Lagoas do Norte finaliza obra do Canal do Matadouro e prepara inauguração

A Prefeitura de Teresina, através do Programa Lagoas do Norte, está finalizando as obras no Canal do Matadouro e prepara a inauguração para o fim de maio. Nesta última etapa, a construtora responsável pela obra trabalha na finalização da urbanização do canal, com a instalação de equipamentos públicos como academias, playgrounds e iluminação.

Também estão sendo finalizados o piso de passeio, a arborização e jardinagem, proporcionando um espaço adequado para a prática de atividades físicas e convívio social.

Orçada em cerca de R$ 3,2 milhões, a obra resolveu problemas de esgotamento sanitário e escoamento da água das chuvas que afetavam diversas famílias da região. O canal recebe as águas pluviais que vêm das regiões mais altas e as direciona para as lagoas próximas, exercendo um importante papel no sistema de drenagem da região.

Obra resolve problema de esgotamento sanitário e escoamento da água das chuvas. Foto: Ascom Lagoas do Norte

Antigamente, o canal era obstruído pelo acúmulo de lixo e por residências que ocupavam seu leito natural e, por isso, eram anualmente inundadas nos períodos chuvosos. Boa parte do problema foi resolvido ainda na primeira intervenção do Lagoas do Norte, com a terraplanagem e estruturação do canal para que ele passasse a realizar o escoamento das águas de forma adequada.

Ainda na primeira fase de obras, o programa realizou a desapropriação e reassentamento das famílias que moravam no meio do canal. Além disso, as casas que permaneceram receberam melhorias como construção de muros e drenagem.

Eturb assina contrato para realizar obras de microdrenagem no município

A Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano (Eturb) assinou, nesta terça-feira (08), a ordem de serviço para realização de obras de microdrenagem nas vias de Teresina. Assim, a empresa pública poderá iniciar intervenções que facilitem a drenagem das águas nas ruas e avenidas de Teresina.

Com previsão orçamentária de R$ 500 mil por mês, em recursos próprios, a Eturb pretende realizar os serviços como forma de reduzir a quantidade de pontos com acúmulo de águas e auxiliar na conservação dessas vias. As obras prometem também diminuir problemas com buracos nas ruas e avenidas, tornando o tráfego melhor em toda a cidade.

João Pessoinha | Presidente da Eturb. Foto: Divulgação

De acordo com o presidente da Eturb, João Duarte, o foco primário é a resolução de problemas em pontos que já apresentam deficiências na drenagem das águas há bastante tempo. “Isso é muito importante pois vamos começar a resolver a situação das principais vias da cidade, sobretudo daqueles pontos onde sempre teve acúmulo de água, independente do período do ano”, aponta.

João também destaca a importância desse serviço em conjunto com as demais obras e demandas que a Eturb vem recebendo para melhorar a vida da população. “Ao realizar a microdrenagem das vias estamos assumindo mais um compromisso com os teresinenses, de contribuir com a segurança e a durabilidade das vias de nossa cidade. Com muito trabalho e esforço vamos melhorar ainda mais nossa Teresina”, complementou.

SEMDUH analisa mais de 400 processos de drenagem e evita que 42 mil m³ de água causem alagamentos em Teresina

A Coordenação Especial de Projetos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), recebeu, de janeiro até outubro deste ano, 416 processos de drenagem para análise. Desses, 82,6% já foram deferidos, 2,4% foram indeferidos e 15% apresentam pendências a serem solucionadas pelo requerente para que seja concluída a análise.

“Antes de 2021, o ano que mais recebemos processos para análise foi 2018, quando recebemos 298 processos, ao todo. Agora, somente até outubro, já temos um crescimento de 40%. Isso significa que houve um aquecimento na Construção Civil após o período de restrições impostas pela pandemia”, explica o coordenador de Projetos da SEMDUH, Weldon Bandeira.

No Plano Diretor de Drenagem, construções acima de 500m² de área impermeável precisam ter um sistema de retenção da água da chuva (Foto: Ascom/Semduh)

O relatório mostra que somente até 2021, com os empreendimentos aprovados pela Secretaria, foi possível reter mais de 42 mil metros cúbicos de água. Para efeito de comparação, isso corresponde ao volume de 17 piscinas olímpicas.

“Toda essa água seria jogada diretamente nas vias, causando alagamentos nas ruas e avenidas. Ou seja, com esses projetos de drenagem, os empreendimentos deixaram de contribuir com os alagamentos. Daí a importância do Plano Diretor de Drenagem”, enfatiza o coordenador.

Reservatório construído para drenagem de um campo de futebol em um residencial de Teresina (Foto: Ascom/Semduh)

O Plano Diretor de Drenagem funciona hoje como um filtro para grandes projetos e empreendimentos. De acordo com esse plano, construções acima de 500m² de área impermeável precisam ter um sistema de retenção da água da chuva. “Essa medida ameniza os problemas já existentes na capital e assegura que novos empreendimentos não causem mais transtornos na drenagem urbana”, acrescenta.

O secretário da SEMDUH, Edmilson Ferreira, esclarece que, até 2015, antes da sanção da lei que regulamenta a drenagem em Teresina, não havia a preocupação em conter a água da chuva, por isso era comum drenar essa água pelo sistema viário natural. “Mas quem mora nas regiões mais baixas da cidade se prejudicava. O Conjunto Torquato Neto foi construído antes da lei que regulamenta essa drenagem. Com a nova legislação, esse projeto não teria sido construído da forma que está hoje”, pontua.

Segundo o coordenador Weldon Bandeira, o Plano Diretor de Drenagem mapeou áreas em Teresina onde há, notadamente, problemas de drenagem. Atualmente, a cidade tem oito grandes projetos de drenagem que já estão prontos, mas precisam de um grande volume de recursos para serem executados.

O secretário Edmilson Ferreira e o coordenador de Projetos da SEMDUH, Weldon Bandeira, comemoram a agilidade na análise dos processos e os benefícios à cidade (Foto: Ascom/Semduh)

“Cada projeto custa em torno de R$ 1,2 milhão só para ser elaborado. Nesses projetos, são detalhadas grandes bacias hidrográficas e detectados os pontos onde há necessidade de drenagem. No Torquato Neto e no Bairro São Pedro, por exemplo, precisamos de R$ 80 milhões para cada obra. A Galeria da Zona Leste precisa de R$ 60 milhões, temos ainda a necessidade de uma galeria no Manoel Evangelista e no Bairro Comprida, zona sudeste, outra no Satélite que vai até o Zoobotânico e outra no ‘Riacho Mandacaru’, que começa no Parque de Exposição e deságua no Rio Poti. A Prefeitura está buscando recursos para executá-los”, finaliza o coordenador.

Programa Lagoas do Norte investiu mais de R$ 123 milhões na segunda fase

Trabalhando para implantar sistemas eficientes de drenagem e garantir qualidade de vida para a população de quase 100 mil pessoas, o Programa Lagoas do Norte investiu mais de R$ 123 milhões nos últimos oito anos. Os recursos aplicados pela Prefeitura de Teresina são oriundos de financiamento junto ao Banco Mundial para obras, ações e projetos realizados em uma área formada por 13 bairros da região Norte da cidade.

Na fase atual do programa, o principal foco das intervenções é a construção de sistemas de drenagem para controlar o nível das águas, protegendo os imóveis, principalmente aqueles que ficam mais próximos das lagoas, que são os mais atingidos pelas enchentes.

No total, estão sendo aplicados cerca de R$ 22 milhões em obras nas lagoas do Mazerine, Oleiros, Piçarreira e São Joaquim. Também estão sendo construídos equipamentos como quiosques, academias, quadra, campo de futebol, playgrounds, prédio administrativo, arborização, bancos, lixeiras, pistas para caminhada e ciclofaixas.

“As obras de drenagem e o cuidado com as lagoas já amenizaram muito os impactos das chuvas na região e hoje não se vê mais casas alagadas, cena bem comum antes do programa. É importante falar também dos benefícios das ações na área social. O programa segue atuando e construindo equipamentos para proteger as famílias, garantindo moradia segura e mais qualidade de vida”, ressaltou o prefeito Firmino Filho.

Também nesta segunda fase, o Lagoas do Norte somou diversas outras ações, como a construção do Parque Ambiental Matias Matos, no Mocambinho, a reforma do Parque Ambiental Encontro dos Rios, além da reforma completa da quadra poliesportiva localizada na Avenida Boa Esperança. Também foi feita a reforma da Casa de Punaré, que abriga meninos e adolescentes em situação de vulnerabilidade, construção da Praça dos Orixás em homenagem às religiões de matrizes africanas e o Residencial Parque Brasil, com 1.022 unidades habitacionais destinadas aos beneficiários do programa e famílias em situação de vulnerabilidade social.

Obras de esgotamento sanitário também fazem parte do trabalho, onde foram aplicados mais de R$ 1,6 milhão antes da subconcessão da Agespisa para a empresa Águas de Teresina. No momento, está em execução o Canal do Matadouro, que antes era usado para deposição de lixo e caminho irregular para as águas das chuvas. “Estão sendo aplicados mais de R$ 2,48 milhões no canal, que vai melhorar a drenagem da região e também terá todos os equipamentos para a promoção da saúde e lazer da população”, comenta Márcia.

Outra área de atuação do programa é o desenvolvimento econômico, com a elaboração de um diagnóstico em vários setores de negócios já estabelecidos na cidade. Essa iniciativa foi reconfigurada por conta da pandemia e agora está destinada a fortalecer os negócios que sofreram com a crise econômica.

“Temos um grande potencial para a realização de obras, ações e projetos no Programa Lagoas do Norte. Nos três eixos de atuação, temos conseguido levar melhorias significativas à vida das pessoas. O trabalho continua no mesmo ritmo, investindo também na criação de uma rede de novos procedimentos mais eficientes em várias secretarias municipais”, finalizou Márcia Muniz, diretora geral do programa.

 

Lagoas do Norte faz investimento de R$ 20 milhões e mantém ritmo de obras acelerado

O Programa Lagoas do Norte, executado pela Prefeitura de Teresina, acelerou o ritmo das obras de drenagem que estavam em andamento antes da pandemia da Covid-19. Atualmente, as equipes estão concentradas nas lagoas do Mazerine e São Joaquim, onde estão sendo investidos cerca de R$ 20 milhões. Na manhã desta terça-feira, o prefeito Firmino Filho esteve na região verificando o andamento dos trabalhos.

“As obras ganham mais velocidade agora que as famílias ganharam uma moradia mais digna, tanto as que escolheram o residencial Parque Brasil, que já inauguramos, como as que optaram por indenização ou pela casa comprada pela Prefeitura. No residencial, construímos 1.022 unidades habitacionais para as pessoas que estavam em situação de risco, em área de alagamento”, disse o prefeito Firmino Filho.

Também serão contempladas nessa etapa as lagoas da Piçarreira e Oleiros, que integram o sistema de captação natural da água da chuva. Com essas obras, elas poderão se comunicar entre si, e a água poderá seguir seu curso natural.

“Quando as lagoas enchem, o sistema de bombeamento situado na avenida Boa Esperança trabalha para evitar que a água transborde, retirando o excedente e jogando no rio Parnaíba. É esse sistema completo que tem diminuído os níveis de enchentes e inundações. Com as obras que estão sendo realizadas, haverá melhoria significativa na drenagem, protegendo as pessoas”, ressaltou Márcia Muniz, diretora geral do Lagoas do Norte.

Na lagoa do São Joaquim está sendo feito um trabalho de implementação da drenagem. Após essa fase, a região será dotada de equipamentos públicos como pavimentação, áreas para caminhada, passarelas, academia, iluminação e bancos. Já na lagoa do Mazerine está sendo finalizada a parte de drenagem e a galeria está concluída. A quadra que já existia está sendo completamente reformada e será coberta. Também está prevista a construção de quiosques, playground, bancos, espaço para caminhada e iluminação.

O próximo passo será levar a obra para a região do Inferninho, situada entre as lagoas da Piçarreira e São Joaquim, uma faixa de areia estreita com habitações em condições precárias. Antes, as famílias que residiam nessa região tinham suas casas alagadas quando os níveis das lagoas subiam. Elas já foram contempladas com novas habitações e agora o Lagoas do Norte fará a drenagem e a urbanização do local.

Teresina assina projeto pioneiro para obras de drenagem por meio de PPP

Teresina foi contemplada com um projeto pioneiro no Brasil para obras de drenagem por meio de Parceria Público Privada. O contrato com o Fundo Federal de Estruturação de Projetos (FEP) foi assinado nesta quarta-feira, 05, em Brasília, pelo prefeito Firmino Filho, pela secretária especial do Programa de Parcerias e Investimentos do Governo Federal, Martha Seillier, além de representantes da Caixa Econômica Federal e prevê investimentos de R$ 3,8 milhões para a realização dos estudos e na prestação de apoio técnico. O valor será totalmente financiado pelo Governo Federal.

A proposta é que, com os estudos, a Prefeitura consiga delegar à iniciativa privada a realização dos investimentos necessários à solução do problema de drenagem urbana, antecipando benefícios à população.  A iniciativa também atribui ao parceiro privado a obrigação de operar e manter as estruturas construídas por um prazo de até 35 anos, garantindo sua plena funcionalidade.  Os estudos deverão estar concluídos em 2021, permitindo que a Prefeitura realize a licitação para contratação do parceiro privado que irá executar as obras.

“A Prefeitura de Teresina já realizou muitos investimentos para amenizar os problemas que a cidade enfrenta no período de chuvas, mas obras nessa área demandam um investimento muito grande e teríamos dificuldade de executar com recursos próprios. Agora, nossa cidade foi contemplada com esse projeto piloto no país na área de drenagem pluvial”, destacou o prefeito Firmino Filho.

O projeto de Teresina está em consonância com o Plano Diretor de Drenagem Urbana da Cidade e vai contemplar a construção das estruturas de proteção contra enchentes na parte central da cidade, localizada entre os Rios Parnaíba e Poti. Além disso, pelo menos duas microbacias que atendem os bairros de Horto, Fátima, Jóquei, Morada do Sol, São Cristóvão, Santa Isabel, Piçarreira e Campestre e Noivos também foram incluídas. Para as obras, deverão ser investidos cerca de R$ 160 milhões.

O projeto também buscará uma estruturação integrada para a gestão das águas pluviais urbanas de Teresina. Segundo a secretária municipal de Parcerias e Concessões, Monique Menezes, após ser implementado, o modelo de projeto realizado em Teresina será levado para outras cidades. “Nós vamos fazer um projeto inovador, que foi acatado pelo Governo Federal por entender que esse é um problema que não atinge só Teresina, mas todas as grandes e médias cidades do país. Nos próximos meses vamos dar início à estruturação desse projeto que trará grandes benefícios para Teresina”, ressalta.

A Prefeitura de Teresina já desenvolve parcerias com a iniciativa privada através de concessões nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário e, mais recentemente, de iluminação pública. Para os próximos meses, a expectativa é também a de implementar a concessão de manejo de resíduos sólidos urbanos.

SDU Leste promove reparo de rede de drenagem em parceria com a Águas de Teresina

Na última quinta-feira (09) a rede de drenagem, localizada no cruzamento da Avenida Ininga com a Rua Cinegrafista Marquês, onde também ocorreu o rompimento de uma adutora, sofreu alguns danos. Em virtude disso, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano Leste (SDU Leste), em parceria com a empresa Águas de Teresina, está promovendo o reparo da caixa.

Segundo informações da Gerência de Obras e Serviços da SDU, por conta da rede de drenagem estar localizada bem próxima à rede adutora, o reparo está sendo executado com a parceria da Águas de Teresina para promover a liberação do trecho.

No local, estão sendo feitos os reparos para a recuperação da caixa de drenagem que está localizada nas proximidades da adutora. “Estamos providenciando os devidos reparos para finalizar os serviços o quanto antes e promover a liberação de uma das vias ainda nesta semana. O outro lado, onde está localizada a caixa de drenagem, acreditamos que estaremos liberando dentro de um prazo maior, por se tratar de um serviço com um pouco mais de complexidade”, explicou o gerente de obras da SDU, Danilo Alien.

 

Prefeito assina contrato de financiamento de R$ 83 milhões para obras de drenagem

Renato Bezerra

Uma antiga demanda da população da zona sul será atendida pela Prefeitura de Teresina. O prefeito Firmino Filho assinou, na tarde desta quarta-feira (11), com a Caixa Econômica Federal, um contrato de financiamento no valor de R$ 83 milhões para construção de galerias de drenagem na região dos bairros São Pedro e Tabuleta. A previsão é que as obras iniciem ainda em 2020. (mais…)

Galeria da zona Leste tem 1,5km construídos e já mostra resultados

Com aproximadamente 1,5 quilômetros de extensão construídos, a galeria da zona Leste já está drenando as águas das chuvas que percorrem trechos das ruas Eustáquio Portela, Elvídio Ferraz, João XXIII, Alzira Pedrosa, Professor César Araújo e, posteriormente, o canal aberto que segue até a Avenida Raul Lopes e desemboca no Rio Poty. A medida visa garantir o perfeito escoamento das águas pluviais para evitar maiores transtornos com alagamentos.

Com investimento superior a R$ 49,4 milhões, a galeria é uma obra complexa e que terá 7km de extensão. Os recursos são oriundos da Caixa Econômica Federal, com contrapartida da Prefeitura de Teresina.

Ao longo dos trechos mencionados acima, a equipe de profissionais e engenheiros executaram escavações e a colocação de aduelas (estruturas pré-moldadas que constituem a estrutura final da galeria), garantindo o escoamento das águas das chuvas.

De acordo com o superintendente da SDU Leste, João Pádua, a construção da galeria já está garantindo o escoamento das águas pluviais nos trechos onde a galeria já foi construída. “Seguimos, de forma célere e efetiva, o cronograma de atividades dos serviços que foram executados na galeria. Nossa expectativa é de que no próximo período chuvoso a galeria esteja funcionamento em sua plenitude, permitindo a drenagem das águas nos principais pontos de alagamento da zona Leste”, explanou.

“A obra já passou de 1,5 quilômetros de extensão e com as chuvas que atingem a capital atualmente os serviços tiveram seu ritmo desacelerado, mas serão retomados normalmente após o período chuvoso. O resultado da construção da galeria trará inúmeros benefícios, mudando a vida de muitas pessoas que moram na região”, disse o superintendente executivo, Eng º Ângelo Cavalcante.