram corrompidos, ou seja, ficaram apenas inacessíveis, de modo que os profissionais não conseguem visualizá-los. “É como se estivessem presos com cadeados. Já os resultados dos exames feitos em hospitais de urgência estão sendo emitidos normalmente”, informa Rafael Viana, gerente da Tecnologia e Informação da Fundação Municipal de Saúde.

Para adotar as medidas de segurança necessárias e conter o ataque virtual, a Fundação Municipal de Saúde registrou boletim de ocorrência e acionou imediatamente a empresa Diagnocel, responsável pelo sistema afetado. “A Gerência de Tecnologia e Informação da FMS também realizou procedimentos operacionais no local com o intuito de agilizar o serviço”, ressalta o gerente Rafael Viana.

“Queremos tranquilizar a população de que a empresa responsável pelo sistema, juntamente à equipe de TI da FMS, está fazendo o possível para ter acesso aos dados de alguns exames novamente. É importante frisar também que já estávamos em fase de migração para um novo sistema mais moderno e seguro, a ser utilizado na nova sede do Raul Bacelar”, finaliza Rafael.

O Raul Bacelar é o laboratório de análises clínicas da Fundação Municipal de Saúde que realiza a coleta e análise de mais de 100 tipos de exames para os estabelecimentos de saúde do município. Atualmente, o local realiza em média 180 mil exames por mês, nas especialidades: Baciloscopia, Bioquímica, Hematologia, Imunologia, Hormônios, Parasitologia, Urinalise e Citologia

Teresina tem quase 150 mil cães e gatos, aponta Censo Animal da FMS

Ascom/FMS

Quase 150 mil cães e gatos em Teresina. Este é o número estimado pelo primeiro Censo Animal, divulgado hoje (18) pelo Centro de Zoonoses de Teresina. A pesquisa teve como objetivo dimensionar a população canina e felina do município e utilizar os dados obtidos para fomentar campanhas educativas e de saúde.

A pesquisa aponta um total de 148.943 animais na cidade, dos quais 111.987 são cães e 36.956 são gatos, entre domiciliados, semidomiciliados e animais de rua. O resultado leva a uma média de um cão para cada 7,7 habitantes da capital e um gato para cada 23,23 teresinenses. Ainda segundo o censo animal, 47,1% das residências em Teresina possuem um pet, sendo 37,6% com cachorros e 14,7% com felinos.

Conforme explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a metodologia utilizada seguiu os mesmos parâmetros que o Levantamento Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRA), no qual é usada uma amostragem para mensurar e calcular os resultados obtidos.

“Aplicamos um questionário, por meio dos formulários do Google, em 12.289 residências. Após a aplicação deste questionário, os dados foram tabulados, analisados e também validados por um profissional da área de estatística”, explica. De acordo com este método, a população de rua é estimada em 3% do número de animais domiciliados, o que leva a cerca de 3.360 cães sem um tutor responsável por eles.

A gerente chama atenção para o número de animais com acesso à rua, que pode levar a perigos como doenças, atropelamentos, envenenamento e agressão. “Em relação aos felinos, nós constatamos que 68,84% deles têm acesso livre à rua. É um percentual muito alto, e para reduzir o indicador você pode castrar o animal e reproduzir em casa um ambiente parecido com o que seu instinto vai procurar na rua”, diz Oriana Bezerra.

“Já em relação aos cães, constatamos que 22,74% têm acesso à rua acompanhado por um responsável, e 26,46% são soltos na rua pelos próprios tutores, um dado que nos surpreendeu. Lembramos que esta é uma conduta inadequada, pelos riscos e também porque o código sanitário proíbe que eles andem nas vias desacompanhados e sem proteção como focinheiras, para evitar agressão às pessoas”, alerta a gerente de Zoonoses.

O Censo Animal também apontou dados relativos à castração, que tem aumentado desde a implementação do programa da FMS em parceria com a Universidade Federal do Piauí. “A gente observou que a porcentagem de cães castrados é bem menor que a de felinos”, afirma Oriana Bezerra. Ela conta que, dentre os cães, 3,96% dos machos e 8,25% das fêmeas são castrados, uma diferença de mais de duas vezes entre os sexos, o que não acontece com os gatos, que apresentaram 12,35% dos machos e 18,44% das fêmeas esterilizados – uma relação equilibrada.

O levantamento também apurou dados em relação a reprodução e zoonoses, o que possibilitará a adoção de estratégias de controle sanitário e prevenção. “Os dados irão servir como direcionamento para um trabalho educativo relacionado à posse responsável, a importância da castração e de se manter os animais dentro dos domicílios, bem como melhorar indicadores”, finaliza a gerente.